Ex-ministro da Justiça, ex-advogado-geral da União e defensor de Dilma Rousseff no processo de impeachment, José Eduardo Cardozo voltará para a advocacia privada. Quando acabar sua quarentena, ele se tornará sócio do escritório Celso Cordeiro e Marco Aurélio de Carvalho Advogados.
Marcello Casal Jr./ABr

Na banca, Cardozo — que também é professor da PUC-SP — atuará com Direito Público, Direito Administrativo e junto aos tribunais superiores.
Além disso, o ex-ministro reassumirá seu cargo de procurador municipal de São Paulo, do qual está licenciado há 21 anos, conforme informa a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo.
O advogado perdeu todas as defesas que fez em prol de sua amiga e agora ex-presidente Dilma.
Deusolivre, constituir um advogado desses! É causa perdida.
Na maioria dos estados e municípios da Federação é comum o advogado atuar na esfera pública e privada. Porém, os advogados públicos federais, além de serem proibidos de advogar fora das atribuições dos cargos que ocupam,recebem subsídios menores que os pagos nos estados. Não é à toa que metade dos deles deixa a carreira nos primeiros dois anos da posse. A evasão continuará ocorrendo nos anos que virão. Ser juiz, membro do MP, defensor público e advogado público nas esferas estaduais e nas capitais brasileiras continua sendo mais vantajoso comparativamente.
Ele deveria ser aposentado pelos bons trabalhos prestados ao Partido dos Trabalhadores. Afinal de contas, voltar a trabalhar depois de 21 anos deixa qualquer um magoado.
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