Leia o depoimento completo de Marcelo Odebrecht na “lava jato”

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Esta é a primeira vez que Marcelo Odebrecht, preso desde junho, depõe.
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O presidente da holding do grupo Odebrecht, Marcelo Bahia Odebrecht, foi à 13ª Vara Federal de Curitiba nesta sexta-feira (30/10) para prestar depoimento na operação "lava jato", que investiga corrupção na Petrobras. Preso desde o dia 19 de junho, esta é a primeira vez que o executivo depõe.

Acompanhado de seus advogados, liderados por Nabor Bulhões, ele entregou ao juiz federal Sergio Fernando Moro, responsável pelos processos decorrentes da "lava jato", sua manifestação por escrito. Em 19 páginas de perguntas e respostas, ele aborda questões de grande repercussão, como bilhetes e e-mails que são apontados como provas no processo.

Clique aqui para ler a íntegra do depoimento.

Marcos de Vasconcellos

é chefe de redação da revista Consultor Jurídico.

hammer eduardo disse:
30 de outubro de 2015 às 15:25

Depois da catastrófica "amarelada" do Ministro Joaquim Barbosa , o posto de Super-Heroi da Justiça brasileira tem sido preenchido brilhantemente pelo Juiz Sergio Moro e seus "Untouchables" de Curitiba. Todas as forças do lado escuro tem trabalhado dia e noite para catar pelo em ovo ou procurar uma brecha milimétrica que seja para desacreditar a lava jato porem ate agora felizmente sem sucesso. A "bancada petralha" no STF esta observando cuidadosamente os desdobramentos e já sinalizou sem maior espaço para duvidas que desarmará todas as bombas oriundas da lava jato que por la aparecerem , é a sagração da republica do "veja bem" atualmente em voga no Brasil. De qualquer maneira tanto Eu quanto outros milhões de brasileiros estamos admirados com a capacidade técnica do pessoal de Curitiba em manter os "perfumados" próximos ao "pudê" enjaulados algo simplesmente INIMAGINAVEL ate poucos dias atrás . Se bem recordam , no máximo iam ate a delegacia mais próxima e depois de um tratamento Vip ate com direito a cafezinho e agua gelada , eram liberados pois afinal de contas "num pudemu mantê u dotô na cana que é historicamente reservada aos famoso 3P". Brincadeiras a parte era assim que funcionava e esperamos que os "Curitiba boys" tenham revertido essa nojeira em definitivo.
Por outro lado fico espantado com tanta inocência e desconhecimento dos fatos reunidos em lugar só. Certamente ao saírem da grade ( algum dia mais a frente isto ocorrerá , obvio) serão todos canonizados pelo Papa Francisco devido a suas respectivas apresentações publicas como Santos e milagreiros .
O momento é gravíssimo e so poucos percebem , 1964 ocorreu por menos de 5% da lama podre atual , não esqueçamos!

andreluizg disse:
30 de outubro de 2015 às 17:47

Um depoimento escrito juntado no processo penal? Qual a natureza jurídica?

Heber Menezes disse:
30 de outubro de 2015 às 23:53

Um play boy, bem treinado, querendo dar o "migué" na justiça - não fará uso ao silêncio mas só "responde" às indagações formuladas por si mesmo; um famoso advogado, amigo dos reis, e por isso mesmo acostumado com os privilégios processuais das Cortes (as superiores, é claro), sendo frustrado com o seu costumeiro "drible da vaca" processual; um juiz que se investe na função de acusador, fala antes das partes e que claramente objetiva apenas fundamentar a condenação já há muito divisada. Pois bem. O fundo do nosso buraco é mesmo fluido e não encontra limites. Estamos perdidos.

Helio Telho disse:
01 de novembro de 2015 às 19:33

Só o acusado pergunta e ele mesmo responde.
O direito ao silêncio levado ao ápice da esculhambação.
O processo penal no Brasil é uma piada.

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