Nem todos conhecem o “paradoxo Tostines”. Na época, a maioria chamou de “dilema Tostines”. Dilema é quando temos decisões a tomar e qualquer delas é trágica. Um exemplo é o dilema do trem, em que, para não matar dez pessoas, desvia-se o bólido e mata uma. Já o paradoxo trata de algo sobre o qual não podemos decidir.
Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho por que vende mais? Trata-se de um paradoxo. Os mais jovens não sabem o que é, porque só frequentam redes sociais, com o que, paradoxalmente, em face do excesso de informações, acabam sem conhecimento algum. Como dizia T.S. Eliot, informação não é conhecimento; conhecimento não é saber; saber não é sabedoria.
Interessante notar que o número crescente de smartphones e quejandices tecnológicas, face à facilidade com que se tem acesso a informações, deveria diminuir o número de néscios e similares. Porém, mais informação, mais néscios. Informação demais é informação de menos. Eis aí outra questão paradoxal.
Voltando ao paradoxo Tostines: as redes sociais são superficiais e produtoras de ignorância porque se retroalimentam de ignorantes ou os ignorantes são assim porque frequentam as redes sociais?
Na mesma linha, o que veio primeiro? A agnotologia (produção deliberada de ignorância) ou o tik tok? Boa pergunta. De difícil ou impossível resposta.
A jornalista Becky Korich, em artigo na Folha de S.Paulo, faz uma ironia (ou sarcasmo) com os testes que aparecem nas redes sociais. Você pode testar seu QI (coeficiente de inteligência), seu índice de gordura, seu grau de cretinice, seu índice de alcoolismo, assim como fazer o teste para saber se você tem a doença da moda, o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção…). Korich alerta: além de confundir compreensão sobre transtornos, conteúdo de redes sociais enfraquece capacidade das pessoas de lidar com suas emoções.
E lá vem o teste:
(i) você esquece onde deixou as chaves do carro ou o celular? Check.
(ii) Tem dificuldade em manter o foco em tarefas entediantes? Check.
(iii) Lê vários livros ao mesmo tempo e demora para terminar? Check.
(iv) Sente incômodo com música alta quando está concentrado? Check.
(v) Esquece com frequência o que ia dizer? Check.
(vi) Sente sono pela manhã?
Korich conclui: mil checks. Sim para todas. Veredito: TDHA (transtorno do déficit de atenção por hiperatividade).
O resultado é instantâneo, mostra a jornalista: “os mestres em ‘medicina Tik Tok’ não sabem quem eu sou, de onde vim, se bebo, se fumo, se durmo bem – mas, de tão experts que são, sabem muito mais sobre mim. Funciona assim: uma lista de perguntas de ‘sim’ ou ‘não’ é lançada e o resultado vem no final, junto com a prescrição do remédio”.

Um estudo recente feito por pesquisadores da Universidade da Colúmbia Britânica, no Canadá, revelou um dado alarmante: dos sintomas relatados nos vídeos mais populares sobre TDAH no TikTok, que somam quase meio bilhão de visualizações, menos da metade se apoia em fontes confiáveis. As redes sociais podem ser aliadas da saúde mental. Podem ajudar a espalhar informação de qualidade, aumentar a conscientização e combater estigmas e preconceitos. Mas, quando se trata de redes sociais, os likes são mais valiosos do que a ciência comprovada.
A jornalista conta que, em um vídeo, uma adolescente dança, aparece na tela uma relação de “sintomas” de autismo, como não gostar de usar meias, não misturar salada com o restante da comida e dormir com a TV ligada. “Coisas que eu achei que todo mundo fazia, mas na verdade são sintomas de autismo“, diz a legenda. Impressionante. A vítima do outro lado da tela deve abaixar os dedos da mão para cada característica com que se identifica. Se fechar os cinco dedos: bingo! Positivo para o espectro. Impressionante de novo.
E o espantoso de tudo isso, diz Korich, é que nos comentários muitos usuários engolem o diagnóstico: “Me identifiquei com todas, socorro“, “Sim para todas, mas fui diagnosticada como TDAH e agora estou confusa“, “estou descobrindo que sou autista com 56 anos“, “me identifiquei com 4, devo me preocupar?”.
