O deputado federal Protógenes Queiroz (PC do B/SP) foi flagrado em conversas suspeitas com acusado de envolvimento com a máfia dos caça-níqueis. Nas escutas telefônicas da operação monte carlo, da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de tráfico de influência do bicheiro Carlinhos Cachoeira, o deputado e delegado licenciado da Polícia Federal dá instruções ao araponga Idalberto Matias Araújo, conhecido como Dadá, sargento da Aeronáutica que trabalhou com Queiroz na operação Satiagraha. Os arquivos de áudio foram disponibilizadas pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Chamado de professor por Dadá, Protógenes dá orientação supostamente sobre como agir em depoimento, marca encontros a caminho do aeroporto e em hotel. Em uma das conversas, na qual o araponga liga para ele, o deputado explica sua ausência no hotel em que era aguardado. “Tive que vir para um encontro da Comissão de Constituição e Justiça e estou na Câmara [dos Deputados]”, diz ele, antes de marcar o encontro para 13h.
Quando conduziu a operação satiagraha, que investigou o banqueiro Daniel Dantas, o então delegado Protógenes contestou afirmações de a prática de grampo estava desenfreada e que o país vivia em estado policial permanente. Nos três diálogos, que vieram a público nesta quarta-feira (11/4), no entanto, ambos conversam sem mencionar assuntos ou nomes de pessoas, fazendo apenas referências, demonstrando temerem a escuta de terceiros. As gravações mostram que o deputado e o araponga evitam conversar, marcando sempre encontros presenciais.
Na época da operação satiagraha, foi Dadá quem apresentou o então delegado ao agente aposentado do antigo SNI Francisco Ambrósio do Nascimento. Nascimento foi contratado diretamente como investigador particular por Protógenes, que teria pago pelos serviços com dinheiro público.
Documentos mostram que o delegado licenciado pagou R$ 1,5 mil por serviços terceirizados em favor do "analista de dados" Francisco Ambrósio do Nascimento. O ex-agente do SNI foi apontado como coordenador do esquema de espionagem montado pelo então delegado. Ao fim da operação Satiagraha, Dadá foi indiciado por ter supostamente levado informações sigilosas para casa.

Onde estão os defensores do Protógenes que diziam que não importava que ele tivesse feito as escutas ilegais porque ele queria fazer justiça a todo custo? Quantos alegaram que ele seria o grande defensor das morais e dos bons costumes e agora nada dizem a respeito.
É irônico como o mundo dá voltas, de alguém que era tão a favor de grampos ser pego justamente por causa de grampos não deixa de se ter uma certa justiça poética.
Sem comentários!
Na bela cap o assunto é sempre o mesmo, portanto, as ligações telefônicas e correlatas, pela lógica, envolvem tramóias, triângulos amorosos e outras baixarias dos cara de anjos e alma de gangsters. Claro que há muitas pessoas de bem, que só cobiçam a mulher do próximo e vice versa.
Pelo conteúdo das conversas não há como afirmar com absoluta certeza se existe algo comprometedor.
Foram apenas marcações de encontros. O que há de suspeito nisso?
Fernando José, normalmente eu nem me dou o trabalho de ler, ou mesmo responder, comentários ESCRITOS EM CAPS LOCK PORQUE PARECE QUE ESTÁ GRITANDO E ASSIM TENTANDO IMPOR A SUA OPINIÃO, mas acho que não existe justiça ao se passar por cima da lei, por mais "nobre" que sejam os objetivos ao fazer isso. O Protogeses errou ao atropelar a lei e fez uma investigação virar uma Vendeta pessoal dele, agora sendo pego em um grampo que ligam ele a um contraventor não deixa de ser irônico.
Daniel Dantas, assim como outro qualquer cidadão brasileiro, deve ser investigado dentro dos limites estabelecidos pela lei, se hoje a gente joga fora as garantias da lei para justificar a "justiça" contra ele, amanhã quem é que vai garantir que os investigadores irão passar dos direitos de qualquer outra pessoa? Devemos jogar o princípio da legalidade pela janela? Eu não acredito que alguém que trabalha com direito pode defender uma ilegalidade sob a "desculpa" de garantir uma justiça (que está mais pra uma vingança que justiça).
