Magistrados aposentados atuaram, como voluntários, em conciliações promovidas pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal, por meio do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania de Brasília (Cejusc/BSB) e do Núcleo Permanente de Mediação e Conciliação (Nupemec).
Durante os dias 21 e 22 de agosto, atuaram nas conciliações os desembargadores Lecir Monoel da Luz, Edmundo Minervino e José Wellington Medeiros de Araujo, além dos juízes Jaime Marchesi, Heloisa Helena Duarte Pimentel, Maria Rita Senne Capone, Iran de Lima, Flávio di Pilla e Ronaldo Pinheiro Rocha.
Para a semana de trabalho no tribunal, foram selecionados 156 processos, da primeira e da segunda instâncias de todas as circunscrições do Distrito Federal, do banco Santander e de rito sumário de varas cíveis. As ações, em sua maioria, são revisionais.
Com a iniciativa, o TJ-DF se une a outros tribunais que já fazem conciliação e mediação com a participação de magistrados aposentados. Essa prática é bastante utilizada em outros países, como os Estados Unidos. Com informações da Assessoria de Imprensa do TJ-DF.

Quanta obscessão pelo poder! Com 4 milhões de bacharéis em direito em busca de emprego os "velhos" não largam o osso.
parabéns aos magistrados aposentados, mas infelizmente há leitores do conjur que odeiam a conciliação e querem processo judicial e instrução para aumentar os lucros nos honorários.
Quem dera, nossos aposentados aproveitassem seus notórios conhecimentos para "fiscalizarem" a gestão publica brasileira! as audiencias públicas que tratam das prestações de contas de todos os poderes, em atendimento à LRF, ficam às moscas e alguns gatos pingados, quando deveriam ser do interesse de todos! por que os aposentados não abraçam essa causa ao invés de ocuparem funções que deveriam ser destinadas aos jovens? tá lançado o desafio!!
Prezados colegas, eu juro que li na reportagem a palavra VOLUNTÁRIOS, ou estou enganada?
E pelo que me consta, para trabalhar, ainda que como conciliador ou até juiz leigo (aqui no RS) se faz uma prova, não é qualquer um que é chamado para esta função, que não é um emprego, pois não é regido nem pela CLT e nem é cargo público por não ser concursado. Até mesmo porque, saber mediar também é requisito, não adiantaria nada um "dois de paus" parado olhando enquanto as partes tentam um acordo... Por favor, vamos ser menos analfabetos funcionais (que não entendem o que lêem) e vamos dar crédito a iniciativas como estas.
E, só para constar, AMO fazer acordos!
O TJ/SP está formatando uma remuneração aos conciliadores e mediadores.
Como é que vai ficar a questão da complementação de remuneração, acaso o projeto seja aprovado e os magistrados continuem o labor até agora voluntário?
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