O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro firmou convênio com a Amil para treinar jovens que cumprem medidas socioeducativas para o mercado de trabalho.
Na Central de Aprendizagem, ligada à Corregedoria-Geral da Justiça, 25 adolescentes terão aulas de cidadania e temas comportamentais, comunicação e marketing pessoal, educação financeira e empreendedorismo.
O programa terá 132 horas de duração, com aulas três vezes por semana na Escola de Administração Judiciária do TJ-RJ. Os alunos receberão material didático, alimentação e transporte.
Na cerimônia de início das aulas, na quarta-feira (22/8), o presidente do TJ-RJ, desembargador Milton Fernandes de Souza, elogiou a parceria e disse que ela abrirá um novo caminho para os adolescentes.
O corregedor-geral de Justiça, desembargador Claudio de Mello Tavares, lembrou que a Central de Aprendizagem é fruto de uma parceria que envolve diversas organizações e explicou que ali ficam arquivados os dados de jovens de 14 a 24 anos, para que as empresas possam contratá-los como jovens aprendizes, como determina a legislação.
“Chegamos a um momento em que se faz necessária a união de esforços de todos os segmentos da sociedade para assumirmos o compromisso de contribuir com o estabelecimento de ações contundentes de cooperação entre si. Cada qual dentro de suas forças e possibilidades, visando a construção de uma sociedade mais justa, segura e igualitária”, disse Tavares.

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Enquanto o país está batendo todos recordes de desempregados: 14 milhões de desempregados, dentre eles, cerca de 130 mil cativos e/ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo MEC, jogados ao banimento, sem o direito ao primado do trabalho, num verdadeiro desrespeito à dignidade da pessoa humana. Enquanto o sistema carcerário brasileiro está em ruínas, com cerca de 726 mil presos, ou seja o Brasil possui a terceira maior população carcerária do mundo, atrás dos EUA e China, duas figuras pálidas do enlameado Congresso Nacional, totalmente alheios à realidade nacional, apresentaram aos seus pares os perniciosos PLs: nº 8.347/2017 enº141/2015,(SN), com o intuito de aumentar ainda mais a população carcerária deste país de aproveitadores. Pasme, pretendem tipificar penalmente a violação de direitos ou prerrogativas do Adv. e o exercício ilegal da Advocacia,(...) colocar atrás das grades cerca de 130 mil cativos qualificados pelo MEC, jogados ao banimento sem direito ao trabalho. Não seria de melhor alvitre inserir esses cativos no mercado de trabalho, gerando emprego e renda, dando-lhes cidadania, dignidade, ao invés de coloca-los atrás das grades? Se os condenados pela justiça têm direito à reinserção social, incluindo os advogados condenados pela lava-jato, por quê os condenados ao desemprego pela OAB, não têm direito ao primado do trabalho? "A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo”. P/o ex-Min. Joaquim Barbosa: “ Reduzir alguém a condição análoga à de escravo fere, acima de tudo, o princípio da dignidade humana, transformando-o em res.
Mais uma vez falando no deserto, acho que o Poder Judiciário deveria ocupar apenas e tão-somente, de sua atribuição clássica. Agora, está virando mercado persa onde se compra e vende de tudo. O orçamento deve estar sobrante, ou se está tentando um experiência espiritual. Porque, não é possível uma pessoa assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. Isto é da natureza humana. Daí, os excessos probantes que na área principal se acumulam processos centenários por desvios de atenção objetiva. E, não tem jeito. O jeito é entregar para DEUS, pois, dizem os religiosos que ELE arrependeu-SE de ter criado o homem. Isto, na época de Noé (segunda geração). PENSE NISSO!
Mais uma vez falando no deserto, acho que o Poder Judiciário deveria ocupar apenas e tão-somente, de sua atribuição clássica. Agora, está virando mercado persa onde se compra e vende de tudo. O orçamento deve estar sobrante, ou se está tentando um experiência espiritual. Porque, não é possível uma pessoa assobiar e chupar cana ao mesmo tempo. Isto é da natureza humana. Daí, os excessos probantes que na área principal se acumulam processos centenários por desvios de atenção objetiva. E, não tem jeito. O jeito é entregar para DEUS, pois, dizem os religiosos que ELE arrependeu-SE de ter criado o homem. Isto, na época de Noé (segunda geração). PENSE NISSO!
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