É descabido usar o interesse público para justificar a divulgação de conversas telefônicas entre pessoas públicas, como se as autoridades ou seus interlocutores estivessem desprotegidos em sua intimidade e privacidade. Assim entendeu o Supremo Tribunal Federal, nesta quinta-feira (31/3), ao considerar que a divulgação de telefonema entre a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) violou o direito fundamental à garantia de sigilo.
Por votação unânime, o Plenário da corte manteve liminar que suspendeu a divulgação de conversas tornadas públicas pelo juiz federal Sergio Fernando Moro, em meio à operação “lava jato”. A decisão desta quinta também determina que fiquem no Supremo todas as investigações que envolvem Lula, até a análise do mérito. Esse entendimento foi por maioria de votos (8 votos a 2).
No dia 16 de março, Moro considerou que o interesse social era suficiente para retirar o sigilo de investigações contra Lula em andamento na 13ª Vara Federal de Curitiba. O problema é que, em uma das interceptações telefônicas, o ex-presidente falava ao telefone com Dilma.
Sem analisar a validade do grampo ou o conteúdo do diálogo, o ministro Teori Zavascki, relator do caso, disse que a conversa não poderia ter sido divulgada ao público. Além da garantia fundamental do sigilo, ele considerou que o juiz federal não tinha competência para avaliar as provas coletadas. Mesmo que o alvo das interceptações não tivesse foro por prerrogativa de função, a mera presença da presidente da República levaria os autos ao STF.
Teori afirmou que é preciso punir todos os responsáveis por crimes, independentemente do cargo ocupado, porém defendeu que esse combate deve respeitar a Constituição. Medida contrária, afirma, “pode reverter justamente no resultado contrário”. “Não será a primeira vez que, por força de cometimento de ilegalidade no curso das investigações ou no curso da ação penal, o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça anularam procedimentos penais nessas situações.”
Para o ministro Marco Aurélio, “não há justificativa plausível para uma divulgação como a que ocorreu nesse processo, (…) que colocou mais lenha em uma fogueira cuja chama já estava muito alta, em prejuízo da paz social e da segurança jurídica”.
O decano Celso de Mello afirmou que o dever de proteção constitucional precisa ser respeitado “mesmo que o clamor popular se manifeste contrariamente”.
“Foro provisório”
A maioria dos ministros também entendeu que cabe ao tribunal, e não ao juízo de primeira instância, definir se os autos serão desmembrados. Os ministros Luix Fux e Marco Aurélio ficaram vencidos nesse ponto, por não verem sentido em suspender investigações de pessoas sem foro especial.
O presidente da corte, ministro Ricardo Lewandowski, apontou que já é pacificado o entendimento de que juízo incompetente não pode tomar qualquer procedimento. Ele relembrou que já há proposta de súmula vinculante para definir que qualquer citação a autoridade deve ser enviada imediatamente ao tribunal competente (PSV 115, hoje em análise no gabinete de Teori).
Segundo Lewandowski, existem hoje juízes que cometem “múltiplos abusos” ao investigar pessoas com prerrogativa de foro, sob o argumento de encontros fortuitos de provas. Ele negou, porém, ter feito qualquer referência a Sergio Moro.
O advogado-geral da União, José Eduardo Cardozo, fez sustentação oral representando a presidente. Ele disse que mesmo um magistrado “culto, zeloso, trabalhador e abnegado”, como Moro, precisa atuar com limites. Segundo Cardozo, divulgar conversa do chefe do Poder Executivo viola a segurança nacional, mesmo que o conteúdo do diálogo não trate de assunto do governo federal.
Antes do julgamento, Moro havia enviado ofício a Teori para explicar seu ato. Ele afirmou não ter enviado o material ao Supremo por falta de indícios de que Dilma tenha cometido atos ilícitos ou tentado atrapalhar investigações. “Diante da controvérsia decorrente do levantamento do sigilo (…), compreendo que o entendimento então adotado possa ser considerado incorreto, ou mesmo sendo correto, possa ter trazido polêmicas e constrangimentos desnecessários”, declarou.
Rcl 23.457
* Texto atualizado às 17h20 e às 18h15 do dia 31/3/2016 para acréscimo de informações.
O ex-presidente e a atual presidente tenta fraudar a justiça e ainda assim se dizem ter o "direto à intimidade", sendo que no caso nem ilegais as escutas foram.
