Fachin nega pedido para que julgamento de Lula seja presencial

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou nesta terça-feira (4/9) pedido para que um julgamento sobre a soltura do ex-presidente Lula seja presencial, e não virtual. Em despacho de três linhas, o ministro afirma que "ausente razão para acolher o pedido tal como formulado".

Fellipe Sampaio/SCO/STF

Não há motivos para julgamento de Lula ser presencial, afirma Fachin
Fellipe Sampaio/SCO/STF

Na petição, apresentada na quinta-feira (30/8), os advogados de Lula argumentam que o julgamento deve ser presencial porque pode resultar na evolução jurisprudencial do tribunal e restabelecer a liberdade de, pelo menos, 148 mil pessoas, que foram presas como forma de execução antecipada de suas penas.

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Gabriela Coelho

é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

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