Para o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o Brasil não precisa de mais advogados. A declaração foi dada durante uma apresentação sobre indicadores econômicos em evento do Grupo de Líderes Empresariais (Lide). Segundo a coluna do jornalista Felipe Patury na revista Época, o ministro comemorou os números de sua gestão, mas disse que, para crescer, o Brasil precisa de mais engenheiros, não advogados.
“Nós temos um excesso de advogados. Quando um país começa a crescer, precisa de engenheiros”, declarou Mercadante. Ouviu uma crítica bem-humorada da plateia e retrucou: “Algum doutor honoris causa protestou, mas digo isso quando comparamos o Brasil a outros países e advocacia a outras áreas, naturalmente”.
A declaração de Mercadante foi dada duas semanas depois de ele ter anunciado que não autorizaria, temporariamente, a criação de novos cursos de Direito. Ele também suspendeu os vestibulares das faculdades que não atingiram a nota mínima do Conceito Preliminar de Curso (CPC), do MEC. “90% dos estudantes não passam na prova da OAB. A pessoa estuda, paga o curso e não passa no exame da Ordem, é um absurdo”, afirmou.

Não adianta, a advocacia não poderia estar mais desmoralizada "nestepaiz" bananeiro. Mesmo que seja verdade que o mercado se encontra saturado, não é necessário dizer uma bobagem dessas, que acaba endossando e reforçando a imagem negativa da advocacia perante a sociedade.
A PeTralhada criou o PROUNI e outros paliativos na área de educação, mas qual melhoria no ensino básico foi feita para que tenhamos no futuro um batalhão de engenheiros? Hoje, a maioria dos alunos foge dos cursos de ciências exatas, pois não conseguem acompanhar.Para lavar as mãos, dão acesso ao ensino superior, porém, o formado em qualquer faculdade sai falando "resistro", "devogado", "aviso brévio", "menas", porém, o Lulinha Paz e Amor deu diploma para todo mundo.
O Brasil precisa é de menos políticos. Essa corja, sim, que necessita ser dimunuída URGENTEMENTE!!! O meu bolso agradece.
Neste país o que não falta é político falando e fazendo bobagem.
se já há excesso de advogados, então não precisa do Estado gastar mais dinheiro, nem contratar mais Defensores Públicos para fazerem o serviço de advocacia.
É de se adimirar ver um ministro da educação falar uma bobagem tão grande como esta...Mas tudo que vem volta viu senhor ministro ,,o senhor responderá por seus atos e palavras,,o brasil não precisa de políticos iguais a do seu partido que estão depenando o país..Cale-se senhor meinistro isto mesmo meinistro pois o senhor não passa disto,,,pois se fosse uma pessoa senssata não falaria uma bobagem destas..Sou bacharél em direito estou na luta para acabar com este exame caça níquel que o senhor conheçe e aprova por interesses que todos sabem o porque,,,se o senhor fosse um ministro que realmente tivesse preparo para o cargo que ocupa nunca jamais em hora alguma falaria um asneiras deste tamanho...Recolha-se em sua insignificançia,,se o senhor não pode ajudar não atrapalhe..Um país em desenvolvimento igual ao nosso nunca poderia ter pessoas como o senhor e seus "cumpanhieros" no poder,pois como é sabido são comandados por uma pessoa que não sabe nem assinar seu nome direito,,,portanto pare de falar besteiras,....Quero ver agora a sua querida oab se manifestar a respeito deste seu comentário infeliz...E ai cadê a oab que não se manifesta...É nojento ver um comentário deste,,vá fazer uma faculdade senhor ministro para poder ocupar o lugar em que está.
Nisso é que dá alguém falar da boca para fora sem apresentar embasamento estatístico. Então as gerações não se renovam profissionalmente? Como é que se vai preencher os cargos que exigem o diploma de baharel em direito? Todavia, deve se buscar o equilíbrio para não ocorrer super oferta precária e desqualificada.
Nisso é que dá alguém falar da boca para fora sem apresentar embasamento estatístico. Então as gerações não se renovam profissionalmente? Como é que se vai preencher os cargos que exigem o diploma de baharel em direito? Todavia, deve se buscar o equilíbrio para não ocorrer super oferta precária e desqualificada.
Concordo com o ministro. Advogados temos aos montes para cuidar da parte formal do desenvolvimento, ao passo que carecemos de engenheiros, profissionais indispensáveis à sua concretização. A prova dessa carência é, justamente, a importação dessa mão de obra especializada de outros países. Que sejam bem vindos. No entanto, sem parecer xenofóbico, não seria melhor se fossem nativos?