No Brasil é assim, a pessoa comete o crime e depois ainda sai criticando os investigadores dizendo que estão "ferindo direitos fundamentais dos acusados".
Apesar de algumas confusões na imprensa sobre o significado da decisão do STF, o que fez a Corte foi ratificar sua jurisprudência quanto ao poder exclusivo que tem sobre a análise do desmembramento, ou não, de investigações que envolvam autoridades com prerrogativa de foro. A Suprema Corte não foi além disso: caberá ao ministro Zavascki dizer o que fica na Corte e o que eventualmente será desmembrado para a justiça federal do Paraná. Simples assim.
Depois da Pizza em preparo, era possível suspeitar que a sobremesa seria a marmelada.
Não passaram.
A questão é fácil de ser compreendida. A garantia da inviolabilidade do sigilo das comunicações telefônicas é garantia individual, cláusula pétrea da Constituição Federal. Assim, o princípio constitucional do sigilo JAMAIS entrará em colidência ou poderá estar acima da garantia da inviolabilidade do sigilo telefônico. Nessa linha, o argumento do juiz federal Moro no sentido de que haveria "interesse público", e assim provas sigilosas poderiam ser divulgada não passa de uma verdadeira aberração jurídica, fruto das épocas estranhas que estamos vivendo. Em boa hora, finalmente, o Supremo corrigiu rápido essa verdadeira lambança jurídica, fruto do pulso fraco do Conselho Nacional de Justiça e dos falidos órgãos correcionais da Justiça Federal. Como bem disse o Ministro Teori, a ilegalidade deve ser combatida doa a quem doer, e isso inclui também magistrados, que não podem sair por aí a pretexto de finalidades públicas violando a lei e a Constituição.
Política é credibilidade e.... saber fazer política.
Ambos já não existem mais no atual governo.
O que vemos agora é uma simples (mas renhida) luta do poder pelo poder.Pois o poder pode ser tão arrebatador e viciante quanto qualquer outro artifício que entorpece o homem e sua alma, falseando o conceito de finitude e camuflando o real valor que tem uma pessoa.
Considero que estamos vivendo tempos enlouquecidos.
Dizem que o conceito de loucura é fazer as mesmas coisas querendo resultados diferentes.
O Brasil se tornou a caricatura de si mesmo.
Nos últimos dias tenho estudado a chamada Operação Mãos Limpas ocorrida na Itália. Como resultado dessa ação combatendo a corrupção, a Itália deixou de ser um país corrupto para se tornar mais recentemente um país ultra-super-hiper-corrupto. É que na medida que políticos e empresários que aqui e ali praticavam alguns atos de corrupção foram extirpados da vida pública, os cargos e funções foram preenchidos por pessoas pior ainda. Como se sabe, embora tenha tido um crescimento notável na "era dos corruptos" a Itália mergulhou em uma profunda crise econômica após a Mãos Limpas, com políticos da estirpe de Berlusconi e outros. E não tenho dúvidas de que o PT precisa ser extirpado do poder. Também não tenho dúvidas de que a era petista significou para o País uma época incomum de criminalidade estatal, que precisa ser duramente combatida. Mas, se for para tirar os petistas corruptos para que outros bandidos assuma o poder eu não quero. Não precisamos disso. Nenhum juiz, a pretexto de salvaguarda o "interesse público" deve estar autorizado a violar a lei e a Constituição. Assim o fazendo, ele se iguala aos bandidos que deveria julgar, e é o que infelizmente vem ocorrendo na pirotécnica da Operação Lava Jato.
Agora que o senhor MAP descobriu que vivemos em uma cleptocracia? Antes tarde do que nunca!!! Agora, tirando a ideologia de recreio escolar, o país não pode parar, quem cometeu crime deve ser punido e quem cometeu irregularidades responsabilizados, só, e esse caso deve permanecer no supremo pela competência , Moro errou ao divulgar as escutas do ministro e da presidente, errou e sabe que errou, reconheceu o erro, um grande profissional está sujeito a erros.
Agora que o senhor MAP descobriu que vivemos em uma cleptocracia? Antes tarde do que nunca!!! Agora, tirando a ideologia de recreio escolar, o país não pode parar, quem cometeu crime deve ser punido e quem cometeu irregularidades responsabilizados, só, e esse caso deve permanecer no supremo pela competência , Moro errou ao divulgar as escutas do ministro e da presidente, errou e sabe que errou, reconheceu o erro, um grande profissional está sujeito a erros.
