Peluso abre sessão do CNJ com nota de repúdio a declarações de Eliana Calmon

Gláucio Dettmar/Agência CNJ

As declarações da corregedora nacional de Justiça, Eliana Calmon, sobre os "bandidos de toga" esquentaram o clima no Conselho Nacional de Justiça. Em sessão plenária desta terça-feira (27/9), o presidente do CNJ e do STF, ministro Cezar Peluso, leu nota de repúdio às "acusações levianas" da corregedora.

Em entrevista à Associação Paulista de Jornais (APJ), Eliana Calmon criticou a Ação Direta de Inconstitucionalidade que questiona, e pretende esvaziar, os poderes do CNJ de punir juízes. À entidade, ela disse que a ADI é o "primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga".

Incomodado com as afirmações, o ministro Cezar Peluso criticou as declarações da corregedora nacional de Justiça, publicadas pela ConJur nesta segunda-feira (26/9). Na nota, diz que as afirmações da ministra "de forma generalizada, ofendem a idoneidade e a dignidade de todos os magistrados de todo o Poder Judiciário". Peluso ainda falou sobre a falta de prova das acusações, que "lançam dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que, diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade, garantindo a segurança da sociedade e a estabilidade do Estado democrático de Direito, e desacreditam a instituição perante o povo".

As declarações de Eliana Calmon desconcertaram os integrantes do CNJ. A sessão plenária de hoje começou apenas por volta de 12h, quando o horário normal é às 9h. Nesse intervalo, os conselheiros ficaram em reunião administrativa, discutindo — e repudiando — as acusações da corregedora.

Dos 15 conselheiros, 12 assinaram a nota de repúdio. Não assinaram, além da corregedora, José Luiz Munhoz, juiz do Trabalho do TRT-12, e Jefferson Kravchychyn, representante da OAB no Conselho.

Eliana esteve presente à reunião da manhã de hoje e afirmou que as declarações dadas à Associação Paulista de Jornais refletem o que realmente pensa acerca do assunto. Depois, em silêncio, ouviu as críticas dos demais conselheiros. Ela também estava na sessão em que foi lida a nota.

Leia a nota de repúdio lida pelo ministro Cezar Peluso:

A respeito de declarações publicadas em jornais desta data, que de forma generalizada ofendem a idoneidade e a dignidade de todos os magistrados e de todo o Poder Judiciário, o Conselho Nacional de Justiça, no exercício do dever constitucional de velar pela integridade da magistratura, repudia, veementemente, acusações levianas que, sem identificar pessoas, nem propiciar qualquer defesa, lançam, sem prova, dúvidas sobre a honra de milhares de juízes que diariamente se dedicam ao ofício de julgar com imparcialidade e honestidade, garantindo a segurança da sociedade e a estabilidade do Estado Democrático de direito, e desacreditam a instituição perante o povo.

Reafirma, ainda, o compromisso permanente da magistratura nacional com os preceitos éticos e jurídicos que devem governar o exercício da função judiciária, bem como a apuração e punição rigorosas de qualquer desvio funcional.

Reitera, por fim, seu extremo respeito ao Supremo Tribunal Federal, cujas decisões serão, como não pode deixar de ser, objeto de estrito cumprimento e obediência.

Assinam a nota:
Ministro Cezar Peluso
Ministro Carlos Alberto Reis de Paula
José Roberto Neves Amorim
Fernando da Costa Tourinho Neto
Ney José de Freitas
José Guilherme Vasi Werner
Sílvio Luís Ferreira da Rocha
Wellington Cabral Saraiva
Gilberto Valente Martins
Jorge Hélio Chaves de Oliveira
Marcelo Nobre
Bruno Dantas

Marcos Alves Pintar disse:
27 de setembro de 2011 às 14:01

É sempre a mesma novela. Toda vez que alguém levanta uma crítica contra a magistratura é declaração é recebida como "ofensa generalizada a toda classe da magistratura", como se dissessem "olha, estamos todos juntos nessa e vamos lhe condenar, por isso cale a sua boca". Na hora de julgar, porém, ninguém se declara suspeito ou impedido, embora se considere ofendido, e assim ninguém pode criticar a magistratura enquanto os problemas se agravam.

Marcos Alves Pintar disse:
27 de setembro de 2011 às 14:04

Ora, quem conhece mais das pilantragens dos magistrados do que a Corregedora Nacional de Justiça, dia e noite com a cara mergulhada em procedimentos disciplinares que versam sobre o tema? Se ela não pode falar sobre o que viu e vê, quem então é mais abalizado a falar sobre o assunto? O magistrado pego "com a mão na cumbuca"?

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 14:54

CNJ não é tribunal , não é imprensa , não é PODER .. tem legislações especificas para atuar e não pode em nenhum momento exarcebar ou extrapolar pelo livre pensar em ser xerife das leis .. a ministra quer ser a paladina e não tem visto o seu proprio espelho ..que tem passado e presente ..e o STF tem sido até muito gentil com ela .. o desespero pela forma atabalhoada de se portar atropelando as leis e onde não é de sua alçada redundou na ADIN da AMB . e os atingidos podem ainda pleitear danos diretamente a ela pelos atos e palavras já mencionados pela imprensa .. é pagar para ver ...

acs disse:
27 de setembro de 2011 às 15:08

Será possível que exista corrupção em todas as esferas de poder menos no judiciário?Será que os juízes são brasileiros são recrutados na Suíça?Todos sabem a muito tempo que o judiciário esta corrompido e as decisões emanadas deste órgão sempre contrariam os interesses do povo e da republica...Porque a boi barrica foi anulada?Porque os processos contra Daniel Dantas não dão em nada?Porque Collor manteve o mandato?Porque Lula não foi incluído no mensalão?PARABÉNS A MINISTRA QUE FOI A UNICA A DIZER O QUE TODOS SABEM,QUE O JUDICIÁRIO BRASILEIRO ESTA PODRE...

acs disse:
27 de setembro de 2011 às 15:30

Porque o jornal estado de são paulo foi proibido de falar da quadrilha Sarney se todos sabem que o ministro que proibiu não tinha isenção para julgar?Porque Paulo Maluf nunca foi condenado em centenas de processos que responde a décadas?Porque o processo do mensalão vai prescrever?Porque Eurenice Guerra está solta?Porque os ministros petistas,quando flagrados roubando, nunca são presos?Porque Cacciola recebeu habeas corpus?Porque os poderosos jamais são presos ou condenados a devolver o dinheiro roubado?Porque o PT segue impune como se fosse um partido politico e não um covil de bandidos?Porque Ze Dirceu continua solto nos afrontando com sua liberdade? PARABÉNS MINISTRA ELIANA CALMON.Falou o que todos sabem mas tem medo de dizer...O REI ESTÁ NÚ E É ASQUEROSO.

carpetro disse:
27 de setembro de 2011 às 15:32

Quando é que os "comentaristas" vão parar de generalizar e começar a dar nome aos Magistrados (Juizes, Desembargadores e Ministros dos Tribunais Superiores) que sabem não agir corretamente ou que, nos seus entendimentos, sejam "corruptos"? Ou será que na carreira deles todos são de reputação ilibada e alto saber jurídico? Porque não criar, tambem, o C.N.A. (Conselho Nacional da Advocacia) nos moldes identicos do C.N.J.? Quem tem medo de Virginia Woolf?

Flávio disse:
27 de setembro de 2011 às 15:52

O que a ministra falou é uma constatação, ou será que só a magistratura tem uma reputação ilibada. E digo mais, duvido que essa adin vá ter sucesso. O ministro Peluso está esquecendo que quem está no governo é Dilma Roussef. E vai ser do jeito que ela quer e ponto final. E não se esqueçam do pedido de aumento do poder judiciario, moderem o comportamento.