Os vídeos sobre TEA (transtorno do espectro autista) e TDAH estão entre as dez hashtags relacionadas à saúde mais visualizadas do TikTok. Dos mais populares com a hashtag #autism, só 27% tinham informações precisas sobre o transtorno. Alguns prometem a “cura” para o autismo, oferecendo pulseiras magnéticas, óleos essenciais e outras tolices. Esqueceram as rezas de pastores. Ou Ora Pro Nobis. Até a ingestão de alvejantes foi recomendada como tratamento, que, pasme, alguns pais tiveram a insanidade de aplicar aos seus filhos.
As redes sociais são o lugar da charlatanice em grau semelhante ao das igrejas com cultos televisivos que todos os dias fazem “curas” até de Covid, como foi o caso de um missionário ou pastor que diz ter curado mais de 100 mil doentes de Covid. O problema é que ele mesmo foi entubado, mostrando que a realidade também produz ironias e sarcasmos. Será que ele esqueceu de orar? Ou de pagar o dízimo? Bom, deixem pra lá. Só estou fazendo perguntas. Ironia e fé às vezes se mesclam…!
Nestes tempos de cérebro podre ou apodrecimento cerebral (grupos de WhatsApp também colaboram para o brain rot), as redes sociais são um prato cheio para os pesquisadores. Redes: o lugar sem filtro. Em que um idiota se transforma em opinador.
Bom , nenhum pesquisador pode dizer que morre de tédio. Há de tudo nessa selva.
Talvez possamos fazer um teste para saber se o usuário da rede está com brain rot. Inventei o teste hoje. Vamos lá?
(i) Check 1: você não lê jornal e se informa no seu grupo de whatsapp e Instagram, Tik Tok ou X?
(ii) Check 2: fica mais de uma hora olhando filminhos de tik tok em um dia?
(iii) Check 3: há mais de dois anos não lê um livro?
(iv) Check 4: não resiste à tentação de esculhambar a postagem da qual não gostou?
(v) Check 5: é radicalmente a favor da linguagem simplificada (se você é da área jurídica ou do jornalismo a coisa é ainda mais grave) e tende a acreditar nas informações que circulam – resumidinhas – no Instagram e se sente atraído pelas imagens de sucesso?
Se você respondeu “sim” para as cinco checagens, você já está com brain rot em estágio avançado; se você respondeu quatro checagens afirmativamente, seu quadro é difícil, praticamente impossível de recuperar. Só tratamento de choque como ler livros pode lhe salvar.
Mas um adendo: livros que são genuinamente livros. Se for da área jurídica, não vale livro que reproduz o senso comum teórico jurídico. E não vale sinopse, resumidinho ou simplificado-mastigadinho. Nem musicado. Porque, se for algo desse tipo, o efeito é adverso: excesso de concursismo causa brain rot severo.
Dá para seguir no teste – um modelo premium:
(vi) Check 6: você acredita que “textão” é sinônimo de arrogância ou intelectualismo, e que qualquer ideia que exija mais de 30 segundos de atenção deve ser descartada?
(vii) Check 7: você compartilha frases de efeito sem saber quem disse (ou atribuindo a Clarice Lispector)?
(viii) Check 8: você é fofinho(a)/poliana nos grupos de whatsapp que participa, concordando com tudo e colocando emojis de positivo para qualquer platitude ou truismo?
(ix) Check 9: não sabe o que é platitude
(x) Check 10: você se sente satisfeito por “não saber dessas coisas aí” – sejam elas políticas, históricas, filosóficas ou qualquer assunto que não caiba em um meme? Parabéns, você é um entusiasta da agnotologia. Não tem cura.
Muito cuidado. O pior tipo de brain rot é o brain rot performático. Como se fosse bonito. Há algum tempo, ser estúpido era feio. Depois, passou a ser aceitável. Agora, o feio é estudar. E escrever textos difíceis (sic).
Bem, por hoje, é isso. Bocejei uma vez enquanto escrevia este texto. Deve ser TDAH! Check!

