Em setembro de 2019, em uma visita ao Maranhão, participei de uma solenidade de entrega de carteiras da Ordem aos jovens advogados e às jovens advogadas que começavam, ali, sua trajetória. Havia preparado uma mensagem em que, além das congratulações pelo objetivo alcançado, falava dos desafios que se apresentariam daí em diante — as dificuldades do mercado, as transformações do Direito e da Justiça, a crise econômica que tanto afeta a nossa advocacia.
No entanto, antes de mim, discursou a jovem advogada em nome de todos que ali recebiam sua carteira. Sua mensagem foi uma lição da esperança, da disposição e da coragem que são a alma da advocacia. Não consigo reproduzir suas palavras emocionantes, mas o que ela quis dizer foi: "Como ser pessimista com a advocacia num país em que tantos precisam da Justiça, do direito de defesa, em que tanta injustiça ainda existe? Hoje começamos a nossa trajetória de servir às causas da advocacia, e elas não faltam."
Neste dia 11 de agosto, em que celebramos nosso dia, busco inspiração na força e na lucidez dessa jovem advogada maranhense.
Os últimos meses foram muito duros para todos os brasileiros. Nós, advogados, choramos a perda de colegas, parentes, amigos, clientes. Em meio à pior crise econômica da história do nosso país, lutamos para sobreviver ao descaso, à pandemia, à instabilidade do presente e à incerteza do futuro.
A OAB tem enfrentado dificuldades que pensávamos terem ficado no passado, como a defesa da própria democracia, da Constituição, a defesa do Estado democrático de Direito.
Essa data em que se comemora o Dia do Advogado evoca um fato histórico, a criação dos dois primeiros cursos de Bacharelado em Direito do país, em São Paulo e em Olinda, por meio da lei sancionada pelo Imperador Dom Pedro I no dia 11 de agosto de 1827. Ou seja, nosso dia nasceu com a valorização do estudo, das luzes, da inovação e do avanço civilizatório.
Pode ser que, em tempos tão difíceis, tenhamos pouco a comemorar. Mas certamente temos que pensar no futuro, nos próximos passos. Precisamos construir uma advocacia firme, capaz de acreditar em um país mais justo e defender, no cotidiano, o exercício da nossa profissão. Como a nossa inspiradora advogada maranhense, olhar para os milhões de brasileiros e brasileiras que, nesse exato momento, precisam de um advogado e de uma advogada, e pensar no modelo da advocacia para dar essa resposta. Devemos mirar com crítica e espírito inovador para o Judiciário que nascerá deste momento de crise. Não acreditamos em um Judiciário apartado do povo, trancado em condomínios, funcionando através da tela do computador. Mas lutamos por um Judiciário eficiente, que atenda aos grandes desafios da nossa sociedade, em que o advogado seja cada vez mais valorizado e respeitado na sua função indispensável à administração da Justiça.
Neste último 11 de agosto à frente do Conselho Federal da OAB, digo que me orgulho mais do que nunca da missão que abracei. Com coragem e trabalho, o conselho federal entregou seus melhores esforços para defender a advocacia dos ataques às prerrogativas e às tentativas de desmonte da própria OAB. Demos nossa contribuição decisiva, ao lado de diversas entidades da sociedade civil, para a defesa do Estado Democrático de Direito. Registro que, apesar das dificuldades e das constantes ameaças, vencemos boa parte das batalhas. E isso só foi possível pela força e tradição da advocacia brasileira.
Celebremos, portanto, essa tradição e o futuro que estamos construindo. Um feliz dia, com muita coragem e trabalho, a todos os advogados e a todas as advogadas do nosso país.




