Sayeg lança campanha para OAB-SP; principal assunto é nome de vice

Tereza Dóro foi o principal tema de conversas no lançamento da chapa "OAB pra valer", que tem Ricardo Sayeg como candidato à presidência da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo. A impugnação da candidatura da advogada de Campinas pela Comissão Eleitoral da OAB-SP foi duramente criticada por Sayeg e por sua nova candidata à vice-presidência, Valeska Teixeira Zanin Martins.

O evento ocorreu nesta terça-feira (20/10), na Casa de Portugal, no centro de São Paulo. Os principais apoiadores de Sayeg estiveram no evento, entre eles Roberto Parentoni, Nelson Willians, Eduardo Tuma e Eduardo Leite.

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Lançamento da chapa OAB pra valer, que tem Ricardo Sayeg como candidato à presidência da OAB-SP ocorreu na Casa de Portugal, no centro de São Paulo.
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Sayeg comparou o ato a uma batalha e ressaltou que tomará todas as medidas para devolver Dóro ao seu posto. Integrantes da Chapa número 13 afirmaram à ConJur que o recurso contra a decisão será movido ainda essa semana. O advogado também ligou a comissão diretamente à figura do atual presidente da OAB-SP, Marcos da Costa, lembrando que os integrantes são escolhidos diretamente pelo presidente e candidato a reeleição.

Caso o recurso ao Conselho Federal da OAB não funcione, o candidato já tem um novo posto para sua “rainha”: se a chapa for eleita, Tereza “co-presidente”, diz Sayeg, centralizando as demandas vindas do interior. A própria advogada argumentou que para muitas comarcas o acesso a Campinas é melhor do que a São Paulo. “Terei um gabinete em Campinas para receber meus colegas advogados”, disse.

Valeska Martins fez um breve discurso em que se disse pronta para assumir o posto e representar as mulheres advogadas. Mas ressaltou  a importância de Tereza para a chapa e classificou como absurda a impugnação.

A decisão pela impugnação de Tereza Dóro foi tomada na última segunda-feira pela Comissão Eleitoral da OAB-SP por ofício com o argumento de que ela não preencheria o tempo mínimo de exercício profissional, previsto no provimento 146/11 da OAB-SP e que é uma das condições de elegibilidade.

A chapa da candidata alegou suspeição do grupo responsável pelas eleições e pediu, no mesmo dia, que a defesa fosse encaminhada ao Conselho Federal da Ordem. A solicitação foi negada nesta terça pela própria comissão paulista. Ainda cabe recurso para o Conselho Federal. O argumento mais usado pelos simpatizantes, e pela própria chapa, contra a impugnação é o tempo de filiação à OAB que a advogada tem (1976), sua carreira como professora e seus dois mandatos à frente da subseção de Campinas.

Juridicamente, Sayeg relembrou o argumento que usou na defesa produzida por ele para questionar a decisão da Comissão Eleitoral: que uma portaria mudou uma regra prevista em lei. Em entrevista à ConJur, o marido de Tereza, Nivaldo Dóro, já havia considerado essa alteração legislativa de “inconstitucional, ilegal e imoral”.

Casa cheia
O evento estava cheio. Sete ônibus, cinco grandes e dois pequenos, estacionaram nos arredores da Casa de Portugal para deixar os convidados que vieram de Santos, São Vicente, Campinas, São José dos Campos, Taubaté e Hortolândia. Segundo a assessoria de Sayeg, as viagens foram promovida pelos próprios convidados. A organização do evento contabiliza 2 mil pessoas, mas a capacidade do salão, segundo a própria Casa de Portugal, é de 1,3 mil pessoas.

No salão, puderam ser vistos agradecimentos a militantes de Rio Preto, Sorocaba, São Bernardo, São Carlos, São José do Rio Pardo, Araraquara, Assis, Marília, Lins, Barretos, Ribeirão Preto, Franca, Ituperava, Bauru, Presidente Prudente, São José do Rio Preto.

Para os advogados
O candidato elencou uma série de problemas vividos pelos advogados, mas focou no pouco retorno financeiro e nas dificuldades enfrentadas por muitos profissionais para abrir seus escritórios e pagar suas despesas. “Um pintor ganha mais por empreitada do que um advogado”, comparou. Segundo Sayeg, essa falta de atenção vivida pela advocacia passa pelo “continuísmo pernicioso” promovido pelas gestões que dirigiram a OAB-SP nos últimos anos. Esse movimento de permanência ocorre, de acordo com ele, em partes, devido à possibilidade de reeleição. Ato esse que afirmou não tentar em uma eventual vitória.