Marcos Alves Pintar disse:
27 de setembro de 2011 às 15:52

O carpetro (Juiz Estadual de 2ª. Instância) se esqueceu que o "Conselho Nacional de Advogados" já existe, e tem o curioso nome de Ordem dos Advogados do Brasil, possibilitando que inclusive ele possa a qualquer momento formular qualquer espécie de representação contra qualquer um dos advogados inscritos. Quanto às generalizações, como poderemos nós aqui "dar nome aos bois" se os processos e procedimentos contra magistrados são sigilosos, e cada um dos 16 mil juízes em exercício nesta República estão a postos para condenar qualquer um que divulgue qualquer tipo de informação a respeito deles (magistrados)?

Marcos Alves Pintar disse:
27 de setembro de 2011 às 16:03

A primeira coisa que Peluso deveria fazer, em resposta às declarações da Ministra Corregedora, é propor o fim do sigilo que os magistrados instituíram em favor de si próprios nos processos e procedimentos que os envolvem. Veja-se que Peluso fala em provas, mas se a Corregedora sacasse qualquer elemento probatório porventura existente visando comprovar suas alegações ela seria acusada imediatamente, pelos próprios magistrados interessados, de vazar dados sigilosos. Sim, se Peluso e os demais magistrados querem provas, que afastem o sigilo e que deixem a imprensa e os juristas analisarem os elementos de prova existentes em todos os procedimentos administrativos e ações em curso pela Justiça envolvendo magistrados, garantindo imunidade nas milhares de ações penais que irão surgir visando coagir quem tem a informação. Vamos analisar as decisões proferidas, comparar com outros casos envolvendo os "inimigos da magistratura", e concluir se as declarações da Ministra são ou não acertadas. Peluso e os magistrados sabem que ninguém vai provar nada justamente porque os elementos de prova estão convenientemente guardados bem longe de quem tem capacidade de técnica de compreendê-los, traduzir para uma linguagem simples, e informar convenientemente a população, e isso é um trunfo a favor deles todos.

acs disse:
27 de setembro de 2011 às 16:21

Não vejo necessidade alguma de dar-se nomes aos bois, haja vista esse não é o fórum adequado para julgar quem quer que seja,muito menos para falacias.Contra fato não há argumento.A quem pretender retorquir minhas considerações ,basta responder de forma abalizada uma unica das inúmeras questões aventadas por mim anteriormente.E por fim,se eu me deixasse intimidar por "autoridade",verdadeira ou fictícia não seria advogado.

Elza Maria disse:
27 de setembro de 2011 às 17:04

A senhora HONRA a classe das mulheres, das mães, que nunca tiveram medo de dizer a verdade, doa em quem doer. É deplorável esse tom corporativista vago, obsequioso, complacente do ministro Peluso. O que ele pretende com isso? Todos sabem que o judiciário está infestado de maus caráteres. Quer nomes? Mande investigar a cada indício razoável. E olha que não faltam. Basta ler determinadas decisões judiciais, tão afastadas do direito, tão forçadas, que não deixam outra impressão senão a suspeita de que foram proferidas com base em elementos não revelados. Ou será que todos os do povo, toda a sociedade é composta apenas por imbecis e só os membros do judiciário são pessoas honestas, preparadas e inteligentes? Ministro Peluso, a ministra Eliana Calmon disse o que tinha de ser dito, sem papas na língua. Se eu o dissesse, seria processada, oprimida, e muito provavelmente condenada. Por isso, o que ela declarou é o que está entalado na garganta da maioria do povo brasileiro. Não sei se o senhor percebeu, mas a primavera brasileira se aproxima, tal como já chegou para os árabes. E uma das mudanças mais prementes é a do judiciário brasileiro, essa caixa preta hermética protegida com unhas e dentes por quem antes deveria fazer questão de dar-lhe a maior transparência. É isso aí, ministra Eliana Calmon. Falou e disse!

Advogado Santista 31 disse:
27 de setembro de 2011 às 17:26

Nos tempos da corregedoria-geral do TJSP, o Sr. Peluso era conhecido como Arquivador-Geral de tudo quanto era procedimento contra desvios de condutas éticas e criminosas de magistrados. Não é surpressa a nota de repudio dele, já que para ele, a função e o cargo alcançado são demonstrações incontestes de ilibação do detentor dos mesmos, minimizando os desvios éticos e legais destes como meros deslizes. Se antes tinha gente que reclamava do Gilmar Mendes achando que ele era corrupto, não sabem que este era uma moça perto do atual presidente do STF e CNJ. Acorda Brasil.

sGFREITTAS disse:
27 de setembro de 2011 às 17:38

Convenhamos, a legislação do Brasil é um verdadeiro emaranhado de letrinhas cheias de curvas sinuosas que sempre dão margem a vários tipos de interpretações.
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Criam (isso) (aquilo) (e mais isso) (e depois aquilo) e vão se perdendo a origem daquilo do porque tem isso e do porque tem aquilo, etc, etc, no final das contas “projetos” como o CNJ não servem pra nada, isso porque sempre existe uma legislação acima.
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Quando criaram o CNJ não pensaram nestes problemas? Isso não era previsível? O povo tem que bancar essa “disputa” de quem pode isso e de quem pode aquilo?
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Muito corajosa essa moça, acho que por um minuto ela esqueceu que aqui neste País as pessoas não podem falar a verdade.
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SIM, acredito que ela generalizou; mas também, o princípio que vigora não é o da impessoalidade, portanto, ela agiu corretamente, não é a pessoa física que julga, quem julga é “a entidade conhecida como Juiz”, quem julga é o magistrado, é o Estado e não o João Miguel ou a Joana da Esquina.
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Ainda que ela tenha generalizado, ela disse VERDADE!!!!!!!!!

Marcos Alves Pintar disse:
27 de setembro de 2011 às 17:57

Apenas para relembrar, com quantos votos mesmo Peluso foi eleito para exercer o cargo público que ostenta?

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 18:07

O STF estará fazendo nada mais e nada menos amanhã que corrigir os poderes que tem o CNJ de acordo com a Constiruição Federal e com isso colocando CNJ em seu verdadeiro lugar conforme Lei especifica que o criou
Deve o CNJ fazer o que lhe compete e tão somente isso de acordo com a Constituição Fedral , ultrapassar seus limites foi o seu êrro, ainda mais quando membros corregedores quebram a ética e a conduta pelas vaidades e estrelismos, esquecendo que em todos os niveis da justiça existem hierarquias e ordem juridica a serem observados e cumpridas por todos . A Ministra tem seu espelho de passado e presente , e com certeza não é o pelos seus atos deseja mostrar pelos tiros desesperados como se a êsmo conquistasse simpatias e adeptos , o que é totalmenrte desnecessario na "JUSTIÇA"
Agora é hora de ser corrigido pelo STF, quando o CNJ já quiz até engessar, processar e punir os Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao dizer que teria competencia para tal.
O CNJ não é PODER Constitucionasl.
No Brasil só existem 3 poderes, e só.
Não é poder : o CNJ, nem a imprensa, nem o MP, AGU ou OAB.
ASSIM É PRUDENTE AOS PITAQUEIROS ANTES DE SE EXPRESSAREM SABEREM MELHOR O QUE SÃO AS LEIS , POIS ELAS NÃO ESTÃO NAS CABEÇAS DAS PESSOAS . E SIM NO PAPEL PARA SEREM OBSERVADAS E CUMPRIDAS ... OS LEGISLADORES FAZEM AS LEIS , E O PODER JUDICIARIO FAZ O EMPREGO E DETERMINA A TODOS O CUMPRIMENTO

