A decisão do Superior Tribunal de Justiça de determinar a prisão preventiva do governador licenciado do Distrito Federal, José Roberto Arruda, é, por si só, motivo de polêmica. A raiz do pedido, então, levou ao debate sobre o papel da Ordem dos Advogados do Brasil. A entidade, formada por advogados que, normalmente, estão no papel de defensores, se antecipou e solicitou à Procuradoria-Geral da República que pedisse a prisão de Arruda. A atitude levou ao debate sobre o papel da Ordem.
Para Nélio Machado, advogado de defesa de Arruda, com essa atitude, a OAB atuou como sucursal do Ministério Público e da Polícia. Nesta semana, o ex-presidente da OAB Federal, Reginaldo de Castro, afirmou que o pedido encaminhado pela OAB não tem embasamento jurídico e fere a imagem da instituição. Wadih Damous, presidente da OAB do Rio, rebateu as acusações, defendendo que a entidade atua em discussões baseadas na defesa da democracia e de seus ideias institucionais.
Nélio Machado concorda que a Ordem deve atuar em defesa das prerrogativas e das garantiras da Constituição e do funcionamento das instituições, mas não entrar em brigas políticas. “Ao fazer uma acusação, a OAB atua como sucursal do Ministério Público. Ao interferir na investigação, sem ter informações sobre o assunto, ela vira uma filial do departamento de Polícia.” Para ele, mais grave ainda é que, com o pedido de prisão, a OAB julga, papel exclusivo do Judiciário. “Em muitos anos de Ordem, não vi nenhum episódio em que se atuou de forma tão precipitada.”
Machado defende que, agora, a OAB precisa apoiar os advogado de defesa, que estão passando por dificuldades para ter acesso às provas, diz. “Ninguém foi chamado na sessão de ontem (quinta-feira), por exemplo. Não conseguimos ver íntegra de vídeos, nem cópia de nada para conseguir defender, mesmo depois de o STJ ter determinado a liberação dos autos”, reclama.
O advogado de defesa de Arruda atribui a atitude do presidente da OAB Federal, Ophir Cavalcante Júnior, à uma vontade de "aparecer na imprensa e ganhar destaque na mídia em início de gestão". “São 10 dias de mandato e opção pela sociedade de espetáculo. As pessoas buscam um destaque pessoal na mídia. Isso foi um ato isolado do presidente. O conselho não se reuniu para decidir.”
Ophir Cavalcante, presidente da OAB e autor do pedido, se defende afirmando que OAB não está fazendo o papel de MP, mas agindo em defesa da sociedade. “Essa é sua obrigação e a entidade não abrirá mão disso”, afirma. Segundo Cavalcante, a Ordem tem se posicionado em defesa da Constituição, como é previsto pelo artigo 44, inciso 1 do Estatuto da Advocacia. “Fizemos cumprir o artigo ao lutar pela redemocratização do país, ao pedir o impeachment de Fernando Collor e Lula, na época da denúncia do mensalão. Agora, faz cumprir sua missão em relação ao governador Arruda e faz em favor da moralidade pública, da transparência do Estado Democrático de Direito.”
Sobre o fato de os advogados do governador reclamarem que não tiveram oportunidade de defesa, Cavalcante afirma o governador teve seu pleno direito de se defender e que, se isso não ocorreu, a OAB interferirá. "Nós respeitamos a crítica sobre nossa atitude, mas a visão contrária está sendo defendida por muito poucos advogados, que têm envolvimento direito ou indireto na defesa de Arruda."
Interferência devida
Para alguns advogados renomados, no entanto, a Ordem cumpriu seu papel e não extrapolou a sua missão. Na opinião do advogado Alberto Zacharias Toron, a OAB tem legitimidade para opinar, como tem feito ao longo da história, a exemplo do impeachment do presidente Fernando Collor. “A OAB não tem legitimidade de pedir a prisão. Quem pede é o Ministério Público, mas ela pode opinar”, afirma.
