
“O ser humano Weintraub no cargo de Ministro da Educação escreve "imprecionante". O ser humano Moro no cargo de Ministro da Justiça foi chamado de "juizeco fascista" e abominável pela neta do coronel Alexandrino. O ser humano Guedes no cargo de Ministro da Economia ameaça com AI-5 (perseguição, desaparecimentos, torturas, assassinatos) e disse que "gostaria de vender tudo". O ser humano Damares no cargo de Ministro da Família defende "abstinência sexual como política pública". O ser humano Bolsonaro no cargo de presidente da República é acusado de "incitação ao genocídio indígena" no Tribunal Penal Internacional.”
Assim começa a fundamentação de decisão do juiz do trabalho substituto Jerônimo Azambuja Franco Neto, da 18ª Vara do Trabalho do TRT da 2ª Região, que julgou procedente a ação do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro e Similares de São Paulo e condenou um restaurante à observância de cláusulas normativas referentes ao piso salarial normal, ao seguro de vida e acidentes em grupo com cobertura mais elevada, à obrigatoriedade da homologação das rescisões contratuais junto ao sindicato-autor, à concessão e manutenção de assistência funerária. O juiz também condenou a parte reclamada a pagar indenização por danos morais coletivos e honorários advocatícios.
Ao analisar o caso, o magistrado define a realidade brasileira como “merdocracia”. “O sufixo "cracia" significa poder e domínio. Já o substantivo "merda" pode significar excrementos orgânicos, alguém pejorativamente ou interjeição de sorte no meio cultural (a ser vítima de diversas censuras, como no caso do filme Marighella, censurado no Brasil, ou na censura judicial ao Especial de Natal do Porta dos Fundos). A acepção aqui privilegiada é aquela quando referida a uma merda feita, uma cagada, ou seja, fez algo errado. Em suma, merdocracia vem a sintetizar o poder que se atribui aos seres humanos que fazem merdas e/ou perpetuam as merdas feitas. E tudo isso em nome de uma pauta que se convencionou chamar neoliberal, ou seja, libertinar a economia para que as merdas sejam feitas. Mas há a merda fundamental por trás dessa pauta. A existência do Estado nos marcos da Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948) e da Constituição do Brasil (1988) é voltada à promoção da igualdade e dos direitos humanos fundamentais, elementos de inteligência odiados pela ignorância merdocrata”, argumenta.
O texto da sentença também afirma que as pessoas são “bombardeadas pelas merdas (como no caso das fake news) de modo a se construir uma identidade fascista. Cada um se torna seu próprio algoz e/ou algoz dos demais movido pelo ódio ao indesejado”.
Ele também critica o procurador da República Deltan Dallagnol que, segundo ele, “imbuído da lucratividade com suas palestras e holofotes (como revela The Intercept Brasil), propagou fazer jejum para o aprisionamento de Lula em um sistema penal, como já dito, fracassado e racista no Brasil. Cabe lembrar que Jesus Cristo vivia como mendigo nômade a perambular na pobreza, amava os odiados, como leprosos e prostitutas, e foi crucificado pelo sistema penal da época”.
O magistrado argumenta que a “merdocracia neoliberal neofascista está aí para quem quiser ou puder ver". "A ela esta decisão não serve, pelo contrário, visa a contribuir para sua derrocada." Por fim, o juiz afirma o lugar de fala de sua decisão não é voltado ao mercado e nem ao lucro, mas “ao trabalho humano digno voltado à igualdade e aos direitos humanos fundamentais”.
Clique aqui para ler a decisão
1001132-78.2019.5.02.0018
Será que, também, o Juiz do Trabalho não quer, com a sentença, os holofotes?
A justiça do trabalho é cega e caolha, quebrou muitas.empresas no Brasil, dizer o quê, deveria acabar.
1. Sr. Vander, os defensores da extinção da Justiça do Trabalho, que acusam sem fundamentos que a proteção exagerada do trabalho supostamente quebraria empresas, deveriam admitir que, na realidade, o que está em questão é a maior ou menor importância dos direitos fundamentais da pessoa que vive exclusivamente do próprio trabalho contra aquelas que vivem de enriquecer às custas da exploração de trabalho barato, tal qual viveram, ao longo do império, as classes que sustentaram e eram sustentadas pela monarquia e seus privilégios.
2. Essas velhas classes e sua perversa forma de relação de trabalho deixaram herdeiros materiais e meramente ideológicos ao longo dos séculos XX e XXI, e seu comentário não deixa dúvida disso.
