O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, relator do Mandado de Segurança 30.952, deferiu o ingresso de Joyce Campos Kornbluh e Jerzi Mateusz Kornbluh, herdeiros do escritor Monteiro Lobato, como assistentes processuais. Conforme previsto no artigo 50 do Código de Processo Civil.
O pedido de assistência fundou-se, segundo seus autores, “na tutela de um bem jurídico maior, a preservação da cultura e da história literária de nosso país”. Ao deferi-lo, o ministro levou em conta a qualidade de herdeiros e de detentores dos direitos autorais da obra de Lobato, “circunstância que poderá acarretar efeitos jurídicos e patrimoniais”.
No mesmo despacho, o relator do MS 30.952 negou o ingresso como assistentes do Instituto Afrobrasileiro de Ensino Superior e de Francisco de Assis: Educação, Cidadania, Inclusão e Direitos Humanos (Faecidh), “tendo em vista que seus interesses estão no mesmo plano da sociedade brasileira e, portanto, desvinculados de caráter jurídico ou patrimonial”.
A obra Caçadas de Pedrinho, do escritor Monteiro Lobato, é questionada no MS pelo Instituto de Advocacia Racial (Iara) e pelo professor Antônio Gomes da Costa Neto por suposto conteúdo de estereótipos racistas. Com informações da Assessoria de Imprensa do STF.

Lendo o filósofo Luiz Felipe Pondé, Guia Politicamente Incorreto da Filosofia, no capítulo epigrafado Baianidade (LEYA, 2012), vejo como sua frase se encaixa na censura ao Monteiro Lobato, por sinal o escritor da primeira coleção que recebi meu saudoso pai.
“Ninguém põe em dúvida a escravidão e o preconceito racial nem o dever de acabar com eles, Mas dizer que, por isso, “tudo que é africano é lindo” ou que “todo negro é maravilhoso”, típico do politicamente correto, é um crime intelectual e afetivo”.
O pior de tudo, é ouvir o silêncio diante de tudo isso!
Só falta agora criar um dispositivo legal para diminuir a pena de crimes quando o autor for afro. Cotas nos estacionamentos, no transporte coletivo, haaaaa e de graça heim!
Como eu previ desde o início, a sensura de pensamento e as atitudes dos governantes irá criar o pais mais racista das américas. Essas medidas só criam ódio entre as raças e culturas, nada de bom agrega a nação.
Vejo um enorme desperdício de recursos públicos. Esta ação sequer deveria ter sido aceita, quanto mais ser analisada no STF. Há uma nítida ilegitimidade ativa. Como pode uma ONG e um professor pretenderem definir o que o restante da população deva ler ou não? Quem lhes deu procuração para defender um suposto interesse generalizado da sociedade? Quem tem atribuição para promover tal defesa (se realmente fosse real) seria o Ministério Público e não pessoas querendo notoriedade fácil.
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É uma absurda mistura de autoritarismo e racismo disfarçado.
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Sabe-se e muitíssimo bem, que a raça pressupõe a diferença física, marcadamente pelas características hereditárias, em grupos humanos. Assim, não é a diferença de relacionamento cultural ou resposta social entre grupos distintos, o que gera a odiosa separação chamada "racismo", mas sim, a intolerância ao diferente, na essência mesma da expressão RAÇA, já que só existe uma: a humana! Dizer porém, que os escritos que nos chegam de quem foi o escritor da infância de muitos, MONTEIRO LOBATO, incomparável na criação do Sítio do Pica-Pau amarelo, NÃO É RACISMO, aí já é bem diferente: é negar o que é óbvio e dar na cara da sociedade brasileira, uma sonora bofetada!Sua genialidade não impediu na alma a marca vergonhosa do racismo. E para os que dizem que viveu em "outra época", pensem no Barão de Mauá, alvo da inveja e despeito imperiais e vejam se esses defeitos de caráter são ou não atemporais. A verdade, porém, embora tão sufocada, um dia surge, altaneira, "irremediável", incontestável e nessa hora, muitas vozes serão conclamadas a cantar: APESAR DE VOCÊ, AMANHÁ HÁ DE SER OUTRO DIA!!!
Se tal atitude insensata não fosse de uma tragédia sem par para a paz e o relacionamento social entre os brasileiros de todas as origens, raça, credo, etc., seria até cômica, já que o espírito que move os integrantes dessa ONG é, sem sombra de dúvida, o de aparecer como os defensores do politicamente correto, o que de sorte, bem lá no fundo, não passa de uma grande baboseira. Entretanto, um alerta: Vocês estão brincando com fogo perto de um estopim que, se aceso, transformará o país em um barril de pólvora. Minha saudosa vó Maria já dizia: Você quer aparecer, então, pinte a bunda de vermelho e pendure uma melancia no pescoço. Essa insensatez é, por incrível que pareça, apoiada pelo MEC. Pois, pois!!!