O advogado criminalista Tales Castelo Branco acredita que o atual presidente da OAB, Ophir Cavalcante, não tomaria partido do assunto sem conhecer bem os fatos. Para Castelo Branco, a obrigação da OAB é zelar pelo cumprimento fiel de todas as leis e, se o presidente da Ordem identifica problemas na instrução criminal, como a falta da prisão preventiva, é correto interferir. Segundo o advogado, que já foi vice-presidente da OAB na gestão do pai de Ophir, também Ophir Cavalcante, a entidade mantém estilos de gestão diferentes ao longo dos anos, que vezes são pautados pela pura gestão institucional e vezes se envolve em debates políticos. “Eu concordo com essa atuação mais ampla da OAB. A entidade tem que ser uma fiscalizadora da atividade político, não apenas zelar pelas questões internas”, defende.
OAB pró-Ophir
Os presidentes do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), Henrique Maués, e de mais de quinze Seccionais da Ordem dos Advogados do Brasil enviaram mensagens de congratulação ao presidente nacional da entidade, Ophir Cavalcante, pela intervenção no caso Arruda. Para Maués, a entidade, na sua função de defesa da dignidade das instituições democráticas, do Judiciário e na defesa do Estado Democrático de Direito, não poderia deixar de pedir o afastamento imediato do governador. "Há um grande traço da corrupção permeando todos esses fatos que envolvem o governador Arruda e os Poderes da República de um modo geral. Espero que tenhamos um apuração rigorosa dessas denúncias".
Por sua vez, o presidente da OAB de São Paulo, Luis Flávio D´Urso afirmou que a atitude da OAB é exclusivamente na defesa de medidas para assegurar a ética na política. “A OAB está observando a posição institucional de alertar para a crise moral e a ética enfrentada pelo país em vários episódios, inclusive neste, que envolve o governo do Distrito Federal".
O presidente da Seccional da OAB do Paraná, José Lucio Glomb, afirmou que "a OAB cumpre, assim, o papel que dela a sociedade espera, pois sua atuação vai além da luta em favor da liberdade profissional e do reconhecimento funcional do advogado e atinge o aprimoramento das instituições e a defesa da moralidade". Saul Quadros, da OAB da Bahia, afirmou que o Conselho Federal da OAB deve liderar um amplo movimento nacional para impor uma verdadeira faxina ética no País contra a corrupção. "O Brasil não pode conviver mais com a corrupção dos nossos dirigentes. Impõe-se que uma faxina ética seja feita".
Cláudio Lamachia, do Rio Grande do Sul, também apoiou Ophir, ao afirmar que “a grande quantidade de fatos e informações que tem vindo à tona nos últimos tempos aponta para uma grave crise ética no Pais, alcançando todas as áreas e níveis de atuação pública". Segundo a assessoria de imprensa da OAB Federal, enviaram também enviaram mensagens de apoio à decisão da OAB de Ophir presidentes das Seccionais do Piauí, Tocantins, Rondônia, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Pernambuco, Maranhão, Pará, Ceará, Acre e Paraná.

Tales Castelo Branco teceu respeitável opinião. Estamos com ele. A OAB DF agiu como devia agir, na qualidade de lidima representante da sociedade civil.
É dever da OAB pugnar pela punição de quem merece, observando é claro os princípios fundamentais de nosso ordenamento juridico constitucional e infra ocnstitucional.
Cont.2
Quanto à Associação dos Magistrados Brasileiros, essa não apareceu para exigir a manutenção da prisão preventiva dos desembargadores federais acusados de venda de acórdãos. Muito pelo contrário, foram figadalmente contra tais prisões. A Constituição está ai, gritando para todo mundo, artigo 5º, LVII – “ninguém será considerado culpado até trânsito em julgado de sentença penal condenatória” – foi jogada na privada e dado descarga. Causou-me nojo, asco, repugnância, ver o Lula ter o descaramento e o atrevimento de festejar a prisão do Arruda, quando ele virou no avesso para impedir que o Sarney fosse investigado. Rendo minhas homenagens ao grande Nilson Naves, esse sim, um imortal. Ele teve coragem de conceder habeas corpus à menina Richthofen. Tive a honra de fazer sustentação oral com ele na presidência da turma, onde discorri sobre a problemática da verdade através da história. Grande Nilson Naves. Abomino a compulsória, que deve ser abolida, pois ela vai nos privar desse grande Jurista, grande Juiz, e, acima de tudo, excepcional ser humano. Abomino e repudio a mudança de rumo do ministro Marco Aurélio, a quem eu admirava, mas que soçobrou perante os ataques da mídia e da politicália. Peço desculpas ao governador Arruda por ter sido negado a ele a presunção da inocência, e ter sido ele usado como instrumento político do Lula e seus sequazes. Encerro com outros versos de Cruz e Souza: “Quando será que toda a vasta Esfera, / Toda esta constelada e azul Quimera, / Todo este firmamento, estranho e mudo, / Tudo que nos abraça e nos esmaga, / Quando será que uma resposta vaga, / Mas tremenda, há de dar de tudo, tudo?!”