Concordo com o ministro. Advogados temos aos montes para cuidar da parte formal do desenvolvimento, ao passo que carecemos de engenheiros, profissionais indispensáveis à sua concretização. A prova dessa carência é, justamente, a importação dessa mão de obra especializada de outros países. Que sejam bem vindos. No entanto, sem parecer xenofóbico, não seria melhor se fossem nativos?
Tive problemas e não conclui o comentário anterior. Estava dizendo que não vejo nada de extraordinário a quantidade de Bachareis em Direito que são graduados todos os anos. Acho que quanto mais graduados no Brasil, mais instruida será nossa população. E, graduar-se em direito, sem dúvida, se o graduado não passar de Bacharel, já é válido, pois habilitado a conhecer minimamente o Direito. Na minha opinião, qualquer graduado em outra área, inclusive o Engenheiro, se pudesse, tb obteria uma graduação em Direito, não para obrigatoriamente exercer a profissão, mas, para melhor conhecer pelo menos os seus Direitos. Por isso, tem muito médico se graduando em Direito e outros profissionais mais. Temos de acabar com essa fobia de que existem muitos cursos de graduação em Direito. O Brasil está muito longe de alcançar os níveis razoáveis de instrução da sua população. Deixe o povo se graduar no que quiser, mas, uma coisa eu concordo com o Ministro, no pais faltam Engenheiros sim. Sou um deles que aposentei como Engenheiro e a cerca de 2 meses iniciei a militancia na Advocacia. Acorda Ministro.
Por favor, se atente ao português, de tal modo não dá. Quanto a vocês que concordam, não abundo não! Ocorre que o Respeitável Ministro (PETRALHAS) é sabedor de que quanto mais patronos em nosso país, haverá mais pessoas de olhos nas contrafações advindas do Executivo. Para “eles” é sinônimo de lesão. O que procuro perpetrar nos dias atuais é passar para os meus filhos de que futuramente lutem para acabar com essa progênie, que não desmoronem nas falácias dos amigos (companheiros) do então falecido Chaves. Oportunamente, consagro aqui recomendando ao Senhor Ministro que não compare nossa nação com os distantes, haja vista a formato de liderança aplicada lá e cá, isto é, alguns administram para o povo e outros administram tirando do povo. Ou eu estou alucinado?
Eu me formei em engenharia civil em 1993, graduado pela POLI-USP. Durante bom tempo fique recebendo um salário de fome, vendo colegas mais velhos sem perspectivas e acabei me frustrando. Enquanto isso, a VEJA veiculou matéria mostrando a geração de engenheiros da década perdida (1980) e advogados ganhando rios de dinheiro. Duas matérias circuladas entre 1995 e 1998, aproximadamente.
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Em 1997, parti para o ramo imobiliário e deixei engenharia p/ trás. Em 1998, ingressei no curso de direito sem grandes projetos, apenas para aculturamento e aprendizado. Mas acabei por me apaixonar pelo curso e após a formatura em 2002, parti para a advocacia, que hoje me realiza à plenitude.
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Engenheiros, hoje o Brasil precisa. Mas por quanto tempo? Com esse PIBinho e uma gestão PETRALHA temerária, sabe-se lá por quanto tempo mais teremos prosperidade econômica (que aliás, já registra claros sinais de arrefecimento). O curso de engenharia é dificílimo, digo que nele estudei uma 10 vezes mais do que para me formar em direito. Fiz prova de 7h30 de duração em resistência dos materiais. E para quê? Neste país de raízes lusitanas, o doutor é o advogado.
Com toda vênia ao nobre ministro da Educação. Não podemos concordar com vossa colocação ao comparar as profissões "Advogados x Engenheiros" São heterogêneas e essencialmente necessárias para o desenvolvimento da nação. Não há nenhum excesso, haja vista o crescimento econômico do país. O que há, na realidade, é uma carência de profissionais técnicos (engenheiros) dado o desestímulo verificado no passado quando se tinha um país travado em matéria de Obras e infraestrutura e que vem sensivelmente suportando esses efeitos agora. Ao nosso entender o MEC deve ser mais atuante junto as faculdades que formam profissionais sem o devido preparo para a vida profissional de seus egressos. Ao invés de criticar, o nobre Mercadante deveria incrementar o Setor Educacional como um todo sob pena de repetirmos essa faceta e num futuro próximo o pais carecer de profissionais do direito, face a essas políticas de contenção/restrição aos novos cursos e novas faculdades de direito. É preciso, Sr. Ministro,Pensar num País GRANDE e promissor, onde todos possam ter una vida digna e que possam de fato contribuir para esse necessário crescimento.