3. Invariavelmente, esses interlocutores tem motivos comuns para celebrar a vitória do mais radical liberalismo em 2018 e seu programa de proteção ao capital sem a respectiva correspondência aos que vivem apenas do trabalho.
Só tenho a lamentar. Sentença não é o local correto para manifestações políticas individuais. Para "corrigir o país" segundo as suas convicções pessoais, o caminho é sair do Judiciário e se candidatar a um cargo eletivo no Executivo ou no Legislativo.
Fica explícito a falta de capacitação do juiz para o cargo,o CNJ precisa ficar atento.
Fica explícito a falta de capacitação do juiz para o cargo,o CNJ precisa ficar atento.
Pelo menos conseguiu os 5 minutos de fama.
Sou a favor do que o juiz disse em bolsonarês explicito sobre a hipocrisia da classe merdia brasileira.
Mas devo deixar claro que não suporto sentenças em bolsonarês, mesmo que contra.
Porque a sentença não é lugar de protesto, nem de uso pessoal para se manifestar por razões pessoais.
No mais, o dinheiro da fundação bilionária e o aparalhamento do Estado com figuras da laba jato é algo bem grave e perigoso para República que foi transformada em uma Burocracia de Coalizão Deturpada, a Res publica virou cosa nostra. Moriarty, em Sherlock Holmes era o chefe dos gangsters e agora compõe um governo de milícias.
Não há dúvidas que a classe média abastada se desesperou quando papai e o dinheiro não pode mais comprar a saida na largada. E se chorou sobre a merdocracia "perduta".
O orgulho dos merdocratas é ver hambúrgueres virar diplomatas nos EUA. E laranjas enriquecer a famiglia.
No mais, como ser humano o juiz se nivelou aos bozonaros. Porque só assim que eles entendem. Os bozoides chamam esse linguajar de sinceridade e politicamente incorreto. Então não podem reclamar. Je sui Charlie Hebdo.
O nobre e culto magistrado seguirá exercendo honrosamente sua função de dizer o direito e promover a verdadeira Justiça, enquanto os merdocratas ficarão falando tudo aquilo que não falaram nas inúmeras vezes que Moro, Dallagnol, Bretas, e tantos outros juízes e promotores politiqueiros usaram as togas e sentenças para fazer campanha contra a esquerda e em prol do merdocrata-mór.
Mais um servidor público querendo seu minuto de fama.
Não se trata de uma sentença judicial, mas de uma opinião, bem subjetiva, desprovida de fundamento jurídico.
Aguarda-se a extinção de vez dessa superestrutura da Justiça do Trabalho, caríssima e inútil para os padrões atuais, ainda que seus servidores fiquem em casa as custas da sociedade, pois reduzirá substancialmente os gastos operacionais e administrativos.
A justiça federal deverá absorve-la, incluindo os TRTs e TST.
#JT Direitos trabalhistas burlados, é na justiça que se cobra. Empregador que cumpre corretamente com direitos e obrigações trabalhistas, não teme a justiça do trabalho.
Oras pois: Que vejo aqui?
Os comentários dos plantonistas que vivem na ante sala
dos posts prontos para espargir seus devaneios, muito próprios
da produção da cultura e formadora cognitiva atual desse país.
Vejamos:
-"Sentença desprovida de fundamentos jurídicos": O cara não leu, se leu não entendeu nada, visto que o magistrado repetiu ao menos umas 10 vezes o comando do aditivo CCT 2017/2019, bem como a CF, e várias vezes a CLT.
-"Pelo menos conseguiu 5 minutos de fama". Moro conseguiu 5 anos, fazendo política barata e criminosa, a melhor expressão da merdocracia dentro da toga.
-"Fica explicito a capacitação do Juiz". Oras eu não vi ele falando conge e conja em nenhum momento.
-"Sentença não é local correto para manifestação política". Não assiste razão. Não leu
a sentença de Moro sobre o apartamento do Guarujá. "Que foi somente política sem nenhuma prova e ainda prolatada em juízo incompetente, visto que a vara destinava-se a cuidar de casos da Petrobras, e o próprio Juiz, sem a menor noção de exegese, responde na apelação, que não se tratava de dinheiro advindo da Petrobras. E eu pergunto:- Porque estava em Curitiba? Ademais, é bom um jurista assistir vez por outra BARROSO num julgamentos do STF, ai sim verá a capacidade de falar 2 horas seguidas, somente com subsídios políticos sem citação de um precedente, uma Jurisprudência ou amparo em doutrina.
-"A justiça do trabalho é cega e caolha, quebrou muitas empresas no Brasil". Hoje até aluno de primeiro colegial sabe que quem quebrou muitas empresas no Brasil foi a gangue denominada lava-jato Que tentou lançar mão de 2,5 bi, e foi barrada por Alexandre de Moraes.