A partir de agora, mais nenhum diálogo com conteúdo jurídico-penal pode vir a público. Pelo bem da privacidade e inviolabilidade das conversações telefônicas, ainda que diga respeito a fatos criminosos praticados pelo cidadão. Engraçado que hoje mesmo foi divulgada decisão do Celso de Mello indeferindo a decretação de sigilo em investigação criminal na qual há informações bancárias e relacionadas a gastos pessoais, embora o art. 5, X, da CF assegure a inviolabilidade da vida privada e da intimidade. Mas então a garantia constitucional à privacidade não se aplica a outras espécies de sigilos? Mais, se decisões judiciais se fulcram e diálogos interceptados, então a partir de agora não poderá mais ser publicada? Ou deve o magistrado fundamentar fazendo referência genérica aos autos de interceptação? Ou os autos tramitarão sempre e pra sempre em segredo de justiça? -de-imprensa/noticias-df/sala-de-imprens a/docs/DennciacasoJSSafra_1.pdf br/>Particularmente, abomino qualquer forma de sigilo relacionado a fatos delituosos em procedimentos criminais, ainda mais envolvendo agentes públicos, salvo em situações excepcionalíssimas. Uma coisa é a inviolabilidade de dados ou conversas de índole particular e privada que não guardam relação com prática de infração penal, outra, bem distinta, é o uso dessa importante garantia para praticar crimes, cujas provas não são abrangidas pelo sigilo.
Por falar nisso, alguém por favor avise ou entre com uma medida judicial contra essa denúncia oferecida pelo MPF na Zelotes, pois toda ela é escrita com base em diálogos e mensagens interceptadas e está disponível ao público
http://www.mpf.mp.br/df/sala
...<
Espero que seja mais uma decisão casuística dessa Suprema Corte que a cada dia parece querer reiventar a roda.
A partir de agora, mais nenhum diálogo com conteúdo jurídico-penal pode vir a público. Pelo bem da privacidade e inviolabilidade das conversações telefônicas, ainda que diga respeito a fatos criminosos praticados pelo cidadão. Engraçado que hoje mesmo foi divulgada decisão do Celso de Mello indeferindo a decretação de sigilo em investigação criminal na qual há informações bancárias e relacionadas a gastos pessoais, embora o art. 5, X, da CF assegure a inviolabilidade da vida privada e da intimidade. Mas então a garantia constitucional à privacidade não se aplica a outras espécies de sigilos? Mais, se decisões judiciais se fulcram e diálogos interceptados, então a partir de agora não poderá mais ser publicada? Ou deve o magistrado fundamentar fazendo referência genérica aos autos de interceptação? Ou os autos tramitarão sempre e pra sempre em segredo de justiça? -de-imprensa/noticias-df/sala-de-imprens a/docs/DennciacasoJSSafra_1.pdf br/>Particularmente, abomino qualquer forma de sigilo relacionado a fatos delituosos em procedimentos criminais, ainda mais envolvendo agentes públicos, salvo em situações excepcionalíssimas. Uma coisa é a inviolabilidade de dados ou conversas de índole particular e privada que não guardam relação com prática de infração penal, outra, bem distinta, é o uso dessa importante garantia para praticar crimes, cujas provas não são abrangidas pelo sigilo.
Por falar nisso, alguém por favor avise ou entre com uma medida judicial contra essa denúncia oferecida pelo MPF na Zelotes, pois toda ela é escrita com base em diálogos e mensagens interceptadas e está disponível ao público
http://www.mpf.mp.br/df/sala
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Espero que seja mais uma decisão casuística dessa Suprema Corte que a cada dia parece querer reiventar a roda.
Primeiramente, como guardiã da Lex Mater, a Suprema Corte decidiu e agiu rigorosamente de maneira coerente e precisa. Constatados os abusos de poder e de autoridade, praticados por iniciativa do sr. Moro, ou de quem quer que seja, têm, sim, que ser sumariamente sopesados pelo tribunal competente, tão simples assim. Teratológico, no entanto, o comentário de quem alardeia - sem qualquer base jurídica - a tal "pizzaria". Na temerária ótica, vivemos ainda na idade média, e, portanto, vale tudo, inclusive a flagrante violação do ordenamento jurídico, no dissimulado escopo de fazer vingar dúbios e despropositados conceitos, aliás, típicos de adeptos de "tribunal de exceção"! É de todo oportuno resgatar o bom senso, basta de histrionices e verdugos plantonistas da Lei Maior. O advogado consciente de seu mister, encoraja, isto sim, a defesa e preservação das vigentes normas legais. O resto, não passa de um jogo de cena inescrupuloso de quem não tem nada de consistente a sustentar o seu sofrível argumento. Paz Bem!