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 18:17

O STF estará fazendo nada mais e nada menos amanhã que corrigir os poderes que tem o CNJ de acordo com a Constiruição Federal e com isso colocando CNJ em seu verdadeiro lugar conforme Lei especifica que o criou
Deve o CNJ fazer o que lhe compete e tão somente isso de acordo com a Constituição Fedral , ultrapassar seus limites foi o seu êrro, ainda mais quando membros corregedores quebram a ética e a conduta pelas vaidades e estrelismos, esquecendo que em todos os niveis da justiça existem hierarquias e ordem juridica a serem observados e cumpridas por todos . A Ministra tem seu espelho de passado e presente , e com certeza não é o pelos seus atos deseja mostrar pelos tiros desesperados como se a êsmo conquistasse simpatias e adeptos , o que é totalmenrte desnecessario na "JUSTIÇA"
Agora é hora de ser corrigido pelo STF, quando o CNJ já quiz até engessar, processar e punir os Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao dizer que teria competencia para tal.
O CNJ não é PODER Constitucionasl.
No Brasil só existem 3 poderes, e só.
Não é poder : o CNJ, nem a imprensa, nem o MP, AGU ou OAB.
ASSIM É PRUDENTE AOS PITAQUEIROS ANTES DE SE EXPRESSAREM SABEREM MELHOR O QUE SÃO AS LEIS , POIS ELAS NÃO ESTÃO NAS CABEÇAS DAS PESSOAS . E SIM NO PAPEL PARA SEREM OBSERVADAS E CUMPRIDAS ... OS LEGISLADORES FAZEM AS LEIS , E O PODER JUDICIARIO FAZ O EMPREGO E DETERMINA A TODOS O CUMPRIMENTO

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 18:20

O STF estará fazendo nada mais e nada menos amanhã que corrigir os poderes que tem o CNJ de acordo com a Constiruição Federal e com isso colocando CNJ em seu verdadeiro lugar conforme Lei especifica que o criou
Deve o CNJ fazer o que lhe compete e tão somente isso de acordo com a Constituição Fedral , ultrapassar seus limites foi o seu êrro, ainda mais quando membros corregedores quebram a ética e a conduta pelas vaidades e estrelismos, esquecendo que em todos os niveis da justiça existem hierarquias e ordem juridica a serem observados e cumpridas por todos . A Ministra tem seu espelho de passado e presente , e com certeza não é o pelos seus atos deseja mostrar pelos tiros desesperados como se a êsmo conquistasse simpatias e adeptos , o que é totalmenrte desnecessario na "JUSTIÇA"
Agora é hora de ser corrigido pelo STF, quando o CNJ já quiz até engessar, processar e punir os Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao dizer que teria competencia para tal.
O CNJ não é PODER Constitucionasl.
No Brasil só existem 3 poderes, e só.
Não é poder : o CNJ, nem a imprensa, nem o MP, AGU ou OAB.
ASSIM É PRUDENTE AOS PITAQUEIROS ANTES DE SE EXPRESSAREM SABEREM MELHOR O QUE SÃO AS LEIS , POIS ELAS NÃO ESTÃO NAS CABEÇAS DAS PESSOAS . E SIM NO PAPEL PARA SEREM OBSERVADAS E CUMPRIDAS ... OS LEGISLADORES FAZEM AS LEIS , E O PODER JUDICIARIO FAZ O EMPREGO E DETERMINA A TODOS O CUMPRIMENTO

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 18:24

O STF estará fazendo nada mais e nada menos amanhã que corrigir os poderes que tem o CNJ de acordo com a Constiruição Federal e com isso colocando CNJ em seu verdadeiro lugar conforme Lei especifica que o criou
Deve o CNJ fazer o que lhe compete e tão somente isso de acordo com a Constituição Fedral , ultrapassar seus limites foi o seu êrro, ainda mais quando membros corregedores quebram a ética e a conduta pelas vaidades e estrelismos, esquecendo que em todos os niveis da justiça existem hierarquias e ordem juridica a serem observados e cumpridas por todos . A Ministra tem seu espelho de passado e presente , e com certeza não é o pelos seus atos deseja mostrar pelos tiros desesperados como se a êsmo conquistasse simpatias e adeptos , o que é totalmenrte desnecessario na "JUSTIÇA"
Agora é hora de ser corrigido pelo STF, quando o CNJ já quiz até engessar, processar e punir os Ministros do Supremo Tribunal Federal, ao dizer que teria competencia para tal.
O CNJ não é PODER Constitucionasl.
No Brasil só existem 3 poderes, e só.
Não é poder : o CNJ, nem a imprensa, nem o MP, AGU ou OAB.
ASSIM É PRUDENTE AOS PITAQUEIROS ANTES DE SE EXPRESSAREM SABEREM MELHOR O QUE SÃO AS LEIS , POIS ELAS NÃO ESTÃO NAS CABEÇAS DAS PESSOAS . E SIM NO PAPEL PARA SEREM OBSERVADAS E CUMPRIDAS ... OS LEGISLADORES FAZEM AS LEIS , E O PODER JUDICIARIO FAZ O EMPREGO E DETERMINA A TODOS O CUMPRIMENTO

mat disse:
27 de setembro de 2011 às 18:29

Já passou de hora da Senhora corregedora abandonar o barco. Seu destempero beira à ingenuidade. Como está completamente isolada e não tem o respeito de mais ninguém, atira a todo instante em todas as direções procurando o elogio fácil da mídia e de advogados ressentidos que parecem nunca terem lido os artigos que regulam o CNJ na CF. Não há atividade censória sem respeito e ela nunca teve sequer de seus pares. Agora permita-me um argumento genérico como os tão a gosta da Ministra: Pensar que que amiga íntima de ACM e Jáder Barbalho, a quem deve, segundo ela própria, sua indicação, possa ser paladino da justiça é raciocínio demais rasteiro.

Ricardo T. disse:
27 de setembro de 2011 às 18:37

Já acreditei na Ministra, mas vejo que estava errado. Ela generaliza demais. Caiu no descrédito!!!

Edson Mendes disse:
27 de setembro de 2011 às 21:02

Não sejamos cínicos. O Poder Judiciário, ainda que representado por uma minoria protegida por princípios provincianos que promovem a corrupção, é, sim, permeado por representantes que desonram a nobre função de proteger e aplicar a lei. Força à Corregedora, que está de parabéns!!!

Paulo Jorge Andrade Trinchão disse:
27 de setembro de 2011 às 21:24

O sr. Peluso, está aos poucos conseguindo esvaziar o preclaro CNJ. Faz o jogo de seus asseclas da AMB, e s favas o`s interesses do cidadão, contribuinte e jurisdicionado. Ele conseguiu o incrível, arregimentar inclusive assinaturas à malfadada nota(mesquinha)de representantes da OAB, o "cara" é verdadeiramente o máximo! É de se supor que o Poder exercido por ele(provisório!)é eterno, e ele, talvez viverá mais uns , talvez, 200(duzentos) anos. Não é a-toa que Deus "não deu asas à cobra". A histriônica "notinha" de repúdio à insigne Ministra Eliana Calmon, comprova o que todos nós divisamos: este país falta muito para ser sério! No mais, o que pretende o sr. Peluso, "tampar" o sol com peneira furada? Qualquer pessoa minimamente informada, tem notícia do elevado número de julgadores delinquentes, qual a novidade para extravagante notinha? Para o bem da cidadania, temos o dever e a obrigação de preservar o preclaro Conselho, ou caso contrário, se transformará em mais uma "Corregedoriazinha(!)", desta feita, com a alusão de "matriz", aí,meus colegas, um abraço, e vamos de mala e cuia pro vizinho Paraguai, com o merecido respeito...

Sheila Betina disse:
27 de setembro de 2011 às 22:40

Àqueles que criticam a nota de repúdio do Ministro Cezar Peluso, ao lastimável pronunciamento da Corregedora Nacional de Justiça, Ministra Eliana Calmon, acerca dos Magistrados Brasileiros, apenas resta dizer: "PERDOAI-OS SENHOR, ELES NÃO SABEM O QUE DIZEM...".
Como diz meu pai brincando: Deixá-los falá-los que eles calarão-se-ão!

