As discussões e dúvidas sobre os aspectos legais que envolvem a ação que resultou na morte do terrorista Osama Bin Laden fez os Estados Unidos adotar uma estratégia. As autoridades americanas têm tratado o tema como assunto de guerra.
O procurador-geral dos Estados Unidos, Eric Holder Jr. juntou-se ao coro, na quarta-feira (4/5), depois de participar de uma teleconferência com todos os procuradores federais dos Estados Unidos. A reunião tratou da discussão de estratégias do Departamento de Justiça para lidar com prováveis atos de violência motivados pela morte do antigo líder da Al Qaeda. Logo depois, ainda na quarta-feira, Holder apresentou-se ao Comitê de Justiça do Senado Federal e detalhou alguns dos assuntos abordados na teleconferência bem como seu entendimento sobre a operação.
"Osama Bin Laden era um comandante inimigo em campo de batalha e tratou-se de uma missão de captura ou morte", disse Holder, aos senadores, defendendo a ideia de que se tratava de um alvo militar legítimo.
O procurador-geral afirmou também ao comitê que o tiro que matou o terrorista foi uma ação com respaldo legal e "coerente com nossos valores". Holder argumentou que não houve indicação de que Osama Bin Laden estava disposto a se render apesar de estar desarmado. Os senadores ainda mencionaram a hipótese de o terrorista estar em posse de explosivos no momento da investida americana ao enconderijo.
Na terça-feira (3/5), Eric Holder já tinha enfrentado uma sabatina promovida por deputados integrantes da Comissão de Justiça da Câmara dos Representantes, sobre o esforço do governo federal em julgar terroristas em solo americano e em tribunais civis.
Questionado sobre se Osama Bin Laden seria julgado por uma corte civil se fosse capturado vivo, o procurador deu uma resposta evasiva. “Esta é uma questão hipotética e não estou certo se é particularmente relevante”, respondeu Holder ao deputado republicano da Califórnia., Dan Lungren.
O congressista insistiu na relevância da pergunta e mencionou os esforços de Holder para que um dos responsáveis pelos ataques às Torres Gêmeas, Khalid Sheik Mohammed, fosse submetido a um julgamento civil nos EUA. O congresso recusou a proposta do procurador à época e, em dezembro passado, aprovou uma norma que proibia a transferência de prisioneiros de Guantánamo para o país.
“É razoável questionar se o senhor iria se opor a um julgamento militar para Osama Bin Laden já que se opôs que Sheik Mohammed fosse julgado também nessas circunstâncias”, insistiu o deputado Lungren.
O procurador-geral também se recusou a comentar sobre se as informações que levaram a Osama Bin Laden foram obtidas por meio de tortura, referida pelo deputado Dan Lungren como “técnicas avançadas de interrogatório”. Sem entrar em detalhes, Holder afirmou que as informações foram obtidas por “um mosaico de fontes da Inteligência”.
A discussão sobre a tortura de prisioneiros acusados de terrorismo voltou à pauta depois que políticos republicanos atribuiram parte do êxito em localizar Osama Bin Laden ao uso de técnicas “especiais de interrogatório”.
Procedimentos impostos a suspeitos e terroristas em custódia, como a simulação de afogamento, foram adotados durante a administração do presidente George W. Bush e expressamente proibidos pelo governo Obama assim que o presidente democrata assumiu o poder.

Até parece que ele ia dizer que é ilegal.
Deve ser muito triste para um cidadão que frequentou a academia jurídica e onde teve, ou deveria ter, lições de direitos humanos e ter que achar jeitinho ou explicação jurídica para tornar legítima algo que o mundo não tolera: assassinato.
Em uma guerra não há assassinato. Há, sim, combate e eliminação do inimigo. O Presidente dos EUA era o alvo do terrorista Osama Bin Laden. Portanto, legítima a ação daquele, em eliminar este. Foi uma atitude de auto-defesa, que qualquer ser humano teria nessas circunstâncias.
