Presidente do TST defende plano de cargos e salários de servidores do Judiciário

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho e do Conselho Superior da Justiça do Trabalho, ministro João Oreste Dalazen, reuniu-se, esta semana, com os presidentes do Supremo Tribunal Federal, ministro Cezar Peluso, e do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Ricardo Lewandowski, com o senador Vital do Rêgo Filho (PMDB-PB), presidente da Comissão Mista de Orçamento do Congresso Nacional, e com o deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), relator geral do Orçamento para 2012, para tratar sobre o PL 6613/2009, que dispõe sobre o reajuste salarial dos servidores do Poder Judiciário.

Para o presidente do TST, os recursos foram identificados, já que a receita é superior à prevista pelo governo quando do encaminhamento do projeto de Lei Orçamentária para 2012, em agosto deste ano, pelo Poder Executivo. Em virtude disso, o ministro Dalazen esteve em audiência, posteriormente, com o senador José Pimentel (PT-CE), líder do governo no Congresso Nacional, para traçar um panorama da situação atual na Justiça do Trabalho, na tentativa de quebrar a resistência do Executivo em relação ao PL 6613/2009.

Preocupado também com o aspecto social, o ministro solicitou a José Pimentel que estabelecesse um canal de diálogo com o governo para superar o impasse em torno do PL 6613/2009 — pois há notória e aguda defasagem salarial e uma preocupante evasão de quadros do Poder Judiciário. O senador fez algumas ponderações e manifestou sua disposição de conversar com a presidenta Dilma Rousseff e com a ministra chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

analucia disse:
27 de outubro de 2011 às 17:45

pela extinção da justiça do trabalho e implantação das Câmaras de Conciliação e Arbitragem.

George Rumiatto disse:
27 de outubro de 2011 às 22:13

Comentário de quem desconhece o cotidiano dos servidores da Justiça do Trabalho. As Varas trabalham com estrutura flagrantemente deficitária, poucos servidores e muitos processos. Muitas vezes, computadores lentos.
O cargo de Analista Judiciário, por exemplo, está bastante defasado em relação a cargos de nível superior de outros Poderes.
Os técnicos também sofrem com a defasagem de anos, já que o último reajuste se deu em 2006, e parcelado, já nascendo defasado.
Agora, cria-se essa resistência para implantar uma tabela de 2009, que já está defasada, e ainda de forma parcelada.
Descumpre-se o mandamento constitucional da revisão geral anual, como se não fosse obrigatória.
E os culpados são os servidores.

Mig77 disse:
28 de outubro de 2011 às 10:01

É muita cara de pau achar que o trabalho feito na Justiça do Trabalho é honesto.A comentarista Ana Lucia está certíssima.A Justiça do Trabalho não deveria existir.Se alguém conhece outro país que tenha essa justiça "especializada" (em fechar empresas, empregos, gerar desgraça,abrir pontos de venda de drogas, miséria e vagabundos de toda espécie)nesse formato que informe por favor.Esse lixo custa R$ 15 bilhões aos cofres públicos.Não há nada, absolutamente nada, que essa "justiça" faz que Comissão de Arbitragem e Conciliação ou mesmo a Justiça Comum não possa fazer.Aconselho os serventuários,juizes, promotores etc que sabem como esse lixo "funciona", procurem um trabalho honesto que os deixem orgulhosos.Por enquanto eles são motivo de vergonha para o país.

Mauro Garcia disse:
28 de outubro de 2011 às 10:25

Gostaria de saber para quem a justiça do trabalho está perdendo pessoal. Os servidores do judiciário contam com a maior média salarial dos três poderes. Se a comparação for com a iniciativa privada, aí nem é bom entrar em detalhes.
Mesmo se a comparação for com o que se paga nos EUA, Canadá, ou qlq país de primeiro mundo, também não há argumento.
Gostaria que o ilustre presidente consignasse com detalhes para quem o judiciário anda perdendo seus "talentos".
Qt à extinção da justiça do trabalho, criando tão simplesmente varas especializadas na justiça comum, apesar de ser uma idéia coerente e lógica, porém podem esquecer. Não conseguiram extinguir nem este anacronismo que é a justiça militar, qt mais a trabalhista.

Axel disse:
28 de outubro de 2011 às 11:31

Lixo mesmo são alguns "empresários" pilantras, que sonegando direitos trabalhistas e impostos, revoltam-se contra a justiça do trabalho. Empregadores que cumprem suas obrigações não têm que se preocupar com a justiça laboral.
Se a empresa não tem competência para se establecer, que feche. O problema é que honestidade neste país é algo raro. A revolta dos empregadores desonestos é rotineira.

Mig77 disse:
28 de outubro de 2011 às 15:00

Então o Axel (Bacharel) já determinou quem são os empresários pilantras.Vejamos:
1)Por seu "inteligente" raciocínio a Petrobrás com sua estrutura jurídico/administrativa não teria nenhuma reclamação trabalhista, o mesmo com Vale do Rio Doce, Itaú, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Volkswagen, GM, Ford, Fiat, Petroquímicas, Químicas, Pão de Açucar, a mãe...etc.Mas elas tem dezenas de milhares de reclamaçõesw.Pelo "brilhante" comentário, percebe-se que o mesmo acha que só pequenos e heróis empresários tem reclamações na justiça, por incompetência.O que o comentarista Axel deveria explicar é porque só aqui tem esse lixo?Pq são mais de 4 milhões de reclamações por ano?Pq lá é o melhor lugar para se lavar dinheiro?Pq essa porcaria custa aos bolsos de quem produz R$ 15 bilhões por ano e não temos Saúde, Segurança e Educação?PILANTRA É O CACETE, embora essa pecha não tenha servido para mim.

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