Spartacus disse:
27 de setembro de 2011 às 23:07

(CONTINUAÇÃO)...
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Dizer que há infiltração não pode, nem de longe, ser confundido com generalização, como se ela desferisse uma acusação contra toda a classe a que ela mesma pertence.
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Por isso preocupa essa interpretação que deturpa as palavras empregadas pela ministra. O que esperar de alguém que ouve ou lê as palavras e reage como se outras tivessem sido ouvidas ou proferidas?
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A pergunta tem sua razão de ser porque se trata da reação de juízes que ouviram ou leram as declarações da ministra, e serão esses mesmos juízes que haverão de ler as petições dos jurisdicionados. Se não entendem o que leem; se deturpam o sentido das palavras; se alargam esse sentido; se ajustam o sentido das palavras de acordo com seus próprios interesses, no caso, interesse político de manter nos tribunais as investigações porque nesses tudo é acomodado e quase ninguém é punido, quando muito é aposentado; se não hesitam em lançar mão da falácia do Leito de Procusto, então, o que se pode esperar deles ao lerem as petições dos jurisdicionados?
.
(a) Sérgio Niemeyer
Advogado – Mestre em Direito pela USP – sergioniemeyer@adv.oabsp.org.br

Spartacus disse:
27 de setembro de 2011 às 23:09

É tanto estardalhaço pelo que corajosamente disse a ministra que eu resolvi fazer uma análise para demonstrar que a grande preocupação deve ser com o entendimento dos juízes brasileiros.
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Disse a ministra: «primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga».
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Em nenhum momento a ministra generalizou a acusação como estão propalando. O que ela disse, em linguagem clara e absolutamente inteligível, é que há infiltração de bandidos na magistratura brasileira. É próprio de toda infiltração que não seja maioria, mas, ao contrário, componha-se de poucas pessoas. A não ser assim, não haverá infiltração, mas dominação. Não se pode desconsiderar que também é próprio de toda infiltração que o infiltrado tudo faça para manter ocultos seus verdadeiros propósitos, fazendo-se passar por um autêntico e até conservador membro do grupo em que se infiltrou exatamente para não ver reveladas suas reais intenções.
.
A infiltração de maus elementos pode ocorrer em qualquer organismo ou instituição por variegados motivos. Até mesmo numa organização criminosa pode, e deveria, ocorrer infiltração de bons policiais (os mocinhos) para desbaratá-las, e por vezes sofrem a infiltração de bandidos concorrentes.
.
Por acaso alguém ousaria afirmar não haver bandidos infiltrados no Legislativo, escondidos sob o manto da imunidade parlamentar, ou no Executivo, escondidos sob o pálio do poder de execução?
.
(CONTINUA)...

Jorge Nery Viegas disse:
27 de setembro de 2011 às 23:52

Parece-me que com tda a clareza , são raros os comentaristas aqui a se pronunciarem que sabem a real função do CNJ ... Elaborou o CNJ uma resolução que fere basicamente principios constitucinais , ora diante disso foi legalmente contestada por uma ADIN e por uma entidade de classe representativa de TODOS os seus integrantes como a AMB .... e porque ?? ...pelo fato do CNJ desejar extrapolar de suas atribuições precipuas e de forma injusta quqrer se assemelhar a um cnselho de Classe Profissional , como CREA ,CRM etc.. o CNJ não tem e nem pode ter um tribunal para julgar os casos a frente de uma hierarquia Constitucional , exxistem esferas competentes para isso , agir de forma atrabiliaria só contribue em desmoralizar .. A ministra realmente exacerbou não só em palavras como em direcionamento de atos , o que não a inibe de se acionada pelos prejudicados ,responder pelos feitos. e o STF assim amanhã decidira em colocar no devido lugar , sem estrelismos ou simpatias de imprensa a verdadeira função do CNJ pela sua corregedora que teima em ser um Poder e não o é .. Como não é o MP ,CGU, OAB e tantos outros com funções definidas .Um ditado antigo diz , "cada macaco no seu galho "

Valdemir Ribeiro Albuquerque disse:
28 de setembro de 2011 às 07:29

Pergunto ao Excelentíssmo Ministro Cezar Peluso (e não é uma pergunta retórica),gostaria que ele respondesse: por que um juiz mente? Por que um criminoso mente se não por ignorância ou para ocultar seus crimes.O juiz odilon de oliveira vem, sistematicamente mentido há três anos. As mentiras do juiz, sua falta de tirocínio, quando lhe interessa, resultou em minha demissão do serviço público por meio de um processo fraudado. Ora, o juiz odilon não é uma pessoa que pode afirmar que não conhecia os fatos do PAD 002/2009 /depen/MJ. Ele mentiu com propósito de prejudicar inocentes, inclusive acionando a associação dos magistrados para ajudá-lo.
Os juízes que são os garantidores da democracia também deveriam se sujeitar às regras democráticas. No caso do juiz odilon de oliveira foi destacada a corregedora do TRF3ª para fazer a defesa do juiz na imprensa, quando, por ofício deveria investigá-lo e não procurar desacreditar os denunciantes. A corregedora não deveria acreditar numa história forja de tortura de preso (com a finalidade salvar o juiz da denúncia de envolvimento em extorsão, informação esta levada ao MPF que nada fez para investigar).Assim, quem nos protege desse protetores que procuram se blindar?
Peço que não me desqualifiquem, quero debater com argumentos e provas. Valdemir Ribeiro Albuquerque cpf 667387330-20. Se forem me processar, por favor, eu não quero segredo de justiça. Se sou criminoso deixe que a sociedade acompanhe e tire suas conclusões. Aguardo respostas.

Hudson Resedá disse:
28 de setembro de 2011 às 07:33

NÃO BASTA UMA TOGA E DIZER-SE HONESTO, TRABALHADOR E POLITICAMENTE CORRETO. SE ESTRELISMO EXISTE, E EXISTE SIM, NÃO TENHAM DÚVIDA, ISSO OCORRE NO NOSSO STF. QUANDO APARECE ALGUÉM COM DIGNIDADE E AUTORIDADE BASTANTE PARA SE REBELAR CONTRA TODO TIPO DE BANDITISMO QUE ASSOLA O PAÍS, SURGEM OS INDIGNADOS PARA EXIGIR PUNIÇÃO ÀQUELA MAGISTRADA QUE NÃO SE DEIXA INTIMIDAR, NEM MESMO POR SEUS "COLEGAS" QUE A AMEAÇAM DE PUNIÇÃO.
É UMA VERGONHA.
Onde estão os Advogados ?? Onde está a OAB, para ratificar todas as assertivas da digna e independente Magistrada ELIANA CALMON. Vamos ter VERGONHA e não deixemos que a mesma seja exposta e execrada por seus "pares".

Barchilón, R H disse:
28 de setembro de 2011 às 07:50

A fala, a nota e todos os comentários feitos aqui devem ser relidos após o julgamento da ADIN.
Interessante, sim, saber logo se as Corregedorias estaduais são, ou não, degrau necessário etc.
O STF vai ditar os limites de atuação do CNJ no julgamento, ocasião em que os bandidos infiltrados saberão também os seus próprios, para começar a correr ou suspirar aliviado.

Manoel Marcelino da Cruz Paião disse:
28 de setembro de 2011 às 07:52

É, a Presidente da República tem toda razão ao afirmar, no plenário da ONU, que este é o século das mulheres.
Corajosa, a Exma. Ministra Eliana Calmon, com certeza não teve o objetivo de ofender a Magistratura.
O repúdio de seus pares reflete a falta de consciência cívica e o corporativismo dos, pretensamente, ofendidos.
Mazelas existem em qualquer área da atividade humana e sempre existiram.
E compete aos nossos magistrados, muitos deles,infelizmente, ocupando a função por interesses outros, remuneração, prestigio, poder, em detrimento da importância e nobreza da função, investigar denúncias,apurar fatos, com transparência, e punir os faltosos.
E com o procedimento de investigarem e se, necessário, punirem, nada mais fazem do que engrandecer e preservar a Nação Brasileira, a República.
Manoel M C Paião

Barchilón, R H disse:
28 de setembro de 2011 às 07:53

A fala, a nota e todos os comentários feitos aqui devem ser relidos após o julgamento da ADIN.
Interessante, sim, saber logo se as Corregedorias estaduais são, ou não, degrau necessário etc.
O STF vai ditar os limites de atuação do CNJ no julgamento, ocasião em que os bandidos infiltrados saberão também os seus próprios, para começar a correr ou suspirar aliviado.