Texto brilhante! A comparação com o paradoxo Tostines foi simplesmente genial — mostra bem como estamos presos nesse ciclo vicioso das redes sociais, onde não sabemos se o conteúdo superficial existe porque as pessoas consomem, ou se consomem porque é o que mais aparece. Esses "testes de inteligência" que circulam por aí dizem muito mais sobre o estado mental das redes do que sobre quem os faz. Muito bom trazer esse tipo de reflexão. Precisamos mesmo pensar mais sobre o que estamos consumindo — e por quê.
Agora, no Instagram, que muito pouco frequento, os jovens advogados passaram e fazer promessas de soluções de dívidas de diversas naturezas, assegurando que as pessoas que devem, não pagarão mais juros da dívida, pq têm a resposta jurídica *correta* para isso.
São muitos. Existem também diversos médicos prometendo cura da surdez, dores nas articulações, impotência, enfim, virou um mercado vergonhoso. Por esses, e outros motivos, mulheres se oferecendo, piadas de gosto duvidoso, etc., deixei de frequentar tais redes, há um emburrecimento generalizado, uma completa ausência de critérios mínimos de reflexão sobre o que publicam, tantos dos frequentadores, quanto dos *vendedores* da vida eterna. *Artista da Globo afirma que você não pode comer estes alimentos*. *Veja como está mulher ficou milionária aplicando apenas 150 reais no petróleo*, e os idiotas lá, sonhando, alimentando está loucura.
As redes sociais estão cheias de charlatães, sem dúvida. E eles obtém uma parcela dos lucros oriundos dos cliques dos usuários e produzem conteúdos deliberadamente produzidos para atrair a atenção dos tolos. O financiamento do sistema todo é o problema, mas as empresas que remuneram os cliques, garantem os lucros das plataformas e proporcionam renda para os charlatães são sempre esquecidas. Elas disputam atenção num mercado virtual projetado para valorizar conteúdos que geram engajamento emocional. A qualidade dos conteúdos clicados não importa aos anunciantes, eles só se interessam pelos lucros e fazem contas: quanto foi gasto com ads, quanto foi faturado em decorrência dos cliques, etc. Portanto, os pequenos charlatães são um problema menor do que os grandes charlatães: corporações multinacionais que despejam dinheiro nas plataformas dizendo que são éticas apesar de financiar o charlatanismo impulsionado por algoritmos e as plataformas que criam e exploram esses algoritmos. O capitalismo charlatão é o verdadeiro criminoso nessa história, mas o autor do texto confundiu os efeitos com as causas.
Com relação a ficar milionario investindo 150 Reais em petroleo, mandei um email pra eles assim: como sei que seu sistema funciona e que também vou ficar rico, dá pra adiantar uma graninha !!!!??? Até agora não me responderem. Acho eles só tem tempo de contar dinheiro e não sobra tempo pra responder os futuros clientes.
Apenas para deixar o tema mais interessante (ou irônico) decidi submeter o texto a A.I. com o comando que deveria apresentar os argumentos do texto e contraditá-los, eis a respostas: Análise e Contradição dos Argumentos de Lenio Luiz Streck
O texto de Lenio Luiz Streck intitulado "O paradoxo Tostines, as redes sociais e o teste para brain rot: faça aqui!" apresenta diversos argumentos sobre o impacto negativo das redes sociais na qualidade do conhecimento e na capacidade cognitiva das pessoas. Vou apresentar seus principais argumentos e então oferecer contrapontos a cada um deles.
Principais argumentos do autor:
As redes sociais promovem superficialidade e ignorância
Streck sugere que existe um paradoxo: as redes sociais são superficiais porque atraem ignorantes, ou produzem ignorância nos usuários.
Excesso de informação resulta em menos conhecimento
O autor cita T.S. Eliot para argumentar que acesso a informação não significa conhecimento, e que a abundância de informações nas redes sociais na verdade diminui o conhecimento real.
Autodiagnósticos médicos nas redes são perigosos e imprecisos
Streck critica os testes simplistas de transtornos como TDAH e autismo nas redes sociais, que levam a autodiagnósticos precipitados.
A cultura das redes valoriza o superficial e despreza o aprofundamento
O autor sugere que existe uma valorização da simplicidade e uma aversão ao conhecimento aprofundado, chamando isso de "brain rot" (apodrecimento cerebral).
