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Fórum de Lisboa aposta em nomes internacionais para debater os desafios da nova ordem global

A edição de 2026 do Fórum de Lisboa reunirá professores e especialistas brasileiros e estrangeiros para debater os desafios da nova ordem global.

Divulgação

Fórum de Lisboa 2026 tem inscrições abertas para submissão de artigos

Entre os destaques desta edição estão Joel Mokyr, Nobel de Ciências Econômicas e professor da Northwestern University, uma das maiores referências mundiais no estudo da história econômica e da inovação, e Thomas Friedman, jornalista norte-americano, atualmente editorialista do jornal The New York Times.

Entre os nomes confirmados, destacam-se importantes referências da Alemanha, França, Espanha, Itália, Reino Unido, Argentina e Moçambique, refletindo a diversidade e a densidade intelectual do evento.

Da Alemanha, participam Indra Spiecker genannt Döhmann, professora da Universidade Goethe de Frankfurt; Markus Kotzur, professor da Universidade de Hamburgo; Joachim Englisch, da Universidade de Münster; Christiane Woopen, da Universidade de Bonn; Ralf Poscher, do Instituto Max Planck e da Universidade de Freiburg; e Luís Greco, professor da Universidade Humboldt de Berlim.

A França também marca presença com nomes de grande prestígio, como Dominique Rousseau e Xavier Philippe, ambos da Universidade Paris 1 Panthéon-Sorbonne; Yves Gounin, conselheiro de Estado do Conseil d’État; e Gaspard Estrada, conselheiro da Global South Unit da London School of Economics (LSE) e pesquisador da Sciences Po.

Da Espanha, participa Francisco Balaguer Callejón, professor da Universidade de Granada. Representando a Itália, estão confirmados Raffaele De Giorgi, da Universidade do Salento, e Antonio Carratta, da Universidade Roma Tre.

O Reino Unido será representado por Vinicius de Carvalho, professor do King’s College London, enquanto a Argentina conta com a presença de Leandro Eduardo Ferreyra, da Universidade de Buenos Aires.

Além da academia, o Fórum também reúne lideranças institucionais e do setor econômico internacional, como Hendrik Schoenfelder, CEO da Evonik para a América Central e do Sul, e Saskia Berling, diretora do KfW Development Bank.

Completando o grupo, Lúcia da Luz Ribeiro, presidente do Conselho Constitucional de Moçambique, reforça a dimensão institucional e jurídica do encontro.

Janela europeia

O Fórum de Lisboa chega à sua décima quarta edição em 2026, consolidado como um dos principais espaços de diálogo jurídico e institucional entre Brasil e Europa. Organizado pelo Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa (IDP), pelo Lisbon Public Law Research Centre (LPL) da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL) e pelo Centro de Inovação, Administração e Pesquisa do Judiciário – FGV Justiça (FGV), o evento será realizado nos dias 1º, 2 e 3 de junho, na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em Portugal.

Com o tema “Nova ordem internacional, tecnologia e soberania: desafios democráticos, econômicos e sociais”, o encontro reunirá acadêmicos, gestores, especialistas, autoridades e representantes da sociedade civil organizada do Brasil e da Europa para debater os impactos da transformação tecnológica sobre as estruturas políticas, culturais e econômicas no cenário global.

Realizado anualmente, o Fórum tem como objetivo promover a reflexão sobre os desafios do Estado contemporâneo a partir de uma abordagem transversal, conectando temas geopolíticos, econômicos e democráticos às transformações impulsionadas pela inovação tecnológica. Em 2026, o evento oferecerá um panorama abrangente de questões centrais como sustentabilidade, política, saúde e os efeitos dessas dinâmicas na soberania e na ordem internacional.

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