Atoji Jorge disse:
28 de setembro de 2011 às 08:21

Gostaria que ele nos respondesse em que país mora a sua Excelência??
Se ele entedeu bem o sentido da palavra bandido, não estaria dando estas declarações para defender o contrário.

Roozevelt disse:
28 de setembro de 2011 às 09:08

A ministra expressou o sentimento que é de milhões de brasileiros! A Revista Veja, sempre mostra a presença de juízes, ministros em "festinhas" de advogados ricos, poderosos, que sempre defendem pessoas que desrespeitaram os Direitos Fundamentais de outras e que através da amizade com esses representantes do poder judiciário conseguem amenizar a pena ou até mesmo absolver esses infratores, fora-da-lei, verdadeiros bandidos. Parabéns à Ministra, que Deus a conserve assim!

advcrim disse:
28 de setembro de 2011 às 09:56

Sem muitas delongas, percebe-se que os rebelados estão por temer o desauxilio do invólucro da toga, pois a anos no exercício da magistratura não entenderam até hoje que estão investido nas atribuições do estado e não do ego, a atitude da ministra a eles em nada é temerária e generalizada, a menos que estejam almejando posicionamentos egóicos. Por favor Ministra pela honra e pelo CNJ.

huallisson disse:
28 de setembro de 2011 às 10:02

PELUSO,POR QUE NÃO TE CALAS?
Apresso-me em dizer que o título acima não deve ser lido ao pé da letra.O seu significado, a rigor, é: "O Ministro Peluso perdeu uma grande oportunidade de ficar calado".A Ministra Eliana Calmon ao dizer que o Conselho Nacional de Justiça vem combatendo muitos bandidos que se escondem por trás da toga, não fez nada mais que um justo e merecido elogio ao Egrégio CNJ.Entretanto, ao invés de receber flores dos seus pares,peluscadamente foi apunhalada por eles.Com tal puxada de lixo para debaixo do tapete, o Ministro conseguiu decepcionar toda nação brasileira cidadã e, ao mesmo tempo, macular a imagem do Excelso Conselho aos olhos do povo. Não teria sido melhor o Ministro Peluso ficar calado? Para agradar apenas aos maus juízes atingidos pela declaração da corajosa Conselheira Eliana Calmon bastaria que o Ministro procurasse lavar a "roupa suja em casa". Resultado: Se não fosse a metralhadora da Dilma mirada para os corruptos, Eliana "Accioli" já poderia mandar cortar o bolero de subida à rampa do Planalto em 2014, ex vi da ética que tanto este tão maltratado país precisa! Pedro Cassimiro. Prof. de Direito e de Economia. Brasília, Lago Sul.

Eider-Ribeiro-Luz disse:
28 de setembro de 2011 às 10:09

Cara ministra, não se intimide e que sirva de exemplo áqueles que não decidem segundo sua consciência e sim segundo o desejo de seus padrinhos políticos. Parabéns e continue representando o desejo justo e honesto de milhões de brasileiros.

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social disse:
28 de setembro de 2011 às 10:11

É deveras inacreditável ver o esforço hercúleo (e capcioso) que os defensores do indefensável expõem neste espaço, apelando sempre para um fato no mínimo falacioso: "vivemos em uma democracia". Quem se atreveria a confirmar esta falácia mais que escancarada? Só quem desconhece a verdadeira acepção do termo ou quem possui interesses escusos para tal.
*
Não vou perder meu tempo explicando o termo a tantos doutos participantes que, suponho, conheçam à exaustão o léxico. Agora, que nosso regime não é uma democracia, isto, me perdoem a ousadia, é insofismável. O termo que utilizamos para mascarar nosso regime mal se aproxima de uma corruptela grosseira do que seria sua verdadeira acepção. Vivemos, em realidade, sob o regime de uma disfarçada ditadura político-plutocrática, suavizada por pretensas eleições livres que, na prática, impõem uma nominata de nomes previamente acordados em base ao interesse maior de uma política profissionalizada e espurca.
*
Sistema assaz enganoso, acolhe sob seu manto protetor apenas aqueles que a ele se submetem sob a precípua condição de sempre dizer "amém", sem questionar nem argumentar. As decisões, em amplo termo, são prontas e acabadas e a sociedade vive longinquamente à margem daquelas, bem similar ao que ocorria durante a época feudal, apenas, hoje, sem os muros que separam os privilegiados dos seus subordinados - o povo.
*
Esse regime plutocrático compartilha suas benesses apenas entre alguns membros privilegiados dos seus três poderes. Sim, porque mesmo nesse "admirável mundo velho" sua complexa hierarquia é veladamente predetermminada: quem pode e quanto pode. E esses privilegiados, por seu turno, beneficiam "fontes externas" de financiamento que os apóiam. Eis a equação real da nossa sociedade.
CONTINUA

Marcio Luís Marques disse:
28 de setembro de 2011 às 10:23

Não entrando no mérito ou demérito pessoal da Exma Ministra, a afirmação de que há bandidos de toga é real e verdadeira, infelizmente.
A quem cabe o processamento e medidas para punição, temos todo um arcabouço jurídico para isso, cabendo a cada instituição partícipe a sua atuação dentro da sua esfera legal.
É inegável que há sentenças, acórdãos, licitações, obras, nepotismo cruzado e direto, enfim, toda a sorte de ilícitos que envolvem sim magistrados, independente de instância ou antiguidade.
Esses magistrados corruptos são maioria/minoria, não se sabe deve ser apurado. Mas todos os magistrados são corruptos/corruptores, nem de longe! Há vários membros da toga que tomam o seu mister como verdadeiro ofício religioso, alguns que eu tive o privilégio de conhecer.
Não se trata de se acreditar em bruxas, mas que elas existem, existem, e devem ser expurgadas constitucionalmente do ambiente da magistratura.

Rui Telmo Fontoura Ferreira disse:
28 de setembro de 2011 às 10:29

Prezados Senhores,
Paz e Bem!
E,essa mudança o povo brasileiro está pedindo a muito tempo. O Conselho Nacional de Justiça é o caminho legítimo da legalidade, da constitucionalidade e de um novo tempo, de transparência jurídica, tendo como princípio o cultivo de valores morais e éticos.
Além disso, a ministra Eliana Calmon, foi e é, a pessoa das mais ilustres da justiça brasileira, pela sua dignidade, honradez, honestidade, conhecimento jurídico e alto valor humano.
Portanto, "vamos devagar que o andor é de barro", como dizem na terra de Rui Barbosa.
Assim, vamos cultivar a "verdade verdadeira", em benefício da Pátria Amada Brasil!
Cordialmente,
Rui Telmo Fontoura Ferreira

J.Koffler - Cientista Jurídico-Social disse:
28 de setembro de 2011 às 10:41

Neste peculiar e indecente sistema, é claro que aqueles que ousam discordar, acusar, aponta, reclamar, são imediatamente condenados à "fogueira", independentemente de terem apontado a verdade ou não. Afinal, o corporativismo é algo mais velho que matusalém, embora continue como prática atualíssima.
*
Essa celeuma toda entre o CNJ e a AMB, com o desdobramento trazido por uma ADIN a ser julgada, que promoveu tantos comentários (alguns louváveis e sensatos, outros ostensivamente corporativistas), denota às claras que nosso sistema, sub-repticiamente, age "com dois pesos e duas medidas", estando mui longe de ser equânime, justo.
*
A corregedora Eliana Calmon apenas pisou nos "calos" de quem não devia e instalou o impasse, apenas por externar seu pensamento, sua opinião sincera. Agrediu, em suma, aquela parcela de intocáveis que fazem parte do poder político-plutocrático, recebendo todo o volume possível de reprovação e de verve venenosa, quando, em realidade, não há como afirmar que ela generalizou, até por uma análise simplória do texto.
*
De resto, tudo já foi dito e estou convicto de que este "causo" é apenas a milimétrica ponta de um imenso iceberg que ainda virá a se descortinar, mais cedo ou mais tarde.
*
Está realmente na hora (aliás, já ultrapassada há muito) de passar nossa nação a limpo, bem como seu regime deturpado de gerir este continental e rico País, que tanto sofre por mãos dos seus descompromissados políticos profissionais.

