O ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal, será o novo integrante efetivo do Tribunal Superior Eleitoral em substituição ao ministro Luís Roberto Barroso, que encerrou sua gestão na Corte eleitoral nesta quinta-feira (17/2).
O anúncio foi feito pelo ministro Luiz Fux no início da sessão plenária do STF nesta quinta. Ele obteve dez votos e a ministra Carmen Lúcia, um, como novo indicado do STF.

"Quero agradecer e honrar a confiança em mim depositada", disse Lewandowski. A sucessão no TSE, neste ano eleitoral, está cercada de expectativas. Barroso deixou o cargo e fez um balanço de sua gestão de dois anos.
Ele destacou a importância da manutenção da democracia e das atribuições da Justiça Eleitoral na condução de eleições limpas, seguras e transparentes. Barroso tomou posse em maio de 2020 e transmitirá o cargo ao ministro Edson Fachin em sessão solene na próxima terça-feira (22/2), às 19h.
Fachin será sucedido pelo ministro Alexandre de Moraes, que conduzirá o TSE durante as eleições de outubro. Ambos, assim como Barroso, têm criticado duramente o posicionamento adotado pelo presidente Jair Bolsonaro que, apesar de uma trégua momentânea, continua distribuindo informações duvidosas acerca do processo eleitoral.
Barroso disse: "... na condução de eleições limpas, seguras e transparentes." Como podemos acreditar em eleições limpas com candidatos FICHAS SUJAS e como ter segurança e transparência nas eleições onde nosso voto não é impresso?!
A população precisa votar atentamente no candidato ao cargo da presidência para continuar renovando esse STF espúrio com a indicação de pessoas sérias, íntegras e honestas no exercício do ofício da judicatura.
Sem dúvida, as urnas eletrônicas são confiáveis, mas como confiar em um TSE que permitiu os abusos e ilegalidades de 2018? Enquanto os Tribunais Supremo e Superior continuar agindo à moda Rubinho Barrichello, não veremos justiça nas matérias importantes para o povo brasileiro.
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