O Papa Francisco, líder máximo da Igreja católica mundial, morreu aos 88 anos nesta segunda-feira (21/4). Ministros do Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça expressaram pesar com a passagem do pontífice.

Papa Francisco morreu em decorrência de um AVC nesta segunda-feira (21/04)
O presidente do STF, Luís Roberto Barroso, foi o primeiro a se manifestar em suas redes sociais (X e Instagram). “A espiritualidade verdadeira é a expressão do bem, do amor e da paz, com sabedoria, tolerância e compaixão. O Papa Francisco encarnou essas virtudes como poucas lideranças nos dias de hoje. Foi uma luz iluminando a humanidade. A história o reconhecerá como um dos maiores”, escreveu em comunicado que também foi replicado na página oficial do STF.
O decano Gilmar Mendes, também em sua conta no X, ressaltou o legado de defesa dos mais vulneráveis deixado por Francisco. “Diante de um mundo de intolerância e ódio, Francisco nos deixou lições que transcendem a fé: acolher o próximo, semear a inclusão e combater a desigualdade. Seu legado na defesa dos mais vulneráveis o tornou um farol de paz e fraternidade mesmo nos momentos mais difíceis”, comentou.
Nota do STJ
O Superior Tribunal de Justiça publicou uma nota de pesar em homenagem ao papa, em sua página oficial. Em nome dos ministros e servidores da corte, a assessoria de imprensa do tribunal fez votos de que os sentimentos de compaixão, justiça e perseverança do Papa Francisco continuem a inspirar ações e decisões dos juízes brasileiros.
“O falecimento de Sua Santidade, o Papa Francisco, toca o coração dos que o viam como um líder incansável na busca de um mundo mais igual, alicerçado na solidariedade e na paz. O exemplo pessoal de sincera simplicidade e abundante alegria contribuiu para um pontificado fortemente marcado pelo diálogo com outras religiões, pela defesa do meio ambiente e por dar voz aos mais pobres e marginalizados. Sua jornada inspirou e inspira milhões. E certamente não será esquecida. Neste momento de consternação universal, o STJ se une às manifestações de tristeza de milhões de pessoas”, diz a nota.
O 266º papa morreu devido a um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de um quadro de insuficiência cardíaca, de acordo com o Vaticano. Francisco tinha se recuperado de uma internação que durou mais de um mês, entre fevereiro e março, para tratar uma pneumonia bilateral. Apesar de ter recebido alta, o papa continuava em tratamento em casa e apresentava um quadro de saúde que exigia cuidados.
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