DrCar disse:
28 de setembro de 2011 às 10:42

A Ministra (c/ M maiúsculo) tocou na ferida. Todos nós sabemos que há corruptos e corruptores em todos os setores. O Brasil é catedrático em formá-los. Veja o governo. O Judiciário não está acima da lei e precisa ser fiscalizado porque seus órgão "passam" panos quentes na maioria das ocorrencias. Soltam "ladrões de colarinho branco" em troca da falha da lei, enquanto a mesma lei é aplicada ao pobre, à puta e outros ps mais.
Quem não deve não teme.

DrCar disse:
28 de setembro de 2011 às 10:42

A Ministra (c/ M maiúsculo) tocou na ferida. Todos nós sabemos que há corruptos e corruptores em todos os setores. O Brasil é catedrático em formá-los. Veja o governo. O Judiciário não está acima da lei e precisa ser fiscalizado porque seus órgão "passam" panos quentes na maioria das ocorrencias. Soltam "ladrões de colarinho branco" em troca da falha da lei, enquanto a mesma lei é aplicada ao pobre, à puta e outros ps mais.
Quem não deve não teme.

Citoyen disse:
28 de setembro de 2011 às 10:58

Ministro Peluso, como está o caso dos ONZE DESEMBARGADORES do TRIBUNAL do MATO GROSSO, que foram sancionados e afastados pelo EG. CNJ e cuja DECISÃO foi RESCINDIDA PELO EG. STF, que os recolocou nos respectivos cargos e funções das quais tinham sido, como afirmei, AFASTADOS?
A hora, Ministro, que V. Exa. puder dar uma RESPOSTA plena de consistência à simples pergunta que fiz, acho que V. Exa. se legitima a discordar da MINISTRA CALMON!
Antes disso, Ministro Peluso, não esqueça V. Exa. do ditado popular: em boca fechada não entre mosca!
Ou, como diria um grosseiro Cidadão do interior do Brasil, não afeito às mesuras da sociedade formal dos grandes centros e, especialmente, de Brasília, com suas ponpas e circunstâncias: SHOOT YOUR MOUTH, "data venia"!

Enos Nogueira disse:
28 de setembro de 2011 às 11:01

No âmbito dos "três poderes" (parece só haver um), existem pessoas honestas e desonestas. Todas às vezes que alguém tenta fazer alguma coisa para sanear sofre muito. Eu comparo as frases do ex-presidente Lula quando disse haver uma "caixa preta" no Judiciário, com o que disse agora a Ministra, o que ela disse foi bem menos grave do que disse o ex-presidente. A ministra não generalizou, nem poderia, a maioria dos juízes é honesta, mas não podemos esquecer que ela tem razão, caso não tivesse não veríamos a Polícia Federal "invadir" Tribunais de Justiça para comprir mandados judiciais, porque há membros desses tribunais envolvidos com coisas que poderiam configurar crimes. Como o Judiciário poderia ficar sem controle externo se até ministro do STF (segundo a imprensa) viaja com contas pagas por advogado? Não estou fazendo nenhum juízo de valor sobre isso, mas se for verdade, entendo que, no mínimo, tal atitude foge ao princípio da moralidade. Acho que muitos agentes públicos não conhecem o que é moralidade...

Chcampello disse:
28 de setembro de 2011 às 11:46

Parabéns à Ministra Calmon. Finalmente alguém de dentro do Judiciário escancara a verdade do que está acontecendo com esse poder. Ela não falou que os magistrados são corruptos, mas sim que existe muita podridão. Querer negar isso é tentar colocar o Judiciário acima dos outros poderes. Se o Executivo e Legislativo são podres, por que o Judiciários seria diferente? É bom lembrar que o Judiciário tem sido utilizado para "legalizar" uma série de falcatruas no Brasil. PARABÉNS À MINISTRA E A TODOS QUE SONNHAM EM VER O JUDICIÁRIO SANEADO!

VINÍCIUS disse:
28 de setembro de 2011 às 11:49

Entendi muito bem o que disse e Ministra Calmon. Tem bons juízes sim, mas tem juízes que são verdadeiros bandoleiros.
Aqui no Tocantins tem uma juíza que foi aposentada como sendo chefe de uma gangue que pegava dinheiro do BB. Aí, para ter o silêncio total da trama, mataram dois oficiais de justiça, um no tiro, outro colocando fogo em teu corpo.
Tive casos em Minas Gerais, como advogado, de ver decisões de juízes em desfavor dos pobres e em favor de uma conhecida empresa de ÔNIBUS.
Além do mais, existem denúncias de que uma grande empresa telefônica tem um forte esquema junto a tribunais do Brasil.
A ministra fez uma denúncia que será aclarada dentro de uns cincoenta anos, quando o judiciário será enfrentado pelo povo que não suporta mais tanta ganância de um poder preguiçoso, arrogante e egoísta.
O Ministro Peluso agiu para defender os bons, porque, tenho certeza, os que não prestam ele não faz questão de defender.Espero que isto seja verdade!
A democracia só será verdadeira quando se tirar a máscara do Poder Judiciário.
Lamento dizer tudo isto porque entendo que somente o Judiciário tem realmente poder, mas ele, o Judiciário, está cada vez menos importante para o povo e será, dentro de algum tempo, a bola da vez.
Parabéns Ministra Calmon, que disse com muita precisão o que todos gostariam de dizer.
VINICIUS
63-9999-7700.

José Armando da Costa Júnior disse:
28 de setembro de 2011 às 11:52

A Ministra ELIANA CALMON não pode esquecer-se de que ainda é uma magistrada e que, ainda por cima, por ocupar o importante cargo de Corregedora, precisa conter sua "verborragia". Não pode nem adianta jogar pra galera...

joaobastos.adv disse:
28 de setembro de 2011 às 11:55

Como bem frisou os colegas que me antecederam, o problema é que a Digna Ministra teve a coragem de expor pensamento de maioria dos brasileiros em relação a atual situação que encontra-se o judiciário. Acredito eu, que ela tentou ser o Máximo comedida em suas declarações, vez que aparentemente a situação é inda mais grave.
Ainda em tempo, o Ministro Cezar Peluso foi bastante infeliz em criticar quem depois de anos, teve coragem de tocar na ferida. Parabém MINISTRA, QUE OS DEUSES A PROTEJA... Vez que os comprometidos com a verdade, sempre pagaram um preço muito alto.

Rui Telmo Fontoura Ferreira disse:
28 de setembro de 2011 às 11:59

Prezados Senhores,
Paz e Bem!
Onde se lê: "o povo brasileiro está pedindo a muito tempo;" leia-se: "o povo brasileiro está pedindo há muito tempo."
Cordialmente,
Rui Telmo Fontoura Ferreira

joaobastos.adv disse:
28 de setembro de 2011 às 12:00

O COMPROMIÇO foi proposital, para chamar atenção. Grato

maresid disse:
28 de setembro de 2011 às 12:44

A Ministra está coberta de razão, principalmente no tocante ao TJ paulista, que ela afirmou: "Sabe que dia eu vou inspecionar São Paulo? No dia em que o sargento Garcia prender o Zorro. É um Tribunal de Justiça fechado, refratário a qualquer ação do CNJ e o presidente do Supremo Tribunal Federal é paulista."
Este TJ bandeirante não cumpre nem determinação judicial de órgãos superiores, tais como CNJ e STF, imaginem o que os servidores sofrem de abusos de autoritarismo! Suplicamos pela inspeção do CNJ, mas parece que isso NUNCA vai acontecer.
Mesmo assim, louvo as palavras da Ministra e espero que seja uma semente para fazer acordar a sociedade, para que algo seja feito pra acabar com essa caixa-preta.