O poder Judiciário na sua Essência, seria em tese o pode moderador, fiscalizador e soberano para fazer cumprir as leis. E defender o Povo do poder Executivo! Mas o que esperar deste se eles são nomeados, e normalmente como trocas partidárias!
Todo dia vazam interceptações telefônicas de investigados/criminosos para a imprensa e nunca se vê ninguém fazendo uma defesa tão ferrenha como agora quando o chefão da quadrilha foi pego com a "boca na botija". O que o chefão tem de diferente de qualquer outro cidadão para que o caso dele gere todo esse "samba do crioulo doido" no STF?
Aliás, o AGU que no caso demostenes disse que não houve qualquer ilegalidade nas escutas, agora esbraveja a não poder mais que as escutas no caso do Brahma foram "ilegais" e "inconstitucionais".
Mas enfim, no Brasil é assim, todo mundo critica a marmelada que é o processo criminal, mas quando é para tomar medidas para trazerem um MINIMO de seriedade para o processo acontece isso ai.
No mais, como já diria o ditado, tudo como dantes no quartel de abrantes.
O poder Judiciário na sua Essência, seria em tese o pode moderador, fiscalizador e soberano para fazer cumprir as leis. E defender o Povo do poder Executivo! Mas o que esperar deste se eles são nomeados, e normalmente como trocas partidárias!
Não se comenta mais o erro do juiz, a ser apurado em processo administrativo, mas a situação do homem mais honesto que já nasceu e passou por este país, como se auto intitula, ao que tudo indica compartilhou da mesma placenta do outro também não menos honesto Paulo Maluf.
E assim caminha o Brasil da hipocrisia jurídica.
Muitos falam em pensar "fora da caixa", mas parece que a caixa em que se encontram alguns "juristas" é blindada. Pessoas públicas, que vivem da vida pública, supostamente na lida do interesse público, não podem, ou ao menos não deveriam, pleitear para si a garantia do sigilo, mormente quando se valem dele para subverter a ordem pública e subtrair as riquezas da nação. Enfim, o que se vê é quando o interesse privado de um(ns) prevalece sobre o interesse de todo um povo.
Quando estão a falar de algum Deus (leia-se Ministro do STF) aí a coisa tem outro viés. O caso do Senador Delcídio do Amaral foi a mesma coisa, porém, a consequência para ele foi mais deletéria. Filmaram e gravaram uma conversa particular, sigilosa e também autorizada judicialmente, mas a divulgaram, pois alí havia escrúpulo em ofender um Deus. Quanta hipocrisia desse STF.
Divulgar conversas da Presidente da República fazendo de tudo para salvar a pele de um aliado não pode, mas divulgar um Senador querendo usar a influência com a Corte, pode. Ah pode!!!
Estou me juntando, com todo o fervor, a uma corrente, que se avoluma nas redes sociais, e que entende que, a partir de agora, o Juiz Sérgio Moro, digno e insigne Magistrado, já tantas vezes até ameaçado de morte por sindicalistas, e de quem Lula, na frente das câmeras de TV não se avexou de INSTIGAR a violências contra o ele, "que NÃO SABE O MAL que JÁ FEZ ao PAÍ !", REQUEIRA A SUA APOSENTADORIA, e VÁ PARA O EXTERIOR, preparar futuros Advogados, em excelentes faculdades do Mundo. Sou dos que ACREDITA que o BRASIL NÃO MERECE MORO, como afirmou dias desse um Colega nosso. Moro tem se sacrificado. Moro demonstrou que é LUTADOR, CORAJOSO, EMPENHADO em BUSCAR a VERDADE, mas NÓS TEMOS um PAÍS, como Lula afirmou nas gravações, CUJO EXECUTIVO, desde que NOMEIE ALGUÉM, REQUER DESSE NOMEADO um GESTO SEMPRE FLAGRANTE de RECONHECIMENTO e de DEDICAÇÃO. Moro é Digno. Moro NÃO PRECISOU de LULA para ser ALÇADO PELO POVO e por SUAS DECISÕES, mas esse mesmo POVO que o alçou é MINORITÁRIO no processo eleitoral corrompido do País, e, portanto, MORO é UM DOM QUIXOTE, e que NÃO PODE SE PERMITIR se TRANSFORMAR em DOM PIXOTE, como Lula e aqueles que lhe SÃO AGRADECIDOS, preferem que assim seja.
