“A escolha do povo foi feita.” Assim declarou o presidente eleito, Jair Bolsonaro, ao receber o diploma com os dizeres “pela vontade do povo brasileiro”, em sessão solene de diplomação no pelo Tribunal Superior Eleitoral nesta segunda-feira (10/12). Na ocasião, estavam presentes autoridades militares da Marinha, Aeronáutica e Exército.
Ao entrar no plenário, Bolsonaro foi recebido por gritos de “mito”. Bolsonaro considerou sua eleição uma missão e parabenizou a Corte. “O TSE fez uma eleição organizada e agiu de forma correta em todos os momentos. O caminho que me trouxe aqui foi longo e difícil e sempre fui pautado pela soberania nacional”, disse.

No discurso, Bolsonaro pediu a confiança de pessoas que não votaram nele. “Com humildade e coragem, me dedicarei dia e noite a construção de um Brasil próspero. Somos uma das maiores democracias do mundo. Nós, brasileiros, devemos nos orgulhar desta conquista. A transformação pelo voto popular é possível”, avaliou.
Bolsonaro afirmou ainda que o sentimento de mudança ficou claro nas urnas. "Não mais à corrupção, à violência, à mentiras, à mediocridade. Meu dever é fazer o Estado eficiente, que faça valer os impostos pagos e que os cidadãos possam voltar com segurança para casa. Todos queremos a construção de uma Nação mais justa e desenvolvida e uma ruptura com práticas que historicamente retardam nosso progresso", disse.
Em relação à segurança pública e ao combate ao crime organizado, Bolsonaro afirmou que é preciso seguir a Constituição Federal. “O meu dever também é oferecer segurança e garantir que os brasileiros retornem às suas casas seguros e o compromisso de um país de paz”, afirmou Bolsonaro.
A presidente da Corte, ministra Rosa Weber, lembrou que o TSE é o tribunal da democracia. “Esta é uma celebração da democracia, na consagração da vontade majoritária. Democracia é também exercício constante de diálogo de ideias distintas".
Em uma república democrática, tudo é igualado. “Ao Poder do Judiciário, cabe a fiscalização da rigidez do processo democrático na opressão de ações como discriminação e falta de respeito com minorias, por exemplo”, afirmou.
Até que enfim o Conjur publicou a primeira matéria sobre o nosso futuro presidente Jair Bolsonaro sem o persistente e injustificável discurso de ódio que tem emitido contra ele. Ou finalmente se cansou de persistir nesta postura abominável ou decidiu ouvir os leitores que reprovavam este comportamento antiético ou então se convenceu que a perseguição pessoal movida pelo ódio não é um comportamento aceitável. Espero que este site tenha definitivamente voltado a atuar dentro de um jornalismo sério, ético, imparcial e responsável e que não tenha sido apenas uma mera pausa na sua postura raivosa e radical.
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