Jose Antonio Dias disse:
28 de setembro de 2011 às 13:14

Antonio Cezar Peluso era Juiz da 7ª Vara da Família e das Sucessões de São Paulo nos idos de 1980. Sua mentalidade interiorana, inocente, sem malícia, continua a mesma. Não progrediu mentalmente até hoje, bastando para tal verificar suas idéias para acelerar o andamento processual. A Ministra Eliana Calmon, ao contrario, é uma mulher atualizada e uma estudiosa do Direito e incansável batalhadora em prol da Justiça.
Eliana Calmon tem toda a razão no que afirma. Hoje a grande maioria dos Juizes formam em suas Varas verdadeiras quadrilhas para assaltar os que procuram a Justiça. Juizes que se associam a advogados, perítos, inventariantes dativos, sindicos, liquidantes judiciais, curadores, oficiais de justiça, leiloeiros e outros auxiliares da justiça, com intuito de repartirem o butim obtido nos processos. Juizes que fixam salários absurdos aos auxiliares acima nomeados, pois, a divisão, tem que ser compensatória. Muitas vezes o valor fixado não é objeto de recurso face a demora do julgamento. A parte prefere pagar o absurdo fixado. Rapidamente é expedida a guia de levantamento e o butim repartido. Isto não acontece em uma ou duas Varas Judiciais, mas em muitas. Nós advogados sabemos, mas, denunciar, significa entar na lista negra...
Sim Dr. Peluso, isto acontece, mas V.Exa. continua nos idos de 1980. Nisto a Justiça progrediu, e muito, e a Ministra Eliana Calmon sabe e quando denuncia aparece um Peluso, do século passado, para atacá-la. É por isso que sempre afirmo que o nosso Poder Judiciário faliu. Agora é preciso realizar o ativo e pagar o passivo, encerrá-lo e começar tudo de novo (sem Pelusos)

Ruppert disse:
28 de setembro de 2011 às 13:33

Ora, por favor!
Comparar o Peluso com a Calmon é ridículo.
Peluso é um exemplo de juiz. Verdadeiro Juiz, LEIA-SE: NÃO ESTÁ NEM AI PARA APARECER NA MÍDIA.

Ruppert disse:
28 de setembro de 2011 às 13:35

Peluso é um dos únicos que salvam no STF, ao lado de Mendes e de Celso, o resto está ali por qualquer coisa, menos alto conhecimento jurídico.
o Ricardo Lewan eu excluo dessa lista por essa mania de "ativismo" judicial dele, quando deveria ser mais imparcial, e menos "jogar com as massas" (exemplo: ficha limpa, em claro entedimento contrário à CF)

Ruppert disse:
28 de setembro de 2011 às 13:40

O QUE É QUE ELA DISSE DE ..... CONCRETO ..... ??
SE ELA SABE TANTO ASSIM, PORQUE NÃO TEVE PEITO PARA, ALÉM DE TASQUENEJAR, APONTAR PESSOAS, PROVAS OU COMO OBTÊ-LAS??
O BRASIL JÁ ESTÁ CHEIO DE GENTE JOGANDO PARA A PLATEIA, E NÃO PRECISAMOS DE NADA QUE NÃO VENHA ACOMPANHADO DE ALGO CONCRETO, ALIÁS, DIZER POR DIZER, O SENSO COMUM JÁ O FAZ, E NÃO SABIA (DESCONFIAVA) QUE O SENSO COMUM ESTÁ BEM PRESENTE NOS TRIBUNAIS (LOGICAMENTE).

acs disse:
28 de setembro de 2011 às 13:52

Porque todas as pessoas que podem pagar alguns milhões de reais são absolvidas em tribunais superiores, por piores que sejam seus crimes?Porque a operação da policia federal boi barrica foi anulada?Porque os processos contra Daniel Dantas não dão em nada?Porque Collor manteve o mandato?Porque Lula não foi incluído no mensalão? Porque o jornal estado de são Paulo foi proibido de falar da quadrilha Sarney se todos sabem que o ministro que proibiu não tinha isenção para julgar?Porque Paulo Maluf nunca foi condenado em centenas de processos que responde há décadas?Porque o processo do mensalão vai prescrever?Porque Eurenice Guerra está solta?Porque os ministros petistas,quando flagrados roubando, nunca são presos?Porque Cacciola recebeu habeas corpus?Porque os poderosos jamais são presos ou condenados a devolver o dinheiro roubado?Porque o PT segue impune como se fosse um partido político e não um covil de bandidos?Porque Zé Dirceu continua solto nos afrontando com sua liberdade?

Paulo Celeste disse:
28 de setembro de 2011 às 14:08

As declarações da Excelentíssima Ministra Eliana Calmon surgiram como aquelas raras notícias jornalísticas que nos encorajam a manter a esperança nas instituições a nós impostas. É maravilhoso ouvir a a verdade, mesmo que infeliz, de pessoas que podem encetar um processo de melhora. Repugnante é tal manifestação de repúdio, que manifesta o mais pavoroso descaso com o anseio popular por justiça, cujo pressuposto é a verdade.

jocka disse:
28 de setembro de 2011 às 16:27

Alguém comentou sobre "jogar merda no ventilador" e não "punir". Li os comentários, vi o noticiário, li a matéria. Nada de novo no front, a não ser a coragem de uma MULHER em desafiar o espírito corporativista, que ecoa, na sua postura, tudo o que todos sabem, que, INFELIZMENTE, alguns membros do judiciário jamais se importaram com procedimentos impróprios à classe. Os "alguns" que abusam do poder que lhes foi concedido e desqualificam todos os conceitos de moralidade e ética. Alguma novidade nisto??? Não... Sabemos, por diversas a antigas manifestações, que existe uma indústria da imoralidade comandadas por algumas TOGAS. Então, a instituição, antes de sair em autodefesa, deveria adotar as medidas de punição e moralização do judiciário. Isto é o que espera, a muitas décadas, o SENSO COMUM já contestado nos depoimentos dos que defendem a impunidade. De qualquer forma, aos que, como eu, ainda acreditam na sanidade do judiciário, o que se espera é que a "faxina se faça urgente", e que o Peluso (ainda com credibilidade remota) adote providencias mais efetivas do que espernear a defesa de uma instituição que não se faz respeitar a séculos.

Xarpanga disse:
28 de setembro de 2011 às 16:43

Afinal, existe ou não bandidos de toga no judiciário brasileiro?
Se existe, parabéns a Sra. Ministra Eliana Calmon.
E a nota de repúdio ao sr. Peluso, quem vai assinar?

Xarpanga disse:
28 de setembro de 2011 às 16:46

Afinal, existe ou não bandidos de toga no judiciário brasileiro?
Se existe, parabéns a Sra. Ministra Eliana Calmon.
E a nota de repúdio ao sr. Peluso, quem vai assinar?

