Em uma tirinha, Laerte explica o novo Direito Penal brasileiro

Em uma só tirinha, publicada no jornal Folha de S.Paulo desta quarta-feira (22/11), a cartunista Laerte conseguiu explicar o novo Direito Penal brasileiro:

Laerte

Rejane Guimarães Amarante disse:
22 de novembro de 2017 às 15:49

Grande cartunista Laerte!!!
Só ele para me fazer rir nessa situação.

Paulo Moreira disse:
22 de novembro de 2017 às 22:06

Aqueles que disseram "um pouco de humor não faz mal a ninguém", realmente acertaram.

Antônio César Alves Fonseca Peixoto disse:
22 de novembro de 2017 às 22:18

Essa é fácil. Queremos uma que explique a sessão da Alerj que livrou deputados da prisão.

Iludido disse:
23 de novembro de 2017 às 15:05

Nos caminhos de 1940, os legisladores eram mais velhos e pensantes. De fato. Legislar é algo muito sério perante o pecado por ação, visto que não é com violência que se combaterá a violência.Mas, o pensamento do homem é de vindita pois, decorrente do pecado mortal. A história é o fiel da balança. Até hoje, o homem em exército, mata o próximo por causa de divisa territorial que não leva a nada, mas dá prejuízo material e corporal o castigo.
Nisso, os legisladores de hoje acertam por omissão e aguardam os resultados promissores do "dever ser". O ato humano não poder acompanhar a tecnologia pois, aquele já está implantado e este, corre para pegar o futuro que estava para trás e isso já foi dito que dado a rotação da terra não existe presente, mas só futuro e passado. PENSE NISSO! A tolerância é a expiação. Após o trespasse, você poderá ver a razão e dar azo ao seu algoz, mas
aí, segundo o pastor e o padre já é tarde. O melhor direito é induvidosamente o dá conciliação para os dois ou mais. O direito penal é da espécie e portanto requer equilíbrio em sua formação para sua aplicação. Após a conciliação, o tempo é o remédio e a salvação.

Iludido disse:
23 de novembro de 2017 às 15:05

Nos caminhos de 1940, os legisladores eram mais velhos e pensantes. De fato. Legislar é algo muito sério perante o pecado por ação, visto que não é com violência que se combaterá a violência.Mas, o pensamento do homem é de vindita pois, decorrente do pecado mortal. A história é o fiel da balança. Até hoje, o homem em exército, mata o próximo por causa de divisa territorial que não leva a nada, mas dá prejuízo material e corporal o castigo.
Nisso, os legisladores de hoje acertam por omissão e aguardam os resultados promissores do "dever ser". O ato humano não poder acompanhar a tecnologia pois, aquele já está implantado e este, corre para pegar o futuro que estava para trás e isso já foi dito que dado a rotação da terra não existe presente, mas só futuro e passado. PENSE NISSO! A tolerância é a expiação. Após o trespasse, você poderá ver a razão e dar azo ao seu algoz, mas
aí, segundo o pastor e o padre já é tarde. O melhor direito é induvidosamente o dá conciliação para os dois ou mais. O direito penal é da espécie e portanto requer equilíbrio em sua formação para sua aplicação. Após a conciliação, o tempo é o remédio e a salvação.

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