E sempre se renova, a cada atentado ao Estado de Direito e à Justiça. Nesse episódio da votação da PEC do voto auditável/impresso, mais uma vez a sua atuação, enquanto líder de uma classe tão tradicional e com uma galeria de grandes juristas, deixou muito a desejar. Vossa Senhoria não consulta a classe antes de manifestar apoio/rejeição público a questões atinentes ao Estado de Direito e à democracia. Vossa Senhoria está muito à vontade com eleições indiretas para o Conselho Federal. Vossa Senhoria tem pleno conhecimento de que a maioria da classe não o reconhece como representante da Advocacia. A minha luta se renovou neste episódio do voto impresso, o meu ânimo está como no início, quando eu recebi a minha carteira da OAB. Vou prosseguir na luta pelo voto impresso, na luta pela eleição direta do Conselho Federal, na luta para a obrigatoriedade de consulta por plebiscito antes de manifestar apoio/rejeição a quem quer que seja em nome dos Advogados do Brasil.
O presidente da OAB é o Senhor Felipe de Santa Cruz Oliveira Scaletsky, Felipe de Santa Cruz ou Felipe Santa Cruz?
A personalidade do ilustre Presidente da OAB fica dividida entre três.
Ora, você vê o Senhor Felipe de Santa Cruz, ora Felipe de Santa Cruz Oliveira Scaletsky e, finalmente, Felipe Santa Cruz.
Diante da fortíssima rejeição dos membros da OAB ao seu Presidente, este resolveu adotar comportamento e pensamento ternário, que nem Carl Gustav Jung consegue definir.
O culto Presidente Felipe, quando agride um colega de profissão, adota uma personalidade; quando é atacado pelo Presidente da República, O senhor Jair Messias Bolsonaro, outra; quando está participando de "ricos regabofes", outra.
Ao lado daquele rotundo Presidente que assumiu o comando da OAB, o brilhante Felipe não hesitou em se tornar mais palatável para a categoria dos advogados. Adotou um figurino mais esguio e, até dizem, lentes de cor azul para atrair as advogadas, inclusive a Doutora Rejane Guimarães Amarante, a nobre advogada que me antecedeu nos comentários.
Acontece que, não adianta você adotar um perfil físico para agradar advogados e advogadas, se não altera o pensamento e o comportamento, que se refletem no enfraquecimento paulatino da Ordem dos Advogados do Brasil.
Antigamente a OAB se insurgia com as ilegalidades, era altaneira. Agora, ninguém acredita na OAB, nem mesmo os advogados que, a cada dia, descem na cadeia da honorabilidade. Ninguém respeita advogado.
Vejamos.
A expressão “advogado de porta de cadeia”, usada muitas vezes para menosprezar o profissional da advocacia, é pejorativa e gera indenização por danos morais. O entendimento é do juiz Rúsio Lima de Melo, do Juizado Especial Cível da Comarca de Santa Isabel, na Paraíba. O juiz condenou (continua)...
uma mulher a pagar 20 salários mínimos por danos morais por ela ter usado o termo para constranger seu advogado. Ainda cabe recurso. as/1892636/cliente-e-condenada-por-ofend er-seu-advogado).Um advogado do Paraná foi condenado a pagar R$ 15 mil de indenização por danos morais aos herdeiros de um cliente, porque mentiu sobre o fato de ter sido contratado por ele cerca de 20 anos antes, até mesmo perante o Tribunal de Ética da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O entendimento de primeira e de segunda instância foi mantido no Superior Tribunal de Justiça (STJ), onde a Terceira Turma negou provimento ao recurso do advogado.
Na ação, o advogado conta que foi ofendido e constrangido na frente de diversos servidores e de pessoas que estavam no Fórum da cidade. O fato aconteceu porque a sua cliente ficou insatisfeita com o resultado de um processo penal de seu interesse. Por isso, o advogado pediu indenização de 40 salários mínimos pela ofensa. O valor foi parcialmente aceito ("https://oab-ma.jusbrasil.com.br/notici
O cliente, hoje falecido, contratou os serviços do advogado para propor ação ordinária contra o estado do Paraná, com o objetivo de solucionar diferenças salariais e de gratificação. Após cerca de duas décadas, o cliente procurou o advogado, que negou ter recebido procuração ou patrocinado alguma demanda judicial em seu nome. Nova advogada contratada pelo cliente fez uma pesquisa e descobriu que a ação não só havia sido ajuizada pelo colega, como foi processada e julgada improcedente, inclusive nos tribunais superiores.