Se tal atitude insensata não fosse de uma tragédia sem par para a paz e o relacionamento social entre os brasileiros de todas as origens, raça, credo, etc., seria até cômica, já que o espírito que move os integrantes dessa ONG é, sem sombra de dúvida, o de aparecer como os defensores do politicamente correto, o que de sorte, bem lá no fundo, não passa de uma grande baboseira. Entretanto, um alerta: Vocês estão brincando com fogo perto de um estopim que, se aceso, transformará o país em um barril de pólvora. Minha saudosa vó Maria já dizia: Você quer aparecer, então, pinte a bunda de vermelho e pendure uma melancia no pescoço. Essa insensatez é, por incrível que pareça, apoiada pelo MEC. Pois, pois!!!
Aprovada e assinada pela PRESIDENTA, a criação da cotas ( diversas ) em função da raça, uma vez lei, deveria ser mais abrangente.
Por exemplo as duas casas legislativas, deveriam ter iguais números de brancos e negros, de heteros e de homossexuais, de homens e mulheres.
No mesmo sentido teríamos que ter, alternadamente, em ordem a ser adotada ou sorteada, governantes negros, brancos, homo e heteros, pobres e ricos.....
Já pensaram se isto fosse também exigido no Supremo ??
O ministro Barbosa ficaria sem par ( no requisito cor ).
O Supremo então não poderia existir ?
Os diplomatas Carlos Frederico Bastos da Silva, 45, e Fabrício Prado, 31, ambos negros, foram barrados pela segurança do STF (Supremo Tribunal Federal) no dia em que o ministro Joaquim Barbosa foi eleito presidente da corte. Só conseguiram entrar autorizados por um superior. Desconfiados de racismo, os diplomatas pediram explicações ao secretário de segurança institucional do STF, José Fernando Martinez. Leia, na íntegra, a carta dos diplomatas. m.br/colunas/monicabergamo/1168343-leia- carta-de-diplomatas-negros-barrados-no-s tf.shtml
http://www1.folha.uol.co
Ué, depois que os TERRORISTAS de 64 em diante foram indenizados, por ATO de um GOVERNO de LIDERANÇA TONTA, por que não aparecer alguém que possa ACUSAR quem viveu de 1882 a 1948 - se não estiver enganado! - de racista???
No mundo em que vivemos, estamos repletos de TONTOS, de PERPLEXOS, de ATORDOADOS, que pretendem RETROGRADAR-SE, porque, inadaptados ao mundo em que vivem, entendem que é mister ALTERAR o MUNDO que EXISTIU antes deles.
Ora, o Judiciário de um Estado da Federação, já acolheu e facultou um ITER COMPLETO a uma AÇÃO, de que eu fui o Patrono, em que um CIDADÃO, sob a alegação de que uma determinada INDÚSTRIA tinha se apropriado de suas IDÉIAS - apenas, pois NÃO HAVIA NENHUM DIREITO de PROPRIEDADE INTELECTUAL envolvido! -, e com elas estava GANHANDO BILHÕES de dólares. E as IDÉIAS do AUTOR se RESUMIAM no FATO de que a SOLUÇÃO para EVITAR ACIDENTES era o EMBORRACHAMENTO de POSTES, PONTES, ESTRADAS, NAVIOS, AVIÕES, CARROS ... e, até, creiam os que me estão lendo, PRIVADAS, PIAS, etc. Porque, dizia o Autor, com tais EMBORRACHAMENTOS, qualquer batida, qualquer acidente teria suas consequências NEUTRALIZADAS pelo EMBORRACHAMENTO de tudo quanto mencionei e dos VEÍCULOS em que estavam as pessoas que, no regime atual, se feririam.
Senhores, CREIAM, isto é a pura realidade e, desde a primeira instância, TUDO foi CONSIDERADO como EXERCÍCIO LEGÍTIMO de PRETENSÃO SUBJETIVA! Para a JUSTIÇA não havia o ABSURDO da TESE e, tampouco, a necessidade da PROVA DO DIREITO, que jamais foi sequer tentada. Ah, sem esquecer do PEDIDO de PERDAS e DANOS, porque a expectativa do Autor, quanto às consequencias financeiras do pedido TORNOU o AUTOR SEXUALMENTE IMPOTENTE e também representou uma cifra de milhões de dólares! Ah, e TUDO sob o manto da JUSTIÇA GRATUITA!!!
É história, faz parte da literatura do país. Nada mais. O resto é cegueira ideológica e totalitarismo. Proibir livros e extirpar o passado de um povo, sempre fez parte de projetos totalitários.
E temos que cuidar para que o "outro dia", o "amanhã" , não se demonstre um tenebroso alvorecer em nossa democracia.
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