Primeiro derarem um, antes tão afamado, Prêmio Nobel POR ANTECIPAÇÃO ao "cara" anti-Bush, que haveria de redimir o mundo e reparar todos os malfeitos "duzamericanus"!
.
Segundo, o planeta Terra não é o mundinho imaginado pelos idiotas das ONG´s e quetais. No mundo REAL existem TERRORISTAS VERDADEIROS e CONFESSOS, que se regozijam das suas maldades e em nome de sua "causa", prometem muito mais!
.
Então, o quê fazer, como diria "vovô" lênin, tão cultuado por essa gente?
.
A solução seria talvez, o pagamento de uma indenização por sermos tão maus e ofensivos ao Islã; um pedágio, a fim de que ele não nos molestasse (atacasse só "unzamericanus", talvez).
.
Poderia até ser negociado pela polícia do Rio, notoriamente especializada, que daria o apoio necessário àquele outro "Cara", sem-dedo, que anda tão buliçoso e cheio de vontades, como com tempo vago. O que acham?
.
E nós aqui, ficariamos dando a "maior força", com abraços simbólicos na Lagoa Rodrigo de Freitas, no Lago Paranoá, no Lago do Ibirapuera, na Pampulha e em diversos outros recantos, todos vestidos de branco, entoando mantras "da paz" (uuui, fiquei até arrepiado!...)!
.
Putz, mas aí foram lá esses cowboys, "unzamericanus" violentos e meteram dois pipocos na idéia do "suposto". E agora?!
.
Agora, eu acho que todos os traumatizados pela ação brutal deveriam ingressar com ações contra o Estado Americano.
.
Creio porém, que tais ações estariam fadadas ao fracasso, pois tirando uma meia-dúzia de quatro ou cinco, todos ficaram bastante satisfeitos com a desinfecção ambiental produzida, malgrado os modos.
.
Exceto talvez a mulata Jurema, que segundo o sempre atento Hélio de La Peña, no Twitter, teria declarado: "Era um terrorista canalha, mas era meu!".
"Deram" (um Nobel) e não "derarem", como constou.
Bem, ainda não me convenci a respeito da EXISTÊNCIA de Bin Laden. Acreditar que ele foi morto pela "inteligência" americana (com o corpo jogado no mar [rs.]) é algo ainda mais surreal. Só uma coisa é certa nesse episódio, como mostrou milhares de obras e documentos independentes produzidos após 11 de setembro: pouco do que se disse (e vem sendo dito) pela grande mídia era verdadeiro.
Não há dúvida de que milhões (ou talvez bilhões) de indivíduos espalhados pelo mundo querem a todo custo trucidar os americanos (ou melhor, o modo de vida americano). Desde há cem anos essa esplendorosa nação, que possui também seus atributos, mais não faz do que meter o bedelho em tudo o que lhes interessam, fora se seu território. Mercados, petróleo, investimentos é o que move a máquina de guerra dos EUA. O próprio Saddam, tão satanizado pelos americanos, chegou ao poder através deles próprios, inclusive com fornecimento de armas e dinheiro vivo para tomar o poder. Os ataques de 11 de setembro não foram assim uma "agressão gratuita" como eles qualificam, mas uma vingança daqueles que através de gerações vivem o pesadelo dos assassinatos, das famílias dizimadas, das casas, escolas e hospitais destruídos. Milhões de pessoas foram assassinadas nas últimas décadas ou estão por aí amargando a miséria, a invalidez e o abandono, após a ação de um rifle, míssil ou punhal dos americanos. A maioria sequer sabe porque levou um tiro, uma facada, ou uma bomba caiu sobe sua casa, mas sabe que todo esse estrago veio de um único agressor: o "grande satã" como eles chamam. Quem organizou os ataques de 11 de setembro? Não sabemos, mas não é menos verdade que para iludir as mentes mais infantis um grande vilão, idêntico aos dos quadrinhos que os americanos tanto gostam, precisava ser criado. E assim nasceu, da mesma forma que os vilões dos quadrinhos, o terrível Bin Laden, que no meio a morros e pedras, na aridez do oriente médio, planejava destruir a civilização ocidental. Enquanto todos ficaram centrados no grande vilão, ninguém mais se lembrou mais das vítimas dos americanos, ou das reais razões que levaram o grupo a assassinar milhares em um atentado terrorista.
