A Escola Judicial Desembargador Edésio Fernandes (Ejef), do Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais, transmitiu nesta segunda-feira (7/2) o debate virtual "Gestão de gabinete de 2ª Instância: uma reflexão sobre como atuar em equipe, acelerar os julgamentos e reduzir custos".

Divulgação
Parte do projeto Gestão em Foco na 2ª Instância, promovido pela 1ª vice-presidência do TJ-MG, o evento teve o desembargador do Tribunal de Justiça de Santa Catarina Raulino Jacó Bruning no papel de expositor, o desembargador do TJ-MG Henrique Abi-Ackel Torres como debatedor, e o juiz auxiliar da 1ª vice-presidência do TJ-MG, Rodrigo Martins Faria, na função de mediador.
Ao expor o tema, Bruning listou problemas que entende como entraves à celeridade a julgamentos. Entre eles, citou o incentivo crescente à litigiosidade, por meio de leis recorrentes, e a recorribilidade excessiva. Para resolver essas questões, sugeriu a adoção de gabinetes virtuais que racionalizem o julgamento de processos e a formação de equipes preparadas para lidar com tecnologias de ponta.
O desembargador Abi-Ackel Torres, por sua vez, sugeriu focar em ações que qualifiquem a atividade meio, a fim de estruturar os tribunais de Justiça para um uso mais produtivo da infraestrutura que possibilite julgar com racionalidade os diversos processos judiciais.
Na sequência, o 2º vice-presidente do TJ-MG, desembargador Tiago Pinto, e o 1º vice-presidente do TJ-MG, desembargador José Flávio de Almeida, registraram que o tema é um dos mais discutidos por magistrados e servidores devido à necessidade de racionalizar o trabalho em equipe, em especial de assessores, a fim de acelerar julgamentos sem aumentar custos.
Veja abaixo a íntegra do evento
Seja o primeiro a comentar.
Você precisa estar logado para enviar um comentário.
Fazer login