Alegando humilhação e desgosto suportados pela inverdade do advogado, o cliente entrou na Justiça com pedido de indenização por danos morais. A causa foi julgada procedente tanto na primeira como na segunda instância (continua)
A decisão do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) concluiu que o ato ilícito ficou configurado e, declarando que o Código de Defesa do Consumidor (CDC) é aplicável ao caso, considerou o pedido do autor procedente. paraitinga/noticias/mantida-condenacao-p or-danos-morais-a-advogado-que). o a V. Exa., humildemente, que, diante da gestão fracassada da OAB, faça renúncia da Presidência da OAB.
Insatisfeito, o advogado recorreu ao STJ alegando a prescrição quinquenal do direito do autor da ação e a não aplicabilidade do CDC nos contratos de prestação de serviços advocatícios, entre outros argumentos. Entretanto, o relator do processo, ministro Sidnei Beneti, não acolheu as teses do recorrente.
Em seu voto, o ministro explicou: “No que se refere à prescrição, o acórdão do TJPR encontra-se alinhado com a jurisprudência desta Corte, ao entendimento de que, sendo a ação de indenização fundada no direito comum, incide a prescrição vintenária, pois o dano moral, neste caso, tem caráter de indenização, e pela regra de transição há de ser aplicado o novo prazo de prescrição previsto no artigo 206 do novo Código Civil – ou seja, o marco inicial da contagem é o dia 11 de janeiro de 2003, data da entrada em vigor do novo código, e não a data do fato gerador do direito.” (https://www.oabsp.org.br/subs/saoluizdo
Peç
A redenção, Doutor Felipe, é um ato de grandeza.
V. Exa., não passará para a História como um fraco, mas como um gigante!!!
Para a OAB existem 2 tipos de advogados: os atuante na incansável luta pelo Estado Democrático de Direito, e os demais. Na primeira casta, aqueles que sempre estão na mídia, donos de luxuosos escritórios e que vivem de pomposos e gordos honorários. Na segunda, o restante, que devem aguardar o STJ ou STF durante 10, 15 anos para poderem ver o direito do seu cliente satisfeito; aquele que deve firmar contrato no êxito, por quota litis, uma vez que, por mais que trabalhe, seja honesto e estudioso, não consegue, sequer, uma audiência com qualquer dos ministros dos tribunais superiores. Essa grande maioria, que tende a esperar a vontade do poder público, em especial, do Poder Judiciário, é o motor da advocacia nacional, responsável pela defesa de milhões de pessoas que, todos os dias, sofrem abate em seus direitos. A OAB, há muito, esqueceu desta parcela gigantesca de causídicos, muitos os quais não conseguem, ao menos, angariar valores para suprir suas necessidades básicas. A OAB abdicou do dever de defesa incisiva dos advogados, embora atos isolados tenham sido praticados. Para aqueles que chegaram ao Éden por méritos, com esforço e muito trabalho: meus parabéns. Para aqueles que subiram no pedestal por conta de tapinhas nas costas de autoridades e ministros, só temos a lamentar. E para todos advogados que esperam 6 meses, 1 ano por um mero despacho, 2 anos para homologação de acordo e expedição de guia de levantamento, que digladiam sentenças de 2 páginas após 5, 6 anos de processo, que não recebem seus honorários contratados, que lutam anos para soerguer honorários de sucumbência, que estão todo santo dia sós e sentados numa cadeira à frente de seu computador, estudando e dando o melhor de si: MEUS PARABÉNS.
Até mesmo no texto destinado aos advogados, Vossa Senhoria faz campanha política.
E difícil ser advogado enquanto o Conselho Federal da OAB é usado como palco político.
Partidarizaram uma instituição apartidária. Lastimável isso.
No mais, concordo com as palavras da jovem advogada maranhense que de fato inspiram.
De logo, faço voz aos comentários acerca do senhor Santa Cruz, isso porque, não me considero representado em minha profissão por tal pessoa.
