Presidente da AMB será entrevistado no programa Roda Viva desta segunda

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, desembargador Nelson Calandra, é o entrevistado do programa Roda Viva, da TV Cultura, desta segunda-feira (13/2). A transmissão ao vivo começa às 22 horas. Ele será sabatinado por uma bancada de juristas renomados e jornalistas dos principais veículos de comunicação do país sobre as decisões do Supremo Tribunal Federal com relação às competências do Conselho Nacional da Justiça e sobre o futuro da magistratura e do Judiciário.

O programa e as entrevistas serão mediados pelo jornalista Mário Sérgio Conti e terão a duração de uma hora e meia. Além do CNJ, serão tratadas a reforma do Judiciário e a reforma do Código Processual Penal Brasileiro.

Calandra será entrevistado por Luiza Eluf, procuradora de Justiça de São Paulo; Oscar  Vilhena, diretor da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo; Fausto Macedo, repórter de Política do jornal O Estado de S. Paulo; Cristian Klein, repórter sênior da editoria  de Política do jornal Valor Econômico, e Uirá Machado, repórter do jornal Folha de S.Paulo e bacharel em Direito. Com informações da Assessoria de Comunicação da AMB.

Directus disse:
13 de fevereiro de 2012 às 12:58

Prezado advogado, os juízes brasileiros das últimas quatro décadas sempre tiveram um rumo muito claro: o da JUSTIÇA e do DIREITO.
Os pilares que sustentam os juízes são a MORALIDADE, A DEDICAÇÃO E A EFICIÊNCIA. E isso quem diz não sou eu, é o próprio CNJ, que atuou por quase SETE ANOS sem nenhuma peia e só encontrou irregularidades nos procedimentos de MENOS DE MEIO POR CENTO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS.
Tenho certeza de que você adoraria que esses números fossem os da advocacia. PORÉM, COMO A MAIORIA DOS ADVOGADOS OU É INCOMPETENTE OU É DESONESTA, você fica inconformado e prefere atacar aqueles que realçam sua mediocridade.
Cresça. Um dia, todos prestaremos contas não só pelo que fizemos, mas também pelo que dissemos.

Directus disse:
13 de fevereiro de 2012 às 14:11

Meu caro Thiago:
Se você fosse mesmo um bom advogado, teria conhecimento das DEZENAS de punições que são aplicadas pela OAB aos seus colegas e são DIARIAMENTE publicadas (as mais graves) no Diário da Justiça.
Leia e se informe. Quem anda com urubus não sou eu. E lave a boca para falar do círculo de pessoas que eu frequento: elas, pelo menos, foram selecionadas e provaram, ainda que em algum momento, sua integridade e sua capacidade, ao contrário das pessoas que frequentam o seu meio.

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
13 de fevereiro de 2012 às 14:35

Por primeiro, espero que o sr. Calandra demonstre mais respeito (e lhaneza!), e opte por ser mais cordial, principalmente, em relação a preclara Ministra Eliana Calmon, e o próprio CNJ. Por segundo,analisando o comentário do colega Pintar, é de se concluir que o mesmo, à evidência, não cometeu nenhuma ofensa a quem quer que seja, muito menos, à magistratura. Neste contexto, e tão-somente por argumentar, efetivamente concurso público nenhum tem o condão de demonstrar que os aprovados - supostamente - cuidam de pessoas de inteligência elevada, e, portanto, superiores aos demais mortais. A entender-se assim, e diante da reação desproporcional de alguns juízes, teriam estes tanta competência, que seriam capazes de reverter até mesmo a lei de gravidade. Não, eles jamais perecerão, e como Cristo, sempre ressuscitarão. Nesse diapasão, é de fácil conclusão que toda generalização é injusta. Por óbvio, que em qualquer profissão existe o bom e o mau, o competente e o incompetente. Por exemplo, aqui mesmo em São José do Rio Preto-SP, alguns juízes foram afastados por desvio de condutas. De igual forma, advogados foram expulsos da OAB. Como se observa, a infalibilidade somente se limitou ao próprio Criador!

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
13 de fevereiro de 2012 às 14:49

O tal "magist_2008), pelo peculiar e chulo vernáculo, inclina-me a acreditar que o mesmo trata-se de um famaliá impostor! Isto porque, escondido no manto do covarde pseudônimo, aproveita-se desse pusilânime expediente para, em generalizando, atacar leviana, irresponsável e criminosamente toda uma categoria profissional. Por fim, com essas atitudes abjetas,duvido que o "cabra" seja de fato juiz, a não ser, data venia, nas proximidades dos rincões paraguaios

Nelson Leite Filho disse:
14 de fevereiro de 2012 às 07:57

Com todo respeito que possa merecer o entrevistado, porém, a mesmo foi evasivo não respondendo as perguntas de maneira que pudesse convencer alguém, principalmente quanto às férias de 60 dias para juízes, e outras tantas, devendo ser notado o que dizeram as as manifestações via internete.

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