Toda história para mentes infantis precisa de começo, meio e fim [em certa oportunidade fui assistir um filme do Tarantino, na qual a história não era organizada no tempo, com lances do passado, futuro e presente todos misturados, e quando chegou ao meio do filme e estava sozinho na sala: todos foram embora]. Na história de Bin Laden os ataques de 11 de setembro eram o começo, os atos que se seguiram era o meio, e precisava haver um fim (em uma época na qual a popularidade de Obama é baixa, e as eleições se aproxima). E o fim chegou: uma morte sem testemunhas independentes, sem corpo e sem sangue. A morte que as mentes infantis sempre imaginam. E fim de papo. Agora é hora de contar uma outra história, capaz de levar Obama e sua turma a mais um novo cargo de quatro anos.
Sem questionar os motivos da morte daquele terrorista, mentor da destruição das torres gêmeas, sem dúvidas, deveria ser preso e julgado por isso. Sobre morte, pouco se sabe, mas, não entro no mérito. contudo, invadir o espaço aéreo de outro país, sem autorização, para uma operação de guerra, não me parece lícito. Penso também que ele preso poderia ser muito mais útil para uma tentativa para o combate ao terrorismo. Mas, é só minha opinião, pois, se assim o fizessem em nosso país, seria reprovável. O Paquistão, país limitrofe com a China, pôs com essa operação o risco da paz mundial, caso invadissem o espaço aéreo chines. Isso foi mais um precedente como a destruição do Iraque só por suposição. Fato é que muitos países estão em alerta, isto é, precavidos, sem sossego. A cultura do ódio, nunca levará a paz.
Hoje os principais portais estão noticiando que a própria Al Qaeda admite a morte de seu chefão-mor, e promete vingança.
E ainda tem gente que duvida a própria existência de Bin Laden ? Daqui a pouco vão duvidar da queda das torres gêmeas, vai aparecer alguém dizendo que foi armação recheada de efeitos especiais. Isso sim é que é infantilidade ...
Desconheço o fato de que alguém tenha duvidado da queda das torres, já que todos viram. Também nunca ouvi dizer que que alguém questiona o fato de que aviões terem se chocado com os prédios, causando o desabamento, já que todos viram. A dúvida está no que ninguém viu, ou seja, quem estava dentro dos aviões pilotando e quem efetivamente panejou e comandou o atentado.
Se eu tivesse um filho ou uma filha etc. em um daqueles aviões que foram derrubados, se eu tivesse um filho ou uma filha nas Torres Gêmeas, se eu tivesse um filho ou uma filha nos metrôs da Espanha, se eu tivesse um filho ou uma filha nos atentados de Londres, se eu tivesses milhares de parentes ou conterâneos assassiandos, por ordem de terroristas, eu iria achar que os direitos humanos foram maculados?
Prezado Enos (Advogado Autônomo). Claro que não. Iria pensar com o coração e querer matar todos os terroristas, ceifando a vida de milhares de inocentes com sua ação e criando ainda mais ódios. É por isso que o direito é fruto de racionalidade, não de emoção, sendo certo que o envolvido com o episódio jamais estará em condições de chegar a uma solução racional conforme já demonstrou os 6 mil anos de experiência acumulada desde o surgimento do que entendemos por Humanidade.
Se os Estados Unidos assim não procedessem, certamente mais americanos morreriam. O governo tem o dever de defender o povo. Foi isso que Obama fez.
Se os Estados Unidos assim não procedessem, certamente mais americanos morreriam. O governo tem o dever de defender o povo. Foi isso que Obama fez.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login