Ademais, já é público e mais do que notório, que grande parte da nossa classe desconhece a sua pessoa como não mais 'colega de profissão', e muito menos como presidente da ordem, por se tratar hoje, de uma pessoa voltada para o viés político de esquerda do que para a própria categoria de advogados.
Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
Salve os 194 anos dos Cursos Jurídicos X 27 anos de exploração dos bacharéis em direito. Brasil! País dos carrascos. Nunca foi tão fácil lucrar, extorquir os bacharéis em direito, enriquecer, praticar o trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB, explorando com altas taxas de inscrições e reprovações em massa, praticando o trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB, onde os mercenários usando do poder macabro, vem vergonhosamente, afrontando a nossa Lex Mater, notadamente o direito ao primado do trabalho, o direito ao livre exercício profissional de qualquer trabalho, (art.5º-XIII), para impor goela abaixo, a excrescência do pernicioso, fraudulento, concupiscente, famigerado caça-níqueis exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país dos desempregados, causando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas, uma chaga social que envergonha o país, e ainda, pasme, dizem que isso é “Sui generis? Como assim?
Para ser advogado milhares de operadores do direito, são tratados, como (res) (coisas), para deles tirarem proveitos econômicos. Mas para ocupar vagas nos Tribunais Superiores, OAB é totalmente contra realização de CONCURSO PÚBLICO, prefere indicar seus apadrinhados e asseclas, via, LISTAS DE APADRINHADOS?
Isso é fato: Em plena pandemia da COVID-19, os caras só contabilizam lucros exorbitantes às custas dos desempregados. São cerca de 400 mil cativos da OAB, devidamente qualificados pelo omisso Ministério da Educação- MEC, jogados ao banimento.
Enquanto nos Estados Unidos, em face da pandemia da COVID-19 o Estado de Utah aboliu essa excrescência (..).
Por Vasco Vasconcelos, escritor, jurista e abolicionista contemporâneo.
Salve os 194 anos dos Cursos Jurídicos X 27 anos de exploração dos bacharéis em direito. Brasil! País dos carrascos. Nunca foi tão fácil lucrar, extorquir os bacharéis em direito, enriquecer, praticar o trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB, explorando com altas taxas de inscrições e reprovações em massa, praticando o trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB, onde os mercenários usando do poder macabro, vem vergonhosamente, afrontando a nossa Lex Mater, notadamente o direito ao primado do trabalho, o direito ao livre exercício profissional de qualquer trabalho, (art.5º-XIII), para impor goela abaixo, a excrescência do pernicioso, fraudulento, concupiscente, famigerado caça-níqueis exame da OAB, uma chaga social que envergonha o país dos desempregados, causando fome, desemprego, depressão, síndrome do pânico, síndrome de Estocolmo, doenças psicossociais e outras comorbidades diagnósticas, uma chaga social que envergonha o país, e ainda, pasme, dizem que isso é “Sui generis? Como assim?
Para ser advogado milhares de operadores do direito, são tratados, como (res) (coisas), para deles tirarem proveitos econômicos. Mas para ocupar vagas nos Tribunais Superiores, OAB é totalmente contra realização de CONCURSO PÚBLICO, prefere indicar seus apadrinhados e asseclas, via, LISTAS DE APADRINHADOS?
Isso é fato: Em plena pandemia da COVID-19, os caras só contabilizam lucros exorbitantes às custas dos desempregados. São cerca de 400 mil cativos da OAB, devidamente qualificados pelo omisso Ministério da Educação- MEC, jogados ao banimento.
Enquanto nos Estados Unidos, em face da pandemia da COVID-19 o Estado de Utah aboliu essa excrescência (..).
Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.
