Os advogados brasileiros veem muito mais deficiências do que virtudes no Judiciário brasileiro. A constatação é da segunda edição nacional do Índice de Confiança dos Advogados na Justiça, pesquisa feita pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace), da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP (FEA-RB). O resultado foi divulgado nesta quarta-feira (14/3).
Os participantes da pesquisa acreditam que a Justiça brasileira é pouco eficiente. Somente 0,3% responderam que a Judiciário é muito eficiente, contra 70,8% que reclamaram da sua pouca eficiência. 21,9% responderam que o Judiciário não tem nenhuma eficiência.
Quanto à igualdade de tratamento, somente 0,3% dos pesquisados concordam que a Justiça do Brasil não se importa com meios econômicos, contatos pessoais ou filiação política. Já o número que acredita numa Justiça pouco igual é de 51,7%.
A pesquisa foi desenvolvida por meio de questionários individuais, enviados por e-mail a advogados localizados principalmente no site das OABs e subseções, de escritórios localizados via internet, em revistas especializadas e redes sociais. Foram ouvidos 1.119 advogados em todos os estados e no Distrito Federal.
O índice que mais causou divisão foi quanto ao futuro do Judiciário. O resultado dos que acreditam que a Justiça brasileira estará muito melhor daqui a cinco anos é de apenas 1,4%, e de 44,1% para melhor.
A situação estará pior em 2017 para 37,2% dos entrevistados e 17,2% dos advogados entendem que o Judiciário brasileiro estará muito pior. Nossa Justiça também é cara e lenta: 53,9% acreditam que os custos são altos (contra 0,6% que acreditam numa Justiça barata), e 68,5% que a Justiça é muito lenta (0,1% muito rápida; 1% rápida).
De acordo com Claudio de Souza Miranda, professor do Departamento de Contabilidade da FEA-RP/USP, houve poucas mudanças no Índice em comparação à pesquisa do ano passado. “Os indicadores mostraram uma leve queda. Apenas no Nordeste houve um ligeiro aumento, até porque os índices lá foram baixos na pesquisa anterior”, explica Miranda.
Além dos sete indicadores que compõem o ICAJ (Igualdade de Tratamento, Eficiência, Honestidade, Rapidez, Custos, Acesso e quanto à Evolução), esta edição da pesquisa perguntou aos advogados brasileiros quais motivos levam à morosidade da Justiça brasileira — na pesquisa passada, a celeridade foi o indicador com pior desempenho entre os pesquisados. Três são os principais motivos pela ineficiência do Judiciário: insuficiência do número de servidores, gestão ineficiente dos recursos e abundância de atos meramente burocráticos.
Clique aqui para ver o resultado da pesquisa

A pesquisa mostrou também que há cerca de 0,3% de advogados com sérios problemas mentais, ao acreditarem que a Justiça é boa e todos os juízes são imparciais. No mais, essa é uma pesquisa de forte valor científico, já que os advogados são profissionais com uma visão técnica do fenômeno judiciário, e que conhecem profundamente o funcionamento do Poder Judiciário e suas entranhas.
Resta saber o que vêem os juízes na advocacia...
Mas é mais fácil "jogar pedra na Geni" do que fazer a "mea culpa".
Todos sabem o que os juízes pensam dos advogados, prezado Slate (Juiz Estadual de 1ª. Instância). Basta ver o valor dos honorários de sucumbência fixados todos os dias para se concluir facilmente.