cont. 1
Ali, o Tales Castelo Branco não parecia esse que está opinando sobre a OAB, pois ali ele estava defendendo indivíduo acusado de corrupção. Há uma contradição muito séria nisso. Quanto ao Nélio Machado, conheço-o a mais de 20 anos, desde os tempos em que ele era sócio do João Mestieri. Ele é o Capitão Rodrigo, do Érico Veríssimo. O Nélio Machado é cabra macho, e cabra macho não morre na cama. Não é puxa-saco, não é lambe-togas. Causam-me nojo os advogados que beijam os pés de juízes, desembargadores e ministros, com elogios adocicados e rapapés. O Nélio Machado manda ver. O enfrentamento que ele teve com o De Sanctis foi um enfrentamento de um advogado herói.
A quem possa interessar, iniciarei com alguns versos do imortal Cruz e Souza: “Tu és o louco da imortal loucura, / O louco da loucura mais suprema, / A terra é sempre a tua negra algema, / Prende-te nela a extrema desventura.” Iniciarei dizendo que não gosto do Toron, jamais gostei. Já advogamos em lados contrários e ele nunca ganhou de mim e eu sempre ganhei dele. Se ele duvidar eu trago aqui no ConJur as provas disso. Também não gosto do Tales Castelo Branco. Com ele eu nunca me defrontei em processo algum, portanto, não posso dizer que ele ganhou de mim ou que eu ganhei dele. Mas eu não gosto dele. Assisti na TV Justiça a sustentação oral dele em favor do Duda Mendonça, por ocasião da aceitação da denúncia contra a legião de corruptos do mensalão.
Eis o que diz o art. 41, I citado pelo presitdenteda OAB: "defender a Constituição, a ordem jurídica do Estado democrático de direito, os direitos humanos, a justiça social, e pugnar pela boa aplicação das leis, pela rápida administração da justiça e pelo aperfeiçoamento da cultura e das instituições jurídicas"
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Ora, fosse pelo comando "pugnar pela boa aplicação das leis", metade do judiciário, quiçá , e comele o MP, deveria merecer da OAB algum tipo de moção.
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Normas demasiado elásticas, de conteúdo principiológico ou por demais abrangentes sempre são pretexto para tudo. Dentro disso a função judicante é reavaliada por uma autarquia que a pretexto de um conteúdo genérico interfere num processo penal. Pareceu muito como o MP que, na posição de fiscal da lei, atua por vezes como se tal "fiscalização" tivesse as mesmas atribuições da jurisdição.
Bola fora da OAB, isso SIM.
Ética na política sendo bandeira, todavia, sem apresentar resultados. Ou seja, sem resultado é porque todos os políticos são éticos - até hoje, pelo movimento institucional -.
Julgo estranho o envolvimento político da OAB. Perde credibilidade, pois ,fatalmente, vai se posicionar aliado a um ou outro grupo político, alem de fugir dos aspectos que motivaram sua criação.Desta forma, em agindo assim, passa a ser um aparelho de um grupo político, centrado em interesses partidários, deixando de cumprir aspectos relevantes de suas normas.Alem do mais, é muito visível seu atual alinhamento com idéias de esquerda bastante ultrapassadas pondo em dúvidas suas intenções. Ficaria melhor se se prestasse a seguir seu estatuto.
