A Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (Ajuris) manifestou-se nesta quarta-feira (30/5) acerca da suposta pressão que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva exerceu sobre o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, para que o julgamento do Caso do Mensalão seja adiado. No comunicado oficial, questionou a forma como as nomeações para a Suprema Corte são feitas.
“É preocupante o modo como, ao longo do tempo, são nomeados os ministros: com frequência, com vinculações estreitas com os governos que os nomeiam”, afirmou o presidente da Associação, Pio Giovani Dresch. “As regras de nomeação, que atribuem poder demasiado ao presidente da República, não podem continuar sendo essas.”
Segundo Dresch, a Ajuris já propôs modificações nessa sistemática, entre outras razões porque os ministros ficam expostos às pressões de quem os nomeia. O presidente também demonstrou preocupação com a “promiscuidade da política em Brasília, com seus encontros secretos e negociações que envolvem membros de diferentes poderes.”
Embora o presidente ressalte que a denúncia ainda precisa ser confirmada, ele avalia que o encontro carrega uma mácula, por suscitar a suspeita de que houve negociação política. “É inaceitável que Lula, na condição de ex-presidente, tenha ido ao encontro de um ministro do STF para propor algum tipo de negociação envolvendo o mensalão e a CPI do Cachoeira.”
Por fim, Dresch questiona, ainda, a demora do ministro Gilmar Mendes em comunicar a suposta irregularidade à imprensa, justamente em uma revista “acusada de práticas jornalísticas duvidosas e de envolvimento com o bicheiro Carlos Cachoeira.”
“O que deveria se esperar do ministro é que, com presteza, tivesse comunicado formalmente essa fala, e não esperar um mês para torná-la pública pela revista Veja. A Ajuris espera que os fatos sejam investigados formalmente e que a apuração contribua para sepultar, no Brasil, essa cultura política de troca de favores”, concluiu.
Primeiro teria que mudar regras para ser Juiz, deveria ser eleito pelo povo, atraves de uma selecao feita pela Oab regional com direito a uma releicao, depois voltaria a advogar, montaria um Conselho Estadual para fiscalizar o seu trabalho. Segundo, deveria aumentar para 75 anos a idade para aposentadoria, por que hoje e gente vive mais.
Primeiro teria que mudar regras para ser Juiz, deveria ser eleito pelo povo, atraves de uma selecao feita pela Oab regional com direito a uma releicao, depois voltaria a advogar, montaria um Conselho Estadual para fiscalizar o seu trabalho. Segundo, deveria aumentar para 75 anos a idade para aposentadoria, por que hoje e gente vive mais.
O desarmamento da população civil, o feminismo lésbico, o patrulhamento ostensivo da Sociedade de Proteção dos Veados financiada com o dinheiro público, o golpe da Xuxa e da Globo contra o poder familiar e a tentativa de genocídio rotulada de políticas públicas de saúde são o produto de uma engenharia de subversão implantada no mundo acadêmico e na mídia para fazer a cabeça de jovens maconheiros que agora poderão dar um “tapinha” sem culpa.
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A regra de nomeação dos ministros do STF não foi mudada quando se mexeu na Constituição para alterar o mandato inicialmente fixado para o Presidente da República. E daí até agora essa distorção tornou-se insustentável, pois com 5 anos e sem reeleição, não teríamos o Judiciário que temos hoje.
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É interessante que essa preocupação venha justamente do Rio Grande do Sul, berço das figuras mais impolutas e resolutas, maiores expoentes da defesa da destruição da família brasileira.
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O Brasil hoje está tão avançado que supera até os Estados Unidos. Aqui se elegeu primeiro uma mulher Presidente e quando Barack Obama assumiu que é a favor do casamento gay, o STF já o tinha decretado há muito tempo.
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Tudo isso que estamos vivendo hoje é culpa do Congresso Nacional, onde os parlamentares não sabem qual é o seu papel. Realmente, pior do que está não fica.
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Será que eles vão quebrar o sigilo da calcinha?
Depois que o STF instituiu a família homossexual proibida pela Constituição Federal, não duvidamos mais de nada.
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Está em curso uma verdadeira operação Frankenstein para transformar o Brasil no projeto de poder um partido político sinistro e sem qualquer oposição.
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Pensam que o Governo fez um milagre econômico e tirou o Brasil do buraco, mas isso não convence qualquer estudante de economia. Por conta disso, tudo é permitido e pretendem transformar toda a juventude da escola pública brasileira em militância socialista.
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O Estado está promovendo um verdadeiro atentado silencioso contra as nossas garantias fundamentais, sem que a sociedade tenha a menor oportunidade de se manifestar sobre transformações estruturais na família que é a sua base, sob o pretexto de que isso é moderno e os opositores dessas mudanças seriam inimigos conservadores e reacionários, mas nunca cidadãos com direito à opinião.
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Esse modelo da CF, que deixa ao Presidente a nomeação dos Ministros do STF - bem como a dos Ministros dos Tribunais Superiores -, vai de encontro à suposta autonomia existente do Poder Judiciário, o qual se torna cada vez mais dependente do Poder Executivo. Juiz que não tem independência para julgar aquilo que for de sua competência não pode ser considerado imparcial, pois só atende aqueles interesses políticos do partido que governa.
Esse Projeto de Emenda Constitucional para acabar com essas nomeações políticas deveria ter sido proposto há muito tempo, pois o que se vê hoje são apenas dois Poderes, uma vez que o judiciário se tornou pau-mandado do executivo.
A tendência é a instalação, com o tempo, de uma nova ditadura em nosso país, uma vez que o legislativo também é cada vez mais ligado ao executivo, seja porque a maioria das Casas Congressistas apoia o atual Governo Federal, ou ainda porque as Medidas Provisórias editadas pelo executivo travam o legislativo, este ficando adstrito à discussão e votação das MPs editas por aquele.
A ASSOCIAÇÃO DOS JUÍZES DIZ: R. VEJA TEM CONDUTA DUVIDOSA.
Desde que a Revista Veja publicou aquela matéria falsa elogiando o presidente da OAB OPHIR CAVALCANTE e sua corriola, TODO OPERADOR DO DIREITO QUE SE PREZA, PASSOU A BOTAR A BARBA DE MOLHO DE TUDO QUE VEM DE VEJA.Haja vista o que disse a Ajuris. A Revista só recuperaria sua credibilidade se pedisse desculpa aos seus leitores. Mas dar a mão à palmatória é coisa dos grandes. Pedro Cassimiro - Prof. de Economia e Direito.
Socorro. Quem defende eleições no Judiciário não tem a mínima noção do que seja a Justiça e os tribunais brasileiros. São antro de cobras venenosas que formam grupelhos para, em maioria, manter o poder político. Eles promovem somente aqueles que lhes interessam e que comungam de seus pensamentos. A bobagem da promoção "por merecimento" é uma idiotice, pois só são promovidos aqueles que "interessam" ao poder dominante, mesmo que sejam analfabetos jurídicos, como tantos que lá estão. Há brigas e desentendimentos que não vêm a lume. Eleições comprometem os eleitos, os que o elegeram e tornam perseguidos aqueles que foram contra os eleitos. As promoções só devem ser por antiguidade. HÁ DÉCADAS QUE DEFENDO O FIM DAS PROMOÇÕES POR MERECIMENTO E QUALQUER TIPO DE ELEIÇÃO NO JUDICIÁRIO. Sei muito bem o que estou falando.
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