A operação “lava jato” pode ter levado o mundo do Judiciário para as manchetes como nunca antes uma investigação foi capaz. E o efeito da exposição foi uma queda na confiança da população no Judiciário e no Ministério Público, aponta a edição de 2017 do Índice de Confiança na Justiça, da Fundação Getulio Vargas. Isso além, é claro, da já esperada redução do número de pessoas que confiam no governo.
Em 2016, o MP havia sido citado como "confiável" por 44% da população. Neste ano, o número caiu para 28%. De acordo com a pesquisa, enquanto 30% dos entrevistados pela GV diziam confiar na Justiça em 2016, só 24% disseram o mesmo entre maio e junho deste ano, quando o levantamento foi feito.
Pelo que já foi divulgado, a imagem do governo federal foi a mais prejudicada com os acontecimentos dos últimos anos. Em 2017, só 6% dos entrevistados disseram confiar nos assuntos ligados ao Executivo Federal. Um ano antes, a cifra era de 11%, quase o dobro. Dois anos antes, 29% dos entrevistados diziam confiar no governo federal.
Havia a expectativa de que a popularidade do juiz federal Sergio Moro, que toca a “lava jato” em primeira instância, pudesse alavancar a confiança no Judiciário, mas ela não foi confirmada pelos dados. O que se viu, na verdade, foi o contrário.
“A conclusão a que chegamos foi que conhecer uma instituição é desconfiar dela”, disse nesta sexta-feira (25/8) a professora Luciana de Oliveira Ramos, responsável pela pesquisa. O levantamento ainda não foi divulgado, mas alguns dados preliminares foram apresentados pela professora durante o InnovationDay Tribunais, evento organizado pela Softplan, empresa de tecnologia que fornece software e soluções para o mundo jurídico.
A FGV considera que as pessoas levaram em conta não só os efeitos da “lava jato”, mas também o resultado do processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff e a crise econômica por que passa o país. A pesquisa ouviu 1.650 pessoas em oito estados, que a fundação calcula representar 60% da população brasileira.
Faz uma pesquisa pra ver a satisfação com o supremo e Gilmar Mendes, já que podem usar Sérgio Moro seria interessante saber sobre Gilmar.
Faz uma pesquisa pra ver a satisfação com o supremo e Gilmar Mendes, já que podem usar Sérgio Moro seria interessante saber sobre Gilmar.
De forma lenta, mas inexorável, a massa da população vai percebendo que todas essas prisões e notícias alarmantes que cotidianamente povoam o noticiário são fruto de pirotecnica de agentes estatais, muito mais interessados em manter seus privilégios do que realmente cumprir a lei e a Constituição. Creio que o grande eventos que determinou a mudança de rumos foi aquela ação nefasta dos meninos da Polícia Federal, que de olho nos números do IBOPE tão somente alardearam que boa parte da carne produzida no Brasil era "podre", causando um prejuízo econômico na casa das centenas de bilhões de reais. Isso porque, paralelamente à qualidade da carne brasileira, há forte lobby nos países compradores em relação aos produtos nacionais, o que gerou uma exploração da notícia falsa pelos agentes locais, fazendo com que inúmeros contratos fossem cancelados e influenciando na decisão do consumidor em outros países. No entanto, diferentemente do que ocorre com a maior parte dos eventos tresloucados de agentes públicos, quase todos glamorizados pela mídia, esse caso da carne em específico penetrou de forma intensa nas massas, na medida em que em um País com 14 milhões de desempregados as pessoas viram a natureza alucinada da ação nefasta da Polícia Federal, e a influência de referida ação em seus empregos com a paralisação do setor frigorífico. Mas não é só. Todos viram que os "bravos" membros do Ministério Público e do Judiciário permaneceram inertes quando o assunto é punir os agentes públicos, em que pese o monumental prejuízo que criam. Cumulativamente, a prática do peculato pelos agentes públicos, em momento de crise extrema, ainda continua com o recebimento de vantagens não previstas em lei. O povo custa, mas aos poucos aprende.
Eu mesmo prefiro contratar um mercenário para resolver meus problemas pessoais do que recorrer ao Judiciário.
Agora, sugiro consultar a confiança perante a população da enfadonha OAB também...
A parcela mais conectada da sociedade brasileira está começando a perquirir por que o judiciário e ministério público só agora com a operação Lava Jato passou a mostrar algum serviço efetivo contra a corrupção desde 1988, ou seja, depois de quase trinta anos. E também se perguntam, acredito, os motivos dessa negligência, omissão esses anos todos, justamente período no qual esses órgãos foram beneficiados com leis (obviamente aprovadas pelos políticos) que lhes concedeu tantos privilégios e regalias, como auxílios moradia, passagens aéreas em classe executiva, carro oficial, etc. Tudo isso sem um retorno efetivo de serviço de qualidade àqueles que custeiam toda essa mordomia - o contribuinte.
O Gilmar mendes, em todos os processos, os quais atua, suas decisões são grosseiramente benéficas a políticos e empresários, criminosos, que foram processados com todas as provas do crime, desta forma, coloca toda a transparência do STF em dúvida e, assim, se enquadra como uma verdadeira laranja podre que envergonha o judiciário. A presidenta do STF deve, pela vontade da sociedade em ver a justiça pura e simplesmente, declarar a SUSPEIÇÃO do Gilmar mendes, nos termos da PGR, e afastá-lo da relatoria de processos complexos. A conduta do Gilmar mendes lembra muito aquela historia do interior, onde aquele moleque ruim de bola, se não jogasse, não tinha jogo, pois a bola era dele. Será que o GM pensa que as diretrizes da CF fazem parte do seu patrimônio pessoal ?
O Gilmar mendes, em todos os processos, os quais atua, suas decisões são grosseiramente benéficas a políticos e empresários, criminosos, que foram processados com todas as provas do crime, desta forma, coloca toda a transparência do STF em dúvida e, assim, se enquadra como uma verdadeira laranja podre que envergonha o judiciário. A presidenta do STF deve, pela vontade da sociedade em ver a justiça pura e simplesmente, declarar a SUSPEIÇÃO do Gilmar mendes, nos termos da PGR, e afastá-lo da relatoria de processos complexos. A conduta do Gilmar mendes lembra muito aquela historia do interior, onde aquele moleque ruim de bola, se não jogasse, não tinha jogo, pois a bola era dele. Será que o GM pensa que as diretrizes da CF fazem parte do seu patrimônio pessoal ?
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