Porém, prezado Slate (Juiz Estadual de 1ª. Instância), há todo um diferencial quando se analisa o que os advogados pensam dos juízes, e o que esses pensam dos advogados. É que ao contrario dos magistrados em atuação nesta República, nós advogados somos submetidos a um permanente processo de legitimação popular através da escolha de nossos clientes. Todo cidadão brasileiro tem o direito de livremente escolher entre os 650 mil advogados inscritos na OAB um que julgue bom profissional, que saberá defender sua causa. Se o advogado não trabalha bem, ou é inepto, não será escolhido, e por critério de seleção natural será excluído da atividade. Já com os juízes é tudo muito diferente. Seja bom ou seja ruim, eles estão aí independentemente do jurisdicionado gostar ou não de seu trabalho, e sequer há como saber efetivamente se o suposto "processo seletivo" a que se submeteu foi lícito. E isso, prezado Slate (Juiz Estadual de 1ª. Instância), em um País que se diz "democrático", faz toda uma diferença.
Parece que os juízes enxergam na advocacia uma forma de levar desconforto profissional aos seus gabinetes. Parece que os juízes entendem a advocacia (e muitos magistrados até são egressos da advocacia) uma atividade perniciosa ao sossego da função judicante. Talvez pelo fato (e também em razão do concurso, que de fato cobra um conhecimento muito amplo) de entenderem que a imensa parcela dos jurisdicionados reclama algo que é muito valioso para eles, mas talvez seja "picuinha" para o magistrado. O consumidor pobre que, por exemplo, todos os dias deixa seu rico dinheirinho em supermercados, empresas de telefonia, bancos e sabe que existe do CDC, quer reclamar em juízo. Mas isso depois de muito desgaste (mero dissabor, como dizem alguns), desrespeito... Mas para alguns magistrados, isso nada representa, enquanto para as empresas essa estratégia e esse público representam parcela significativa de receitas.
A magistratura, parece-nos, somente enxerga bem a advocacia quando estão em jogo causas complexas, envolvendo grandes nomes e suas estruturas.
É compreensível, afinal isso exige do intelecto do magistrado, que se submeteu a rigorosa provação. Mas e os demais jurisdicionados?
Parece que a magistratura enxerga a advocacia como uma atividade fomentadora de briguinhas, mas quando a magistratura exerce a jurisdição de forma exemplar (provocado em muitos casos pela advocacia) é o Poder Judiciário o primeiro órgão a divulgar e a enaltecer a "justiça feita", alimentando as esperanças dos jurisdicionados e...
o problema é mesmo de insolação. os advogados nada têm a ver com a Justiça, nem com as suas dificuldades. com relação a estes profissionais, a pesquisa deveria ser feita diretamente com a população. nem é preciso consultar os demais profissionais do direito.
Voto a repetir: Eleição para juiz já! Os mais preparados serão eleitos por nós. Não haverá mais reclamação. A OAB precisa encampar a minha idéia! Vamos a luta! O forum será na Casa dos Advogados! Agora é a hora! Vamos acionar o CNJ!
No blog do Fred o enfoque é outro. O conjur não gosta de juiz, estou achando.
14/03/12 - 14:13
POR Frederico Vasconcelos
Advogados avaliam os principais motivos da insatisfação com o Judiciário
Juízes que reclamam por sempre levar a culpa pelas deficiências do Judiciário devem ler com interesse uma pesquisa, realizada entre advogados, que aponta a falta de servidores como a principal causa da morosidade da Justiça. O segundo fator alegado, contudo, é a gestão ineficiente de recursos.
Trata-se de levantamento feito pela Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração, Contabilidade e Economia (Fundace), criada por professores da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto da USP (FEA-RP/USP).
Eis o informativo divulgado nesta quarta-feira (14/3) pela instituição: (LER NO BLOG DO FRED)
O Fred, cujo histórico de vida fala por si, escreve em seu Blog, principalmente aos juízes, como ele próprio se dirige à eles no enfoque que deu à notícia. Já o Conjur é bem mais democrático, tanto que permite até o senhor vir e falar bobagens. No blog do Fred estarias barrado. No mais, a pesquisa tem grande valor por enfocar quem tem lida diária com esse poder que grita por reformas. Tomara Deus estejamos errados quanto às expectativas de melhora. http://wagnergopfert.blogspot.com/
Consta, na notícia: "A pesquisa foi desenvolvida por meio de questionários individuais, enviados por e-mail a advogados localizados principalmente no site das OABs e subseções, de escritórios localizados via internet, em revistas especializadas e redes sociais".
