A procura por defensores públicos teve forte aumento nos últimos anos devido ao crescimento do desemprego entre a população mais pobre ou mesmo da classe média, que precisa de serviços jurídicos, mas não tem condições de contratar um advogado.

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A afirmação foi feita pela presidente da Associação dos Defensores Públicos do Rio de Janeiro (Adperj), Juliana Lintz, na abertura do 14º Congresso Nacional das Defensoras e dos Defensores Públicos, que começou nesta terça-feira (12/11) e segue até a próxima sexta-feira (15/11) no Rio de Janeiro.
“Sou presidente da associação há quatro anos e a crise econômica ficou mais forte. Em alguns municípios, como os que viviam da exploração do petróleo, a demanda mais do que quintuplicou. E todo o ano vem aumentando. No Rio de Janeiro há defensores em 100% das comarcas, mas ainda acumulamos comarcas, o que não é o ideal. Hoje nós somos quase 800 defensores em atividade, mas precisaríamos de mais uns 20%”, disse Juliana.
O presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, participou da abertura do congresso e chegou a se emocionar quando lembrou os primeiros casos que ele defendeu, recém-formado em Direito, de pessoas extremamente pobres, em São Paulo.
“Eu trabalhei com a Defensoria Pública, com a defesa do povo desprovido. O papel de cada um que está aqui é o de dar voz àqueles que não têm voz. Vocês conversam com o povo que não tem acesso à Justiça. Quando ninguém mais fala pelos desvalidos, nem situação, nem centro, nem oposição, nem direita, nem esquerda, hoje nós temos uma instituição de Estado que defende os necessitados”, disse Toffoli, com a voz embargada, recebendo muitos aplausos.
A abertura do congresso também contou com as participações do governador do Rio, Wilson Witzel (PSC), e do escritor e intelectual português Boaventura Souza Santos, professor da Universidade de Coimbra.
O Brasil tem pouco mais de 6 mil defensores públicos estaduais para atender à demanda existente. O país conta com 11 mil juízes e 10 mil promotores. Com informações da Agência Brasil.

só faltou explicar que no Brasil temos um milhão de advogados, logo não faz sentido o Estado ter milhares de Defensores Públicos apenas para gerar emprego para bacharel em Direito o setor estatal. Não tem que comparar número de juizes com de Defensores Públicos, em nenhum país é assim. Juizes julgam e Defensores Públicos advogam para carentes. Seria o mesmo que um país tem um milhão de médicos e ainda assim o Estado prestar assistência médica e proibir que a iniciativa privada tenha medidas de cobrança mais moderna e social.
Aumentou as injustiças, Legislativo, o contribuinte paga as contas, as deles também, e na maior parte do tempo, manda as contas pra gente pagar, porquê o Judiciário é lento, onde está o gargalo ??? o que fazer para destravar o gargalo ??? o Legislativo, o poderosíssimo poder, sócio da arrecadação de impostos, taxas e tributos, quem vc removeria, para resolver o enigma ??? lógico, o sofá !!!
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