Em comentário anterior pergunto: tp://chorbamatrix.blogspot.com/ 8248.7835
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Quais as razões de não pedir via judicial o grampo envolvendo políticos e outras pessoas flagradas nas escutas?
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Na hora respondo que por razões de interesse de investigadores, interesses pessoais (PESSOAIS).
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Agora não resta mais dúvida.
Esta ai a resposta.
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Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com
ht
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A cada vez que se levanta o lençol deste imundo leito da politica brasileira, depara-se com o intérprido amante da corrupção e da imoralidade, agora escudado por um mandato, como sóe presentear a ingenuidade e ignorancia do eleitor, a indivíduos deste jaez. Só mudam seus companheiros de leito, suas amantes, que buscavam as benesses dos então privilégios do relapso e manobrável delegado da policia federal, e agora se deitam ao seu lado para usufruto do diploma que se lhe concederam incautos e desavisados eleitores.
Por acaso, pergunta-se ao final, serão, os demais diligentes e capazes delegados da nossa policia federal, donos de tão invejável patrimonio, eles que auferem os mesmos salários da figura em questão?
Nosso País tem lastimável tradição: os ricos e poderosos, desde nossos antigos coronéis típicos do norte, aos grandes empresários do sul, e em todos os pontos cardeais, sempre tiveram à mão os delegados de policia, quase como indispensáveis aos seus propósitos de manutenção da força...
Na policia federal, este senhor não passou de um simples dirigivel a serviço de poderosos; constitui-se hoje um autêntico arquivo negro de tudo e de todos, e sua presença na politica faz lembrar aquele palhaço que se apresenta na TV, por exemplo, sem tanta sede ao pote, como este senhor, todavia...
É pena, mas quer parecer, pela leitura dos anteriores comentários aqui dados à lume, que a noticia não foi digerida suficientemente...
Como, caro Dr. Fernando J. Gonçalves? "Relações acintosas e promíscuas"?!
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Será que o sr. estaria falando da GAMECORP do lullinha monitor de zoológico ("olhem a girafa! Aqui, à direita, o elefante") de R$ 50 mil, que, com generoso aporte de empresa que seria depois beneficiada por seu pai com uma fusão PROIBIDA POR EXPRESSO TEXTO DE LEI (depois fizeram um lei para agasalhar a transação!) e ainda com financiamento do BNDES, passou para DEZ MILHÕES?
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Ou talvez o sr. estaria se referindo às relações da misteriosa CONSTRUTORA DELTA com as obras do PAC e da Copa e que passou de um faturamento mediocre de R$ 400 mil ao ano para R$ 900 MILHÕES no ano passado, só com obras do PAC?
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Cabe lembrar ao gritador militante partidário que esta tarefa, a de satanizar Daniel Dantas, já foi superada lá no Diretório, e por ordem direta do Comitê Central do Partido, depois que o Sr. Dantas desistiu de brigar e abriu mão de sua parte na BRASIL TELECOM (não sem antes embolsar R$ 1,1 BILHÃOZINHO, né? Porque ninguém é de ferro também!).
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Ou será que o sr. é tão concentrado nas tarefas partidárias que não notou que toda aquela grita ensurdecedora contra Dantas feita principalmente nos blogs "progressistas" a soldo, do PIG ("Partido da Imprensa Governista") ou do JEG ("Jornalismo da Esgotosfera Governista") calaram-se todos ao mesmo tempo quando Dantas largou o osso da TELECOM e este, da noite para o dia, deixou de ser o "Inimigo Público Nº.1" do País e o seu justiçamento deixou de ser questão de honra nacional e do resgate de "500 anos de corrupção"?!
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Tsk, tsk, tsk, que distraído! Mais atenção, tarefeiro partidário, senão podem não gostar de sua atuação, hein?
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