Carros ilustrados
Quem anda pelo centro da capital paulista já se depara com adesivos de apoio a pré-candidatos à presidência da OAB-SP em vidros e traseiras de carros. Os nomes Rosana Chiavassa, Marcos da Costa e Alberto Toron já figuram em veículos de advogados. Os adesivos de apoio a Roberto Podval estão sendo produzidos esta semana. Abaixo, as ilustrações que já circulam pelo estado.
Divulgação
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Encontro (re)marcado
O primeiro debate entre pré-candidatos, promovido pelo Centro Acadêmico 22 de Agosto, mudou de data. Antes marcado para o dia 30 de maio, o debate agora será no dia 6 de junho, às 9h. Quem ficou feliz com a mudança foi a pré-candidata Rosana Chiavassa, que não poderia participar na primeira data. Até agora, além de Chiavassa, Sayeg, Podval e Toron confirmaram presença no evento, que será no Tuca, teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
Baixadas e vales
Cerca de 300 advogados foram a um encontro com o pré-candidato Alberto Zacharias Toron no Clube dos Ingleses, em Santos, no dia 18 de maio. Segundo a campanha, a Baixada Santista, com 15 mil advogados, é o terceiro maior colégio eleitoral do estado, atrás apenas da Capital e da Região de Campinas. A manifestação foi aberta por Sonia Maria Pinto Catarino, vice-presidente da OAB de Santos e que, neste ano, será candidata a presidente de sua subseção na chapa de Toron. Na próxima quinta-feira (24/5), o pré-candidato vai a uma “pizzada” em Caçapava. No dia seguinte, segue para Sertãozinho e, sábado (26/5), vai a Ribeirão Preto.
Entre os grandes
O advogado Luiz Tarcísio Teixeira Ferreira, do Tojal, Teixeira Ferreira, Serrano e Renault Advogados Associados, entrou para a coordenação política da campanha de Roberto Podval. Ferreira é fundador do Movimento Amigos da OAB. Na última semana, Podval foi recebido no escritório Felsberg e Associados, a convite dos proprietários, onde expôs sua candidatura.
Oposição anunciada
A disputa pela seccional fluminense da Ordem dos Advogados do Brasil esquentou na última semana. Felipe Santa Cruz, pré-candidato da situação, ganhou um concorrente: o advogado Luciano Viveiros, que, nas últimas eleições, disputou contra Wadih Damous e angariou 5,39% dos votos. Segundo Viveiros, nessa disputa ele entra mais bem preparado, com experiência em eleição.
Golpe neoliberal
Na última semana, o pré-candidato Ricardo Sayeg esteve em audiência pública na Comissão Especial da Câmara dos Deputados que emitirá parecer sobre o novo Código Comercial, o Projeto de Lei 1572/11, onde defendeu que texto do novo Código “é um golpe neoliberal, que deixa os ricos mais ricos e os pobres mais pobres”. Esta semana ele irá a Rio Claro e São José do Rio Preto, para encontros com advogados das duas regiões.

Eu fico impressionado. A coluna "Política de Ordem" só fala da sucessão paulista. É de se indagar se nas outras seccionais não haverá eleição...
Será que é bom para as pessôas a liberação dos estrangeiros? Ou será prejudicial? só quero ver no que vai dar? Espero que a qualidade da classe profissional seja mais nivelada...
Ao contrário do que vem se apregoando, a candidatura Toron apenas proclama a necessidade de se debater a questão com isenção e sem preconceitos.
Jamais Toron afirmou o que se tomou como verdade absoluta.
Diferentemente de alguns, procura ouvir a advocacia em geral (não somente áulicos subservientes de grandes escritórios) para analisar argumentos pró e contra a atividade de estrangeiros.
Realmente, devemos admitir que os GRANDES ESCRITÓRIOS existem e EXISTEM porque se FIZERAM grandes, seja pela qualidade dos Profissionais que o integram, nossos Colegas, seja por algum ATRIBUTO social ou econômico que era do agrado ou da simpatia de um CLIENTE sediado no exterior e estabeleceu vínculos profissionais com o GRANDE ESCRITÓRIO brasileiro.
Não vejo e entendo que NADA HÁ de mal ou lamentável nisto.
Contudo, o que NÃO SE PODE ADMITIR, gratuitamente, é que tais GRANDES ESCRITÓRIOS ou seus GRANDES ADVOGADOS, apenas por simpatia aos seus Colegas correspondentes, sediados no exterior, ESTRANGEIROS, portanto, ADIRAM a uma CAMPANHA de ABRIR o MERCADO BRASILEIRO aos ESTRANGEIROS, esquecendo-se de que ELES PRÓPRIOS, quando podem atuar no EXTERIOR, só adquiriram esta faculdade porque FIZERAM UM CURSO, ou CUMPRIRAM um PROGRAMA, NO EXTERIOR, que os qualificou para tal exercício.
Devemos, neste aspecto, ter uma atitude objetiva e clara, independentemente da existência do que se qualificaria de CONFLITO de INTERESSES: NÃO DEVE SER GRATUITA a PERMISSÃO.
Ela deve decorrer, ANTES de MAIS NADA, da necessária qualificação profissional do ADVOGADO ESTRANGEIRO, através de cursos e de especializações, que o TIPIFIQUE como ADVOGADO apto a atuar, para ESTRANGEIRO, no BRASIL.
A outra condição É DE QUE HAJA o PRINCÍPIO da RECIPROCIDADE, consistente em PERMITIR que um ADVOGADO BRASILEIRO TAMBÉM POSSA ATUAR NO PÁIS do PROFISSIONAL ESTRANGEIRO que AQUI QUER ATUAR.
Sem a RECIPROCIDADE NÃO DEVERIA, sequer, SER COGITADA a possibilidade de se pensar no assunto!
O Toron na pesquisa de outubro de 2011 tinha 9%.
A partir dessa data, lançou a sua candidatura, gastou muito, mas muito dinheiro, pagou muitos almoços, jantares e pizzadas, contratou os colegas coordenadores que conhecemos, colocou site no ar, contratou assessoria de imprensa, agência de publicidade, comprou 1/4 de página para sua publicidade nos principais jornais e tudo o que um candidato que tem muito dinheiro para gastar pode ter.
Passados 7 meses, de tudo isso, o Toron não cresceu, tem míseros 10 %.
Agora vejam o nosso candidato, o Marcos da Costa. Ele, na pesquisa de outubro de 2011 tinha 4% e até agora não lançou candidatura, não fez campanha, não tem site, nem fez festas de campanha, aliás, nossa classe ainda não sabe que ele é candidato, o nosso candidato da situação.
Nessa pesquisa de agora ele aparece com 6%, cresceu portanto 50%!!!!
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