O empresário Silvio Santos, dono e apresentador do SBT (Sistema Brasileiro de Televisão), morreu às 4h50 da madrugada deste sábado (17/8), aos 93 anos. Ele estava internado na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo. A causa da morte foi broncopneumonia.
Ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) lamentaram a morte do comunicador brasileiro.
“Um dos maiores comunicadores do Brasil, Silvio Santos tem uma história de sucesso empresarial que sempre será exemplo. Um empreendedor que, do zero, criou uma das maiores emissoras de televisão do país. Deixará marca eterna na comunicação brasileira por sua conexão única com o público e que atravessou gerações. Meus sentimentos à família, aos amigos e a todos os funcionários do SBT.”
ministro Luís Roberto Barroso, presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça
“Manifesto pesar pelo falecimento de Silvio Santos. Gênio da comunicação, Senor Abravanel representa uma marco na história da televisão brasileira. Seu talento e carisma permanecerão para sempre entre nós. Meus sentimentos aos familiares.”
ministro Gilmar Mendes
“Silvio Santos foi o maior comunicador da história do Brasil. Seu carisma inigualável, sua alegria e bom humor contagiantes e seu talento para entreter tocaram a vida de milhões de brasileiros ao longo de décadas. Faz parte da história do Brasil como poucos. Seu programa foi mundialmente reconhecido no Livro dos Recordes como o programa, com o mesmo apresentador, de maior durabilidade na televisão mundial. Silvio sempre trouxe aos lares brasileiros uma mensagem de otimismo, diversão e amor à vida. Neste momento de tristeza, expresso minha solidariedade à família Silvio Santos, a quem tive a oportunidade de conhecer, à família do SBT e a todos os amigos. Que Deus o tenha.”
ministro Dias Toffoli

“Silvio Santos, por meio de sua comunicação televisiva, fez o público brasileiro usufruir na plenitude ao direito à felicidade. Estava sempre sorrindo. Nutriu os brasileiros do sentimento da alegria dominical que conduzia as famílias a se reunirem para assisti-lo. Coincidentemente, na época em que era camelô, mantinha amizade com meu saudoso pai, a quem se junta nessa finitude da sua vida dedicada às famílias e ao Brasil. Recentemente conversei com Silvio ao telefone e ficamos de marcar um jantar. Infelizmente não deu tempo. Por agora, avisem aos céus: Silvio Santos vem aí!”
ministro Luiz Fux
“O Brasil perde o maior apresentador e comunicador de sua história: Senor Abravanel, nosso Silvio Santos. Trabalhador, competente e visionário, sempre soube se comunicar – geração após geração – com todos os brasileiros e brasileiras com sinceridade, alegria e, acima de tudo, muita humildade.
Meus sentimentos a toda sua família, na certeza de que seu legado de trabalho e alegria será eterno.”
ministro Alexandre de Moraes
“Com pesar recebi a notícia do falecimento de Silvio Santos. Silvio deixa um importante legado ao povo brasileiro, não só por ter sido um dos maiores comunicadores da história do país, mas também por sua humanidade e bondade. Rogo para que Deus conforte seus familiares e amigos.”
ministro André Mendonça
Nota da OAB
“É com imenso pesar que o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) lamenta o falecimento do apresentador e empresário Silvio Santos, ocorrido neste sábado (17/8), aos 93 anos.
Silvio Santos foi um ícone da televisão brasileira, cuja trajetória marcante inspirou gerações.
Com uma carreira que atravessou décadas, ele não apenas revolucionou o entretenimento no país, mas também personificou valores como a perseverança, o empreendedorismo e a dedicação ao público.
Sua presença carismática e o compromisso com a comunicação popular deixaram um legado que será lembrado por todos.
Neste momento de dor, o Conselho Federal da OAB manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e admiradores de Silvio Santos. Que sua memória e contribuição para a cultura brasileira sejam eternamente celebradas.”
Beto Simonetti, presidente do Conselho Federal da OAB






Meu saudoso pai foi colega de trabalho e amigo pessoal do irmão de Sílvio Santos (Leon Abravanel, conhecido como Léo Santos) na Rádio Relógio, onde os dois eram locutores. Certa vez, eles andavam juntos pela rua e Leon disse para o meu pai para irem até a rua onde seu irmão Senor vendia mercadorias como camelô. Meu me dizia que ficou impressionado com o carisma de Senor e como ele contagiava as pessoas e teve certeza de que ele iria muito longe. Assisti ao Sílvio Santos desde a infância, nos anos sessenta e, para mim, seu legado mais importante é de não se acomodar, não importa a idade que se tenha. Hoje, o Céu está em festa.
Meu saudoso pai foi colega de trabalho e amigo pessoal do irmão de Sílvio Santos (Leon Abravanel, conhecido como Léo Santos) na Rádio Relógio, onde os dois eram locutores. Certa vez, eles andavam juntos pela rua e Leon disse para o meu pai para irem até a rua onde seu irmão Senor vendia mercadorias como camelô. Meu me dizia que ficou impressionado com o carisma de Senor e como ele contagiava as pessoas e teve certeza de que ele iria muito longe. Assisti ao Sílvio Santos desde a infância, nos anos sessenta e, para mim, seu legado mais importante é de não se acomodar, não importa a idade que se tenha. Hoje, o Céu está em festa.
Ao contrário dos ministros do STF, que vivem as expensas do povo e ainda, julgam mal, causando grande triste ao povo, Silvio Santos sempre trouxe alegria para o povo e sempre com muita sabedoria e humildade ajudou a muita gente. Pena que esses ministros do STF , apesar de alguns possuírem anos de vida, ainda não aprenderam nada com Silvio Santos sobre como viver e fazer o bem ao próximo, principalmente quando se trata do exercício da judicatura.
Ao contrário dos ministros do STF, que vivem as expensas do povo e ainda, julgam mal, causando grande triste ao povo, Silvio Santos sempre trouxe alegria para o povo e sempre com muita sabedoria e humildade ajudou a muita gente. Pena que esses ministros do STF , apesar de alguns possuírem anos de vida, ainda não aprenderam nada com Silvio Santos sobre como viver e fazer o bem ao próximo, principalmente quando se trata do exercício da judicatura.
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