Os servidores do Poder Judiciário Federal deverão receber um aumento total de 41%, dividido em oito parcelas a serem pagas entre junho deste ano e julho de 2019. A medida de reajuste de salário está disposta em projeto de lei aprovado nesta quarta-feira (29/6) pelo Plenário do Senado.
Além do aumento, a gratificação judiciária, hoje correspondente a 90% do vencimento básico, chegará gradualmente a 140%, em janeiro de 2019. O projeto prevê ainda reajustes para cargos em comissão de até 25% e o pagamento de gratificação por qualificação para técnicos do Judiciário que concluam cursos superiores.
Os servidores do Ministério Público Federal terão aumento de 12% no vencimento básico de analistas e técnicos, escalonado em oito parcelas semestrais até dezembro de 2019. Além disso, o texto aprovado reajusta em 16% ou 25%, dependendo do nível dos valores dos cargos em comissão, e cria três cargos: o de secretário-geral do Ministério Público, o de secretário-geral do Conselho Nacional do Ministério Público e o de chefe de gabinete do procurador-geral da República, com remuneração de R$ 15 mil mensais.
Mais cedo, o ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, esteve na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado prestando esclarecimentos sobre os impactos orçamentários dos dois projetos. Segundo ele, o Orçamento Federal de 2016 prevê os reajustes, o que significa que há verba prevista para arcar com o gasto.
A partir do próximo ano, o impacto dos reajustes salariais sobre as contas públicas será mais expressivo. O reajuste do Judiciário consumirá R$ 4,77 bilhões em 2017, R$ 6,54 bilhões em 2018 e R$ 9,26 bilhões em 2019, totalizando um gasto de R$ 22,26 bilhões em quatro anos. Para o Ministério Público, o efeito sobre as contas públicas chegará a R$ 779,9 milhões em 2017, R$ 1,03 bilhão em 2018 e R$ 1,42 bilhão em 2019, totalizando R$ 3,53 bilhões.
Os dois projetos seguem agora para sanção do presidente da República em exercício, Michel Temer. Com informações da Agência Brasil.

Tudo indica que esse (des)governo, mais parece com a "casa da tia Joana". Inconsistente e frouxo, o que certamente o min. Meireles, se assim continuar a politicagem Temer, não continuará no cargo.
É verdade que tiraram um poste (Dilma) que se encontrava no meio da rua, causando transtorno e acidentes a todos, mas a ausência de autoridade no governo parecer que continua.
Criar impostos para pagar e sustentar servidores públicos que já gozam de altos salários, em momento totalmente inoportuno, é abusar da inteligência dos cidadãos.
Preparem-se para eleições no final do ano.
primeiro irão se acertar com o judiciário e o mp, pois ambos pertencem a um outro país e que não sofrem ajuste fiscal algum, depois aprovam a pec para barrar aumentos ao servidores do executivo.
Me soa ilógico o que se passa com o funcionalismo. De um lado a Justiça do Trabalho, após gastar 92% do orçamento de 17,1 bi, ameaça "fechar as portas". De outro os servidores deste mesmo judiciário recebendo aumento. Qual o objetivo? Comprometer todo o orçamento com gasto de pessoal?
É por essas e outras que devemos ter mais cuidado ao votar para deputados e senadores do que para presidente!
Antes que venham as ladainhas despiciendas do "eu estudei" ou "vão estudar", saibam que nem "50 doutorados" justificam os altíssimos salários e a produtividade pífia de boa parte.
Acho que os servidores públicos são os únicos trabalhadores que conseguem um reajuste desses em tempos de gravíssima crise econômica. Mas está tudo certo, porque esse dinheiro não é de ninguém mesmo então vamos dar uma casquinha dele para os servidores.
E a colocação do Jose Carlos Garcia (Advogado Autônomo) também faz todo o sentido, e ai vale aquela velha história "farinha é pouca meu pirão primeiro". Ou seja, serviços públicos de qualidade sim, porém primeiro o meu aumento salarial e dos meus benefícios. E se tiver que escolher entre um e outro, tenham certeza que a escolha será pelo segundo em detrimento do primeiro.
Se não tiverem aumento eles não poderão viajar todos os finais de semana, não poderã
Esse povo deve é parar de "olhar o próprio umbigo" e observar os vencimentos de um médico, de um professor, de um policial... Se quer "vida de marajá", case-se com um, então!
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