O advogado Wladimir de Oliveira Durães, especialista em Direito do Trabalho, alega ter sido agredido por segurança da construtora PDG, em São Paulo. O episódio aconteceu no escritório da Vila Olímpia, na Zona Oeste da capital, e foi parar na delegacia na noite desta segunda-feira (12/3).
A agressão aconteceu depois que Durães esperou por 2 horas, em companhia da mulher grávida, atendimento sobre o contrato de seu apartamento. O prazo para entrega do documento já havia passado e, sem conseguir resolver o problema, o advogado decidiu ir pessoalmente ao escritório da construtora.
"Já havia oito pessoas na nossa frente e, como tínhamos atendimento preferencial, fui cobrar providencias na recepção", afirma Durães. O atendimento não melhorava, até que um senhor fez escândalo exigindo ser atendido, o que aconteceu.
Silvia, a mulher do advogado, então, foi ao balcão para saber se não seria atendida logo. Em seguida, o segurança, cujo nome não foi fornecido ao advogado, teria se aproximado e puxado o seu braço. O advogado foi em defesa da mulher, uma confusão começou e, quando os ânimos já estavam para acalmar, Durães teria levado em cheio um soco no nariz. "O chão do lugar ficou todo ensanguentado", relatou.
Nocauteado no chão, Durães ainda teria levado chutes, até que a confusão finalmente parou. A polícia foi chamada — apesar de sua entrada no local não ter sido permitida — e Durães foi aconselhado a abrir um boletim de ocorrência. Ele foi à 26º Delegacia Policial, no bairro do Sacomã, em companhia do suposto agressor, de uma recepcionista e de um advogado da PDG.
Durães diz que vai processar a empresa e o segurança por agressão. Ricardo Rocha, diretor financeiro da PDG, disse que o assunto da agressão está sendo tratado pelo departamento jurídico da empresa e que a construtora não tem nenhuma declaração oficial a fazer no momento.
Em tempo: o contrato não estava pronto, e a questão ainda está para ser resolvida. "Deixei um canal aberto para que a PDG e o senhor Durães resolvam essa questão o mais rápido possível", afirmou Rocha, que, depois da confusão, conduziu o advogado ao banheiro, para que ele pudesse se recompor. "O negócio foi feio", disse. Em comunicado oficial, a assessoria de imprensa da construtora PDG, por meio de nota, afirmou que a empresa vem prestando toda a assistência ao cliente.
Texto alterado para inclusão de informação importante, às 20h do dia 13/03.
Incrível!.
Tive parentes que, recentemente, também estiveram no escritório da construtora em questão (acompanhados por mim), pelo mesmíssimo problema. O sumiço do contrato.
Mesmo sendo idosos e, um deles, com sérios problemas de saúde, também tiveram de esperar por horas para serem atendidos, o que, aliás, de nada adiantou.
Eles querem voltar lá novamente para resolver a questão, que se arrasta há quase um ano.
No entanto, com a notícia da agressão, estão com medo! Que absurdo!!
Desde Adão e Eva o homem nunca assume quando erra, o dr. nao falou a verdade acerca dos fatos, é impressionante a cara de pau desta pessoa.
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