Por Vasco Vasconcelos , escritor, jurista. “DE TODOS OS ASPECTOS DA MISÉRIA SOCIAL NADA É TÃO DOLOROSO, QUANTO O DESEMPREGO ( Janne Adms)
Senhores membros da ORGANIZAÇÃO INTERNACIONAL DO TRABALHO – OIT, ajude-nos abolir de vez o trabalho análogo a de escravos no Brasil, a escravidão moderna da OAB e inserir no mercado de trabalho cerca de quase 400 mil cativos ou escravos contemporâneos da OAB, devidamente qualificados pelo Estado (MEC) jogados ao banimento sem direito ao primado do trabalho. "O Brasil, último país a acabar com a escravidão tem uma perversidade intrínseca na sua herança, que torna a nossa classe dominante enferma de desigualdade, de descaso". Antes da promulgação da Lei Áurea, era legal escravizar e tratar as pessoas como coisa, para delas tirarem proveitos econômicos. A história se repete: Refiro-me ao jabuti de ouro da OAB, o famigerado caça-níqueis exame da OAB, cuja única preocupação é bolso dos advogados devidamente qualificados pelo Estado (MEC), jogados ao banimento, sem direito ao primado do trabalho, renegando pessoas a coisas.
Segundo o Egrégio STF a violação do direito ao trabalho digno impacta a capacidade da vítima de realizar escolhas segundo a sua livre determinação. Isso também significa “reduzir alguém a condição análoga à de escravo” (STF). Durante o lançamento do livro ‘Ilegalidade e inconstitucionalidade do Exame de Ordem do corregedor do TRF da 5º Região, Desembargador Vladimir Souza Carvalho, afirmou que exame da OAB é um monstro criado pela OAB. Disse q nem mesmo a OAB sabe do que ele se trata e que as provas, hoje, têm nível semelhante às realizadas em concursos públicos para procuradores e juízes. “É uma mentira que a aprovação de 10% dos estudantes mensure que o ensino jurídico do país está ruim.
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Todos os PLs de interesse da OAB são votados e aprovados toque de caixa. E os contrários arquivados. Quais os segredos? Alô Senhores membros da OIT, OEA, TPI e ONU, MPF, e os omissos e subservientes Deputados e Senadores, até quando os Senhores vão aceitar: Lesões à ordem jurídica e a direitos constitucionalmente garantidos relacionados a FRUSTRAÇÃO AO EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITOS DOS TRABALHADORES? (CAÇA-NÍQUEI$ DA OAB? O trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB? E também a fraude da Lei nº8.906/94 (Estatuto da OAB), a qual não foi votada nas comissões de praxe do Congresso Nacional, não foi debatida com a sociedade, fatos estes denunciados pela Associação Nacional dos Bacharéis em direito – ANB, junto ao MPF, Congresso Nacional e até junto ao Egrégio Supremo Tribunal Federa. O projeto de Lei 2.938/1992 que deu origem ao Estatuto da Advocacia Lei n° 8.906/1994 foi aprovada mediante fraude. Não foi votada pelo Plenário da Câmara Federal e nem pelo Senado Federal como exige o Regimento Interno e a Constituição Federa. A Lei 8.906/1994 tem grave vicio formal e material insanável. Trata-se de uma fraude. A ANB Associação Nacional dos Bacharéis em Direito, Ajuizou a ADI 6278/2019 no STF questionando a referida Lei, mas?
É notório que as desigualdades sociais neste país dos desempregados e aproveitadores são por causas de indivíduos, sindicatos e entidades inescrupulosas que fazem o “RENT SEEKING” uma espécie de persuadir os governos débeis, omissos e o enlameado Congresso Nacional a conceder favores, indecentes, benefícios e privilégios a exemplo do jabuti, o pernicioso caça- níquei$ exame da OAB.CRIAM-SE DIFICULDADES P/ COLHER FACILIDADE$$$$$. Até quando quando vai essa exploração?