Esse episódio que culminou com a prisão preventiva do Governador Licenciado do DF, José Roberto Arruda, tendo a OAB NACIONAL interferido, entendo que agiu dentro de suas funções, eis que a Gloriosa ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL sempre esteve atenta à Garantia dos Direitos Constitucionais e, nesse caso, entendeu que tal prisão se faria necessária para a garantia da ordem pública, tanto que o entendimento do Colendo STJ foi de flagrante continuado.
Não quero aqui, como também tenho a certeza de que Ophir Jr não quer acusar ninguém, até porque sequer José Roberto Arruda foi julgado ou condenado com transito em julgado, mas a verdade tem que prevalecer. Se o Governador não tiver culpa, que seja absolvido, isso faz parte da DEMOCRACIA.
Ora, sabemos perfeitamente que foi a ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL - Conselho Federal quem requereu, perante o Congtresso Nacional a abertura de processo de Impeachment do ex-Presidente Fernando Collor, na gestão do Ex-Presidente da OAB, Marcello Lavenère. Portanto, a ORDEM deve sim zelar por tais garantias da sociedade do Estado Democrático de Direito. Lembro-me do Saudoso Evandro Lins e Silva, Advogado já falecido, mas que entrou na História não somente da Advocacia Brasileira, mas na História do Brasil, campeão de realização de diversos júris, na sua grande maioria ADVOGANDO ACUSADOS, foi ao Congresso Nacional, julgamento do Processo de Impeachment de Collor, desta feita em outro PÓLO que não era o seu, eis que era conhecido como ÁRDUO DEFENSOR DE ACUSADOS, mas na hora de sua manifestação, disse em alto e bom tom: "Que estava ali mais uma vez na CONDIÇÃO DE DEFENSOR, não de acusador. DEFENSOR DA DEMOCRACIA E DA SOCIEDADE BRASILEIRA."
Portanto, a ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, sempre teve seu papel importante na defesa da sociedade brasileira, e desta feita, será se toda essa tremenda confusão contra o atual Presidente Nacional da OAB é porque Ophir Cavalcante Júnior é paraense ? Se fosse um do Sul ou Sudeste do País, será se estariam criando toda essa polêmica ??? Ora, como conhecedor da pessoa que é Ophir, sabemos perfeitamente que ele está plenamente cumprindo seu papel como Presidente de Nossa Gloriosa Ordem Nacional e se trata de pessoa muitissima bem preparada, o que chego a afirmar que Ophir Cavalcante Jr fez carreira na OAB, execendo todos os cargos. Ophir, a sociedade brasileira está ao seu lado.
Concordo com aqueles que não se escondem por trás do anonimato ou usando de codenomes nesta coluna, de que sim; a Ordem cumpriu com o seu papel social-institucional, sem dúvida alguma.
A Ordem, em toda a sua história teve papel fundamental na democracia deste país. Não vamos ser hipócritas tanto, ao ponto de confundir ética e moral. Todos sabemos o que é certo ou errado, assim como o que viola o Estado de Direito e as Instituições Democráticas. O que ganhamos sendo omissos ou fazendo vista grossa das barbáries que tomamos conhecimento diariamente? Será que devemos defender ilimitadamente aqueles que violam o ordenamento, que usurpam do poder? O que ganhamos com isso? Nada! Pior, acabamos por confundir dentro de nós mesmos, ou de alargar os conceitos de ética e moral, a ponto de distorcer a realidade e acreditar nisso, em busca de uma liberdade que não é ilimitada. Todos devem ter direito a um devido processo legal. Mas não vamos confundir direito a um devido processo legal com direito ilimitado à liberdade incondicional. Minha humilde opinião.
Concordo com aqueles que não se escondem por trás do anonimato ou usando de codenomes nesta coluna, de que sim; a Ordem cumpriu com o seu papel social-institucional, sem dúvida alguma.
A Ordem, em toda a sua história teve papel fundamental na democracia deste país. Não vamos ser hipócritas tanto, ao ponto de confundir ética e moral. Todos sabemos o que é certo ou errado, assim como o que viola o Estado de Direito e as Instituições Democráticas. O que ganhamos sendo omissos ou fazendo vista grossa das barbáries que tomamos conhecimento diariamente? Será que devemos defender ilimitadamente aqueles que violam o ordenamento, que usurpam do poder? O que ganhamos com isso? Nada! Pior, acabamos por confundir dentro de nós mesmos, ou de alargar os conceitos de ética e moral, a ponto de distorcer a realidade e acreditar nisso, em busca de uma liberdade que não é ilimitada. Todos devem ter direito a um devido processo legal. Mas não vamos confundir direito a um devido processo legal com direito ilimitado à liberdade incondicional. Minha humilde opinião.
