Temer revoga envio de Forças Armadas para conter manifestações

O presidente Michel Temer (PMDB) revogou decreto que autorizava o emprego das Forças Armadas para “garantia da lei e da ordem” no Distrito Federal, para conter manifestações que considerou violentas.

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Exército chegou às ruas em Brasília na quinta-feira, após manifestações.
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Agora, ele alega que a medida não é mais necessária porque acabaram "atos de depredação e violência", especialmente na Esplanada dos Ministérios.

O uso das Forças Armadas valeria até 31 de maio, mas deixou de valer por meio de novo decreto publicado nesta quinta-feira (25/5) em edição extra do Diário Oficial da União.

Senadores de oposição ao governo chegaram a protocolar projeto de decreto legislativo para suspender a convocação das Forças Armadas. O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) também tentou barrar a medida em Mandado de Segurança protocolado no Supremo, que foi distribuído ao ministro Dias Toffoli.

afixa disse:
25 de maio de 2017 às 11:11

os títulos tem pouca valia. O sujeito é doutor em direito e comete tantas trapalhadas.

Rejane Guimarães Amarante disse:
25 de maio de 2017 às 12:00

Literalmente, o Presidente Temer apagou o incêndio que alguns setores radicais estavam tentando promover no País para forçar uma eleição direta para Presidente o mais rápido possível. Sou sempre a favor de eleições diretas, mas não sou a favor de "Diretas na marra!" . Acho muito suspeito. E, agora, com a revogação do Decreto de ontem, o Presidente Temer apagou outro incêndio, que alimentava a demagogia de muitos parlamentares. Esses Senhores, desde junho de 2013 ignoram os apelos da população e iriam posar de "democratas" contra o "autoritarismo" do Presidente Temer. Seria urgente sustar o Decreto de ontem ? Não é muito mais urgente reduzir os supersalários dos parlamentares, acabar com os "auxílios", obrigar os parlamentares corruptos a renunciarem antes de fazer o Congresso e o povo passarem por vexames diários de verem parlamentares processados e presos ? Que façam uma autocrítica e deixem no Congresso apenas as honrosas exceções façam seu trabalho com seriedade e presteza. Hoje, temos três alternativas: 1) impeachment de Temer e subsequente eleição indireta, qualquer que seja o sucessor (Presidente da Câmara, Senado ou Supremo) e não sabemos quem irá nos governar até 2018; 2) reforma constitucional "já", para "Diretas já", e também não sabemos quem irá nos governar. Seguir a Lei, aguardar os próximos eventos das consequências da delação dos irmãos JBS, continuar a manter um mínimo de ordem para organizar eleições tranquilas e isentas em 2018. Eu, pessoalmente, prefiro não ter que eleger um Presidente da República "sob violenta emoção".

Thadeu de New disse:
25 de maio de 2017 às 12:40

Por acaso seria crível eventual possibilidade de certo constrangimento no cumprimento do "Real" Decreto, baixado pelo (des) Governo, que de apoio só tem as REDES GLOBO e BANDEIRANTES além do PSDB (forças poderosas sim, até agora e com interesses maiores) por parte das Forças Armadas ???!!! Sei não, sei não.

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