Avanço tecnológico está mudando a forma de prestar o serviço jurídico

Nesta quinzena, Mario Esequiel comenta como o avanço tecnológico está mudando a forma de prestar o serviço jurídico. Segundo ele, o papel do advogado será fundamental para ajudar a sociedade a se adaptar às novidades, por isso o profissional deve ficar atento às novas legislações e se atualizar para não ficar fora do mercado.

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Mario Leandro Campos Esequiel

é consultor e sócio-fundador da BÓREA - Consultoria especializada em Gestão de Escritórios de Advocacia, autor do livro "Gestão Eficiente de Escritórios de Advocacia", professor, palestrante e fundador do Grupo de Excelência de Administração Legal do Conselho Regional de Administração de SP.

Iludido disse:
19 de julho de 2018 às 17:25

Não! As deficiências de sinais da internet juntada aos programas que não desenvolvem facilidades para rolar tela no monitor está ocorrendo o seguinte, e só não vê o cego: Os juízes não estão lendo processos na integra. Pois, dependendo da ansiedade não dá. Está havendo lançamento digital embolando a ordem processual. A juntada de uma prova eletrônica pode não ser de acordo como original e não há como provar. Ex. a procuração. Por ser digital ou mesmo eletrônico a formação do expediente digitalizada pode ter montagem ocultas que do papel à digitalização se salva. Ainda há muitos atropelamentos pois, os donos dos sites não explicam o programa de forma simples e o sujeito trabalha nele de forma intuitiva. Fazem mudança nos site como se tivesse comendo um doce entre muitos e aí a dificuldade monstruosa para muitos não intuitivos. No papel isso não operava. Imagine uma petição de 85 fls e uma contestação fora os documentos de mais de 100 fls. fora o resto no processo eletrônico! O serviço público é assim, pois, nunca fiscalizado é mestre nisso. Tudo de graça. Imagine agora você na fl. 50 tendo que olhar uma linha na fl 12 e o conjunto não está numerado!

Iludido disse:
19 de julho de 2018 às 17:25

Não! As deficiências de sinais da internet juntada aos programas que não desenvolvem facilidades para rolar tela no monitor está ocorrendo o seguinte, e só não vê o cego: Os juízes não estão lendo processos na integra. Pois, dependendo da ansiedade não dá. Está havendo lançamento digital embolando a ordem processual. A juntada de uma prova eletrônica pode não ser de acordo como original e não há como provar. Ex. a procuração. Por ser digital ou mesmo eletrônico a formação do expediente digitalizada pode ter montagem ocultas que do papel à digitalização se salva. Ainda há muitos atropelamentos pois, os donos dos sites não explicam o programa de forma simples e o sujeito trabalha nele de forma intuitiva. Fazem mudança nos site como se tivesse comendo um doce entre muitos e aí a dificuldade monstruosa para muitos não intuitivos. No papel isso não operava. Imagine uma petição de 85 fls e uma contestação fora os documentos de mais de 100 fls. fora o resto no processo eletrônico! O serviço público é assim, pois, nunca fiscalizado é mestre nisso. Tudo de graça. Imagine agora você na fl. 50 tendo que olhar uma linha na fl 12 e o conjunto não está numerado!

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