Na próxima segunda-feira (10/2), a juíza Olga Regina Guimarães começa a trabalhar na 2ª Vara de Acidentes de Veículos de Salvador. A promoção foi anunciada na quinta-feira (7/2). Ela é investigada pelo Ministério Público por suspeita de ligações com o traficante de drogas colombiano Gustavo Duran Bautista, preso em agosto de 2007, no Uruguai, ao ser flagrado com 435 kg de cocaína. A droga era do grupo colombiano de Juan Carlos Abadía, preso em São Paulo também no ano passado. Ela inocentou o traficante Duran e teve conversas suspeitas com ele – todas gravadas com ordem judicial.
No ano passado, a juíza já tinha sido promovida. Ela fez parte de um grupo de 50 juízes transferidos do interior para Salvador e promovidos por antigüidade ou merecimento. No caso de Olga, foi por antigüidade.
Em 2001, a Polícia Federal havia encontrado cocaína em caixas de frutas com fundo falso em uma fazenda de Gustavo Duran. O Ministério Público desconfiou da ligação entre o colombiano e a juíza. O desembargador Antônio Roberto Gonçalves, do Tribunal de Justiça da Bahia, acatou a solicitação do procurador Edivaldo Rotondano e autorizou a quebra dos sigilos bancário, telefônico, fiscal e telemático (mensagens eletrônicas) da juíza Olga Regina Santiago Guimarães. Ela atuava como titular da Vara de Substituições de Salvador.
A Polícia Federal gravou telefonemas da juíza com o colombiano. Em um deles, Olga Guimarães disse que estava tudo certo com as fichas de antecedentes do traficante. Ele respondeu: “Tá bom, doutora. Amanhã vou colocar aquele negócio que o senhor Balduíno me falou”. Balduíno Santana é o marido da juíza. Em outro telefonema, o marido da juíza reclamou que não caiu nenhum dinheiro na sua conta. E o traficante se comprometeu a depositar na manhã seguinte.

...promovida? Devo estar com problemas nos meus óculos ou as palavras mudaram seus significados...
Patuléia, olvidou-se de um detalhe: estamos no Brasil... A nação onde réu confesso e condenado anda livre e solto, onde agentes públicos possuem cartões corporativos para gastar como bem entenderem (não tem preço, literalmente), onde debate-se em ACP o peso do Rei Momo, entre outras aberrações endêmicas e peculiares...
A promoção da "ilustre" magistrada é fácil de se explicar: todo$ o$ cidadão$ $ão inocente$ até $entença condenatória tran$itada em julgado... $imples a$$im...
...BB, entendi, mas...
Isso se chama "justiça", de um país de merda, chamado "Brasil"... Também, um país que é governado por um molusco acéfalo, que foi reeleito, graças às bolsas que ele distribui... E agora, vão fazer uma CPI, pra "investigar" os gastos dos cartões... Ora, isso é a maior perda de tempo. É só para aquela corja de "baba-ovos" do congressozinho (arrrrggghhh!!!) dizerem que "não existem provas e nem há nada contra". E a máfia do molusco vai continuar a fazer a maior farra, com os tais de cartões...
Francisco Alexandre Zerlottini. BH/MG.
Depois dizem, que temos que confiar na JUSTIÇA.
Muito bonito, a nação inteira presenciou as gravações através da imprensa, não ha o que discutir. O cantor Belo não fez nem 1/4 do que essa juíza, e foi preso e ainda responde a justiça, ISSO É UMA VERGONHA. Digo mais, a vergonha maior é para os magistrados que deveriam adotar as medidas e não fazem, ocorrendo o tel do corporativismo, e onde está o CNJ. è preciso uma reforma urgente na LOMAM, para que a mesma se adeque aos magistrados atuais devido ao comportamento dos mesmos. Que Vergonha.
Viva a Bahia...
Viva o Brasil...
A justiça falha porque é imperativo humano e ela é consequência e não causa. Quanto à crítica precipitada, deslustra quem a faz. O cantor Belo não serve de paralelismo. A promoção é fato forma (por antiguidade!) e a juíza está sendo investigada e tem todo o direito de defesa. É preciso filtrar a informação, senão a manipulação supera a persuasão. É temeroso um advogado formar a opinião de forma abrangente e radicalizar, ao expô-la, porque sendo advogado, toda a sociedade parte do princípio que é bem formado e inteligente. Contratado como defensor faz sua tese; como acusador, deslinda as provas contra a defesa. Nunca, porém, pode ser crítico comum, porque a nobreza de sua profissão o impede.
Socorro! Cadê o Conselho Nacional de Justiça! não lêem jornais, não sabem o que está acontecendo no pais. Quem merece punição também, é o Tribunal que é omisso. Justiça neles!
Precisamos de mais seriedade.
De pena de morte para servir de moeda de troca na delação premiada.
Da mesmo forma em relação à prisão perpétua.
De reforma da LOMAN, com suspensão administrativa imediata e não, a ridícula aposentadoria compulsória.
Chega de 30 anos de pena máxima para virarem 1/6 por bom comportamento. Não se esquecendo da remição pelo trabalho...
Ou seremos sempre esse eterno cocô!
As provas já colhidas contra essa Magistrada são sufientes p/ puni-la, pois, como é possível admitir que uma Magistrada troque telefonemas c/ réu em processo julgado por ela, portanto, neste caso o Judiciário está fazendo gozação c/ a população.
A palavra acusada não é a mesma que condenada, então..! A vida continua senhoras e senhores.
Futuka - Enquanto em investigação, o ideal é o afastamento da função, com remuneração ou não, até a sentença.
Art. 494 clt.
Ser promovido. Uma falha lamentável.
Jorge Alencar Chorba
chorbamatrix@gmail.com
Veja, a juiza tem relacionamento comorovado com o traficante, pois, ouve escuta telefonica.....etc....
E ainda é promovida.....A justiça é forte, sei disto, mas sei manuseio é inobservadora, ou seja, munca visto uma ``promoção`` (como assim?? juiza relacionada a traficante), olha..perante os olhos da sociedade, nada temos a declarar, senão a indisponibilidade de esperança....(s).......
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