Concordo com aqueles que não se escondem por trás do anonimato ou usando de codenomes nesta coluna, de que sim; a Ordem cumpriu com o seu papel social-institucional, sem dúvida alguma.
A Ordem, em toda a sua história teve papel fundamental na democracia deste país. Não vamos ser hipócritas tanto, ao ponto de confundir ética e moral. Todos sabemos o que é certo ou errado, assim como o que viola o Estado de Direito e as Instituições Democráticas. O que ganhamos sendo omissos ou fazendo vista grossa das barbáries que tomamos conhecimento diariamente? Será que devemos defender ilimitadamente aqueles que violam o ordenamento, que usurpam do poder? O que ganhamos com isso? Nada! Pior, acabamos por confundir dentro de nós mesmos, ou de alargar os conceitos de ética e moral, a ponto de distorcer a realidade e acreditar nisso, em busca de uma liberdade que não é ilimitada. Todos devem ter direito a um devido processo legal. Mas não vamos confundir direito a um devido processo legal com direito ilimitado à liberdade incondicional. Minha humilde opinião.
Quadra em que as instituições se acotovelam para atrair os fachos dos holofotes da mídia e a simpatia da opinião pública.
A OAB entra na peleja.
Não me impressiono com regras genéricas, pois, sob essa bandeira neutral, as atribuições chegariam ao infinito.
Enquanto isso, advogados são maltratados nos balcões dos cartórios de diversos foruns de todo o país, o acesso de um colega a um magistrado _de regra_ é tão fácil quanto um banguelo roer azeitona.
Se o governador deve ser preso, que deixemos atuar os órgãos constitucionalmente responsáveis por excelência pela persecução penal.
Quanto ao mais, tudo não passa, com todo o respeito, de vontade de ganhar mais destaque perante os órgãos de imprensa.
Sempre tem um monte de "juristas" aqui atacando o MP afirmando que a posição do Órgão é a condenação a todo custo.
Pois bem. Então quando um advogado toma uma postura raramente digna de e pede a prisão, ainda que não definitiva de um notório culpado, tem sempre um grupinho para apedrejar o cara.
Se a condenação a todo custo é abominável, a absolvição também o é.
Se é para haver paridade, de condutas e de armas, então que não se recrimine o advogado que pede a condenação de um culpado do mesmo modo que o Promotor que pede a absolvição de um inocente, seja falando em nome próprio ou da instituição.
Não existe justiiça quando a verdade é posta de lado em nome de formalismos e presunções infundadas.
Sempre tem um monte de "juristas" aqui atacando o MP afirmando que a posição do Órgão é a condenação a todo custo.
Pois bem. Então quando um advogado toma uma postura raramente digna de e pede a prisão, ainda que não definitiva de um notório culpado, tem sempre um grupinho para apedrejar o cara.
Se a condenação a todo custo é abominável, a absolvição também o é.
Se é para haver paridade, de condutas e de armas, então que não se recrimine o advogado que pede a condenação de um culpado do mesmo modo que o Promotor que pede a absolvição de um inocente, seja falando em nome próprio ou da instituição.
Não existe justiiça quando a verdade é posta de lado em nome de formalismos e presunções infundadas.
dos advogados do meliante, ao verem que terão dificuldades para fazerem valer os milhões recebidos por esta difícil defesa.
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Parabéns, Ophir!
A OAB tem o dever de atuar na defesa das instituições públicas e não pode, no exercício deste mister, ser confundida com os seus membros que atuam profissionalmente na defesa dos cidadãos que sofrem a persecussão penal. OAB e advogados, no caso em pauta, atuam com interesses distintos, mas ambos nobres!
Ora o MP estava esperando chegar o natal para tomar prividências? Ninguém aguenta mais esta inércia.
