O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, anunciou que não pedirá a suspeição do ministro Dias Toffoli no julgamento da Ação Penal 470. Gurgel disse, logo após o fim do primeiro dia do julgamento, nesta quinta-feira (2/8), que não irá trazer mais o assunto ao Pleno do Supremo Tribunal Federal — depois que a sessão plenária foi toda ocupada pelo debate em torno de uma Questão de Ordem.
“Achei que não deveria o Ministério Público tomar uma iniciativa que irá provocar necessariamente a suspensão e mesmo a inviabilização da realização do julgamento, pelo menos, em um horizonte de tempo próximo”, disse o procurador-geral. Gurgel não entrou no mérito, contudo, da questão do impedimento do ministro Dias Toffoli. Apenas informou que não iria se manifestar mais nesse sentido para não provocar atrasos.
“A defesa se esforça para protelar o julgamento. O que não pode é o Ministério Público contribuir, de qualquer forma, para que isso aconteça. O MP tem que se esforçar e atuar no sentido de que o julgamento se inicie efetivamente o mais rápido possível”, disse no final da sessão. “Foi uma pena que tivéssemos um dia praticamente consumido com uma questão que, como afirmei, já tinha sido apreciada e decidida.”
Resolvida a Questão de Ordem sobre a constitucionalidade de se julgar, em uma corte constitucional, réus sem prerrogativa de foro, a segunda parte do julgamento começou com o desentendimento entre o advogado Alberto Zacharias Toron, que defende o deputado federal João Paulo Cunha, e o presidente do tribunal, ministro Ayres Britto. Toron pretendia reapresentar a Questão de Ordem referente ao uso de sistemas para exibição de recursos audiovisuais durante o julgamento. Para o advogado, a requisição foi prejudicada pela ausência de dois ministros, durante o final da sessão desta quarta-feira (1º/8), ocasião em que o Pleno decidiu que não seria permitido o uso de ferramentas do tipo.
O ministro Ayres Britto indeferiu a Questão de Ordem, explicando ao advogado que o assunto estava superado. O criminalista não se deu por vencido e continuou a falar. Porém, o presidente Ayres Britto, impaciente, anunciou a leitura do relatório, interrompendo o advogado.
Finalmente, pouco antes das sete horas da noite, o ministro relator Joaquim Barbosa começou a ler o resumo do relatório elaborado sobre a Ação Penal 470. A íntegra do relatório foi divulgada em dezembro de 2011 e se estende por 122 páginas. O ministro leu, nesta quinta-feira, uma versão abreviada do texto.
Além de enumerar nominalmente a relação de réus e listar as acusações imputadas a cada um, o ministro Joaquim Barbosa fez menção, pela primeira vez, nesta quinta-feira, ao epônimo da ação penal, mensalão, decorrente da ideia, segundo Barbosa, de que o elo entre todos os crimes se deu pelo “pagamento de mesada a parlamentares dos partidos Progressita, Liberal (atual Partido da República) PTB e a um deputado do PMDB”, como forma de "assegurar a continuidade do projeto de poder do novo governo, logo após a eleição de 2002", explicou o ministro. O revisor, Ricardo Lewandowski, referendou o relatório sem ressalvas.
Veja o vídeo da primeira sessão do Julgamento da Ação Penal – 3ª parte

O Sr. Gurgel falar que não requereu o impedimento do Sr. Toffoli para não atrasar o julgamento é uma tremenda desculpa amarela.
Faz anos que o Toffoli é impedido no mensalão, não é de hoje. Por que não alegou no passado? E como chefe dos fiscais da Lei jamais poderia ter ficado inerte nesse ponto. O dinheiro desviado no mensalão era do povo, não cabe a escolha ao Chefe dos Promotores. Quem entende minimamente de processo sabe que isso é uma vergonha. Como cidadão estou totalmente desiludido com o MP e com o Judiciário.
Como explicar para uma pessoa que o melhor caminho é o da probidade, da correção, da ética? Estou furioso com o primeiro dia de julgamento.... só tem amarelão! Como advogado e professor universitário estou totalmente revoltado.
Meu Deus!!!
Quando pensavamos que o STF era sério. É decepcionante. O Toffoli, foi advogado do PT, esteve envolvido do lado de lá, e mesmo assim, o Gurgel não vai arguir suspeição?
Mais uma para "deputadas" comemorarem com a dança da pizza!! É piada. kkkkkkkkkkkkkkk, vamos rir, porque para nós não resta nada a fazer, senão aguardarmos o resultado sentados e o mínimo que podemos fazer é amargar mais uma decisão politica, que vai favorecer os bandidos cara de paus, protegidos do PT.
Uma grande decepção ja na largada deste verdadeiro "rallye dos sertões" de nossa microscopica justiça. Ja de cara uma tremenda farsa pois o o outrora poderoso Procurador Geral literalmente amarelou e botou sua viola no saco com relação a arguição mais do que obvia da suspeição do "menininho de ouro" do PT o dito "ministru" dias toffoli que não tem saber juridico e marcas para estar onde esta. É lamentavel e repugnante ver que o circo ja esta em andamento e a grande pizza ja deve estar sendo armada com requintes.
O caso toffoli é um escandalo tão ou maior que o proprio mensalão em si pois ele JAMAIS poderia estar ali sentado se isto aqui não fosse a terra dos poltrões, corruptos e a bandalheira corresse solta.