Sayeg também culpou a ineficiência da Comissão de Prerrogativas. Para solucionar o problema, o advogado afirmou que pretende criar uma central de atendimento que garanta o anonimato do advogado. Segundo ele, todas as representações contra juízes, delegados e outros servidores será feita por meio de ação civil pública. “O modelo vai garantir o anonimato”, explicou; complementando que a medida será usada também para responder a denúncias contra advogados que foram comprovadamente movidas por má-fé.

Sobre a relação com outros órgão, principalmente os tribunais, o advogado criticou o modelo atual do Processo Judicial Eletrônico (PJe). De acordo com ele, o fato de os modelos dos diversos sistemas existentes no Brasil não serem interligados é uma “nova tortura aos advogados”. A questão de uma maior integração também foi citada quando o candidato falou sobre o Exame de Ordem, afirmando que ele exige mais diálogo entre Conselho Federal e seccionais.

Ainda sobre educação, o advogado alegou que a OAB-SP deve ser mais rígida com os inúmeros cursos de advocacia existentes em São Paulo e mais próxima do MEC, para cooperar e exigir maior controle. O melhor modelo, diz ele, é a entidade solicitar o fechamento dos cursos que não demonstrarem resultados satisfatórios e mover ações por danos morais contra tais faculdades, para solicitar a reparação dos alunos.

Influência religiosa e militância
Ao falar sobre suas propostas, Sayeg fez questão de exaltar sua religião e sua fé em Deus. Apesar de ressaltar o caráter laico do país e da OAB, o advogado repetiu que a entidade teria uma pessoa temente a Deus chefiando sua gestão e afirmou que a advocacia era a profissão de Jesus e que “a vitória está escrita no céu”.

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Apóstolo Fábio Abbud faz oração pedindo que Deus abençoe a campanha de Sayeg.
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“Muitos criticam, mas eu não tenho vergonha da minha religião”, disse o advogado em seu discurso, que foi acompanhado de perto por um apóstolo convidado por ele. Fábio Abbud, da Igreja El Shaddai São Paulo, que, em um dado momento de sua fala, se ajoelhou juntamente com o candidato à presidência e promoveu um breve culto em que pedia a benção para a vitória de Sayeg.
 

Brenno Grillo

é jornalista.

Eduardo. Adv. disse:
21 de outubro de 2015 às 17:39

Ontem, recebi ligação de um importante instituto de pesquisas.
Alguns questionamentos eram pertinentes, outros "capciosos". Dentre as questões "esquisitas", ressalto: i) opção de voto dentre os indicados pela pesquisadora, sendo que o primeiro nome era o de Sayeg e o último, Marcos da Costa; ii) questionamento acerca de convicção político-ideológica e pedido para revelar a predileção partidária. Pode uma coisa dessas?
É realmente estranha esta última questão. Se bem me lembro, na última eleição de 2012, a "bruxa da vez" era ser advogado do PT e a chapa de Marcos da Costa foi eleita em razão de valiosa contribuição de Ricardo Sayeg. Atualmente, um ex-presidente da OAB e que continua compondo a chapa de Marcos da Costa é advogado do PT. Ou seja, tendo em vista a "demonização" do candidato forte em 2012, só posso concluir que em 2015 os críticos de outrora efetivamente abraçaram o "capeta".
Mas eu não dei Ibope para a pesquisa, não. Entendi a intenção.

Elza Maria disse:
21 de outubro de 2015 às 18:18

Circula na Internet um post do Dr. Waldemar Mariz (https://www.facebook.com/wmariz/posts/10208079208199435) com grave denúncia, de acordo com a qual o candidato à presidência da OAB-SP, Dr. Ricardo Sayeg, que encabeça a Chapa 13, estaria disponibilizando um App de campanha para celulares iPhone e Android. De acordo com a denúncia, esse App possui uma funcionalidade que vai muito além do que é anunciado. O aplicativo parece ter o poder de capturar informações e dados pessoais do celular em que for instalado e enviá-los para o servidor do candidato Ricardo Sayeg. Veja o que diz o post: Identidade – permite obter seus dados pessoais; Contatos – permite visualizar e obter dados de todos os seus contatos (telefones, e-mails); Local – permite saber sua localização pelo GPS do celular; SMS – permite enviar mensagens em seu nome, mesmo sem você saber e quem paga a conta é o dono do celular; Telefone – permite ligar diretamente para os números de telefone dos seus contatos; Fotos/mídia/arquivos – permite ler, alterar, excluir o conteúdo de armazenamento USB, ter acesso a suas fotos, vídeos e áudios, que podem ser modificadas, excluídas, capturar os áudios de Whatsapp, ver ou excluir os arquivos do seu celular, enviar suas fotos e arquivos para os servidores na Internet para uso posterior; Câmera – permite tirar fotos e gravar vídeos; Microfone – permite gravar áudio e ouvir suas conversas sem que você saiba. A denúncia é grave, levanta legítimas dúvidas sobre os verdadeiros propósitos do aplicativo e, por via de consequência, do candidato Ricardo Sayeg, e reclama investigação profunda pelas Polícias Estadual e Federal. Afinal, tudo o que consta da denúncia é ilícito.