Falei.
Ops: "Fica explícito a falta de capacitação do juiz
Essa sentença é nula de pleno Direito (mas tenho cá minhas dúvidas se será reformada, considerando que se trata da Justiça do Trabalho, onde os preceitos e princípios consagrados do Direito são dioturnamente solapados e pisados).
Seu prolator demonstra que é inapto para o cargo, ao mesmo tempo que demonstra uma parcialidade (com carga de ódio extremo à parte ré e um fanático e surreal engajamento político -de extrema esquerda ignorante sobre si própria- em relação aos autores) e a consequente inépcia da peça decisória.
E se percebe, ainda no Relatório, quando resume a defesa em uma mísera linha, que a coisa descambaria para essa coleção miserável de ironias sandias e demonstrações de desconhecimento crasso, como por exemplo, a ideia completamente equivocada sobre o conceito e autoria do fascismo (que não é de Hiller, mas de Mussolini, Giovanni Gentille e Benedetto Croce)!
Tenho experiências horrorosas na JT (e também outros foros, e dentre eles, a JT é campeã) mas, até agora, para mim, esta é a peça mais deprimente, em forma de sentença, que eu já vi ao longo de todo meu tempo, somado, de serviço no Judiciário e militância como advogado.
Daí você critica a inepta JT e eles chiam.
Por Vasco Vasconcelos escritor jurista e abolicionista contemporâneo. As nossas autoridades precisam saber que democracia é respeitar o sufrágio das urnas e a independência dos Poderes. Claro que a oposição bizarra tem todo o direito de usar o jus sperniandi (espernear à vontade), e não pode utilizar o judiciário como oposição. O Presidente da Republica Jair Bolsonaro foi eleito democraticamente com quase 58 milhões de votos e precisa cumprir suas promessas de campanhas dentre elas o fim do trabalho análogo à de escravos a escravidão moderna da OAB. A escravidão foi a abolida há 131 anos mais até hoje as pessoas são tratatadas como coisas para delas tirarem proveitos e econômicos. Refiro -me ao pernicioso fraudulento concupiscente famigerado caca-níqueis exame da OAB uma chaga social que envergonha o país dos desempregados. Depois que no último EXAME OAB/FGV foram flagradas PLAGIANDO VERGONHOSAMENTE DE OUTRA BANCA EXAMINADORA,para FERRAR ainda mais seus CATIVOS e encher os cofres da OAB, essa excrescência da OAB tem que ser varrida do nosso ordenamento jurídico URGENTE. Claro que as raposas políticas que lucram com a escravidão moderna não tem nenhum interesse em extirpar esse câncer. Criam-se dificuldades para colher facilidades, triturando sonhos e diplomas gerando fome desemprego depressão síndrome do pânico doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas uma chaga social que envergonha o país dos desempregados. O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança,que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdades,de descaso.(Darci Ribeiro). A escravidão moderna é muito mais sutil e lucrativa do que a escravidão do século passado. Fim urgente do trabalho análogo à de escravos ,OAB.
Se essa aberração não for anulada e o magistrado punido vou ser obrigado a fazer coro pela primeira vez com aqueles que falam em acabar com a Justiça do Trabalho.
Um juiz absolutamente desequilibrado, sem condições psicológicas e psíquicas, sem um mínimo de ética* segue aloprando e vai ficar por isso mesmo?
Não tem CNJ, a OAB finge que não foi nada, o MP não estava e a grande imprensa, claro, fez questão de não ver. Fica assim, Judiciário? Fica assim, Brasil?
* Linguajar de baixo calão e afirmações falsas, como aquela sobre censura no caso do filme, são manifestações que ultrapassam todos os limites e que por óbvio jamais poderiam constar de uma decisão judicial.
Mais uma insanidade promovida por um daqueles a quem costumou-se chamar de "Juiz Hércules"!!!! A contaminação do Direito pelas paixões politico-ideológicas faz gerar sentenças desse tipo. A fundamentação deixa de ser jurídica e passa a ser intestinal, permitindo que a a sua anulação se faça com base em qualquer livro de anatomia humana, com um pequeno foco na proctologia!!! SALVEM nossas Facudades de Direito!!!!
Interessante observar. Quando convém um dos lados, não puder "falar verdades" é "mordaça" da oposição. Ou seja, "falar verdade" somente para um lado ideopolítico.