Não foi, portanto, uma pesquisa, com os rigores científicos que uma pesquisa deve ter.
Tem seu valor como uma enquete, mas não pode ser tida como uma pesquisa de opinião com critérios científicos.
Depois de muitos veículos de comunicação social (CONJUR inclusive) noticiarem reiteradamente situações isoladas de acusações a magistrados (nalguns casos, dando exagerada ênfase à notícia), e depois de reitaramente se falar em "bandidos de toga", "vagabundos" no Judiciário, etc., sai a enquete em comento, quase que como uma demonstração de vitória, de que a campanha contra os magistrados teve o resultado esperado.
Era altamente previsível que, neste momento, os resultados fossem ruins para o Judiciário.
Por outro lado, o ser humano tem a tendência de sempre achar que os outros estão errados, e ele, absolutamente certo. Era pouco provável que os advogados, em sua maioria, achassem, por exemplo, que os processos demoram porque iniciais são mal instruídas, porque pedidos não são claros, porque advogados comparecem a audiências sem ter o menor conhecimento do processo (vão a audiências de conciliação e, nela, requerem suspensão do processo para tentar um acordo), porque advogados fazem uso protelatório de recursos, etc.
Esse clima de beligerância que, muitas vezes, instala-se aqui (magistrados achando que todo advogado é desprovido de inteligência para ser aprovado em concurso para a Magistratura, advogados achando que todo magistrado é ignorante e preguiçoso, etc.) não contribui, em nada, para o aperfeiçoamento das instituições.
Já escrevi, várias vezes: somos cooperadores que devem trabalhar juntos, cada um exercendo corretamente o seu papel, para que se alcance Justiça a quem a busca.
Se for esse pesquisa que apregoa, prezado Ricardo (Outros), faça com clientes que ainda não obtiveram ganho de causa, porque se for fazer com os que já usaram tudo o que o advogados poderia lhes proporcinar, e só resta agora pagar os honorários, não vai encontrar viva alma capaz de dizer que um só advogado nesta República seja bom. Motivo: arrumar pretexto não pagar os honorários devidos.
Concordo com o Daniel André Köhler Berthold (Juiz Estadual de 1ª. Instância), tanto em relação à alegação de falta de rigor científico da pesquisa, quando às "picuinhas" que prejudicam os trabalhos forenses. Mas, devo dizer que extremamente difícil se chegar a outros resultados. O Judiciário deveria ser o primeiro a promover pesquisas científicas sobre satisfação. Não o faz, e resta a outros, talvez sem os mesmos recursos, fazer esse trabalho importante. Quando à relação entre magistrados e advogados, não restam dúvidas de que alguns colegas advogados de fato não se portam adequadamente em muitas ocasiões, mas não é menos verdade que os juízes, em regra, também não ajudam.
A Justiça está alicerçada em um tripé. Juiz, autor e réu. Se um criticar o outro em vez de ajudar instalar-se-á o caos
Eu queria que fosse feita uma pesquisa para aferir qual o nível de confiança da população, e dos integrantes da Justiça, nos advogados. Aí sim seria feito "justiça" a essa onda de ataques intempestivos ao Judiciário!
Por fim, queria, também, que fosse criado um CNI (Conselho Nacional de Imprensa). Afinal, sendo a imprensa um quarto poder, nada mais natural do que a existência de um órgão sancionar dos seus integrantes.
Pena que o meu querer é só um querer!!!
Eu queria que fosse feita uma pesquisa para aferir qual o nível de confiança da população, e dos integrantes da Justiça, nos advogados. Aí sim seria feito "justiça" a essa onda de ataques intempestivos ao Judiciário!
