O presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Ricardo Lewandowski, se prepara para um trabalho pesado: o plantão de julho. O tribunal estará em férias coletivas de 2 a 31 do próximo mês e, de plantão, além de cuidar das demandas urgentes (normalmente divididas entre os 11 ministros), Lewandowski continuará a presidir no Congresso o processo de impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff.

Gervásio Baptista/SCO/STF
Em 2015, o presidente do STF fez um revezamento com o decano da corte, ministro Celso de Mello, durante o recesso, quando foram analisados 885 processos, com pedidos de liminar e de Habeas Corpus.
Entre os mais de 600 processos que analisou, Lewandowski concedeu HC para que a advogada Beatriz Catta Preta, que atuava na operação "lava jato", fosse dispensada de prestar esclarecimentos à CPI da Petrobras. Celso de Mello, por sua vez, entre os mais de 200 casos que julgou, dispensou o ex-gerente da Petrobras Pedro José Barusco Filho de comparecer em uma acareação, por estar com problemas de saúde.
Como a "lava jato" continua como assunto central no noticiário e no Judiciário, os advogados que atuam no caso já esperam mais um ano sem férias.

A maior excrescência dita pelo eminente presidente do supremo foi de analisar o mérito do impeachment, isso é desrespeitar todo o trabalho e todo o julgamento do congresso, o supremo não pode usurpar o poder constitucional do congresso.
Diz a notícia que "O tribunal estará em férias coletivas de 2 a 31 do próximo mês", portanto a resposta está ai.
Esse processo de impeachmente é lide temerária e aberração jurídica. Dever-se-ia criar mecanismo que permitisse ao STF julgar a parte jurídica do processo, deixando aos orelhudos parlamentares, apenas a questão politica, mas com isonomia para a defesa e acusação. A aberração é contundente.
Perigoso esse presidente ficar decidindo sem um colegiado, já sabemos das suas intenções em favorecer o PT!!!!
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