O juiz de direito Tom Alexandre Brandão, da 2ª Vara Cível da Comarca de São Paulo, condenou os pais de dois adolescentes a pagar indenização de R$ 5 mil ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, após reportagem em que o ministro foi indevidamente associado como advogado da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC).

Rosinei Coutinho/SCO/STF
Na decisão, o magistrado afirma que houve uma manipulação do teor da reportagem, com a clara intenção de confundir o leitor, alterando-se a verdade dos fatos e, ainda, violando a imagem do ministro.
"Existe uma clara tentativa de colocar em xeque a credibilidade do profissional que seria o responsável justamente pela segurança do Estado de São Paulo, notadamente para lidar com a famigerada facção criminosa", diz.
Para o magistrado, a liberdade de expressão e, sobretudo, da imprensa que, em assuntos de interesse público, deve ser extremamente elástica.
"A postura dos administradores do site extrapola o âmbito de proteção da liberdade de expressão e de imprensa, pois, deliberadamente, optaram pela inverdade, com a alteração da informação que constava da notícia retransmitida. Isso com o intuito de chamar a atenção de uma forma sensacionalista e inverídica", avalia.
Segundo o juiz, os danos morais causados ao ministro do STF são evidentes.
"Há clara violação a direitos da personalidade, diante de ataques infundados à imagem do profissional, justamente em momento de nomeação para importante função pública; a irresponsabilidade dos administradores do portal de notícias que, inadvertidamente, alteraram o título da notícia original, maculou, perante o público em geral, a credibilidade do ministro", aponta.
Reportagens
Em 1º de janeiro de 2015, Alexandre foi nomeado para o cargo de Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo. Diante da relevância dessa posição, foi publicada uma matéria pelo jornalista Luís Nassif em portal da internet com o seguinte título: "Secretário que deveria combater o PCC advogou para cooperativa de vans".
Entretanto, o "Portal Metrópole" trouxe o mesmo texto da matéria de Luiz Nassif, mas alterou deliberadamente o título e o subtítulo para "o novo Secretário de Segurança Pública do Estado de São Paulo foi advogado do PCC" e "Novo titular de segurança de Alckmin foi advogado de 123 processos do PCC".
Como os administradores do site eram menores de idade, seus pais foram processados e condenados.
Clique aqui para ler a sentença.
1022901-14.2015.8.26.0100
Essa é boa
O "advogado do PCC" vai ser indenizado por ser chamado pelo que é, "advogado do PCC".
Alguém sabe o que faz um juiz e um membro Ministério Público além de fazer palestra contra a corrupção (do PT somente) e política no Twitter?
O advogado iluminista do grupo Globo, o Ministro do Çupremo (com Ç pelo "grande acordo nacional, com Supremo, com tudo" confessado pelo Çupremo ao prender Lula e pelo Toffoli no pacto pela deforma da previdência (dar o dinheiro do trabalhador aos bancos), Barroso vende e muito bem suas palestras (e o pior que vende para o poder público, recebe o dinheiro que poderia ser gasto no SUS)!!
VIVA O JUDICIÁRIO MAIS CARO DO MUNDO, O MAIS INEFICIENTE E O QUE SÓ APITA PARA O "MERCADO" E PARA OS BANCOS!!!
Acusações indiretas são comuns dentro da comunidade brasileira.
Eita paisinho!!!
Acusações indiretas são comuns dentro da comunidade brasileira.
Eita paisinho!!!
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login