Ferracini Pereira disse:
28 de setembro de 2011 às 17:35

Negado HC a desembargador federal
A 2ª Turma do Supremo Tribunal Federal negou, nesta terça-feira (27/9), Habeas Corpus proposto pelo ex-desembargador do Tribunal Regional Federal da 3ª Região Paulo Theotonio Costa, condenado pelo Superior Tribunal de Justiça a três anos de reclusão em regime aberto pela prática de corrupção passiva. originárias".
Alguns juízes..., apenas alguns juízes quis dizer a ministra Eliana Calmon,
Luiz A. F. Pereira
advogado público

Elza Rosa disse:
28 de setembro de 2011 às 17:40

Sabe aquele ditado "atirei no que vi,mas acertei no que não vi"? Foi o que fez a corajosa Ministra: acertou em cheio na caixa de maribondo do judiciário. Não entendo o alarde,representado através das cartas de repúdios! Um verdadeiro "jus esperniandi".Nooooossa!! Quem não deve não teme, não é mesmo? Na verdade,o dedo na ferida dói e parabenizo a Ministra pela coragem de dizer e reafirmar o que pensa,que aliás lhe é também garantido constitucionalmente.

ONM disse:
28 de setembro de 2011 às 20:07

Se nem no judiciário podemos confiar, é melhor elaborar uma lei que regulamente a profissão do político, que aceita propina, que elege parentes para os seus gabinetes, que faz licitações fraudulentas e etc. Pois já vimos que tudo termina em pizza. Nem mesmo as entidades que lutam pelo direito, são políticos e não fazem nada. Fico pensando não seria melhor voltar à ditadura ? A que ponto chegamos, é logicamente que a ditadura nunca será bem vinda.

Sérgio Luiz Lacerda disse:
28 de setembro de 2011 às 20:11

Parabenizo a coragem de uma mulher de grande valor como a Ministra Calmon, capaz de tocar sem temor algum no ponto neurálgico, vergonhoso, decomposto e fétido que caracteriza o judiciário brasileiro ao longo de sua história - A CORRUPÇÃO. Como professor e jurista, sinto-me enojado, ainda mais quando a presença da CORRUPÇÃO é notória e sabida por todos os ministros do CNJ, e estes vindo a público e se colocarem a esquerda da verdade. É TERRÍVEL.
Grato.
Sérgio Luiz Lacerda Presidente do IBN - Instituto Brasileiro de Negociação e da ARBITRARI - Sistemas de Resolução de Conflitos, Av. Cândido de Abreu, 526, cj 1304, 13ª andar, Torre A - CURITIBA-PR.

Marcelo Augusto Pedromônico disse:
29 de setembro de 2011 às 13:22

finge que tá cansado e pede demissão, vai. Para o bem do interesse público.

Florencio disse:
29 de setembro de 2011 às 13:32

Parabéns, Ministra Eliana Calmon! O repúdio é sinal de que a senhora tocou no ponto nevrálgico da ferida! Mais uma vez, parabéns!

Senhora disse:
29 de setembro de 2011 às 15:26

Fora Peluso!! Voto na ministra Eliana Calmon para presidente do STF!!!

www.eyelegal.tk disse:
29 de setembro de 2011 às 19:15

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Lamentamos que outros tenham subscrito a referida nota dita de repúdio, repúdio à verdade nua e crua que foi muito apropriadamente dita por Vossa Excelência.
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O presidente do CNJ perdeu uma grande chance de fazer a coisa certa. Deveria ter dito que sim, temos problemas e vamos encontrar soluções para eles, a Ministra talvez tenha se excedido em suas declarações, mas compartilhamos de sua indignação e não toleraremos no Brasil desvios de conduta e a prática de ilícitos por parte de magistrados no exercício de suas funções. Mas o Ministro Cezar Peluso foi inseguro, preferiu jogar para a platéia, fazendo um discurso para consumo interno, corporativista, a fim de agradar seus pares.
.
Vemos com tristeza o STF se afastando cada vez mais da Constituição Federal, desafiando a Carta e a sociedade por abraçar políticas e ideologias de ocasião que não encontram eco no coração do povo brasileiro.
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Agora, vem a AMB com sua ação no STF tentar esvaziar a atuação do CNJ.
.
Parabéns Ministra Eliana Calmom, gostaríamos que este país tivesse apenas mais dez mulheres como Vossa Excelência, porque a Senhora sozinha já marcou um gol.
.
Cordiais Saudações,
.
Felipe Costa,
Diretor do Projeto
+55 (0)81 8809-0570
+55 (0)81 9870-7658
.
Equipe eyeLegal
Rede Global de Direitos Civis
Cidadãos comuns de todos os países podem ser membros.
http://www.eyelegal.tk

www.eyelegal.tk disse:
29 de setembro de 2011 às 19:16

Informamos a Vossa Excelência que discordamos integralmente da nota dita de “repúdio” lida pelo Ministro Cezar Peluso, durante a sessão plenária do CNJ, do dia 27 de setembro passado, por estar totalmente dissociada da realidade nacional.
.
São poucos os que, como Vossa Excelência, têm a honradez, a coragem, o patriotismo, o espírito público e a dignidade de admitir o que toda a sociedade brasileira já está careca de saber, mas sobre o que o Presidente do CNJ e do STF não quer ouvir falar.
.
Restou evidente nas suas declarações que não houve generalização alguma e que Vossa Excelência. se dirigia apenas a alguns, embora sejam muitos, pela completa desídia e irresponsabilidade de vários tribunais que não fazem o seu dever de casa, deixando a sua roupa suja para ser lavada pelo CNJ.
.
Lamentavelmente, temos aí uma meia dúzia de malandros, bandidos de toga que agem nas sombras, protegidos pelo cargo para praticar toda sorte de abusos, ilegalidades e injustiças, infernizando a vida dos cidadãos deste país. Quem são eles? O Brasil pode dar nomes a esses párias da sociedade, porque o povo já está farto desse pessoal.

DAGOBERTO LOUREIRO - ADVOGADO E PROFESSOR disse:
01 de outubro de 2011 às 12:09

Endoço integralmente as manifestações de repúdio à nota de repúdio emitida pelo Presidente do CNJ, Ministro Cezar Peluso.
Li a entrevista da Ministra Eliana Calmon e não vi absolutamente nada que representasse ofensa aos magistrados honestos, competentes e trabalhadores, que são a imensa maioria. Esclareço que sou Magistrado Federal aposentado. A Ministra restringiu suas críticas aos corruptos, aos bandidos que, tão logo tomam posse, passam a articular esquemas e situações que comprometem a qualidade e a moral da Justiça brasileira.
Já vi entrevistas da Ministra muito mais fortes, pesadas e contundentes, como é de seu estilo, pois não tem papas na língua. Assim são as pessoas íntegras, que nada tem a esconder.
Já a atitude do Ministro Peluso aproxima-se a de uma cascavel, que, por rancor ou natureza, aguardava o momento azado para dar o bote.
Ao que se sabe e o que se vê é que mordeu ferro.
Parabéns, Ministra Eliana Calmon! Continue nessa mesma linha, pois a Magistratura depende dessa limpeza permanente e intrépida.
DAGOBERTO LOUREIRO
OAB/SP Nº 20522

Sargento Brasil disse:
01 de outubro de 2011 às 18:43

Concordo plenamente com o comentário de Dagoberto Loureiro, sem nada acrescentar, pois, já disse tudo.
Tem coisas que não entendo na justiça. Um Shopping Center construido sobre um depósito de lixo, na zona norte de São Paulo, além de cunjuntos residenciais (apartamentos) e outros, que apresentam risco à vida da população, é liberado mediante liminar. O povo (que não é desinformado), logicamente está evitando frequentar esse local. Ninguém pergunta quem seriam os responsáveis por essa construção irregular, tampouco mencionam a CETESB que é um órgão pago pelo estado para fiscalizar e coibir esse estado de coisas. Na minha opinião, quando se trata de vidas humanas em jogo, nenhuma autorização para funcionamento deve ser emitida e a apuração de responsabilidades deve se iniciar de imediato. Depois, que houver uma explosão e resultar vítimas, ninguém se declara responsável. E daí?...Os legisladores sequer preocuparam-se até hoje em aprovar a regulamentação da distância desses aterros de lixo in-natura das residências(bem longe)de maneira segura.

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