OAB-SP atualiza tabela de honorários, que chegam a R$ 23 mil

A tabela atualizada de honorários advocatícios foi publicada pela seccional de São Paulo da Ordem dos Advogados do Brasil. Os valores vão de R$ 100 até R$ 23 mil. A entidade ressalta que os valores são uma recomendação do mínimo a ser cobrado dos clientes.

Os serviços que tem mais alto valor são a defesa em procedimentos especiais, com foro por prerrogativa de função (desde a denúncia até a publicação da sentença), a defesa em procedimento de júri (desde a denúncia até a sentença de pronúncia) e a defesa em procedimento de júri com atuação em plenário e recursos inerentes no Tribunal do Estado. Para todos estes serviços a OAB-SP recomenda que o advogado cobre R$ 23.688.

Já os trabalhos com menor valor na tabela são os de advogados correspondentes. Para esses profissionais, a OAB-SP recomenda que cobrem R$ 100 para fazer distribuição de petições em qualquer área, extração de cópia de autos (até 100) e digitalização dos autos.

Em casos nos quais não há recomendação específica, a entidade recomenda que serão devidos honorários de R$ 1 mil para o cumprimento de cartas precatórias específicas para citação, intimação, notificação, interpelação ou outros fins. 

Clique aqui par ver a tabela. 

SantosF disse:
24 de outubro de 2017 às 03:48

Como a OAB/SP, como entidade representativa dos advogados(!), em tese, anuncia uma tabela, subscrevendo outra, obviamente com valores ínfimos no convênio mantido com a Defensoria Pública de São Paulo, SUSTENTADA com as anuidades pagas pelos advogados.
. . .
Dito popular: "É o rabo abanando o cachorro".

O IDEÓLOGO disse:
24 de outubro de 2017 às 16:43

Os advogados, esses "Mandarins Jurídicos", em pleno período de crise econômica, aceitam que a OAB reajuste os seus serviços.
Hábeis em críticas "ad hominem" os Mandarins não se insurgiram contra o reajuste. Quer dizer: quando a OAB os eleva acima dos demais mortais, ela merece aplausos. Porém, basta a OAB refrear os instintos financeiros ensandecidos desses profissionais, eles não hesitam em defender a própria extinção da corporação profissional.
Vade retro Mandarins!!!

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