Aliás, salvo engano o MPF disse naquele caso de dinheiro de ONGs para financiar o MST que estava colhendo provas já fazia anos. E? Nada?
Até agora as ONGs continuam repassando muito dinheiro para o MST e o MPF está onde?
Fala sério né.
A OAB como já dissera aqui não é amigo de advogado. É um conselhor de classe que tem acima de tudo que lutar pela preservação dos poderes da república, que estão cada vez no ralo. Seja o Legislativo, o Judiciário e o Executivo.
Agora quem entende que a OAB não deveria ter agido como agiu. APRESENTE UMA SOLUÇÃO RÁPIDA E VIÁVEL?
Indiferente a todos os argumentos aqui colocados faço uma pequena indagação: Até quando o sujeito e seus comparsas ficarão presos????? Lembrem-se: eles tem ainda qie passar pelas canetadas de um colegiado que é extremamente político e é ele quem decidirá a respeito.
Com relação a participação da OAB entendo que ela é necessária uma vez que se for para depender da atuação da justiça já somos sabedores donde vai dar.
PELO JEITO O SR. REPROVOU-SE NOVAMENTE NO EXAME DE ORDEM, CERTO? ESTUDE QUE LOGO CONSEGUIRÁ PERTENCER À DIGNÍSSIMA CLASSE DOS ADVOGADOS E DEIXARÁ DE SER APENAS UM BACHAREL (nada jurídico).
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RECOMENDAÇÃO QUE TAMBÉM SERVE PARA UM TAL DE "BACHAREL ANSELMO" QUE, ENTRA ANO, SAI ANO, E CONTINUA, SIMPLESMENTE, BACHAREL...rs.
Você é o arauto do puxasaquismo e do analfabetismo, como bem disse o Antoniovinicius. Não lhe passou pela cabeça que o Antoniovinicius possa ser um funcionário público, um delegado de polícia, um oficial do exército de alta patente, major, coronel, por exemplo, e que, por tal motivo, é bacharel, mas não pode ter banca de advogado? Eu passei no vestibular da USP, me formei por essas Velhas Arcadas, e passei no exame de ordem. E você, conseguiu passar no vestibular da USP? Qual foi a faculdadezinha que você fez? Além da advocacia, a matemática também é minha profissão. Resolva esse problema, ô Mané: João tirou nota 5 em Matemática e nota 8 em Português; ele se saiu melhor em Português ou em Matemática? Antoniovinicius, não ligue para o cara; ele é puxa-saco!
Cont.
A OAB nasceu da ditadura Vargas para oprimir e reprimir as manifestações dos advogados, tirar a independência e a liberdade de atuação dos advogados, amedrontar os advogados, proibir a livre concorrência entre os advogados, pois proíbem a propaganda com uma ética espúria e descaradamente utilizada para criar monopólios e impedir a concorrência, mantendo a reserva de mercado e o monopólio para os figurões que ocupam altos cargos na OAB. E é por isso que os advogados a odeiam.
Você foi tão ridículo, tão absurdo, que até os próprios figurões da OAB desceram o pau em você, como é o caso do Reginaldo de Castro, e do conselheiro Raul Haidar, de São Paulo. Cale essa boca, Ophir, e não se meta a falar de assuntos que você não entende. O Arruda foi eleito, é um defensor da democracia, enquanto que você é um ditador e um representante da tirania.
Ophir, você é presidente da OAB, essa organização ditatorial, que finge hipocritamente defender a democracia, mas o que na verdade pratica é a mais escancarada ditadura e tirania, pois vocês estavam à frente do golpe de 31 de março de 64 que derrubou João Goulart, um presidente constitucionalmente eleito. Vocês são golpistas, isso sim. Você não foi eleito por ninguém, pois nenhum advogado votou em você. No conselho federal da OAB o advogado é proibido de votar. Quem é você para falar em democracia, se você é um ditador?
