Ausência de legitimidade

Pedido da PF de suspeição no 'caso Master' é baseado em ilações, diz Toffoli

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, afirmou por meio de nota divulgada na noite desta quarta-feira (11/2) que vai apresentar diretamente ao presidente da corte, ministro Edson Fachin, a resposta ao pedido da Polícia Federal para a declaração de sua suspeição nas investigações relacionadas ao caso do Banco Master.

Rosinei Coutinho/STF

Ministro Dias Toffoli no STF

Dias Toffoli é o relator no Supremo do caso que envolve o Banco Master

Na nota, Toffoli afirma que o pedido apresentado pela PF trata de ilações e que, juridicamente, a instituição não tem legitimidade para fazer tal requerimento por não ser parte no processo, conforme consta no artigo 145 do Código de Processo Civil.

Toffoli atua como relator dos processos que tramitam na corte sobre o Banco Master.

“O gabinete do Ministro Dias Toffoli esclarece que o pedido de declaração de suspeição apresentado pela Polícia Federal trata de ilações. Juridicamente, a instituição não tem legitimidade para o pedido, por não ser parte no processo, nos termos do artigo 145, do Código de Processo Civil. Quanto ao conteúdo do pedido, a resposta será apresentada pelo Ministro ao Presidente da Corte”, diz a nota na íntegra.

Karla Gamba

é correspondente da revista Consultor Jurídico em Brasília.

WLStorer disse:
12 de fevereiro de 2026 às 02:13

A Polícia Federal não tem legitimidade para pedir a declaração da suspeição de Toffoli e de igual forma Toffoli não tem legitimidade para conduzir as investigações sobre o caso do Banco Master. Mas no STF VALE TUDO, visto que recentemente a vítima foi Relator do Processo.

Antonio Carlos disse:
12 de fevereiro de 2026 às 09:39

Essa é a realidade do judiciário brasileiro: um tribunal com ministro pedófilo; outro com ministros corruptos.

Eduardo de Castilhos Fritz disse:
12 de fevereiro de 2026 às 09:46

Mandar o caso do Banco pra primeira Instância é um presente para os suspeitos, Réus e possíveis indiciados. Indo pra primeira Instância, a estratégia vai ser ganhar tempo, usar de todos os possiveis recursos permitidos, percorrer todas as instâncias, isso vai levar bem uns 15 a 20 anos. Até lá, a idade vai chegar pros envolvidos, a prescrição vai cair pela metade, e não haverá condenacao. E não serei convidado pra comer pizza.

Sasso disse:
12 de fevereiro de 2026 às 10:06

Pois é Sr. Ministro Dias Tofolli contra o Sr.são consideradas Ilações não isso porque V.S tem o grau de ministro e pertence a esquerda mas se fosse alguem diferenciado seria valida a suspeição como na tortura que o Sr. e outros ministros participam de um julgamento da invasão nem é preciso fazer 10 paginas de todos os acontecimento V.S deve apresentar defesa por um advogado não ser relator e julgador ao mesmo tempo igual seu colega Alexandre de Moraes

Luiz Otavio Rosário disse:
12 de fevereiro de 2026 às 14:17

Em tempos de informação instantânea com veículos de comunicação ávidos por uma "exclusiva", deixa a todos ansiosos por resultados no curto prazo. Ansio chegar junho, quando algumas águas estarão com tão poucas penas que refugarão alçar voo. Com Tóffoli ou sem ele. A grande verdade não virá. Ela já está aí em tudo que já foi custodiado como prova.

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