Depois dessa nojenta AMARELADA , gurgel deveria pegar seu boné tamanho "gg" e sair de fininho, de repente arranjaria emprego de double do Jo Soares ja que se parece tanto com o "outro" humorista ( desculpe pela comparação Jo Soares , Voce tem uma biografia que deve ser respeitada !)
Agora é acompanhar os proximos capitulos desta novela grotesca e rocambolesca em que mais da metade dos "enviados de Nossa Senhora da Aparecida na terra" foram ali colocados justamente pelo partido que instituiu de forma escancarada a cleptocracia no Brasil , ta todo mundo dominado como se diz no trafico de drogas aqui no Rio de Janeiro. Teremos salamaleques e pequenas espetadas aqui e ali mas a pedra ja esta cantada , tudo isto não vai dar em NADA ou muito proximo de coisa nenhuma.
Saudades dos milicos , apesar dos absurdos que cometeram , ao menos não existia este verdadeiro DEBOCHE grotescamente travestido de coisa seria como começamos a assistir no dia de hoje. Haja DRAMIN para evitar o vomito.
Continua-se propagando o falsíssimo argumento da "suspeição" ou do "impedimento" do Ministro Dias Tóffoli, como se o fato de ter ele sido assessor de José Dirceu ou Advogado-Geral da União ou advogado do PT estabelecesse automático e direto comprometimento do juízo de mérito. Vamos, venhamos e convenhamos: não há nenhuma causa legal nem de impedimento nem de suspeição. Se ela existe, por que não a demonstram os que adoram o espetáculo?
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Então, um juiz eleitoral, como ex-advogado de partido, estaria automaticamente "impedido" de analisar o mérito de uma impugnação contra uma candidatura? No exercício da competência penal, ele estaria impedido assim de ser o "juiz natural" de uma ação contra um candidato ou membro do partido? Ora, ora, ora... Até quando esse pessoal tentará impor ao STF o putativo dever de julgar em atendimento aos "anseios populares"? Trata-se das mesmas pessoas que, à porta dos fóruns, aspiram a linchar réus e advogados.
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Por que razão perderia seriedade a Suprema Corte? Pelo só fato de um dos seus Ministros não aquiescer à vontade midiática e popularesca de desqualificar o Pretório Excelso? Ademais, o PGR, em suma, procurou uma saída, que, malgrado o discurso de não atrasar o julgamento etc, tem a ver mesmo com não gerar problema em uma arguição írrita e impassível de resultar em "impedimento" do Ministro. A motivação fora esta e só. Nada mais. Quanta irresponsabilidade de opiniões!!!
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Até quando a sociedade brasileira se manterá nessa incapacidade generalizado de entender o "mínimo" de cientificidade do processo? Adora-se um "circo armado" e forma-se uma ciranda midiática para desgastar a Corte e atender a dadas oligarquias. Detalhe: não tenho tido nenhuma simpatia pela "esquerda brasileira", sobretudo agora. Mas...
Graças a Deus, os "martelos da vida" não podem fazer muita coisa, no seu pensamento ditatorial. Nada, só escabujar em comentários balofos e estéreis.
Graças a Deus, os "martelos da vida" não podem fazer muita coisa, no seu pensamento ditatorial. Nada, só escabujar em comentários balofos e estéreis.
Dentre todos os absurdos dessa republiqueta, o MP é sem dúvida o que mais me enjoa. Onde já se viu não requerer o impedimento do Toffoli... Se fosse em um país sério o Gurgel estaria preso!!!
Via de regra é de bom tom não perder tempo em trocar farpas com os eventuais despreparados que pululam livremente por aqui sem terem o minimo de susbstancia para tal.
Outro problema são os que se escondem atras de nominhos exoticos e não se expõe , via de regra para complementar a sua pessoal falta de conteudo , se limitam a criticar os outros em vez de participar como é a regra usada por aqui.
No caso , na condição de "funcionario publico" , da ate para entender a "histeria" tipica de mamadores da situação haja visto que a petralhada tem dado boa vida para as variadas categorias que se "abrigam" sob este discutivel guarda chuva.
Sugiro portanto que o prezado "metido a" falar de maneira empoada , va ler mais um pouquinho para evitar vagidos inocuos que apenas denotam o pendor petralha dos que mamam em tetas publicas. Para começar , leia no Codigo de Processo Civil os artigos 134 e 135 e depois quem sabe o seu nivel intelectualoide melhora um pouco. Realmente falar em "etica" com pessoas do seu nivel é discursar num hospital de surdos.
É que a maioria (vergonhosas exceçoes) nao desejaria ter um Min do STF que bombou em pelo menos 2 concursos da magistratura. Ou (ate onde sei) que nao possui titulo de mestre ou doutor (algo que exige mais estudo que politicagem.
os dois PGRs do caso arregaram e não tiveram PEITO de colocar o chefe no processo: Luis INácio Lula da Silva.
Fosse o COllor que não tem carisma popular eu tenho certeza que não pensariam duas vezes...
de onde venho isso se chama: arregão!
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Então, vemos que para a PeTralhada de sempre, a lei vale simplesmente...nada, quando não age a seu favor!
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Os comentários depreciativos e chacoteiros do VADE RETRUM são "pérolas" a serem devidamente notadas, analisadas e em seguida...atiradas aos porcos, lavando-se e desinfetando-se bem as mãos depois!
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Pode ser a bala perdida ...
Pode ser a bala perdida ...
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