Advocacia Costa Alves disse:
21 de outubro de 2015 às 19:40

Caro DR. Eduardo Oliveira é triste a situação da nossa instituição OAB/SP, passou de uma instituição representativa de classe profissional, para ser um partido, deixou de lado a defesa dos interesses dos advogados(as), deixou de lado a defesa dos princípios constitucionais do Estado Democrático de Direito, da separação dos poderes, dos princípios da legalidade, da isonomia, eficiência, para virar um trampolim de projetos políticos pessoais dos seus representantes, vemos um direcionamento a politização partidária da nossa instituição, de forma triste e lamentável, o lobby politico. Quem sabe podemos aproveitar essa eleição e elegermos um candidato isento dessa mesmice, dessa politicagem, possamos voltar a defender temas que diz respeito ao dia a dia profissional da classe advocatícia. Tenho minhas ideologias e escolhas politicas, filosóficas e partidárias, mais não tem nada haver com a minha profissão advocatícia que tenho exercido. Não somo obrigados a continuar dando aval a esses supostos líderes que pensam mais em seus projetos políticos partidários, que na defesa dos interesses da classe profissional. Se querem eleger-se pra determinado cargo que se filiem a vossos partidários e sejam candidatos. É imoral utilizar-se a instituição para sua auto promoção por cargos públicos, candidaturas politicas a cargos eletivos, como seremos uma instituição independente se nos encontramos aliados a este ou aquele partido politico. Já fiz minha escolha, e não vou expô-la aqui pelo fato de que provavelmente não seria postado este comentário. Mais contínuo a dizer que não dou ibope para esses sujeitos que se dizem representantes da classe profissional, mais na verdade almejam cargos públicos, cargos eletivos, vagas nos Tribunais STJ/STF/TSE/TCU/STM/TJ'S/TRF'S.

Marcos Alves Pintar disse:
21 de outubro de 2015 às 21:20

Infelizmente ainda falta aos advogados brasileiros maturidade na olha de fazer escolhas que interessam à classe. Como bem lembrado pelo Eduardo.Oliveira (Advogado Autônomo), as conclusões de alguns sobre os candidatos eram patéticas. Dizia-se que Toron era "advogado do PT", que iria acabar com o convênio com a Defensoria, que iria abrir a advocacia brasileira para advogados estrangeiros. Alguns imaginavam que se Toron ganhasse no dia seguinte iriam estar disputando lugar na fila do protocolo com advogados Ingleses, Alemães e Canadenses... Era de dar penal. A meu ver a causa primária desse problema é o grande número de advogados que não são advogados. Hoje temos quase 1 milhão de inscritos, mas a grande maioria é formada por quem apenas declara ser advogado, sem exercer efetivamente a advocacia. Muitos se inscrevem apenas para computar tempo para concursos públicos, e pouco se importam com os destinos da advocacia. A meu ver, deveria ter direito a voto apenas os advogados que declararem ter a advocacia como principal atividade econômica, e sem intenção de mudar de profissão. Se isso ocorresse, o número de votantes cairia em 90% e a qualidade do voto melhoraria consideravelmente.

Marcos Alves Pintar disse:
21 de outubro de 2015 às 21:23

Quanto à chapada de Sayeg, segue o modelo atual de candidaturas e campanhas: vazio absoluto! Não há ideias, propostas ou iniciativas. Apenas o velho "junte-se a nós e lucre depois com isso se ganharmos", e nada mais.

SilmaraVeiga disse:
21 de outubro de 2015 às 22:41

Analisando propostas de todos os candidatos e chance destas se tornarem realidade, as do Dr. Ricardo Sayeg são de longe, as melhores.

Raul Haidar disse:
22 de outubro de 2015 às 08:20

Não existe e não pode existir o "cargo" de "co-presidente". Assim, é ridícula, além de totalmente ilegal, a afirmação de que haveria um "gabinete" em Campinas para que a postulante à vice-presidência, na hipótese de não participar da eleição, possa "encaminhar" pedidos de advogados do interior. Não posso acreditar que tão disparatada idéia seja verdadeira!

Neli disse:
22 de outubro de 2015 às 09:58

Nossa, que qualificação para ser presidente da OAB!!!! Só que jamais terá meu voto! Não se deve colocar Deus como requisito para alguma candidatura.É usar o nome Dele em vão.O Estado é laico!A OAB é laica, e se o seu presidente(candidato) for ateu ou crente em Deus, jamais deveria ser levado em consideração na hora do voto. Não basta o princípio da imunidade tributária para religião inserido na CF? Aliás, sou católica, conheço a Bíblia e sigo o pensamento de Cristo:dê a César o que é de César e a Deus o que é de Deus.Alguém ser "temente a Deus" não leva meu voto!Em quem votarei para a eleição na OAB? Nem Deus sabe!