Notamos a grande preocupação de alguns Ministros em registrar que seus posicionamentos nada tinham a ver com o Juiz Moro! Mas tal atitude, além de despicienda, soou ridícula, porque não me consta que o Juiz Moro, em nenhum momento carecesse desse tipo de "homenagem". Assim, tudo soou, a meu ver, falso e demagógico. Foi uma espécie de ato de Pilatos. Portanto, estou me inscrevendo na RELAÇÃO dos QUE TORCEM e APOIAM a DECISÃO de MORO deixar o JUDICIÁRIO, para quem o MERECE!
COM A JUSTIÇA QUE TEMOS, com as demonstrações de inconsistências enormes que já CONSTATAMOS, começa a ganhar força a CONVICÇÃO de que o JUIZ MORO já DEMONSTROU o que TENTOU FAZER! __ Todavia, Juiz Moro, não destrua a sua VIDA com um sistema que prefere fazer direito e justiça de maneira diferente.
A distorção é completa. Ao mesmo tempo que Ministros dão aula reclamando do foro privilegiado para autoridades, na condição de professor, temos esse mesmo Ministro abrindo os olhos da Justiça, para que ela saiba sempre QUME DEVE SENTAR, quando assim for o caso, no banco dos Réus, se até lá os crimes não estiverem prescritos. É a lição de IMPUNIDADE que começou a ser organizar. JUIZ MORO, siga a corrente que preconiza sua APOSENTADORIA PRECOSSE, NÃO LHE FALTARÃO UNIVERSIDADES QUE O ACOLHAM, PARA QUE SEUS ALUNOS POSSAM TER REAIS AULAS DE DIREITO, JURISPRUDÊNCIA E A TECNICA DA ABORDAGEM DESSES TIPOS QUE CONTINUARÃO A POVOAR O BRASIL POR MUITOS E MUITOS ANOS, PORQUE O SISTEMA VENEZUELANO DE ABORDAGEM DE TEMAS JURÍDICOS QUE INTERESSEM AO GOVERNO ESTÁ FIRME E SERÁ EM BREVE!
Antes do Mensalão essa tal Constituição da República estava morta. Daí renasceu. Depois morreu novamente. Agora no Petrolão, eis que renasce.
Logo o povo vai estar na rua: FORA STF!
É o Brasil. Golpe Militar. Golpe de Estado (nomeação de Lula). E agora, Golpe Judicial. Deve ser por isso que a "presidenta" fala tanto em golpe.
Tente alguém colocar em debate na Suprema Corte, por exemplo:
Art. 7º. São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais, além de outros que visem à melhoria de sua condição social:
IV - salário mínimo , fixado em lei, nacionalmente unificado, capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia, alimentação, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e previdência social, com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo, sendo vedada sua vinculação para qualquer fim;
Então. Está na Constituição da República!
Se alguem é culpado disso estar remando contra a nação são esses ministros a serviço do crime organizado para continuar em seus cargos comissionados e tendo acobertamento do governo!!!!
Com o andar da carruagem, falta agora indiciar Barack Obama e os agentes da Agência Nacional de Segurança dos EUA, pelos grampos à presidente Dilma revelados pelo Wikileaks. O difícil será identificar o foro competente... Será o STF com Teori, o juiz Moro, ou a Suprema Corte americana? Sei não...
Lamentável , constatar-se , uma vez mais , a reiterada/censurável parcialidade do Conjur , começando com um capcioso título , tentando , novamente depreciar a incansável , estafante , determinada e inigualável jurisdição do Juiz Dr. Sérgio Moro e sua briosa equipe , passando a limpo o corrompido Brasil . Se , o Poder Judiciário tivesse muitos mais Magistrados como o Missionário Juiz , em defesa da Sociedade Brasileira , ultrajada e vilipendiada , todos os dias , em seus direitos , em busca , simplesmente , de JUSTIÇA , jamais teria lugar o desespero e a insanidade que apossou um jurisdicionado , tentando , imperdoavelmente , cometer o aberrante assassinato de uma Juíza , para depois suicidar-se , como , graças a Deus , não consumados , no dia de ontem . Não se choquem , mas , na medida em que os Magistrados não consideram , em benefício próprio , que os jurisdicionados são pessoas , com uma carga enorme de emoções , envolvendo , na maioria das vezes , a própria sobrevivência , muitos desses seres fenecerão , em autênticos assassinatos sem quaisquer comprovadoras estatísticas .
