Os candidatos que têm o apoio do atual presidente do Conselho Federal da OAB, Marcus Vinícius Furtado Coêlho, registraram a chapa que vai concorrer às eleições de 2016. O vice-presidente, Claudio Lamachia, concorrerá à Presidência, ao lado de Luís Cláudio da Silva Chaves, conselheiro federal por Minas Gerais e ex-presidente da seccional mineira.
As eleições acontecem no dia 31 de janeiro de 2016. Além de Lamachia e Silva Chaves, a chapa Advocacia, Ética e Cidadania conta com Felipe Sarmento Cordeiro como candidato e secretário-geral; Ibaneis Rocha como candidato a secretário-geral-adjunto e Antonio Oneildo Ferreiro como diretor-tesoureiro.
Todos já ocuparam cargos administrativos na OAB. Ibaneis presidiu a seccional do Distrito Federal entre 2013 e 2015 — acaba de ser substituído por seu secretário-geral-adjunto, Julliano Costa Couto. Felipe Sarmento, conselheiro federal por Alagoas, foi presidente do Fundo de Integração e Desenvolvimento Assistencial dos Advogados do Conselho Federal (Fida). Já Antonio Oneildo foi tesoureiro da gestão de Marcus Vinícius.
Como todos já sabiam. O vice se torna presidente. Conselho sujo carregado de ex presidas que deixaram as Seccionais para seus herdeiros. Por isso cai no descrédito cada vez mais essa tal OAB.
Como todos já sabiam. O vice se torna presidente. Conselho sujo carregado de ex presidas que deixaram as Seccionais para seus herdeiros. Por isso cai no descrédito cada vez mais essa tal OAB.
Num determinado evento, em que teve a participação do Dr. Lamachia, e que me pareceu ser um advogado articulado, e bem atuante, inclusive na política de classe, tive "boas" impressões...
Em seguida, nas eleições da Subseção em que atuo vi algo interessante... Ele enviou inúmeras mensagens de texto para colegas que fazem/faziam parte da conselho da seccional do RS para que estes não declarassem, em seus depoimentos, apoio a uma chapa adversária daquela que ele apoiava.
Que coisa mais feia!
Foi essa atitude que ajudou a outra chapa, que concorria a Seccional, ter um número expressivo de votos, sem ser conhecidos.
Quem foi que disse que a outra chapa (subseção), talvez a sua não predileta, não o apoiava?
Espero que sendo eleito para presidir o Conselho Federal se comporte com mais dignidade, respeito típico de um representante eleito para representar TODA uma categoria.
Claudio Lamachia e seu grupo estão trabalhando há anos nos bastidores, negociando para se apoderarem do Conselho Federal da OAB. Uma lástima, já que a escolha deveria ser democrática.
Que democracia é essa que OAB tanto prega se sequer permite aos seus inscritos elegerem seu presidente.
Eleição indireta é coisa de pilantra, a última dessas que tivemos em nosso país, trouxe Sarney pra conduzir a nação.
Abaixo as eleições indiretas, democracia já.
E não me venha com a desculpa de que se assim fosse a liderança da OAB não sairia do eixo Rio-São Paulo, pois se fosse verdade, só teríamos presidentes da República paulistas e cariocas.
A advocacia precisa denunciar este golpe.
Que democracia é essa que OAB tanto prega se sequer permite aos seus inscritos elegerem seu presidente.
Eleição indireta é coisa de pilantra, a última dessas que tivemos em nosso país, trouxe Sarney pra conduzir a nação.
Abaixo as eleições indiretas, democracia já.
E não me venha com a desculpa de que se assim fosse a liderança da OAB não sairia do eixo Rio-São Paulo, pois se fosse verdade, só teríamos presidentes da República paulistas e cariocas.
A advocacia precisa denunciar este golpe.
Me pergunto, nobres colegas, se nem na eleição seccional temos assegurada a representatividade, pois com um único voto escolhemos centenas de pessoas desconhecidas para nos "representar" na OAB, imagine em uma eleição federal... A OAB está se autodestruindo há tempos, sem ajuda do Cunha.
A advocacia paulista está inoperante, prezado José R (Advogado Autônomo). Não somos nada. A OAB/SP impôs uma lei da insignificância, firme no alinhamento com as autoridades, com aplauso da maioria. Não há o que fazer.
OPINIÃO
Em defesa do Projeto de Lei nº nº2916/2011. Diretas Já, OAB.
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista.
Tramita na CCJ da Câmara dos Deputados o Projeto de Lei do deputado Hugo leal (PSC-RJ) nº 2916/2011 que reabre o debate das eleições diretas para a direção nacional da Ordem dos Advogados do Brasil. Na justificativa do PL 2916/2011 que “ Altera a Lei n. 8.906 de 4 de julho de 1994, a fim de modificar a sistemática das eleições para o Conselho Federal da OAB, explicita que Eleições diretas para todos os órgãos da entidade representativa dos advogados não é inovação no cenário internacional. Em Portugal esse tipo de sistema abrange todos os órgãos, inclusive Bastonário e Conselho Geral (equivalente ao Conselho Federal), de forma rígida, já que todos os advogados ativos são obrigados a votar, com penalização (multa) no caso de não comparecimento. No Barreau de Paris, equivalente ao Conselho Federal do Brasil, o voto para o Batonnier (Presidente) e demais cargos de direção e Conselho é direto. Situação similar ocorre na Bélgica. Na NYC Bar Association, a eleição do Presidente é realizada diretamente pelos seus membros. (...) Causa estranheza que uma instituição tão representativa e com força de modelo de conduta, como é o caso da OAB, continue insistindo na manutenção do voto indireto. Claro que devemos preservar as nossas instituições, entre elas a colenda OAB, que infelizmente hoje atua na contramão da história. Mas é preciso que OAB dê exemplo de democracia plena, transparência, concurso público, prestar contas ao TCU, e abolir de vez a última ditadura, a escravidão contemporânea da OAB, o caça-níqueis Exame da OAB.Vendem-se dificuldades para colher facilidades. Nos últimos vinte anos abocanhou quase R$ 1,0 BILHÃO DE REAIS?
Vai prevalecer o clubinho, enquanto a OAB não modificar o seu sistema eleitoral, a advocacia vai perdendo a sua representatividade.
Mais democrática impossível, Claudio Lamachia e seu grupo estão trabalhando há anos para dar continuidade ao bom trabalho na OAB.
Lástima seria ter advogados alinhados a política do governo corrupto e autoritário do Estado de São Paulo, como marcaram as últimas gestões da OABSP, assumirem a direção nacional. Sou advogado militante no interior de São Paulo e prefiro ter uma articulação/diretoria formada pela liderança de um advogado da estirpe do gaúcho Lamacchia, a um D'Urso ou Marcos da Costa ! (a) Flávio Soares Haddad - OABSP 100.112
Mais Democrática do que está? Cláudio lámachia e seu grupo estão e sempre estarão trabalhando para para cada vez melhorar a O A B nacional
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