Com o objetivo de diagnosticar as violações de garantias de advogados em sua atuação profissional, a Ordem dos Advogados do Brasil criou Sistema de Monitoramento de Violência, interligado a todas as seccionais. O programa foi apresentado na última quinta-feira (24/9), durante o V Encontro Nacional de Defesa das Prerrogativas e será apresentado ao Conselho Pleno da Ordem ainda neste ano.
As seccionais vão poder inserir ocorrências de violência física e psicológica sofridas por advogados, fornecendo detalhes sobre os casos, como tipo, nome da vítima e envolvidos, além de atualizar com as medidas administrativas e judiciais tomadas pela Ordem. As informações poderão ser classificadas como confidenciais.
Por meio da Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas, o Conselho pretende usar os dados para elaborar relatórios sobre a situação no país. A ideia do sistema surgiu após a morte de 12 advogados no Pará, fato que a Ordem levou à Organização dos Estados Americanos.
O presidente da comissão de defesa das prerrogativas Leonardo Accioly explicou que o sistema vai possibilitar a criação de mecanismos institucionais, educativos e preventivos contra os abusos. Com informações da Assessoria de Imprensa do Conselho Federal da OAB.

A agressão, nos termos referidos pela nota, é o mais avançado estágio do desrespeito, da falta de consideração. Não há como cogitar de "prerrogativas" quando o respeito essencial deixa de existir.
A porta foi arrombada, mas não adianta trocá-la. É preciso reerguer, reconstruir alicerces com o mínimo de solidez.
Quanto cinismo e hipocrisia por parte da OAB! Tudo o que a Ordem "diz que agora vai fazer" é o que já está na lei há muitos anos, e é sistematicamente desrespeitado pela Instituição, que não se importa com os advogados. Toda vez que se aproximam as eleições é a mesma coisa. Blá-blá-blá de todo tipo, tentando esconder as omissões e tentar convencer os desavisados que "agora vai" visando obter voto nas urnas.
Assassinato é assassinato, não importa quem seja a vítima. O que há de se fazer é um combate sistemático à criminalidade pesada, mas.... sem prisão. Por favor, isso não. O ideal seria conselhos, tratamentos psicológicos, bons exemplos, adoção de bandidos pela sociedade para que se proporcione igualdade de oportunidades, etc . Quem sabe isso seria resolvido definitivamente. Fica a sugestão.
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