Dêem-me espaço e liberdade para relatar , AQUI , NO CONJUR , comprovados casos de delituosas jurisdições , em todos os níveis , SOB A MINHA INTEIRA RESPONSABILIDADE , e , certamente , o Conjur , sem parcialidades , tornar-se-á um lídimo e perquerente Órgão do refinamento da Justiça , hoje , igual e lamentavelmente , tão corrompida . Que Deus nos abençõe e nos recrudeça !
Corretíssimo o escrito do senhor.
Por que é tão difícil para nós, brasileiros, enxergarmos o que acontece?
Por que é tão difícil ver que o Juiz Moro, um Missionário, como o senhor colocou, abrilhanta uma carreira que se afastou do povo e - muitas vezes - da realidade sofrida deste?
Por que é tão difícil aceitar que no Direito Brasileiro, tudo depende da temperatura, pressão, vento, sol e chuva para chegar a esta ou àquela conclusão?
Falam do Juiz Moro como se um monte de distorções não houvessem no Direito pátrio. Como se ele, logo ele, estivesse fazendo algo que macula a Justiça, tão distante da realidade do povo brasileiro.
Ele abrilhanta a carreira jurídica e talvez isto, além das ideologias em conflito, incomode.
Ele faz sombra sobre alguns que almejam cargos apenas pensando em si, nunca na nação.
Existem Dr., e Dotor. Não se pode atribuir o título de Dr a aquele que se deixa levar por paixões e esquecem da observância da lei. Cabe a suprema corte restabelecer o equilíbrio e paz social, fazendo cumprir a lei que os dotores, por muitas vezes, querem passar por cima.
O STF cortou as asinhas do moro, e isso é bom. Ninguém está acima da lei, nem mesmo o "bem intencionado" juiz. De fato, o juiz começa a sentir na pele o mesmo rigor interpretativo que impõe à conduta dos outros.
Infelizmente, a massagem diária do ego faz com que alguns se julguem imunes a crítica. Se o moro seguisse o exemplo de discrição de Teori Zavaski, não estaria agora sofrendo esse verdadeiro 7 a 1 (na verdade, 10 a 0) no supremo.
Esqueça os holofotes, faça o trabalho para o qual você é muitíssimo bem remunerado, sem excesso de subjetivismos; pare de achar que aqueles de quem você não gosta podem ter violada impunemente sua vida privada. Aceite contribuir, em vez de protagonizar. Um dia terás uma estátua em praça pública e citações favoráveis no Wikipedia, o que já lhe é suficiente. Caso contrário, poderá tornar-se um novo Protógenes.
Prezados e Nobres Colegas.Se me permitem gostaria de ocupar este espaço para somar modesta e humildemente a minha incompreensão a dos senhores, na vã tentativa de definir o que sinto e sentem com relação a certas coisas que neste país acontecem.Sempre que alguém (do bem) se apresenta com competência e disposto a sanar parte dos infindáveis problemas de conduta enraizados até as entranhas nesta Nação, objetivando livrá-la de algumas profundas injustiças impostas por pequenos mas poderosos grupos, na marra, para aceitação compulsória da maioria vejo, via de triste constatação empírica,milhares de vozes que sempre se levantam para acusar o BENFEITOR de "midiático","interesseiro", "candidato a alguma coisa",etc. O exemplo mais contemporâneo foi protagonizado pelo então Min. J. Barbosa. Depois de todo o esforço para conseguir quebrar um paradigma nacional (prender alguns políticos e endinheirados) foi acusado de buscar projeção e os holofotes midiáticos com vistas a uma futura candidatura a cargo político (Presidente da República) o que NUNCA ocorreu.Com o Juiz Moro especula-se a mesma coisa, acusando-o de oportunista,dentre outras. E aí fica uma só pergunta:Será que ninguém é capaz, na "República da Enganação" de,"COM ISENÇÃO", fazer nada para melhorar esta pocilga lastreado "REALMENTE" em princípios morais, éticos, de decência,patriotismo e que tais ? Ou será que SEMPRE a "RÉGUA" a ser utilizada nessa "medição e aferição de caráter" há que ser a mesma com que os nossos políticos, juízes, empresários, etc.,todos corrompidos, se utilizam no âmbito das respectivas quadrilhas a que pertencem ? Não existe mesmo "saída de emergência" ou
estão sendo constantemente "cimentadas" propositadamente para sufocar a população impedindo-a de sair ? Sds
Afinal:
Quem deve ser preso?
