
Advogados, médicos e representantes da sociedade civil assinam uma representação levada ao Ministério Público Federal que questiona a atuação do Conselho Federal de Medicina durante a epidemia de Covid-19 no país.
O documento afirma que a entidade de classe foi omissa ao não tomar providências contra a disseminação da falsa ideia de existência de tratamento precoce eficaz contra a Covid-19, representado pelo uso indiscriminado de remédios sem eficácia comprovada contra a doença como cloroquina, hidroxicloroquina e invermectina.
"A vista da omissão de clara recomendação científica pelo órgão competente, parte considerável da sociedade se tem orientado pela falsa crença de existência de um tratamento precoce que, na realidade, não apresenta evidências científicas e seguras de ser eficaz", diz trecho do documento.
O texto defende que a medicina deve considerar que o tratamento, cuja eficácia não está comprovada, está sendo usado como prevenção capaz de dispensar o uso de máscaras, de procedimentos de higiene e de isolamento social está sendo usado de maneira a reduzir a extrema importância de o país ter uma política de vacinação contra a Covid-19, que seja ampla e eficaz.
Por fim, a representação pede que a Procuradoria Regional Federal instaure inquérito civil para apurar a responsabilidade civil, administrativa e/ou penal da Diretoria do Conselho Federal de Medicina.
Clique aqui para ler a representação




Dado que perguntar não ofende, pergunta-se: se o tratamento precoce com uso da cloroquina, devidamente receitada pelo médico do paciente, nas dose que entender necessárias, não tem eficácia científica comprovada, as vacinas que estão sendo usadas e, foram desenvolvidas há menos de um ano, têm eficácia comprovada??????? Se têm eficácia comprovada por que as fabricantes não garantem totalmente o produto que elas mesmas desenvolveram??????? Ou será que por ser remédio barato, que pobre pode comprar, a cloroquina é tão demonizada???? Quem viver, verá!
Que o shampoo vem com instruções de uso
Em primeiro lugar a Organização Mundial de Saúde diz o tal "tratamento precoce" demonstrou que é ineficaz contra o coronavírus, isto ocorreu após diversos estudos em todo o mundo. Quanto a questão das vacinas. Elas foram testadas em vários países e tiveram a sua eficiência em diversos graus. Atualmente as duas vacinas que têm licença emergencial no Brasil a Coronavac e a Oxford. E também uma registrada na Anvisa a Pfizer. E sinceramente acho que o negacionismo só pode piorar uma situação que já muito ruim.
As empresas que produziram as vacinas, em menos de um ano, diga-se de passagem, confessaram que não se responsabilizam pelos efeitos adversos e confessaram, outrossim, que não foram testadas em pessoas com mais de sessenta anos e em crianças. A chanceler Ângela Merkel, que não me parece adepta do negacionismo, e nem tenha necessidade de ler bula para saber usar xampu, declarou que não vai tomar vacina, porque tem sessenta e seis anos de idade e não houve testes para essa faixa etária!!! Demonstra, portanto, que cabeça não foi feita apenas para separar as orelhas.
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