O Arruda foi eleito governador. O Arruda, como qualquer cidadão, está garantido pela presunção de inocência (CF, art.5º, LVII), mas você, um cara de quem nunca ninguém ouviu falar, se atreve a vir a público para falar em nome de centenas de milhares de advogados, que não o elegeram e nem nunca lhe deram autorização para falar em nome deles, e, com essa usurpação, veio a público negar ao Arruda essa presunção de inocência. O que é notório e sabido não precisa ser provado. Como disse o Ministro Nilson Naves, nada justifica essa prisão do Arruda, mas você, que não é jurista, provou que não entende uma linha de Direito, pois vem cacarejar a necessidade de manter o Arruda preso, e ainda tem o atrevimento de falar em democracia, quando é um ditador. Eu não o autorizo a falar em meu nome.
A OAB fez e deve fazer o papel para enquadrar pedindo a prisão, julgamento e condenação especialmente de ladrões e vagabundos mascarados de políticos.
Alias, é bom que se diga e se registre que existem políticos sérios e honestos, mas no panorama do Brasil é exceção, pois parece que nos atuais tempos, a pecha de político brasileiro é a da pior espécie.
Quanto ao advogado do governador Arruda, nosso colega Nélio Machado, é de reconhecermos que faz parte de seu trabalho matar o TOURO à unha, criticando a(s) OAB(s), criticando o judiciário que determinou a prisão do nefasto político.
Porque deve o prezado advogado ser tão enérgico em suas críticas, trata-se da defesa de alguém que não tem como se defender, pois, as evidencias são tantas, que no mínimo deveria o senhor Arruda ser condenado com a perda de todos os seus bens, ser cassado definitivamente da e na esfera política, e ser condenado na esfera crime na totalidade do tempo da pena sem receber qualquer benefício, assim, didaticamente a punição "até" que poderia servir exemplarmente para alguma coisa positiva, apesar de eu não acreditar nisso no Brasil, pois, a bandidagem já está arraigada em todos os sentidos no Brasil.
Outra coisa, que na qualidade de defesa de um cliente rico ou milionário, que com certeza, creio, ganhará muito dinheiro, o senhor Nélio Machado está correto no seu "modus operandi".
Porém, confesso que como cidadão que pago altos impostos para manter político e muitos funcionários tipo (Q.I) na vagabundagem e ganhando sem trabalhar e produzir,aplaudo a decisão da justiça em determinar a prisão do governador.(Desejo ver mais prisões desse tipo).
Saudações.
Renato C. Pavanelli.
Sou advogado autônomo. Formei-me por uma Universidade Federal fora do Estado de SP, que por sinal não diz respeito a ninguém. Mantenho um "giro" de quinhentos processos e, assim, mantenho o meu escritório, bem como sou advogado correspondente dos maiores escritório de advocacia do país, que ficam em SP, MG, RJ e DF, mas não citarei nomes por questão de ética.
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O exame de ordem está aberto para bacharéis em Direito. Caso não possam advogar, é só passar e pedir a suspensão, mas quando se aposentassem, entrariam na Ordem pelas portas da frente, e não pelos fundos (mandados de segurança).
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. Pereira, você não é advogado. É, no máximo, bacharel com outra formação e revoltado por não passar no exame. E agora o desespero é ainda maior, pois a Ordem quer proibir o uso de Doutrina e Códigos comentados na segunda fase. Coitados! agora já estou com pena!
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Na minha turma tinha físico, filósofos, psicólogos, etc., e a maioria se achava mais do que os que ainda não eram graduados. Resultado: dessa turminha, até hoje, só um psicólogo passou no exame de Ordem, enquanto os outros ficam criticando a OAB, exatamente por não serem capazes de se tornarem advogados de verdade.
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ADVOGADO DE VERDADE NÃO PASSA A MÃO NA CABEÇA DE INAPTOS QUE NÃO ESTUDAM E AINDA QUEREM TER RAZÃO.
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Advogados de verdade estimulam a obtenção de conhecimento, sempre.
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Vários fatores influenciariam no desempenho de "João", como, p.ex., o número de questões de matemática e português. Entretanto, vou perguntar a um dos peritos que presta serviço para mim, pois vocês, físicos, matemáticos, etc só prestam mesmo é para resolver esses probleminhas enquanto nós "advogados de verdade como militância" movimentamos a Justiça.
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Tomô?
Ophir,
eu te conheço há muito tempo. Já conversei contigo e lhe autorizo a falar em meu nome, exatamente por conhecer a sua boa postura à frente de uma das nossas Seccionais.