João Roberto de Napolis disse:
24 de outubro de 2015 às 16:32

Faço minha a análise do colega Marcos Alves Pintar. Entretanto vou mais além, a Ordem em uma demonstração inequívoca de maturidade política e democrática deveria estabelecer, o quanto antes, o voto facultativo. Sem esquecer que a Ordem nos abandonou completamente no caso do IPESP, preocupando-se com assuntos outros de nenhum interesse para a advocacia e para os advogados militantes, nenhum deles terá meu sufrágio.

Dr. Bueno disse:
25 de outubro de 2015 às 03:57

Apóio Sayeg e quero refutar o comentário feito pela colega procuradora do município. Realmente, o Estado é laico. A OAB é laica. Sayeg não colocou Deus como requisito de sua candidatura. Aliás, em todas as vezes em que estive com Sayeg, em momento algum ele revelou a mim que era protestante ou de determinada religião. Eu só soube de sua fé cristã, porque tentei falar com ele numa certa noite e ele estava num certo compromisso religioso, mas me deu retorno na mesma noite. O Estado é laico, mas isso não significa que os dirigentes sejam laicos. O Estado é laico, mas isso não significa que as pessoas sejam laicas. "Dar a César o que é de César" não significa que um candidato da OAB não possa revelar publicamente, numa ou noutra ocasião, sua fé cristã, pois o Estado é laico, mas as pessoas não! Durante sua gestão, ele será avaliado pelos seus atos de administração e não pela sua fé. E as propostas da Chapa de Sayeg? Analise-as.

Mauro Scheer disse:
25 de outubro de 2015 às 11:51

A impugnação de Teresa Doro é ilegal; ela será restituída à vice-presidência da chapa de Ricardo Sayeg ou pelo recurso ao Conselho Federal, já protocolizado, ou por decisão de mandado de segurança. Retirar da eleição uma senhora de quase 80 anos e mais de 40 de profissão por supostamente não deter 5 anos de inscrição na ordem é imoral, ilegal e vergonhoso. Isso mostra o quanto a comissão eleitoral da OABSP está aparelhada pela atual situação. Afinal de contas, por que tanto medo da Teresa?

Marcelo_drum disse:
26 de outubro de 2015 às 00:08

Tsc tsc. Valeska Zanin Teixeira nada mais é do que filha de Roberto Teixeira, compadre de Lula (que morou de graça numa de suas casas), o qual é padrinho de Valeska Zanin.

De novo?

Marcelo_drum disse:
26 de outubro de 2015 às 00:08

Tsc tsc. Valeska Zanin Teixeira nada mais é do que filha de Roberto Teixeira, compadre de Lula (que morou de graça numa de suas casas), o qual é padrinho de Valeska Zanin.

De novo?

Carlos disse:
26 de outubro de 2015 às 15:46

Repito o que já venho dizendo: Tereza Dóro não merece crédito, pois abandonou mandato no início por cargo político em Campinas. Se afastou da classe e agora tentar voltar...
Brigou com sua diretoria, disse em alto e bom som que não seria candidata à reeleição... e foi. Uma vergonha.
A chapa com seu nome perde crédito!

José_Jr disse:
26 de outubro de 2015 às 21:44

A regra de 5 anos ininterruptos no exercício da advocacia é conhecida de todos e consolidada pelo conselho federal. Todos na Chapa 13 sabiam do fato e usam Teresa Dóro e este recurso esdrúxulo (e outros recursos serão usados até o dia da eleição) para disfarçar as verdadeiras intenções dos petralhas: emplacar a afilhada de Lula na OABSP. Não passarão!

José_Jr disse:
26 de outubro de 2015 às 21:44

A regra de 5 anos ininterruptos no exercício da advocacia é conhecida de todos e consolidada pelo conselho federal. Todos na Chapa 13 sabiam do fato e usam Teresa Dóro e este recurso esdrúxulo (e outros recursos serão usados até o dia da eleição) para disfarçar as verdadeiras intenções dos petralhas: emplacar a afilhada de Lula na OABSP. Não passarão!

Marcelo_drum disse:
26 de outubro de 2015 às 21:58

Lamentável a ofensa proferida por Teresa Dóro: "dar um tiro no próprio pé que restou" não me parece palavras nobres de quem se autoproclama a maior advogada do interior de São Paulo. Mais do que impugnação, merece internação por incapacidade mental

Marcelo_drum disse:
26 de outubro de 2015 às 21:58

Lamentável a ofensa proferida por Teresa Dóro: "dar um tiro no próprio pé que restou" não me parece palavras nobres de quem se autoproclama a maior advogada do interior de São Paulo. Mais do que impugnação, merece internação por incapacidade mental

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