Ingo Sarlet estreia coluna sobre direitos fundamentais na ConJur

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Os direitos fundamentais são a base do ordenamento jurídico de um país. Sem eles, não há Direito, e, sem Direito, não há Estado. Esse é o tema da coluna Direitos Fundamentais, do juiz e professor da PUC/RS Ingo Sarlet, que estreia nessa sexta-feira (16/1) na revista eletrônica Consultor Jurídico.

Embora eventualmente analise o Direito Constitucional de outros países e os direitos humanos internacionais, Sarlet tem como objetivo principal apresentar, discutir e avaliar os direitos fundamentais da Constituição Federal, expondo e analisando “conceito, conteúdo, significado, eficácia e efetividade” deles.

O termo "direitos fundamentais" é frequentemente encarado como sinônimo de "direitos humanos", mas o professor insiste em separar ambas as categorias de normas jurídicas. “A pertinência da diferenciação conceitual entre direitos humanos e fundamentais se fundamenta no sentido de que os direitos humanos, antes de serem reconhecidos e positivados nas Constituições (quando então se converteram em direito positivado e assumiram a condição de direitos fundamentais), integravam apenas uma espécie de moral jurídica universal, de tal sorte que os direitos humanos referem-se ao ser humano como tal (pelo simples fato de ser pessoa humana) ao passo que os direitos fundamentais (positivados nas Constituições) concernem às pessoas como membros de um ente público concreto”, explica o novo colunista.

Doutor em Direito pela Universidade de Munique (Alemanha), Sarlet é juiz em Porto Alegre (RS) e juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul (com mandato até março de 2015). Ele é professor titular de nos cursos de graduação, mestrado e doutorado em Direito e em Ciências Criminais da PUC/RS. Na Escola Superior da Magistratura do Rio Grande do Sul, é coordenador do Departamento de Direito Público e dos Cursos de Aperfeiçoamento para Magistrados e Servidores em Direito Público, professor de Direito Constitucional e diretor da revista da entidade. Além disso, é autor de diversas obras, como A Eficácia dos Direitos Fundamentais e Dignidade da Pessoa Humana e Direitos Fundamentais na Constituição Federal de 1988 (ambos publicados pela Livraria do Advogado).

Felipe Lira de Souza Pessoa disse:
14 de janeiro de 2015 às 11:39

Espero que esse iluminado jurista não escreva textos lonnnngos, como costuma fazer, com parágrafos enormes, isso dificulta a leitura em um site de internet. Isso fica bom nos livros. Mas se escrever, tudo bem, será igualmente interessante, como tudo que ele escreve.

Zé Machado disse:
14 de janeiro de 2015 às 13:36

O tema é de bom gosto, importante e relevante. Os magistrados brasileiros andam um pouco equidistante do assunto; por omissão ou indiferença talvez, ou até mesmo por daltonismo. Aqui tem espinhos mas também o bom perfume do direito. Bem-vindo professor.

Zé Machado disse:
14 de janeiro de 2015 às 13:36

O tema é de bom gosto, importante e relevante. Os magistrados brasileiros andam um pouco equidistante do assunto; por omissão ou indiferença talvez, ou até mesmo por daltonismo. Aqui tem espinhos mas também o bom perfume do direito. Bem-vindo professor.

Daniel.erm disse:
14 de janeiro de 2015 às 20:45

É uma ótima notícia a participação do professor e magistrado Ingo Sarlet na Conjur. Tenho certeza que serei um leitor assíduo de suas colunas por aqui. Boas expectativas para o ano de 2015.

Ney Maranhão disse:
15 de janeiro de 2015 às 02:55

Parabéns à Conjur pelo novo colunista! Parabéns, ainda, ao nobre Prof. Ingo Sarlet, jurista respeitadíssimo, por quem nutro profundo respeito e admiração. Certamente imperdível a coluna! Sucesso garantido!

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