Não só de advogados, mas de bacharéis em geral... Precisamos de cientistas aptos a desenvolver tecnologias. Já estamos cheios de bacharéis das ciências sociais... Claro que um ambiente jurídico estável ajuda no desenvolvimento de uma nação, mas nós já somos o segundo país do mundo em advogados por habitante, e talvez o primeiro em bacharéis em direito.
Se o Brasil tivesse uma advocacia realmente forte, como nas dos países civilizados, certamente não ouviríamos declarações desta natureza. A fraqueza e fragilidade da advocacia, em que pese o grande número de advogados, tem sido uma arma usada pelo PT para seus planos de dominação.
Embora, 1 (um) em cada 10 participantes, que prestaram o IX Exame da OAB, no início deste ano tenha sido aprovado, o Ministério da Educação(MEC) publicou no Diário Oficial da União no dia 20/3, o reconhecimento do curso de Direito da Faculdade do Litoral Paranaense – Isepe Guaratuba.
Além disso, a Faculdade foi presenteada com autorização para formar 200 alunos por ano, o dobro das vagas oferecidas atualmente na instituição.
Fato muito curioso, já que aconteceu - dias antes do Ministério da Educação anunciar a suspensão da abertura de cursos de Direito até que sejam estabelecidos novos critérios para a expansão e regulação dos cursos. O acordo de cooperação técnica foi assinado junto à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Medida tomada após o elevado percentual de reprovação dos estudantes no último Exame de Ordem Unificado.
"O MEC não pode continuar assistindo a uma situação em que 93% dos estudantes são reprovados no exame da OAB, como aconteceu no último exame", afirmou o ministro Aloizio Mercadante, no evento.
VERGONHA, já existe um controle quanto ao ingresso desses profissionais no mercado, ele então para não ficar em situação desequilibrada frente ao movimento que quer moralização solta essa perola agora contra os advogados, será que esse senhor não sabe da responsabilidade do cargo que ocupa não se esqueça que seu partido representa a classe trabalhadora e agora nesse governo o sistema educacional, que vai impulsionar o futuro de jovens profissionais através do ensino e da vida profissional.
Todos os dias aquia na ConJur são "n" comentários criticando o excesso de faculdades de direito, e até mesmo de advogados. Tem gente que faz comparação até com os Estados Unidos, dizendo que o Brasil tem sei lá quantos mil advogados por habitante, e que nos EUA essa proporção é bem menor.
A própria OAB diz haver excesso de advogados.
Aí quando é o Minsitro da Educação, é essa comoção toda. Parece até que ele xingou a mãe de alguém.
Antes de tudo, o Sr. deveria pedir desculpas p/ todos os operadores de Direito: desde o novel acadêmico de Direito, passando pelos Bacharéis até o mais nobre Jurisconsulto.
O Sr. não envergadura moral para falar dos bacharéis!
Cala a boca, Cardoso! Assim, o Ministério da Educação deve voltar a ter o C de Cultura. Se o ministério está sem competência para fiscalizar a Educação, no caso, os vários cursos particulares de Direito, talvez um pouco de Cultura venha fazer bem a esta pasta, que anda meio sem função, nesse governão de 42 ministérios.
Cala a boca, Cardoso! Assim, o Ministério da Educação deve voltar a ter o C de Cultura. Se o ministério está sem competência para fiscalizar a Educação, no caso, os vários cursos particulares de Direito, talvez um pouco de Cultura venha fazer bem a esta pasta, que anda meio sem função, nesse governão de 42 ministérios.
Onde lê Cardoso, leia-se Mercadante.
Onde lê Cardoso, leia-se Mercadante.
Falou exatamente o que qualquer animal sabe: tem gente demais se formando em direito para pouco mercado de trabalho.
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Os bacharéis que não passam no exame "nem matando galinha preta em encruzilhada", lembre-se da construção civil...rs. Hoje em dia tem mestre de obras garando R$ 5.000,00 por mês.
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Não percam tempo. Certamente no seu baixo tem um bom curso profissionalizante...rs.
\"lembrem-se" e "bairro".
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