Por Vasco Vasconcelos, escritor e jurista. Todos os PLs de interesse da OAB são votados e aprovados toque de caixa. E os contrários arquivados. Quais os segredos? Alô Senhores membros da OIT, OEA, TPI e ONU, MPF, e os omissos e subservientes Deputados e Senadores, até quando os Senhores vão aceitar: Lesões à ordem jurídica e a direitos constitucionalmente garantidos relacionados a FRUSTRAÇÃO AO EXERCÍCIO REGULAR DE DIREITOS DOS TRABALHADORES? (CAÇA-NÍQUEI$ DA OAB? O trabalho análogo a de escravos, a escravidão moderna da OAB? E também a fraude da Lei nº8.906/94 (Estatuto da OAB), a qual não foi votada nas comissões de praxe do Congresso Nacional, não foi debatida com a sociedade, fatos estes denunciados pela Associação Nacional dos Bacharéis em direito – ANB, junto ao MPF, Congresso Nacional e até junto ao Egrégio Supremo Tribunal Federa. O projeto de Lei 2.938/1992 que deu origem ao Estatuto da Advocacia Lei n° 8.906/1994 foi aprovada mediante fraude. Não foi votada pelo Plenário da Câmara Federal e nem pelo Senado Federal como exige o Regimento Interno e a Constituição Federa. A Lei 8.906/1994 tem grave vicio formal e material insanável. Trata-se de uma fraude. A ANB Associação Nacional dos Bacharéis em Direito, Ajuizou a ADI 6278/2019 no STF questionando a referida Lei, mas?
É notório que as desigualdades sociais neste país dos desempregados e aproveitadores são por causas de indivíduos, sindicatos e entidades inescrupulosas que fazem o “RENT SEEKING” uma espécie de persuadir os governos débeis, omissos e o enlameado Congresso Nacional a conceder favores, indecentes, benefícios e privilégios a exemplo do jabuti, o pernicioso caça- níquei$ exame da OAB.CRIAM-SE DIFICULDADES P/ COLHER FACILIDADE$$$$$. Até quando quando vai essa exploração?
É muito fácil pôr a culpa no Exame Ordem. Trata-se de pôr a culpa nos efeitos de condutas de pessoas que, quando na faculdade, negligenciam ao dever de estudar. Posso apontar isso sem a menor dúvida, pois na minha turma, vi vários colegas servindo-se da cola, faziam suas provas pelo esforço de outros. Para mim, são esses que passam pelo curso, não assumem suas condutas e põem a culpa no Exame de Ordem. Simples assim.
Dia do Advogado, reitero meu pedido ao Papai Noel.
1. Gostaria de pedir que os julgadores leiam os autos antes de decidir, sempre com um pouco de humildade e bom senso, com observância da jurisprudência dominante.
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2. Que os julgadores leiam os Embargos de Declaração e dêem respostas fundamentadas de acordo com o art. 489, § 1.o., CPC.
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3. Que os julgadores recebam os advogados para entrega de memoriais e lhes concedam alguns minutos de atenção.
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4. Que os julgadores não se retratem "apenas em razão de embargos auriculares". Porém, caso haja necessidade de retratação, que expliquem os motivos e a nova decisão seja fundamentada [art. 489, § 1.o., CPC].
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5. Que os julgadores não acreditem somente nos advogados de alguns grandes escritórios em detrimento dos demais. Papai Noel você sabe o que estou falando...
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6. Que as grandes empresas, especialmente aquelas que receberam prêmio de empresa Ética, tivessem boa-fé, ética, respeito pela legislação, etc. Melhor dizendo: sem se utilizar de calúnia, difamação, injúria, mentiras, trapaças, contra o exequente e seu advogado. E não tenham “tanta sorte” de obter decisões teratológicas que contrariam a lei e a jurisprudência.
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7. Que os meus processos não demorem tanto para serem julgados e quando isso ocorrer que o julgamento seja judicioso.
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8. Que os advogados tenham respeito pelos adversários, ou seja, que trabalhem com honestidade, ética e respeito à legislação.
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9. Que leve de presente - vários tapetes para muitos advogados, porque eles gostam de puxar os tapetes dos outros.
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10. Papai Noel, gostaria de pedir que os advogados possam trabalhar arduamente, porém tendo paz e certeza de serem respeitados pelos julgadores, robôs e pelos próprios colegas.
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