O formato curto e simplificado das redes sociais prejudica o pensamento crítico
Streck argumenta que textos curtos, memes e conteúdo simplificado não desenvolvem capacidade crítica e perpetuam a ignorância.
Contradições aos argumentos:
Sobre a superficialidade das redes sociais:
O argumento falha ao generalizar todas as interações em redes sociais como superficiais. Plataformas como Twitter/X, Reddit e até mesmo TikTok hoje abrigam comunidades acadêmicas, científicas e educativas que produzem conteúdo com rigor intelectual. Muitos professores universitários, pesquisadores e especialistas usam essas plataformas para divulgação científica e debates aprofundados. O problema não está na ferramenta, mas em como ela é utilizada.
Sobre o excesso de informação:
Streck comete uma falácia ao associar diretamente o aumento de acesso à informação com aumento de ignorância. Estudos em literacia digital mostram que o desenvolvimento de habilidades críticas permite filtrar informações de qualidade. O acesso facilitado a informações diversificadas tem permitido que grupos historicamente marginalizados acessem conhecimento antes restrito a elites intelectuais. O problema não é o excesso de informação, mas a falta de educação para analisá-la criticamente.
Sobre autodiagnósticos nas redes:
Embora Streck esteja correto sobre os riscos de autodiagnósticos simplistas, ele ignora como as redes sociais têm contribuído para desestigmatizar transtornos mentais e levar muitas pessoas a procurar ajuda profissional. Pesquisas mostram que a conscientização sobre saúde mental aumentou significativamente graças às discussões online, e muitos profissionais de saúde usam as plataformas para educar corretamente sobre esses temas.
Sobre a valorização do superficial:
Este argumento apresenta um viés geracional e elitista. O que Streck chama de "superficial" muitas vezes representa novas formas de comunicação e aprendizado que ele simplesmente não compreende ou valoriza. Formatos curtos podem ser densos em conteúdo e adequados para certos tipos de conhecimento. Além disso, muitos jovens transitam perfeitamente entre formatos curtos de conteúdo e leituras profundas, desmontando a ideia de exclusão mútua.
Sobre os formatos curtos prejudicarem o pensamento crítico:
Este argumento ignora que formatos curtos têm sido usados historicamente para comunicação eficiente (aforismos, provérbios, haicais). A brevidade não implica necessariamente em superficialidade. Ademais, pesquisas em neurociência mostram que o cérebro humano se adapta a diferentes formatos de processamento de informação, e a capacidade de filtrar e sintetizar informações rapidamente é uma habilidade cognitiva valiosa na era atual.
Conclusão:
O texto de Streck cai exatamente na armadilha que critica: oferece diagnósticos simplistas sobre fenômenos complexos. Seu "teste para brain rot" é, ironicamente, tão reducionista quanto os testes de TDAH que ele critica. O autor demonstra o que os psicólogos chamam de "viés de confirmação", selecionando apenas exemplos que reforçam sua visão pré-existente sobre as redes sociais.
A verdadeira abordagem intelectual que Streck parece defender exigiria analisar as redes sociais com mais nuance, reconhecendo tanto seus problemas quanto suas contribuições para a democratização do conhecimento e a formação de comunidades de aprendizado que transcendem barreiras geográficas e socioeconômicas.
O texto aponta com precisão para o paradoxo cultural que vivemos atualmente: em um mundo saturado por informações instantâneas, emerge uma espécie de analfabetismo funcional voluntário, em que a facilidade de acesso ao conteúdo simplificado intensifica o declínio da capacidade crítica. A questão talvez esteja menos na oferta de conteúdos superficiais, e mais na crescente disposição das pessoas em abdicar do esforço intelectual genuíno em troca do conforto ilusório proporcionado por respostas rápidas e diagnósticos fáceis. Afinal, a ignorância performática nunca foi tão sedutora e amplamente recompensada socialmente.
