Mensagens trocadas entre procuradores da "lava jato" mostram que Deltan Dallagnol articulou com o partido Rede Sustentabilidade para propor ação contra o ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Nelson Jr./SCO STF
Segundo conversas divulgadas nesta quarta-feira (7/8) pelo UOL, em parceria com o The Intercept Brasil, a força-tarefa queria manter Gilmar longe do julgamento de casos da operação. Tudo isso depois que o ministro determinou a soltura, de ofício, do ex-governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), e de dezenas de presos em investigações de desvios de recursos públicos.
"Resumo reunião de hoje: Gilmar provavelmente vai expandir decisões da Integração pra Piloto. Melhor solução alcançada: ADPF da Rede para preservar juiz natural", disse Dallagnol em grupo de procuradores no Telegram no dia 9 de outubro de 2018.
Duas horas depois, ele voltou para contar que o senador Randolfe Rodrigues (Rede) "super topou" propor uma arguição de descumprimento de preceito fundamental. No dia seguinte, 10 de outubro, o procurador Diogo Castor falou que enviou uma sugestão de ADPF para assessor de Randolfe.
Já no dia 11, a Rede protocolou a ADPF que pedia que Gilmar Mendes fosse impedido de "liberar indiscriminadamente" presos na operação. No pedido, os advogados afirmaram que o ministro concedeu "extravagantes liminares" e Habeas Corpus de ofício a pelo menos 26 investigados em crimes de corrupção.
Naquele dia, Dallagnol ainda incentivou que o assunto fosse noticiado pela imprensa ou divulgado por Randolfe. Os procuradores também ansiavam saber quem seria o relator da ação. Quando Diogo Castor anuncia que seria Cármen Lúcia, o procurador Athayde Ribeiro Costa a chama de "frouxa". Castor rebate: "sei não hein. Contra gm [Gilmar Mendes]. Ela vai crescer". Athayde discorda e chama a ministra de "Amiguinha". Dallagnol encerra a discussão: "ela é amiga da esposa do GM".
Em novembro, Cármen negou seguimento à ação e determinou o arquivamento.
Este não é o primeiro ato de Dallagnol contra ministros da corte. Nesta terça-feira (6/8), reportagem do El País mostrou que procuradores falaram em derrubar Gilmar Mendes do Supremo. Na última semana, a Folha de S.Paulo noticiou que o procurador também tentou conectar o ministro Dias Toffoli, presidente do STF, a casos de corrupção.

É uma verdadeira caçada contra quem recuperou o montante de 4 bilhões subtraído da Petrobras que deixou de ter o destino para Saúde, Educação e Segurança. Enquanto o STF fica abarrotado de processo na gaveta aguardando prescrever. O REI não abre o sigilo, porém, os mortais da piramide debaixo, tem que abrir. EITA BRASIL!
Já passou da hora desse procurador autor da frase "vamos lucrar, ok?" e que age nas sombras ser enxotado do MPF, sob pena de desmoralizar essa instituição já famosa por não punir seus membros. E já passou da hora do Judiciário não se deixar pelas artimanhas dessa turma para forçar as decisões que lhe agrada, especialmente com o uso do "modus operandi" stalinista, em que se destrói a dignidade do investigado para só selar o caixão com o beneplácito do Judiciário.
Ou CONJUR acoberta condutas esdrúxulas e imorais do ministro, pretende enxovalhar Robin - já que o Batman se foi. Nesta missão vale tudo para ajudar a isentar de investigação certos CPFs, inclusive dele mesmo. Isto é, vale a máxima de que "a melhor defesa é o ataque". Mesmo que absurdo.
"recuperou 4 bilhões", prezado Glaucio Manoel de Lima Barbosa (Advogado Assalariado - Empresarial)? Onde está o dinheiro? Quem contou? Por outro lado, quantos bilhões foram gastos desde o início da "Lava Jato" com o pagamento de vantagens ilegais a juízes e promotores, como o famigerado "auxílio-moradia"? 10 bilhões? 15 bilhões? 50 bilhões? Vale ainda a pergunta: quantos bilhões, ou trilhões, serão roubados do povo brasileiro com o poder sem limite de juízes e promotores?
Infeliz (pra não dizer otário) o povo que acredita em heróis. Antes, eram heróis da massa ignara o então herói procurador Luiz Francisco, depois, Protógenes Queiroz e agora é Dallagnol e Cia. Até aparecer a frase "Vamos lucrar" ou algo do gênero. Aí o herói cai no esquecimento e vai criar galinha.
Para que os intocáveis da vez sejam investigados.
Escândalo encolhido, sensacionalismo barato, murcho, afundando. Tentam forjar com isso uma espécie de propaganda, buscando extrair de conversas absolutamente normais uma falsa perseguição política, uma ilegalidade, uma ilicitude – pura histeria militante. Nada mais que panfletos falaciosos, insistentes, lançados fanaticamente, gota a gota, até que seus autores acabem por se afogar. Os (des)informantes demonstram deficiência e inconsistência de argumentos. Utilizam-se da antiga e conhecida técnica de lavagem mental da repetição: “Minta, minta sempre, alguma coisa ficará” (Voltaire), “Uma mentira repetida mil vezes torna-se verdade” (atribuída a Joseph Paul Goebbels)... Os menos lúcidos, vulneráveis à "imunização cognitiva", acabarão acreditando, como já se vê...
A propósito, deixando a fofoca de lado e voltando aos fatos, o Ministério da Justiça da Suíça informou ao UOL que nunca, jamais, em tempo algum, recebeu pedido de investigação sobre a existência de contas do Ministro Gilmar Mendes no país.
De resto, a suspeição do Min. Gilmar Mendes - que já havia ofendido verbalmente os integrantes da Lava Jato e que agora os chama de "quadrilha" - é pública e notória.
É lamentável ver comentários de advogados, defendendo um procurador que age tal qual um chefe de organização criminosa.
Advogados que não se assombram, com investigações que primeiro elegem culpados para depois encontrar provas!?
Se continuarem a encorajar que procuradores e juízes ajam de tal forma, logo não precisaremos mais de advogados.
A cúpula da OAB tornou-se um reduto de esquerdopatas.
A CONJUR vive de propagar "notícias" baseadas na opinião dos mesmos esquerdopatas.
Dallagnol prestou relevantes serviços no que diz respeito ao combate à corrupção.
Gilmar Mendes não merece respeito, é realmente suspeito e já deveria ter sofrido impeachment, não fosse a cumplicidade do celerado Alcolumbre.
Tenho dito.
Nada de ilegal pelo menos...
Se estivessemos em outro pais, sério, certamente não teriamos mais a figura de GM passeando pelo STF.
A renuncia do apegado cargo de ministro do STF, seria uma saida menos desonrosa. O poder torce os neuronios dos incautos e fraco de carater.
Gilmar Mendes de um lado e vaza jato do outro, ambos são apenas personagens corruptos de brigas elitistas pelo poder político. O mais engraçado são os que dizem se advogados, professores e servidores que postam comentários aqui, os mesmos sempre expondo suas preferências ideológicas partidárias e deixando a razão de lado para fazer críticas infundadas. Mesmo pessoal de sempre que agem mais como torcedores "críticos de futebol" na política e na área jurídica que comentários sérios e reaproveitáveis para enriquecer a matéria.
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