TSE assina acordo com plataformas para combater a desinformação

Nesta terça-feira (15/2), o Tribunal Superior Eleitoral vai renovar a parceria com as principais plataformas digitais que operam no Brasil. Participarão da cerimônia o presidente da Corte, ministro Luís Roberto Barroso, e os representantes do Google, do WhatsApp, do Facebook, do Instagram, do YouTube, do Twitter, do TikTok e do mais novo parceiro, o Kwai. O evento será transmitido ao vivo, a partir das 11h, pelo canal do Tribunal no YouTube.

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A parceria com as plataformas busca mitigar o impacto nocivo das fake news

Na ocasião, serão assinados memorandos de entendimento, que são documentos que listam as ações a serem executadas para combater a desinformação nas eleições 2022, marcadas para os dias 2 (primeiro turno) e 30 de outubro (eventual segundo turno). Por meio desse acordo, todas as plataformas se comprometem a priorizar informações oficiais como forma de mitigar o impacto nocivo das fake news ao processo eleitoral brasileiro. 

Vale ressaltar que os termos de cooperação pactuados com as organizações não envolvem troca de recursos financeiros e não acarretam qualquer custo ao Tribunal. As medidas a serem colocadas em prática devem ocorrer inclusive após o período eleitoral, até 31 de dezembro deste ano.

A grande novidade é a adesão do aplicativo de vídeos curtos Kwai ao Programa de Enfrentamento à Desinformação, iniciativa instituída pelo Tribunal em 2019 e que se tornou permanente em agosto 2021 pela Portaria TSE 510/2021. 

Inaugurado pelo vice-presidente da Corte Eleitoral, ministro Edson Fachin, durante a sessão administrativa de quinta-feira (10/2), o perfil do TSE na rede social já é um sucesso e conta com mais de 300 mil seguidores.

O programa de enfrentamento à desinformação tem o objetivo de combater os efeitos negativos provocados pela desinformação à credibilidade da Justiça Eleitoral e às eleições. O programa é centrado em estratégias não regulatórias e que envolvem a atuação de múltiplos setores. Os três pilares da iniciativa baseiam-se em combater a desinformação com informação de qualidade, capacitação e controle de comportamento. 

Todas as 72 entidades parceiras do programa contribuem com a execução de ações e medidas concretas para minimizar os danos das notícias falsas espalhadas com a finalidade de atacar a integridade e credibilidade do processo eleitoral do Brasil. Com informações da assessoria do TSE.

Claudio COMMAIS disse:
14 de fevereiro de 2022 às 15:42

É verdade que o Presidente do STE / STF tem pronunciado inumeras vezes, para o Brasil e Exterior, que o Pr. Bolsonaro quer a "volta da votação em Cedulas de Papel ", um retrocesso do sistema ? ! ...
Isso é desinformação ou não ? É uma "mentira" ou não ?
As plataformas irão bloquear esse tipo de pronunciamento, por exemplo ?
Pelo que entendi o que o governo Bolsonaro, e a maioria de nós deseja, é a melhor Transparência e Honestidade no sistema de votação, implantando o Comprovante do voto, impresso no ato da votação, e que apenas será "visto" pelo Eleitor num visor acoplado a urna tradicional e, que apos o OK tal comprovante "cairá" num reservatório conjugado, e ficará ali até eventual necessidade de auditoria, ... OU TO ERRADO !?
Isso é atualização do sistema, Transparência, Segurança, Honestidade, ... E uma "arma" contra fraude, ... E não um retrocesso !
As atuais (já antigas) urnas inclusive dispõem do conector para tal impressão, desde que foram fabricadas, OU TO ERRADO !?

Pedro G. Franzon disse:
17 de fevereiro de 2022 às 05:40

Parabéns senhor Cláudio, retrocesso é cerceamento da visibilidade necessária ao processo. Não deveríamos estar preocupados se confiássemos em algumas pessoas do sistema.

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