O que, parece, se tornou uma moda no mundo de hoje é a falta de /responsabilidade/. O pior cultor desse modismo é o próprio /judiciário/. Diz-se que se a lei obrigasse o juiz a ser responsável, isso o tolheria de expressar sua /livre convicção/. Mas a convicção pode mesmo ser /livre/ ou ela tem de adequar-se ao sistema donde emana? Muita ditadura jurídica acaba acontecendo porque juiz é juiz e /pode dizer o que quer/. Só quando houver responsabilidade séria para o juiz (e, por que não também para o advogado?) é que teremos seriedade nos julgamentos. Quem usa as redes tem de ter muita seriedade, muita responsabilidade. Quando um jurista escreve um livro, ele sabe que o seu leitor lhe cobra conhecimento, reflexão, autoridade. O escritor põe o seu nome abaixo do seu texto. Se erra é cobrado. Mas, com a falta de responsabilidade, quem pode cobrar o juiz?
Excelente, professor! A agnotologia é mal que ameaça a todos, inclusive o direito e a própria democracia.
Lenio Streck descreve uma realidade galopante que nos permite refletir sobre a evolução humana e a tecnologia, até onde pode ser útil ou não conforme o uso empregado.
É mais fácil aprender o errado de que o certo porque este exige esforço e maior atenção.
Na linha do citado T.S. Eliot para quem informação não é conhecimento, conhecimento não é saber e saber não é sabedoria, acrescento à base que informe não é informação.
A sociedade desse milênio está ávida por informes que sequer chegam a se transformar em informações etc., coisa que talvez a tecnologia "da informação" fomente intuitivamente, afastando o apetite de se ler um bom livro (o que vem se tornando para essa geração coisa chata, enfadonha), de se ter um conhecimento aprofundado das coisas por ser mais fácil aquele do tipo fast food, o que empobrece a própria evolução humana.
Ou seja, aquilo que seria para impulsionar a evolução humana no âmbito intelectivo é a mesma que causa nesse a sua involução, eis aí outro paradoxo.
Um prato cheio para os pesquisadores deveria ser as emissoras de TV.
Professor Lenio denuncia há anos o fenômeno que agora é palavra do ano. Mais uma vez de forma brilhante, aborda a agnotologia e o brainrot, revelando as inconsistências da contemporaneidade.
Uma sentença é tão importante, mas tão importante, que o juiz deveria proferí-la de joelhos.
Ler os textos do professor Lenio sobre brain rot é sempre uma experiencia aliviante, pois demonstra que nem todos estão infeccionados, melhor ainda, mostra um esforço pela imunização contra o brain rot.
As redes sociais, propositalmente, fomentam o comportamento ignorante, há uma forte cultura de postagens chamadas de "rage bait", que se baseia em fazer postagens com alegações propositalmente erradas ou ultrajantes, pois esse tipo de comportamento gera engajamento ("fama"), um verdadeiro paraíso néscio.
As redes sociais vem alimentando cada dia mais os piores comportamentos da humanidade. Em especial, os mais jovens.
Excelente texto! Como de costume.
Mera coincidência pesquisas apontando que pela primeira vez a ‘geração digital’ são menos inteligentes que seus pais?
Vamos procurar nossa montanha.
Excelente texto Lucas de Oliveira. Criticar o resumo é criticar os proverbios, principios e acordaos juridicos que sustentam parte do direito ainda seguido pelos juizes minimamente teccnicos
É... habilidoso essa I.A., quando contra-argumenta o texto do professor Lênio.
Mas há um porém, acho: a I.A. tenta rebater utilizando razões que fogem a lógica ou tangencial o problema apresentado pelo texto, tentado maquiar benefícios (alegados) proporcionados pelas redes sociais.
Conclusão: a I.A. usa argumentos falsos e não pertinentes à discussão.
É um robô mentiroso! Mas que escreve bem, ressalve-se!
Conciliador evangélico no Judiciário?
É o fim da picada!
Fala do Prof. Serrano (que belas - é exatamente o que penso): *a pessoa está se separando e o conciliador evangélico lá, falando perorações religiosas (secretárias), é o cumulo do absurdo!*
Mau profeta: chegará um tempo, se as coisas assim continuarem, que os crentes vão te pegar pelo braço (à força), na insistência de te converter, e captar mais um pra pagar dízimo!
Se nada parar isso, chegaremos numa situação muito ruim. Por exemplo, tenho vizinhos (crentes) muuuito insistentes. Não sei se eles acham que têm o dever de salvar todo mundo, ou se têm só a má intenção de captar fiel... pagador de dízimo. Acho que tudo isso junto e misturado. Aff!
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