A maioria (74,4%) dos candidatos ao Exame de Ordem Unificado é favorável à avaliação. O levantamento aponta também que 70,13% dos entrevistados acreditam ser importante ou muito importante a aplicação da prova para que seja mantido o bom nível dos advogados no Brasil. Ainda de acordo com o estudo, mais da metade dos candidatos (52,32%) concorda com o modelo atual de aplicação das provas, com duas fases em dias distintos. A pesquisa foi feita pela Fundação Getulio Vargas, com 7861 candidatos ao exame.
Os examinandos que participaram do levantamento responderam a um questionário com 19 perguntas, que incluíram questões sobre a aprovação ou não da aplicação do Exame, a importância da avaliação para garantir a qualificação da advocacia brasileira e a satisfação com os atuais procedimentos das provas, entre outras.
O Exame de Ordem Unificado pode ser prestado por bacharel em Direito, ainda que esteja pendente apenas sua colação de grau, formado em instituição regularmente credenciada. Podem prestá-lo os estudantes de Direito do último ano do curso de graduação ou do nono e décimo semestres. A aprovação é requisito necessário para a inscrição nos quadros da OAB como advogado, conforme estabelece o artigo 8º, IV, da Lei 8.906/1994. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Federal da OAB.

Mais uma vez não queria me manifestar a este respeito,mas vi que esta matéria,é totalmente inverídica,pois sabemos que isto não é verdade só se esta pesquisa foi feita dentro da fgv pelos professores e pelos advogados que já estão dentro do sistema,,o que sabemos e isto é geral,basta ver as fotos das manifestações,a maioria esmagadora sempre foi contra este tipo de exame que não confere conhecimento a ninguém,somente faz reserva de mercado e mais nada.Parem com este bla bla bla,isto ja não convence mais ninguém.Aguardem que a hora da CPI da OAB esta chegando,e irá mostrar ao povo a verdadeira cara deste sindicato.
esta matéria não está dizendo a verdade, mais de 80% não apoia este exame, e a maioria também acredita que este exame não é capaz de melhorar ninguém para a atividade profissional.
Fernando Sabino já dizia que a virtude principal do regime democrático é a de que o ponto de partida é comum a todos, porém, o ponto de chegada vai depender do esforço pessoal de cada um. Assim, também, é o Exame de Ordem, já que o ponto de partida para nele ter êxito é, sem dúvida, um curso de direito levado a sério. Choramingar e atacar esse exame de admissão ao exercício da advocacia é pura perda de tempo, ja que ele veio para ficar. Estudar bastante, e só, é a chave para o sucesso de cada bacharel aspirante a esse nobre ofício.
Fernando Sabino já dizia que a virtude principal do regime democrático é a de que o ponto de partida é comum a todos, porém, o ponto de chegada vai depender do esforço pessoal de cada um. Assim, também, é o Exame de Ordem, já que o ponto de partida para nele ter êxito é, sem dúvida, um curso de direito levado a sério. Choramingar e atacar esse exame de admissão ao exercício da advocacia é pura perda de tempo, ja que ele veio para ficar. Estudar bastante, e só, é a chave para o sucesso de cada bacharel aspirante a esse nobre ofício.
Muito embora o STF tenha reconhecido a competência da OAB para avaliar a competência profissional dos bacharéis em direito, cabe aqui dizer que a competência funcional originária é do Ministério da Educação (MEC). Cabe a ele definir a política educacional brasileira, e ai entra a autorização para o funcionamento dos cursos, o seu reconhecimento, a fiscalização dos estabelecimentos de ensino e a avaliação dos mesmos. Como o MEC é omisso o insuficiente para o exercício de sua competência originária, fica um vazio no exercío da sua função que acaba sendo preenchida por outrás entidades que evocam para si a competência que é originária de outro. O exame da OAB, não qualifica o advogado para o exercício da profissão, mas tão somente as instiuições de ensino. Agora querer com o exame impedir bacharéis do direito de exercer a profissão como medida de excluir os mal formados é uma falácia. Os péssimos profissionais que entram no mercado, fazem um cursinho que os condiciona a responder um modelo de questão e entram para o mundo do trabalho tão desqualificado quanto quando saiu do curso de direito. Para sanar tal deficiência da formação do advogado, deveria a OAB fazer gestão junto ao MEC para impedir abertura de novos cursos, fechamento sumário dos cursos deficientes, fazer uma availação contínua e processual dos cursos existentes com critérios pedagógicos mais rigorosos. Só assim teremos bons advogados a serviço da justiça social e seria desnecessário o exame da OAB que enriquece com o desespero de muitos e faz proliferar cursinhos paralelos às universidades que prometem o ingresso na carreira da advocacia.
É pela melhoria do ensino do direito que devemos lutar, e cobrar do MEC que assuma sua competência originária.
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