Por fim, queria, também, que fosse criado um CNI (Conselho Nacional de Imprensa). Afinal, sendo a imprensa um quarto poder, nada mais natural do que a existência de um órgão sancionar dos seus integrantes.
Pena que o meu querer é só um querer!!!
E o que as entidades dos advogados fazem para melhorar a Justiça brasileira?
Como jornalista informo que as entidades da categoria (grande parte delas padecendo de peleguismo) pouco, muito pouco mesmo fazem para melhorar o jornalismo - claro, os patrões também pouco fazem.
Muitos, a maioria dos Juízes deixa nas mãos de estagiários o trabalho de ler e interpretar, cabendo a Ele somente o trabalho de conferir, avaliar. tp://chorbamatrix.blogspot.com/ 8248.7835
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Encontramos ai um grande problema, pois ao não se debruçar sobre DETALHES e analisar profundamente os processos OS ERROS ACONTECEM.
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Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com
ht
(51)
Esse é o índice de confiança que os advogados têm na justiça brasileira. Se fizer uma pesquisa perante a sociedade, ou seja, uma enquete através de um programa num canal de televisão a nível nacional, bastará 15(quinze) a 20(vinte) minutos, para constatar a grande discredibilidade que o cidadão tem no judiciário.
Quanto ao futuro do judiciário, com esse corporativismo e esses privilégios, também não se espera muita coisa.
Três são os principais motivos pela ineficiência do Judiciário: insuficiência do número de servidores, gestão ineficiente dos recursos e abundância de atos meramente burocráticos.
Precisa dizer algo mais?
No fundo a questão é muito mais doutrinária que de ferramentas administrativas. Falta doutrina que deveria aflorar os principios fundamentais do direito. A Constituição é americana; a Lei do Divórcio é mexicana, o Código Civil é italiano; o Penal é alemão e a Lei Trabalhista é italiana; e o povo é português com uma forte dose de africanos; árabes, italianos e outras rãças.....como conciliar tudo num conjunto de leis distoantes e conflitantes. Uma pessoa com 14 pode trabalhar e firmar recibos; 16 pode casar, só com 18 pode ter bens e somente com 21 pode dispor de bens e criminalmente somente aos 18 anos responde? Como pode a justiça ser eficiente?
O problema do Judiciário brasileiro recai no "custo Brasil" a quantidade de demandas apresentadas sobe de elevador e o aparelhamento seja material ou humano de escada.
Pouco se tem dirigida a questão no ponto político que influencie a governantes a investir além da cota sagrada das despesas do poder judiciário.
A qualidade dos julgamentos esta deixando a desejar em função da celeridade da tramitação, o que acarreta uma indesejada revolta da sociedade contra o judiciário.
Isto dito não é nenhuma novidade aos operadores do direito, novo é acreditar que as reformas processuais podem ampliar o leque de discussão já que temos bons juízes de primeiro grau, mas a amplitude de três experientes togados oportuniza mais qualidade e segurança e, no STJ nos últimos anos é exemplo de competência, exceto os convocados para atuarem de Ministros, que na maioria deixam a desejar.
Peço desculpa ao Doutor Wagner Gofert, por ele ter dito que eu só escrevo bobagens. Estou no segundo ano da Faculdade e venho aqui para aprender e me expressar. Minhas sinceras desculpas, apesar de achar que o senhor foi desegante comigo.
Equivoca-se o Habib Tamer Badião (Professor Universitário) ao dizer que falta no Brasil uma boa doutrina sobre os diversos temas jurídicos. No Brasil a doutrina é abundante, e há trabalhos de elevada qualidade intelectual em todos os temas, que entretanto passam muito longe dos magistrados. Hoje, os aprovados nos concursos públicos da magistratura não conhecem a doutrina, entendida como trabalho científico dos estudiosos do direito, mas resumos que são preparados por cursinhos preparatórios, cuja abordagem é voltada a reproduzir os entendimentos pessoal das cúpulas do tribunais sobre os variados temas jurídicos. O que falta no Brasil é "conhecer" a boa doutrina, embora ela esteja aí disponível para qualquer um.
