Concurso premia artigos sobre uso de robôs no Poder Judiciário

Estimular o estudo do uso de robôs que possam se encarregar de ações repetitivas para agilizar o Poder Judiciário brasileiro em todos os seus ramos e atividades. Este é o objetivo do concurso "Robotização no Poder Judiciário", promovido pela Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) em parceria com o Instituto Brasileiro de Administração dos Sistema Judiciário (Ibrajus).

Os artigos deverão versar sobre medidas inovadoras que, por meio do uso de robôs (tanto hardware quanto  software), colaborem para a simplificação, agilização e eficiência dos serviços judiciais ou administrativos da Justiça, de qualquer foro ou instância. Os projetos encaminhados poderão conter imagens de protótipos e diagramas que ajudem a explicar o funcionamento da inovação proposta.

O concurso é aberto ao público e não é necessário qualquer pré-requisito para a participação e produção dos artigos. Os trabalhos deverão ter entre três e seis páginas e poderão ser apresentados individualmente ou em parceria de duas ou de três pessoas, não sendo permitida a inscrição de mais de um artigo.

As inscrições estão abertas até o dia 4 de abril de 2016 e o resultado será divulgado no dia 28 de abril, nos sites da Ajufe e do Ibrajus. Os vencedores serão premiados com um tablet, para o primeiro lugar, e um celular, para o segundo e o terceiro. Com informações da Assessoria de Imprensa da Ajufe.

Clique aqui para acessar o edital do concurso.

Guilherme Travassos disse:
27 de dezembro de 2015 às 18:24

Tanto nos Tribunais Federais, quanto nos Estaduais, quando dois Desembargadores pensam de forma diversa a respeito de determinado assunto, ele será julgado "assim ou assado" dependendo do Relator. E SEMPRE POR VOTAÇÃO UNÂNIME.É a primeira e MAIS IMPORTANTE RAZÃO para que toda e qualquer ação seja proposta. Pela "alea" sua apelação será julgada.. O juiz de Direito Luiz Beethoven Giffoni Ferreira, com sentenças inéditas a respeito de adoção em Jundiaí, veio para a 18a.VC de São Paulo. E colocou dois dísticos na sua sala de audiências, concitando as testemunhas: lembrem-se que não dizer a verdade é crime. O juiz de Primeiro Gráu é simples "PREPARADOR" para o julgamento que ocorrerá, de fato, nos Tribunais. Não sei como a Corregedoria permitiu isso. Penso, na impossiblidade de convencê-lo "juridicamente" a retirar os dísticos que falavam quase literalmente o que apontei, ( ele é um juiz que passou em primeiro lugar em todos os concursos que prestou), decidiram subi-lo rapidamente, no que fizeram muito bem. Temos hoje ROBÔS TRAVESTIDOS DE ESCREVENTES DE CARTÓRIO ACOMPANHANDO AÇÕES DESDE O "CITE-SE" ATÉ A "SENTENÇA" E "PUBLICAÇÃO. É fato "notório". Ao invés de robotizar a já robotizada justiça (com "j"minúsculo mesmo), deveriam ler até decorar "O PODER DOS JUÍZES" do Professor Dalmo de Abreu Dallari, que trata muito bem do assunto...

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