A 2ª Vara Federal de Itaboraí suspendeu as obras e as licenças ambientais do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). A Ação Civil Pública foi proposta pelo Ministério Público Federal em face da Petrobras, da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema/Inea) e do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
O Ministério Público alega que o Comperj — complexo industrial de iniciativa da Petrobrás para refino de petróleo e produção de petroquímicos — está sendo instalado a aproximadamente 5 km de uma unidade de conservação sob a fiscalização do Ibama e que, apesar disso, o órgão não participou do Estudo de Impacto Ambiental (EIA), que ficou a cargo da Feema/Inea. Mesmo assim, a Superintendência do Ibama no Rio de Janeiro emitiu autorização de licenciamento para a instalação do complexo.
O juiz Eduardo de Assis Ribeiro Filho reconheceu a atribuição do Ibama para a expedição das licenças ambientais e determinou a anulação das licenças concedidas pela Feema/Inea. Tendo em vista o reconhecimento da incompetência da Feema/Inea para o licenciamento ambiental, o julgador concedeu a antecipação dos efeitos da tutela, determinando a imediata paralisação de todas as obras de construção do Comperj até que seja concedida nova licença ambiental pelo Ibama. Com informações da Assessoria de Imprensa do JF-RJ.
Processo 2008.51.0700.05032

Será que o MP não viu nenhum movimento da instalação do COMPERJ em seus primórdios, e só agora vem tirar sua ondinha! Por outro lado, porque a Petrobrás, o Estado e o Município com todos os recursos disponíveis, não cuidou de chamar o MP inicialmente, para dar cumprimento à legalidade! As autoridades falham e o progresso ou o povo, pagam o pato com tanto prejuízo. Bem que na Agenda 21 nós alertamos sobre tal possibilidade. Não deu outra!
Será que o MP não viu nenhum movimento da instalação do COMPERJ em seus primórdios, e só agora vem tirar sua ondinha! Por outro lado, porque a Petrobrás, o Estado e o Município com todos os recursos disponíveis, não cuidou de chamar o MP inicialmente, para dar cumprimento à legalidade! As autoridades falham e o progresso ou o povo, pagam o pato com tanto prejuízo. Bem que na Agenda 21 nós alertamos sobre tal possibilidade. Não deu outra!
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login