Caro Sr. marcelo - concurseiro (Outros), muito menos por algo que EU disse, até porque já vi muitos formados e concursados falarem bobagens por aqui. Até eu mesmo, que procuro ser cuidadoso, já cometi alguns ‘pecadilhos’. Faz parte de nossa condição humana. Falar em público não é o melhor local para aprender a se expressar, pois estará sempre sujeito a criticas. De qualquer forma, é preciso, antes, ler com muita atenção, eis que novamente o Sr. não atentou com exatidão ao que foi escrito. Veja que eu não disse que o Sr. SÓ escreve bobagens – isso sim seria um deselegante ataque pessoal, como o foi acusar de forma infundada e precipitada que um jornal, no caso o Conur, é parcial, enquanto um outro não o seria. http://wagnergopfert.blogspot.com/
Os ataques aos maus juízes e aos sistemas orgânicos viciados do PJ – e não ao Judiciário - não são intempestivos como o diz Rogério Cavalcanti (Juiz Estadual de 1ª. Instância) – já se faz tarde. Quanto ao que se pensa dos advogados, fico com o dr. Marcos Alves Pintar (Advogado Autônomo - Previdenciária). O mercado afasta os maus, e os juízes desprezam-nos, mas quando o advogado é bem sucedido, há parcela que os inveja e lhes reduz (ilegalmente) os honorários. As criticas hão de ser construtivas no aperfeiçoamento da instituição e não pessoais, para que não se instale o caos, como lembra o “estudioso do direito (Juiz Estadual de 2ª. Instância)”. Quanto à imprensa, realmente há que se trabalhar por freios e contrapesos – sem censurar – mas isso já vêm acontecendo, de certa forma, com o “observatório da imprensa”, com o blog do Altamiro Borges, entre outros, e com o próprio PJ. Este porém merece críticas quando censura e quando estipula indenizações desproporcionais, inviabilizando o livre exercício do jornalismo. - http://wagnergopfert.blogspot.com/
Só acrescentaria dizendo que nós já somos quase 700 mil, prezado FERNANDO JOSÉ GONÇALVES (Advogado Sócio de Escritório).
Caro Dr. Daniel André Köhler Berthold
Gostaria de explicar o processo de seleção dos profissionais que responderam a pesquisa, tornando-a uma pesquisa de critério científico e não uma simples enquete. A coleta dos emails foram sim feitas por diversos meios, porém foram efetuados diversos controles para garantir a autenticidade dos dados.
a) Cada advogado localizado foi confirmado como advogado no cadastro nacional de advogados (www.cna.org.br)
b) O formulario enviado servia unica e exclusivamente ao email do destinatario. Assim, quando o profissional respondia a pesquisa, o link deixava de funcionar, dessa forma evitou-se que outras pessoas pudessem responder a pesquisa.
c) Foi feita uma distribuição amostral por todas as regiões do pais, tentando estar próximo da distribuição real dos advogados cadastrados. Assim a pesquisa teve respostas de todas as regiões do país. Além disso estatisticamente a amostra da pesquisa é uma pesquisa com 95% de confiabilidade, e com margem de erro de 3%, o que da uma grande confiabilidade aos dados.
Espero ter esclarecido o processo, como forma de demonstrar a seriedade da pesquisa, visto que a Fundace (Fundação para o desenvolvimento e pesquisa da Administração, Contabilidade e Economia) é uma fundação com mais de 17 anos de desenvolvimento de pesquisa e pós-graduação.
Bem, se não se consegue enxergar os mais de 10 milhões de processos julgados anualmente, por 16 mil juízes, fica difícil fazer qualquer discussão construtiva neste espaço.
Desarmemos os espíritos, senhores!
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