Os que tomaram o PODER para roubar, comprar deputados, etc, e se PERPETUAREM no poder, ou o Juiz SERGIO MORO?
Aguardo a resposta.
Grato
Uma côrte Suprema indicada pelo Chefe do Executivo, jamais será uma côrte imparcial!
qualquer alegação ao contrario é mero blá blá blá!
O Código de Processo Penal diz que ainda que a prova seja obtida por meios ilegais, o julgador pode aprecia-la em busca da verdade real! E isso é pratica comum em todos os Tribunais e Varas Criminais do Pais!
Além disso, dar foro privilegiado a um denunciado (justiça Estadual), que não possui cargo público é uma aberração jurídica! Se a nomeação de Lula continua suspensa, Ministro ele não o é! Simples Assim! Por que foro privilegiado nesse caso?
então deixe-o tomar posse!
estão com medo da opinião pública? Essa mesma que afirmam não temer?
Com isso, infelizmente o STF traz o "nove dedos" para debaixo de suas asas! e sabem quando o julgarão?
NUNCA!
nem ele e nem que os colocou nos lugares que estão!
Quiçá, daqui a 20 anos poderemos ter a notícia da publicação do acórdão deste processo, e detalhe, os absolvendo como absolveram o COLLOR!
Brasil!
País da impunidade! e dos políticos poderosos!
Torço que todo o empresariado, capital e industria saia desse país hipócrita,.
Só torço para que todo individuo de bem e inteligente consiga driblar essas dificuldades que virão com essa fuga do capital, pois quem tem que amagar dificuldades e tristezas são apenas esse povo comunistas que defende e fecha os olhos a toda roubalheira já provada por essa gente sem qualquer vergonha ou moral!
Bom dia
E notória a tentativa do Conjur em desgastar e atacar o trabalho do Magistrado Moro (a quem nem conheço pessoalmente e com quem nunca falei, diga-se de passagem).
Há ataques dos mais infundados ao nobre, incansável e aguerrido magistrado.
Inquestionável a competência intelectual do Magistrado Moro (isso ninguém ataca).
Vamos agir conforme o que pregamos, já que a tônica é a defesa e cia: vamos assegurar ao magistrado Moro a ampla, total, absoluta defesa e vamos ouvir suas razões para saber quais as motivações de sua(s) decisão(ões). Após a defesa de Moro cada qual, aí sim, pode exprimir seu juízo de valor.
Vamos deixar de lado as paixões e trabalhar com argumentos sólidos, sem achismos, palpites, manifestações encomendadas, etc.
Att.
Foi a presidenta quem não honrou a função, ao telefonar para um investigado. Minha solidariedade ao JF Moro.
Nós vamos resistir a essa cleptocracia que tomou o poder no Brasil. Podem louvarem-se nos métodos mais escusos e pérfidos; podem se socorrerem em juízes que escolheram; podem debater até a exaustão. Mas perderão. Perderão os ladrões e os protetores dos ladrões. Quem viver verá. Essas "vitórias" pontuais na verdade é a agonia, os momentos finais de vida desse corpo corrupto abatido mortalmente, mas que tenta resistir à morte. Só isso.
É engraçado analisar comentarios de pessoas "instruídas"isso mesmo instruídas entre aspas, porque o que leio é ha mais pura ignorância de pessoas tomadas pelo ódio desmedido, massificado pela mídia a favor da elite podre que quer voltar ao poder a qualquer custo e vocês "ilustres" comentaristas de 5ª compartilham dessas asneiras das mais ridículas e graças ao SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL com letras maiúsculas sim! Vem colocar ordem na casa. Não se trata de Dilma, Lula PT, PSDB e sim de um direito garantido na nossa CF/88. Para termos um Pais melhor temos que ser melhores com nos mesmos e com nosso próximo são as pequenas atitudes que nos fara uma grande nação e dizer Não ao ódio a intolerância e Sim a compreensão essa é a solução real. Pensem nos outros porque o que leio é um pensamento egoista que não ira triunfar.
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