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Contudo, infelizmente, o Dr. Rodolpho tem razão em alguns pontos, pois a OAB acaba oprimindo jovens advogados e garantindo, sim, os privilégios dos figurões da Ordem.
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Essa opressão não tem a ver com os Bacharéis, que devem mesmo é estudar para serem advogados de verdade, mas sim com a propaganda proibida, que é feita livremente por conselheiros e presidentes de Seccionais, exatamente quando aparecem na mídia para falarem em nosso nome, quando na verdade falam em nome próprio para serem reconhecidos e captarem clientes.
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Lógico que não divulgam o escritório, mas este está no CNA - cadastro nacional de advogados - e basta colocar o nome do advogado e pegar endereço e telefone. Simples assim.
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Parabéns, aos dois !
Burro porque caiu no mais primitivo dos truques, que é a provocação, e mostrou o rabo para todos do Conjur. Que vergonha!
Você mostrou que é um baita contador de vantagens; berrou aos quatro ventos que tem cinco milhões de processos; berrou aos quatro ventos que é superior aos matemáticos, aos físicos, aos psicólogos, e que até Deus lhe pede conselhos de vez em quando.
Cacete, cara, você provou que falta alguém no hospício, e esse alguém é você.
Eu, da minha parte, não sou superior a ninguém.
É você que é inferior a todo mundo.
Você é tão burro que confessou que não sabe resolver esse probleminha mixuruca de padronização estatística, que qualquer mocinha de curso de magistério, primário, sabe resolver, mas você precisa de peritos.
Eu fiz exame de ordem, sim, e passei de cara, ainda nos antiqüíssimos tempos em que existia exame oral, que reprovava meio mundo.
Você foi motivo de tantas risadas, que eu vou recitar para você alguns versos do grande poeta catarinense Cruz e Souza:
“Gargalha, ri, num riso de tormenta / Como um palhaço que desengonçado, / Nervoso, ri, num riso absurdo, inflado, / De uma ironia e de uma dor violenta.
No caso Arruda a presença da OAB é idêntica ao caso Pita. Em ambos os casos os advogados constituídos ficaram nas mãos das pulgas, pois não tinham, não têm e não terão eles, aos seus lados, a entidade da classe. A entidade representa a parte adversa ou quer representar?
Prezado Pereira, você não é advogado. Advogados não se tratam assim. Ex: cara, cacete, rabo, etc. Isso não é linguajar de advogado, mas pode ser de um professor de matemática, cuja consequência se reflete em nossas crianças.
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És um bacharel em Direito (nada jurídico) com mais alguma formação, arvorando-se na rabulice por não ter capacidade de ser um advogado.
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Você estuda algumas coisas e acha que sabe mais do que os advogados, o que não é verdade. Típica auto-afirmação por não conseguir ser um advogado legítimo.
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Nas graduações em Direito quem se acha melhor que o semelhante são aqueles que já têm alguma formação, ressaltando-se que há exceções. Mas a regra nunca muda: depois de graduados, a maioria não passa no exame de ordem, e ficam revoltados.
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Nunca passou em exame algum. Na época das provas orais, as fases anteriores eram muito fáceis. Naquela época realmente se exigia o mínimo de conhecimento, diferente de hoje, que o bacharel tem que ser bom.
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Também estás gerando risos por aqui, por se tratar de mais um bacharel de tenra idade desesperado por não conseguir passar no exame de ordem, que vai afunilar ainda mais os desidiosos, até chegarmos a ter somente os responsáveis com o conhecimento tornando-se advogados.
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O perito que presta serviço para mim resolveu o probleminha, que você por sinal não deu a resposta. Já prometi que depositarei cem reais pelo trabalho dele. Afinal, vocês que labutam com estas ciências periféricas merecem ganhar algo quando trabalham para nós que movimentamos a justiça.
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Por fim, tenho certeza que não me ofenderia caso estivesse frente a frente comigo, pois assim agem os rábulas: só de longe, ou pelas costas.
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Sucesso para você no próximo exame de Ordem.
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Ah, já estava esquecendo: tomô? rs.
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