O partido Rede Sustentabilidade foi ao Supremo Tribunal Federal questionar a constitucionalidade do controle de ONGs pelo governo federal. A supervisão foi criada pela Medida Provisória 870/2019, um dos primeiros atos do governo de Jair Bolsonaro (PSL). De acordo com o artigo 5º da MP, a tarefa fica a cargo da Secretaria de Governo da Presidência, ocupada pelo general Santos Cruz.
A ADI, distribuída à ministra Cármen Lúcia, aponta abuso de poder em legislar no uso da MP, violação à liberdade de associação e da proibição da interferência estatal no funcionamento dos entes associativos e incompatibilidade com o ordenamento jurídico brasileiro.
“Seria incabível aceitar que instituições que, por sua própria natureza, detêm atuação independente do Estado, sofram intervenção e/ou controle estatal. Até porque, como se disse, muitas vezes a atuação dessas entidades vão absolutamente contra grupos políticos que detém o poder estatal, ou mesmo que influenciam as atividades estatais”, aponta o Rede na ação.
Para o partido, a MP faz parte de um movimento de criminalização das atividades de ONGs. "Por óbvio, essa atitude é flagrantemente inconstitucional.”
No entendimento do Rede, a MP é "carta branca" para que o governo interfira no funcionamento das ONGs e organizações internacionais que funcionam no país.
A ação cita dispositivos legais criados durante a ditadura militar que estão diretamente relacionados ao controle rígido e repressivo de atividades e acusa a MP de reproduzi-los. O Decreto Lei 200/67 trata da organização da administração pública federal e define a “supervisão ministerial” como “coordenação e controle das atividades dos órgãos subordinados ou vinculados ao Ministério”. Em ambos os casos, o objetivo da norma é “organizar a administração pública federal”.
Clique aqui para ler a petição inicial

Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Os mercenários gostam de meter o bedelho em tudo.
OAB não tem interesse em melhorar o ensino jurídico. Só tem olhos p/ os bolsos dos seus cativos. Tx concurso p/ adv. da OAB/ DF apenas R$ 75, taxa do pernicioso jabuti de ouro, o caça-níqueis exame da OAB, pasme R$ 260,(um assalto ao bolso). Estima-se que nos últimos 24 anos OAB abocanhou extorquindo com altas taxas de inscrições e reprovações em massa cerca de mais de 1.0 BILHÃO DE REAIS. Todo mundo sabe como funciona o enlameado Congresso Nacional. Assim fica difícil extirpar esse câncer a máquina de triturar sonhos e diplomas. Trabalho análogo à condição de escravo. O Egrégio STF ao julgar o INQUÉRITO 3.412 AL, dispondo sobre REDUÇÃO A CONDIÇÃO ANÁLOGA A DE ESCRAVO. ESCRAVIDÃO MODERNA, explicitou com muita sapiência (…) “Para configuração do crime do art. 149 do Código Penal, não é necessário que se prove a coação física da liberdade de ir e vir ou mesmo o cerceamento da liberdade de locomoção, bastando a submissão da vítima “a trabalhos forçados ou a jornada exaustiva” ou “a condições degradantes de trabalho”, (...) A “escravidão moderna” é mais sutil do que a do século XIX e o cerceamento da liberdade pode decorrer de diversos constrangimentos econômicos e não necessariamente físicos. Priva-se alguém de sua liberdade e de sua dignidade tratando-o como coisa e não como pessoa humana, o que pode ser feito não só mediante coação, mas também pela violação intensa e persistente de seus direitos básicos, inclusive do direito ao trabalho digno. A violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo" .
ONG de Marina Silva é financiada por dono da Natura e herdeira do Itaú - (Jornal O Globo - 30/09/2014)
Instituto Democracia e Sustentabilidade foi espaço para debater agenda de gestão da candidata do PSB.
https://oglobo.globo.com/b rasil/ong-de-marina-financiada-por-dono- da-natura-herdeira-do-itau-14088150
IDP, de Gilmar Mendes, recebeu R$ 12 milhões em dinheiro público - (O Antagonista - 06/07/2018)
O IDP, de Gilmar Mendes, não enriqueceu apenas com o patrocínio de empresas enroladas no STF.
A Crusoé revela que, desde 2014, o IDP recebeu também quase 12 milhões de reais em dinheiro público.
Em particular, dos governos de Goiás, Maranhão e Alagoas, em troca de cursos para servidores.
https://www.oantago nista.com/brasil/idp-de-gilmar-mendes-re cebeu-r-12-milhoes-em-dinheiro-publico
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