Nos EUA há liberdade de expressão, muito diferente do Brasil, da Europa. Nos EUA, nas ruas, é possível sair trajado como nazista para defender a ideologia nazista. Os Panteras Negras andavam armados para impedir abuso de autoridade e não tremiam em falar o que pensam sobre tais abusadores.
Ser deputado federal no Brasil e a tal imunidade. Historicamente, a imunidade era para o rei não cortar a cabeça do parlamentar opositor. No Brasil, a imunidade serve para atacar os direitos humanos. Os advogados que militam em defesa dos consumidores e dos trabalhadores são chamados de "comunistas". Pior, atacados por outros advogados de outros ramos do Direito.
O juiz violou o código de ética. Quando outro juiz fala mal do PT, a permissão por "falar verdade", isto conforme defesa dos ideólogos afins.
Os brasileiros devem decidir qual tipo de liberdade de expressão querem, ou imparcial ou parcial. O que não pode ter é a justificativa maldosa para calar oposição seja de direita ou esquerda.
Juiz tem que dar a sentença sem paixão, mesmo que veja algo errado. Vejamos. Escravidão. O ordenamento jurídico do Império Brasileiro. O juiz, por força das normas, deve condenar o escravo que matou seu senhor. O juiz resolve fazer ponderação:
"Perante o Direito vigente, este juiz, por ato vinculado às leis deste país, deve condenar o escravo. Porém, pela lei natural, a qual rege todos os seres humanos, em caso de legítima defesa, o escravo está irremediavelmente errado?"
O juiz foi além do positivismo.
Alguém assistiu Negação no Netflix? O juiz fez ponderação ao advogado de defesa.
Sr. Vasco quantas vezes o senhor foi reprovado nos exames da OAB?
A sentença é perfeita tanto no mérito como na análise do que estamos vivendo com esses “ser humano”!
ucranianos judeus convertidos, sou brasileiro e tenho vergonha de arcar com o meu surrado dinheiro essa tutela jurisdicional.
Qualquer um anularia essa decisão, prejudicando ambos os jurisdicionados. Ainda, aplicou a cláusula obrigando a realização de rescisão no sindicato a despeito do fim da exigência legal e da jurisprudência que de formou a respeito, negando vigência ao processo legislativo efetivado na reforma trabalhista em prol de sua política antidemocrática exercida na segurança de seu gabinete, com estabilidade, inamovibilidade e aposentadoria com proventos integrais como punição por eventuais transgressões.
Esse tipo de decisão renuncia a qualquer respeito pela democracia.
Embora a crítica ao Magistrado autor do desastrado ato jurisdicional seja abundante, tendo em vista a forma sincera (e nem por isso correta) com que ele externou suas convicções político-partidárias, é certo que entendidas as decisões jurisdicionais no Brasil em um sentido mais aprofundado (quase sempre inacessível aos leigos) nada há de extraordinário no decisum. Milhões de decisões são prolatadas todos os anos, como o mesmo efeito, mas utilizando outras palavras e florões que disfarça a parcialidade e o teor político-partidário. Brasileiro vive de uma simbologia própria, dando pouca ou nenhuma importância ao valor intrínseco dos fatos e das coisas.
O INAD (Instituto Nacional de Advocacia), por meio de seu presidente, Dr. Rodrigo Salgado Martins, e direitor jurídico, Dr. Pierre Lourenço, acaba de protocolizar Representação no CNJ requerendo a aplicação de punição disciplinar em face do juiz JERÔNIMO AZAMBUJA FRANCO NETO, da 18ª Vara do Trabalho do TRT da 2ª Região, que atuou com desvio de finalidade e quebra de decoro ao incluir na fundamentação de uma sentença seu posicionamento pessoal político e por utilizar palavras de baixo calão, ofendendo a moralidade da justiça e atuando com prejuízo ao erário público. O caso foi distribuído para a relatoria do conselheiro HUMBERTO EUSTAQUIO SOARES MARTINS, vice presidente do STJ (Proc. 0000370-08.2020.2.00.0000 - CNJ).
Tem gente que tem a coragem de chamar de PSEUDO INTELECTUAL, alguém que passou em 1o. lugar no concurso para Juiz Federal. Quem o faz, deve ser Heitor de todos os cursos e inteligencias de Harvard. kkkkkkkk.
A mesma vergonha que passaram os lavajatistas, quando atiraram anátemas sobre o FLAVIO DINO , quando esse desqualificou a capacidade técnica de Moro. Ops: ia me esquecendo FLAVO DINO Tambem passou em 1o. Lugar no concurso para Juiz Federal.... A nhorancia astravanca o pogresso...E passa vergonha alheia.
Ele é muito mais ridículo que qualquer coisa que criticou.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login